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Núcleo Piraquara no Parque Estadual da Pedra Branca é reinaugurado

O núcleo Piraquara do Parque Estadual da Pedra Branca, que fica na Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro, foi reinaugurado pelo governo do estado no último dia 5 de junho. Local propício para visitação de cariocas e turistas, o espaço é uma das maiores florestas urbanas do mundo. Fechada desde março do ano passado em virtude de uma forte chuva, a área de lazer passou por uma revitalização realizada pela Secretaria de Estado do Ambiente.

Os visitantes do núcleo Piraquara vão poder encontrar uma série de melhorias, segundo o governo: dois conjuntos de equipamentos para ginástica, novos brinquedos, banheiros masculino e feminino, uma quadra de vôlei com arquibancada, bancos, mesas para piquenique e uma praça de banho no Rio Piraquara. Além disso, os muros de pedra, guarda-corpos, grades e proteção foram trocados. Houve ainda drenagem da área urbanizada. Muitos moradores da região costumam fazer caminhadas ao ar livre pelo espaço e apreciar a cachoeira.

“Estamos entregando à população um equipamento que dá qualidade de vida às pessoas, dá dignidade, um local onde as crianças possam brincar de forma saudável. Falar de ambiente é falar de amor às próximas gerações”, disse o governador Cláudio Castro, que plantou a primeira muda do projeto ‘Florestas do Amanhã’.

Foto: Divulgação

Com a iniciativa, o estado informou que vai reflorestar um total 1,1 mil hectares de Mata Atlântica com o plantio de 2,5 milhões de mudas de espécies endêmicas do bioma. A meta é que o Rio de Janeiro seja o primeiro estado do Brasil a cumprir o Acordo de Paris, tratado mundial que tem o objetivo de reduzir o aquecimento global

Para o secretário do Ambiente, Thiago Pampolha, a revitalização do espaço de lazer ajuda a conservação e a conscientização dos frequentadores. “Ações como essa são emblemáticas, representam a retomada do estado para dias melhores. Precisamos despertar consciência, alimentar a educação ambiental nas crianças e nas escolas, que cada um de nós possa refletir sobre as gerações que queremos deixar”, afirmou.

Fauna e flora com grande diversidade

O Parque Estadual da Pedra Branca abrange 11 bairros da Zona Oeste da cidade do Rio de Janeiro e é uma das unidades de conservação ambiental do Instituto Estado do Ambiente (Inea), com cerca de 12.500 hectares de extensão. Nela, é possível encontrar uma fauna que reúne, entre outros animais, onça parda, jaguatirica, preguiças, tamanduás, tatus, tucanos e cotias.

O presidente do Inea, Philipe Campello, destacou que o Governo do Rio é responsável pela conservação de quase um terço das áreas verdes no estado.

“Não tem como não associar a natureza à humanidade, à forma como vamos lidar com essa área daqui para o futuro em relação à qualidade de vida. Atualmente, o Estado do Rio tem 1,3 milhão de hectares de cobertura vegetal. Desses, 477 mil são áreas protegidas do governo do estado. É um prazer fazer parte da luta pela conservação ambiental”, afirmou.

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Palácios Guanabara e das Laranjeiras guardam história do Rio e do Brasil

Com espaços que guardam parte da história do Rio e do Brasil, os palácios Guanabara e das Laranjeiras serão abertos para visitação de cariocas e turistas. A abertura aconteceria neste sábado (6), mas foi adiada por causa das novas medidas restritivas adotadas pela prefeitura para conter o avanço da covid-19, que valem até 11 de março.

Quando nova data de abertura for definida, os interessados em ir aos museus vão precisar agendar horários de visitas, que, inicialmente, só poderão acontecer aos sábados, das 9h às 17h.

Chafariz do Deus Netuno no Palácio da Guanabara. (Foto: Philippe Lima)

A visitação aos palácios faz parte do programa “Palácios do Povo”, lançado pelo governo do estado com a Fecomércio RJ, que tem o objetivo fortalecer a cultura e o turismo.

Os passeios pelos palácios serão guiados por alunos e instrutores do curso técnico em Guia de Turismo, do Senac-RJ. A expectativa é que os prédios históricos recebam mais de 310 pessoas por dia. Os visitantes deverão seguir os protocolos sanitários, usar máscara e manter distanciamento de pelo menos um metro de outras pessoas.

No Palácio Guanabara, a visitação poderá ser guiada ou livre, com capacidade máxima para 30 pessoas por hora. Já no Palácio das Laranjeiras, as visitas serão apenas guiadas e cada grupo pode ter até 20 pessoas.

Palácio Guanabara

Fachada do Palácio Guanabara. (Foto: Luis Claudio Alvarenga)

Além do tour, o Palácio Guanabara receberá aos sábados apresentações musicais e uma feira de agricultores familiares.

O visitante pode conhecer um pouco da história do prédio, sede administrativa do Governo do Rio. O passeio inclui visita ao Salão Nobre, onde aconteciam saraus culturais na época da Princesa Isabel, e ao Salão Verde, local de assinaturas de convênios e entrevistas oficiais do governo.

Salão Nobre do Palácio da Guanabara. (Foto: Divulgação)

Tem também a Sala Estácio de Sá, antiga sala de jantar da Princesa Isabel e atual gabinete dos governadores do Estado, e a sala onde foi descoberto, na restauração de 2011, um calçamento tipo pé-de-moleque centenário, decorada com pinturas cedidas pelos museus do Rio. O jardim é outro ponto a ser visitado, tendo como principal elemento o Chafariz do Deus Netuno.

Palácio das Laranjeiras

Palácio das Laranjeiras. (Foto: Carlos Magno Rodrigues de Figueiredo)

Na visita ao Palácio das Laranjeiras, o público poderá viajar pela história do Rio e do país durante 80 minutos. O passeio inclui o hall de entrada, o Salão Luis XIV, a Sala de Música, com o famoso piano inspirado no cravo de Maria Antonieta, o Fumoir e a Sala de Jantar.

O público pode visitar a biblioteca que abriga o Bureau du Roi, cópia fiel do que pertencia ao Rei Luis XV da França e que está no Palácio de Versalhes, o Salão Império e a Galeria Regência.

Banheiro de mármore do Palácio das Laranjeiras. (Foto: Carlos Magno Rodrigues de Figueiredo)

A visita também inclui o Boudoir, primeiro ambiente íntimo da casa, que era associado ao espaço feminino, além do Quarto Luis XV, do “Quarto des Enfants” (Quarto das Crianças), do Banheiro de Mármore e do Elevador, um dos primeiros instalados em residências da América do Sul, decorado em estilo rococó.

Visitação

O público vai poder agendar a visitação pelo site www.palaciosdopovo.rj.gov.br, onde também é possível realizar um tour virtual pelos espaços históricos dos palácios.

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60 anos do Parque da Tijuca: Veja recantos ainda pouco explorados

Por Alan Alves

Encravado no coração do Rio de Janeiro e sob os pés do Cristo Redentor, o Parque Nacional da Tijuca completa 60 anos em 2021. O espaço detém o título de o mais visitado do país, recebendo cerca três milhões de pessoas por ano, mas alguns recantos no meio da floresta seguem ainda pouco explorados por brasileiros e estrangeiros.

O parque foi criado em 1961, inicialmente na área do Maciço da Tijuca (Paineiras, Corcovado, Tijuca, Gávea Pequena, Trapicheiro, Andaraí, Três Rios e Covanca) e depois, em 2004, incorporando também o Parque Lage, a Serra dos Pretos Forros e o Morro da Covanca. Hoje, com mais de 39 km², a unidade de conservação tem opções de diversão para todos os públicos, com áreas para piquenique, churrasco, voo livre, escalada, trilhas e outras atividades.

Parque é rico em cachoeiras. (Foto: Divulgação/ICMBio)

O parque foi implantado na área da Floresta da Tijuca, a primeira replantada do mundo e hoje uma das maiores florestas urbanas do planeta que além da beleza, ajuda no equilíbrio do clima — sua reserva tropical faz a temperatura da cidade ter o clima até 4 graus mais ameno, segundo especialistas — e contribui para a redução do nível de metais pesados no ar, sobretudo os lançados por veículos.

Recantos pouco explorados

O parque é rico em fauna e flora e dividido em três setores de visitação: Floresta, Pedra Bonita/Pedra da Gávea e Serra da Carioca, onde ficam o Corcovado e a estátua do Cristo Redentor, que completa 90 anos em 2021. Há acessos pela zona norte (Tijuca), zona oeste (pela Barra da Tijuca) e da zona sul (pelo Jardim Botânico e Gávea).

Muitas pessoas mal sabem que alguns recantos são tão belos quanto os pontos mais frequentados do parque e deixam de explorar esses espaços. Um deles é o Mirante da Guanabara, que possibilita visão privilegiada da Baía de Guanabara, Serra dos Órgãos, Região Central do Rio e da Ponte Rio-Niterói. O acesso se dá a poucos metros do Centro de Visitantes Paineiras, no Alto da Boa Vista.

Tucano no bico preto é um dos moradores da floresta da Tijuca. (Foto: Divulgação/ICMBio)

Pela Rua Amado Nervo, também no Alto da Boa Vista, é possível chegar a outro ponto de vista panorâmica: a Pedra da Proa. São 633 metros de altitude, com vista da Lagoa Rodrigo de Freitas, das praias da Zona Sul, do Morro Dois Irmãos, do Corcovado e do Pão de Açúcar.

Outra boa opção é o Circuito das Grutas. Sao oito, com formações rochosas provenientes de deslizamentos por movimentos tectônicos. Entre elas está a Gruta dos Morcegos, com 22m de altura e mais de 100m de profundidade.

Para quem quer se refrescar, o parque oferece a tranquilidade da Cascata da Baronesa, que fica próximo ao Circuito das Grutas, e a Cascata do Engenho, com acesso por trilha a partir do Jardim Botânico. Nesse trajeto, também é possível acessar o Poço Temiminó, outro ponto para banho no parque.

Outros pontos a serem explorados sao a Cachoeira das Almas, o Pico da Tijuca, a Pedra do Conde, o Morro do Anhanguera, o Bico do Papagaio e o Lago das Fadas, todos no setor Floresta da Tijuca, a Estrada das Paineiras e a Mesa do Imperador, ambas no Setor Serra da Carioca.

A cuíca-lanosa é outra moradora da floresta. (Foto: Divulgação/ICMBio)

Visitações e restrições

Por causa da pandemia, medidas restritivas foram adotadas pela gestão do parque, entre elas a limitação do número de visitantes. No setor floresta, por exemplo, a capacidade foi reduzida para 1,5 mil pessoas por dia. No site do Parque Nacional da Tijuca, o visitante pode se informar sobre as regras e ainda sobre os horários de funcionamento.

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Rodas de samba em que você não paga para entrar

Por Sandro Barros

O Carnaval está aí, mas muitos curtem samba o ano inteiro. Para estes, há várias excelentes opções de rodas de samba espalhadas pelo Rio de Janeiro, onde você pode conhecer pessoas, curtir com amigos, namorar e, é claro, sambar.

Nesses tempos de crise econômica, fica uma pergunta: mas como desfrutar disso com pouca grana? Segue agora uma seleção que o Diário do Rio preparou com sete rodas em que você não paga para entrar. Divirta-se então ao som dessa música genuinamente carioca!

Samba da Ouvidor
As rodas de Samba da Ouvidor (foto acima) acontecem sempre na esquina da Rua da Ouvidor com a Rua do Mercado, normalmente um sábado por mês. O evento, que deu novos ares à Praça XV, tem o objetivo principal de contribuir para que o samba continue eterno. Pela página do Samba da Ouvidor, no Facebook, é que o evento é agendado e divulgado.

Samba de Lei
Na quinta-feira tem Samba de Lei no Arco do Teles, ali ao lado da Praça XV, no Centro. É na rua, tem DJ nos intervalos e acontece mesmo nos dias de chuva. Samba da melhor qualidade em um maravilhoso ponto histórico. Começa às 19h e o endereço é Travessa do Comércio, 18.

Gloriosa Roda de Samba

Realizada todo terceiro domingo do mês na Feira Popular da Glória, a Gloriosa Roda de Samba é comandada pelo grupo Mesa da Diretoria, o Bloco Arteiros da Glória e o músico Paulão 7 Cordas.

O repertório privilegia clássicos do samba brasileiro. Sempre no terceiro domingo do mês, a partir das 15h. A feira fica na Avenida Augusto Severo.

 

 

Samba do Barão
Em Vila Isabel, acontece Roda de Samba do Barão aos domingos, com a proposta de reverenciar músicos e compositores tradicionais do samba e do choro. Nos intervalos, DJ’s tocam charme, soul, balanço e MPB. E tem anda muitos petiscos nas barracas organizadas pelos próprios moradores. Domingo, de 15 em 15 dias, a partir das 13h, na Praça Barão de Drummond.

Samba da Feira

Sábado, a partir das 17h, é dia de Samba da Feira. O evento acontece nos Armazéns do Engenhão, localizados na parte externa do Estádio Nilton Santos — Rua José dos Reis, 189, no Engenho de Dentro.

A roda, que começou despretensiosamente no quintal de uma casa em Piedade, agora é programa certo para famílias inteiras: são mais de duas mil pessoas por sábado.

 

Pedra do Sal
Toda segunda, das 19h30 às 23h, tem Roda de Samba da Pedra do Sal. Com o lema “Aqui se Respeita o Samba”, o evento, que acontece aos pés do Morro da Conceição, traz o melhor do samba histórico e de raiz num movimento de resgate e preservação da memória ancestral. Endereço: Rua Argemiro Bulcão, 38, no Largo João da Baiana, Saúde.

Feira das Yabás

A Feira das Yabás — termo que designa todos os orixás femininos — reúne o melhor da música e gastronomia afro-brasileiras no segundo domingo do mês. As rodas de samba são comandadas por Marquinhos de Oswaldo Cruz.

Nas barracas, delícias que não deixam a culinária negra carioca cair no esquecimento. A partir das 13h, na Praça Paulo da Portela, em Oswaldo Cruz.

Fotos: Divulgação

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O Rio que o Carioca Não Conhece

Pedra do Sal, a nossa Pequena África

Da Redação

A Pedra do Sal, no Morro da Conceição, faz parte da região conhecida historicamente por Pequena África, que se estendia do entorno da Praça Mauá até a Cidade Nova. Nas festas nas casas de escravos e forrós tocava-se o choro com flauta, cavaquinho e violão. No quintal, acontecia o samba rural, batido na palma da mão, no pandeiro, no prato-e-faca; e dançado com sapateados, peneiradas e umbigadas. Foi ali que nasceu o samba urbano carioca, que surgiram sambistas populares e antigos ranchos carnavalescos.

A Pedra do Sal era considerada também local sagrado para despachos e oferendas das religiões africanas. Tombada como patrimônio histórico e religioso, dela eram extraídos pelos escravos, no século XIX, cortes de pedra para construção de ruas e do porto do Rio de Janeiro. O lugar, que ficava bem próximo ao mar, servia ainda como ponto de embarque e desembarque de sal, utilizado para fabricação de couro e conserva de carne.

Hoje a Pedra do Sal é palco de animadas rodas de samba do grupo Roda de Pedra. O local possui simpáticos casarios coloridos, ladeados por uma escadaria e a histórica ladeira de pedra. A festa atrai turistas e jovens de vários bairros da cidade. No Dia Nacional do Samba, 2 de dezembro, integrantes do quilombo da Pedra do Sal celebram a lavagem da Pedra. Quem põe a mão na massa são grupos de candomblé e membros do bloco carnavalesco Afoxé Filhos de Gandhi. Há rodas de samba, de capoeira, culinária temática, exibição de filmes e palestras.

Enfim, a Pedra do Sal é do jeito que o carioca gosta: roda de samba, cerveja gelada e amigos reunidos. Anote aí o endereço: rua Argemiro Bulcão, na Saúde. Às segundas e sextas, a partir das 20h.

Fotos: Reproduções da internet

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O Rio que o Carioca Não Conhece

Fundição Progresso, maior centro cultural independente do Rio

Da Redação

Em 1982, um grupo de vanguarda na cultura carioca, que já vinha revolucionando a cidade desde os anos 1970 com a criação da companhia teatral Asdrúbal Trouxe o Trombone e, mais tarde, o Circo Voador, decidiu lutar contra a demolição de uma desativada fábrica de fogões e cofres na Lapa, imóvel de grande valor histórico. A resistência deu certo: a antiga fundição foi preservada e, ao longo dos últimos 20 anos, se tornou o maior centro cultural independente do Rio de Janeiro. Essa é a Fundição Progresso!

Conceitos atualmente em alta, como economia criativa, compartilhamento de ideias, empreendedorismo, inovação e sustentabilidade, sempre foram a força motriz da Fundição. Especialmente a partir de 1999, quando o espaço adotou o modelo que mantêm até hoje e passou a reunir iniciativas pioneiras e autônomas em arte, educação, meio ambiente e projetos sociais.

Ao longo desse tempo, a Fundição fomentou projetos e eventos de grande relevância para a cidade e para o país, como o Concurso Nacional de Marchinhas Carnavalescas, o Carnaval da Lapa e o Núcleo de Educação e Cultura, que estabelece uma ponte entre os artistas e educadores do centro cultural e jovens que lá podem desenvolver seus talentos, descobrir aptidões e se encaminhar no mercado de trabalho.

Atualmente o Centro Cultural abriga iniciativas e grupos culturais, entre eles Orquestra Petrobras Sinfônica, Intrépida Trupe, Teatro de Anônimo, Armazém Companhia de Teatro e Rio Maracatu. Com uma grade variada e acessível, o espaço também oferece um leque amplo de cursos e oficinas, que vão do artesanato à realidade virtual. O Canto das Flores, jardim suspenso e laboratório de agricultura urbana gerido pelo coletivo Organicidade, dedica-se à educação ambiental, com uma série intensa de atividades.

A Fundição Progresso é, além disso, um dos principais palcos de espetáculos do país. Por lá apresentam-se os maiores nomes da música brasileira, de todos os gêneros e idades, como Maria Rita, Ney Matogrosso, Baiana System, Natiruts, Criolo e Nando Reis, além de astros internacionais como Arcade Fire, Franz Ferdinand, Manu Chao e Motörhead, entre tantos outros artistas.

Para conservar e ampliar essa vocação, o espaço incrementa permanentemente sua infraestrutura. Nos últimos anos, instalou modernos sistemas de climatização, som, iluminação e palco, promoveu melhorias arquitetônicas e reformas no piso e terraço e criou uma nova área para camarotes.

A Fundição Progresso fica na Rua dos Arcos, 24, Centro, embaixo dos Arcos da Lapa. Para mais informações ou consultar a programação dos eventos, acesse o seu site − fundicaoprogresso.com.br.

Fotos: Reproduções da internet