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Secretaria de Trabalho e Renda anuncia 408 vagas de emprego com carteira assinada; confira

A Secretaria Municipal de Trabalho e Renda captou 408 vagas de emprego durante a semana. As oportunidades, disponíveis no sistema da pasta, são para diversos segmentos e níveis de escolaridade. Pessoas com deficiência também podem concorrer.

Das 408 vagas, 129 são especificamente para PCDs. Para concorrer, o candidato pode fazer o cadastro nos Centros Municipais de Emprego (Tijuca, na Rua Camaragibe, 25; e Jacarepaguá, na Avenida Geremário Dantas, 1400 – sala 102) ou pelo e-mail vagas.smte@gmail.com.

Além das oportunidades de emprego, a Secretaria Municipal de Trabalho e Renda também está ofertando vagas para cursos de capacitação. Essa semana, a secretaria fechou parceria com Instituto Crescer que, por meio do Projeto Geração Crescer, vai oferecer mais de 60 mil vagas para cursos online, gratuitos e com certificação. O objetivo da parceria é melhorar a empregabilidade no Rio, incrementando novos conhecimentos ao currículo dos candidatos. Estão disponíveis cursos de inglês, educação financeira, cultura digital e outros. As inscrições já estão abertas e devem ser feitas pelo site do Projeto https://geracaocrescer.org.br/web/cursos/.

Confira a seguir as vagas:

FUNDAMENTAL COMPLETO:

Auxiliar de Cozinha

Atendente de Padaria

Atendente de Lanchonete

Padeiro

Motofretista

Manipulador de Alimentos

Sushiman

Açougueiro

Sommelier

Peixeiro

Auxiliar de Peixaria

Repositor

Auxiliar de Cozinha

Frentista

SUPERIOR

Farmacêutico

VAGAS PARA PCD:

Fundamental Incompleto:

Operador de Carga e Descarga

Ajudante de Almoxarifado

Operador de Supermercado

Auxiliar de limpeza

Fundamental Completo

Auxiliar de Manutenção

Auxiliar de Estoque

Ajudante de Caminhão

Auxiliar Operacional de Limpeza

Médio Incompleto:

Auxiliar Logístico I

Empacotador

Médio Completo:

Atendente de Lanchonete

Auxiliar Administrativo

Auxiliar Administrativo 4h/dia

Auxiliar Administrativo / Operacional 4h/dia

Técnico de Segurança do Trabalho

Superior Completo (TI, Administração, Contabilidade)

Analista Administrativo

Superior Completo (TI)

Arquiteto de Soluções

Analista de Infraestrutura

Analista de Desenvolvedor Net e Net Pleno

Analista de Desenvolvedor Java

Designer

Web Designer

Analista de BI

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Brasil

Movimento Gigantes da Enfermagem se reúne com deputados em Brasília

 

Os diretores do grupo movimento nacional Gigantes da Enfermagem Carlos Kafezinho, do Rio de Janeiro, e Adelaide Alves, de São Paulo, reuniram-se, nesta terça-feira (26), em Brasília, com os deputados federais Leda Sadala (Avante-AP) e Luiz Carlos (PSDB-AP). O objetivo do encontro foi pedir apoio dos parlamentares à votação do projeto de lei n° 2564/2020, que visa estabelecer o piso salarial nacional para enfermeiros graduados, um piso de 70% do valor para auxiliares de enfermagem e parteiras, de 50%. Todos com jornada de trabalho semanal de 30 horas.

“Agradecemos a disponibilidade da deputada Leda Sadala e do deputado Luiz Carlos. Ficamos satisfeitos porque estamos levando daqui muitos esclarecimentos para nossas bases em todo o Brasil”, disse Carlos Kafezinho. Adelaide Alves considerou o encontro muito positivo. “conquistamos o total apoio dos deputados ao projeto que só vai favorecer a enfermagem de todo o Brasil”, avalia Alves.

O movimento nacional Gigantes da Enfermagem foi criado em 12 de maio de 2020 e visa chamar atenção da sociedade e de senadores e deputados federais para a votação dos projetos de leis trancados no congresso Nacional PL 2564 /2020, Senado Federal; e PL 459/2015, na Câmara dos deputados.

“Entre os benefícios para a categoria estão a criação de piso salarial nacional para enfermeiros, técnicos em enfermagem, auxiliares de enfermagem e parteiras. Além da redução de jornada de trabalho para 30 horas semanais”, explica Kafezinho. Ele completa dizendo que a aprovação dos projetos de lei vai contribuir para a valorização de mais de 2 milhões de profissionais de enfermagem em todo o país.

Foto: Divulgação

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Destaque Economia

7 dicas para quem deseja se recolocar no mercado de trabalho ainda em 2020

Embora este seja um final de ano atípico, a flexibilização da quarentena traz a esperança para mais de 13 milhões de desempregados retornarem ao mercado de trabalho. Datas importantes do ponto de vista comercial como a Black Friday, Natal e festas de final de ano também devem colaborar para um novo cenário. Só na plataforma da Connekt, existem mais de 1.500 vagas abertas entre os setores estão o de administração, tecnologia, marketing, vendas, entre outros.

Diversos grupos e perfis foram impactados este ano com a perda de seus empregos. As datas importantes que se aproximam podem ser uma primeira esperança para melhorar os números de desemprego no país, mesmo que essa primeira evolução seja um tanto quanto lenta. Uma das principais dicas que tenho neste momento é para que as pessoas não desistam de buscar uma oportunidade e, muito menos, de estudar, avalia Celson Hupfer, CEO da Connekt, plataforma inteligente de recrutamento digital e Doutor em Psicologia Social.

Para ajudar as pessoas que buscam uma recolocação ainda este ano, o especialista separou sete dicas. Confira:

1- Lembre-se sempre de atualizar seu currículo, é importante destacar seus principais projetos e objetivos de carreira.

2- Não se desespere. O desespero faz com que a gente não encontre uma saída e transforma qualquer caminho em labirinto. Portanto, tente ser racional e transforme sua ansiedade em ação para permanecer em busca.

3- Crie e reforce sua rede de contatos profissionais. Conte para os amigos mais próximos que estão em busca de empregos, sabe aquele amigo que trabalha em uma empresa legal? Quem sabe ele não pode te dar uma força neste momento.

4- Esteja ativo nas redes sociais e busque emprego por elas também. As melhores e maiores empresas estão inseridas nas redes sociais e divulgam suas vagas em sites e plataformas de emprego, além de claro, Facebook e Linkedin.

5- Tenha clareza do seu propósito de carreira, pesquise sobre as melhores empresas para sua área, remuneração e skills necessários

6- Foque no seu autodesenvolvimento. Vá em busca de cursos, palestras ou ferramentas que o ajude a adquiri-los, na época de pandemia, os cursos EAD, webinar e conteúdos educativos ganharam ainda mais espaço.

7- Não desista em hipótese alguma. Já existem pesquisas que afirmam que o grupo de pessoas que nem trabalham, nem estudam, nem buscam emprego vem aumentando com a pandemia. Manter-se disposto e ativo é fundamental para conquistar uma vaga mais rápido, sem contar que é uma prova de coragem por nós mesmos.          

Por: Paula Oliveira

 

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Economia

Menos de 25% das ocupações no Brasil têm potencial de teletrabalho

O teletrabalho, também chamado de home office, é possível para 22,7% das ocupações no Brasil, estima um estudo que reuniu pesquisadores do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) e do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O dado consta na nota técnica “Potencial de Teletrabalho na Pandemia: Um Retrato no Brasil e no Mundo”, divulgada hoje (3) pelo Ipea.

Uma pesquisa internacional aponta Luxemburgo, na Europa, como o país com maior potencial de trabalho remoto, que poderia se aplicar a 53,4% das ocupações. O patamar é muito superior ao de economias menos desenvolvidas, como as da América Latina. Na região, o maior percentual é o do Chile, com 25,7%, e o do Brasil, calculado por pesquisadores brasileiros, é o segundo maior. O menor potencial de teletrabalho entre os 86 países pesquisados está em Moçambique, na África, com apenas 5,24%.

O estudo brasileiro é assinado pelos pesquisadores Felipe Martins e Geraldo Góes, do Ipea, e José Antônio Sena, do IBGE, que usaram metodologia internacional adotada por pesquisadores da Universidade de Chicago.

As desigualdades regionais do Brasil também se refletem no potencial de teletrabalho de cada estado. No Distrito Federal, estado com a maior renda média, o percentual chega a 31,6%. São Paulo e Rio de Janeiro também ficam acima do potencial nacional, com 27,7% e 26,7%, assim como os três estados da Região Sul. O restante do país tem percentuais menores que a média de 22,7%, sendo os menores no Piauí, com 15,6%, Pará, com 16%, e Rondônia, com 16,7%.

Ocupações

As ocupações analisadas foram agrupadas seguindo critérios internacionais, e os maiores percentuais de probabilidade de teletrabalho estão nos grupos profissionais das ciências e intelectuais (65%), diretores e gerentes (61%) e trabalhadores de apoio administrativo (41%). Já para membros das Forças Armadas, policiais e bombeiros militares, a probabilidade de teletrabalho foi estimada em 0%, assim como para operadores de instalações e máquinas e montadores, para ocupações elementares e para trabalhadores qualificados da agropecuária, florestais, da caça e pesca.

Outros grupos que têm um baixo potencial de teletrabalho são os trabalhadores dos serviços, vendedores dos comércios e mercados, com 12%, e os trabalhadores qualificados, operários e artesãos da construção, das artes mecânicas e outros ofícios, com 8%.

Nas conclusões do estudo, os pesquisadores destacam que a nota técnica “revela as desigualdades regionais e as diferenças no acesso a essa modalidade no território nacional”. O texto também destaca que a incorporação de tecnologias relacionadas ao mercado de trabalho depende, em grande parte, da renda e dos investimentos no processo produtivo.

“As perspectivas da retomada das atividades econômicas após a pandemia devem levar em conta as novas modalidades de trabalho que emergiram e foram marcantes no período de isolamento e que, muito provavelmente, serão mais utilizadas”, afirmam.

Com informações da Agência Brasil