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Saúde Capilar: Metal no Cabelo

Resíduos metálicos, como o próprio nome já sugere, são resíduos que contêm substâncias metálicas. Os mais comuns são os derivados do cobre, alumínio e ferro.

Já percebeu uma mancha azul ou verde logo abaixo da torneira do seu chuveiro? Pois isso acontece exatamente pela presença desses resíduos.

Eles geralmente estão presentes na água devido aos tratamentos sofridos na empresa de distribuição de água de sua cidade ou durante a limpeza periódica das caixas d’água que utilizam produtos que contêm derivados, principalmente de alumínio, ou pela oxidação de canos de ferro – encontrados em construções mais antigas – e de cobre – encontrados em aquecedores solares.

O resíduo metálico, por possuir um peso molecular muito baixo, penetra nos fios com facilidade. Com o contato deste resíduo com a água e com o oxigênio presente na atmosfera, o metal oxida, literalmente enferrujando dentro da fibra capilar. Essa reação faz com que o resíduo metálico, devido à expansão sofrida, destrua a estrutura do cabelo, danificando-o e tornando-o quebradiço. Pode-se perceber até uma coloração esverdeada em cabelos mais claros que estejam impregnados com este tipo de substância.

A recomendação, neste caso, é evitar o uso de água aquecida em canos de cobre e ferro, lavar os cabelos com xampu de limpeza profunda uma vez por semana e fazer uso de acidulantes, que ajudam a eliminar esses resíduos, além de recobrar o pH e fechar as cutículas dos fios.

Um acidulante facilmente encontrado no mercado é o vinagre, que possui pH suficientemente ácido para eliminar os resíduos metálicos e selar as cutículas dos fios.

Porém, o mais indicado é o uso de acidulantes industrializados próprios para o uso em cabelos. Geralmente vêm em forma de creme ou máscara capilar ou fluído de tratamento e seu pH deve ser de, no máximo, 5.

Helainy de Araujo Devos
Técnica em Ciências Capilares
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Saúde Capilar: Pode colocar a mão dentro do pote de máscara?

Quando o assunto é cuidados com o cabelo, uma dúvida permanece: podemos colocar a mão diretamente dentro do pote de creme no momento de retirar o produto?

Muitos argumentam que não se deve nunca colocar a mão no pote da máscara, creme de pentear e demais produtos, pois as bactérias do corpo alteram a fórmula do produto, comprometendo o resultado. Será que é isso é verdade?

Ao contrário do que se possa imaginar, atualmente, devido às inovações e tecnologia da indústria cosmética, essa não é uma preocupação necessária. A maioria dos produtos levam em sua fórmula conservantes dos mais diversos tipos, que ajudam o produto a não “estragar”, ou seja, não perder sua textura, odor e a potência de seus ativos, fazendo com que o produto não perca sua eficácia e seu poder de ação. Além disso, há uma preocupação da moderna indústria cosmética, no sentido de que seus produtos sejam desenvolvidos para que o cliente tenha uma experiência positiva, um sensorial agradável e um resultado esperado, sem precisar se preocupar com a forma que manuseia o pote de creme.

Alguns sites e blogs sobre o assunto, informam que devemos “lavar bem as mãos antes de manusear os produtos de cabelo”, porém não há razão para se preocupar tanto com isso. A higiene sempre será vantajosa, mas os ingredientes dos produtos já são pensados para garantir que você possa usá-los com segurança, pois como foi dito anteriormente, a indústria cosmética dispõe de eficientes conservantes, que fornecem aos produtos a garantia de eficácia durante todo período de validade dos mesmos.

O mercado dispõe de várias modelos e formas de embalagens, sendo algumas preferidas dos consumidores, pela praticidade na manipulação do conteúdo, sem que haja necessidade de colocar a mão diretamente dentro da embalagem.

Um exemplo disto, são as bisnagas e os tubos com pumps, onde o produto é retirado deslizando por uma abertura que evita o contato das mãos dentro da embalagem. Alguns ainda se incomodam em colocar as mãos “dentro do pote”, por isso as bisnagas e embalagens com pumps, são boas opções para evitar o contato direto com o produto ainda não utilizado.

Helainy de Araujo Devos
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BioMecânica Capilar: a desconstrução da indústria da cosmética capilar

A cada ano, novos produtos capilares são lançados. Com novas tecnologias, novos ativos e com compromissos de promoverem a beleza, a integridade e a resistência dos fios.

Verdadeiros “sonhos de consumo”, há produtos capilares para todos os “gostos” e “bolsos”. Mas o que a maioria tem em comum? A informação de que seus ativos agem “dentro do fio”, ou seja, no “córtex capilar”, combatendo os danos.

E é justamente neste ponto, que o criador da BioMecânica Capilar, o empresário Célio Zanfranceschi, nos afirma que essa promessa da Indústria é uma grande falácia, pois “TODOS OS DANOS ACONTECEM NAS CUTÍCULAS”, e nenhum tratamento é capaz de penetrar até o córtex.

Polêmico não? Isso desconstrói toda Indústria Cosmética Capilar, que durante décadas, vem nos vendendo produtos cada vez mais Nanotecnológicos, que prometem penetrar cada vez mais profundamente no fio!

Mas Célio não para por aí. São dele as seguintes afirmações: “Cabelo não nasce, não cresce, ele é PRODUZIDO”; “Se os finalizadores são à base de óleo, então o cabelo não existe cabelo hidratado, e sim lubrificado”; “Cabelos danificados estão com as cutículas travadas abertas. DESTRAVE as cutículas e o cabelo para de embaraçar e quebrar”; “Todo dano capilar acontece nas cutículas. Elas travam abertas e provocam o frizz, o ressecamento, o embaraçar e a quebra. Na BioMecânica Capilar tratamos o funcionamento das cutículas, destravando-as, e assim elas são fechadas pelo condicionador, e os fios, lubrificados, ficam macios, sedosos, com brilho, fáceis de desembaraçar e pentear”

Célio vem, ao longo dos anos, pesquisando e aperfeiçoando sua técnica, e para isso formulou o produto que promete revolucionar a forma de tratar e prevenir os danos capilares. Esse produto, denominado “destravador de cutículas”, vem sendo usado e aprovado por inúmeras consumidoras e vem apresentando excelentes resultados, comprovados pelos inúmeros feedbacks que Célio recebe diariamente em suas redes sociais, e sobre este incrível produto, iremos falar na próxima matéria. Aguardem!

Helainy de Araujo Devos
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5 mentiras que te contaram sobre cabelos

Quando o assunto é cabelo, sempre tem alguém que conhece alguma verdade inegável” quem vem sendo passado de mãe para filha há gerações! Não é?

Vou te contar 5 mentiras sobre cabelos, que ainda fazem a cabeça de muitas pessoas!

1) “Cortar as pontas faz o cabelo crescer”. Não! O cabelo tem “vida” apenas dentro do couro cabeludo. A parte que emerge já é uma haste sem vida, e cortá-la não irá alterar o crescimento. O que acontece é que, ao cortar as pontas danificadas, que já começaram a partir, o fio segue crescendo inteiro, sem chance de continuar partindo. Entenderam?

2) “É possível reparar pontas que já foram quebradas”. Não! Justamente pelo fato do fio do cabelo ser tecido morto, ele é incapaz de se regenerar.

3) “O cabelo pode voltar à cor natural após uma tintura ou descoloração”. Não é mais possível. Ao usar uma tintura permanente, semipermanente ou uma descoloração, elas têm ativos oxidantes que penetram no fio e removem a melanina (que dá a cor ao cabelo), e introduzem pigmento. Uma química de transformação não é reversível.

4) “A progressiva pode ser removida do cabelo”. Outro mito bastante difundido. A progressiva é uma química de transformação que desfaz ligações estruturais, não sendo possível o retorno do cabelo ao estado natural. Shampoo não retira progressiva. Caso a parte alisada passe a ter a aparência “menos lisa”, ocorre pelo fato da química não ter sido feita da forma mais correta, ou o produto usado ter perdido parte do petrolato existente na fórmula, que sai com as lavagens.

5) “Os cabelos se acostumam com os produtos”. Cabelo, por ser tecido morto, não se habitua ou cansa dos produtos usados de forma frequente. Quando temos essa sensação, é que a necessidade do cabelo mudou. Por exemplo, um cabelo poroso pede produtos mais acidificantes, mas quando já está com aparência mais sedosa, os produtos antes usados não são mais necessários ao cabelo, que passa a precisar de outros ativos.

É certo que existem outros mitos sobre cabelos que muitos repetem como verdades, mas esses são os mais recorrentes.

Helainy de Araujo Devos
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Cabelos que demoram a secar

Alguns cabelos demoram mais para secar do que outros. Em uma mesma cabeça, alguns fios secam mais rápido que outros, por que será? O processo de secagem natural pode levar até 24 horas, dependendo do comprimento, espessura, textura e saúde dos fios.

É comum que cabelos longos, cheios ou grossos levem mais tempo para secar do que os de comprimento médio e espessura mais fina, justamente pela quantidade e volume dos fios. Já os crespos encontram certa dificuldade por causa do formato em caracol das madeixas, que retém água próximo à raiz, o que deixa o couro cabeludo úmido por mais tempo.

O clima também pode ser um fator que prolonga ou diminui o tempo de secagem, enquanto o ar seco faz com que os fios sequem mais rapidamente, a umidade provoca o efeito contrário.

Mas, se a demora no tempo de secagem dos cabelos não se encaixa em nenhum destes casos, o problema provavelmente está relacionado a saúde dos fios, que podem estar porosos. A porosidade é determinada pela sobreposição das escamas da fibra capilar que regula a capacidade de absorção de hidratação e nutrientes. Quanto mais abertas as escamas, mais poroso o cabelo fica, o que facilita a absorção de líquidos de forma rápida e intensa, e, consequentemente, faz com que a secagem fique mais lenta.

O secador de cabelo claramente acelera o processo de secagem. Porém, esta não é a maneira mais saudável de secar as madeixas. Quem não abre mão do utensílio deve usá-lo com temperatura morna ou fria, com uma distância média de vinte centímetros do fio, sem esquecer de passar o protetor térmico.

Quem prefere deixar os fios secarem naturalmente também pode acelerar o processo usando uma toalha de microfibra absorvente para remover o excesso de água. Aperte os fios delicadamente, sem torcer ou esfregar, para não provocar quebra, seque da raiz para as pontas, sempre em movimentos contínuos para baixo. Não aplique leave-in em cabelos muito molhados, pois eles formam uma camada ao redor do fio, deixando-o selado, o que dificulta a secagem.

Helainy de Araujo Devos
Consultora de produtos capilares
@saudecapilarvip, @helainydearaujodevos

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A Nova Revolução na Cosmética Capilar

A nova indústria de cosméticos capilares, revolução de nível mundial, é feita no Brasil. Será que estamos prontos para produtos capilares tão tecnológicos que podem substituir uma geração de produtos consumidos há décadas?

É verdade que as químicas são cada vez mais comuns nos salões, eleva a autoestima, traduz a identidade e revela o quão livre é a mulher do século 21. Sem restrição de idade ou classe, as transformações capilares seduzem e alcançam cada vez mais consumidores, a maioria ainda mulheres.

Colorir, descolorir, alisar e cachear são técnicas usadas em salões de bairros residenciais, grandes shoppings ou endereços mais refinados. E cada vez mais os profissionais sentem necessidade de unir expertise com produtos eficientes, para agradar clientes cada vez mais exigentes.

As mulheres apaixonadas por química transformadora capilar dificilmente abrem mão de utilizá-la, mesmo que implique em danificar, às vezes severamente, o cabelo. Por isso, o grande desafio é entregar um resultado satisfatório no que concerne a dois tópicos: beleza e saúde capilar.

Há alguns anos, num workshop de um profissional referência na área, ouvi a frase: “Minhas clientes querem ser loiras platinadas e entrego isso a elas, mesmo que seja preciso destruir o cabelo”. É isso que queremos? Luciano Rodrigues do Couto, diretor de marketing da London Cosméticos, diz categoricamente que não! Para mudar esse cenário, a empresa, que vem revolucionando a arte de embelezar e tratar o cabelo, traz cosméticos capazes de realizar a verdadeira regeneração do fio. Algo antes nunca visto.

Ao lado dos sócios Mário Lago e Nélio Ramos, Luciano sempre trabalhou para vender “verdades” acerca do mercado cosmético capilar. Isso esbarra em muitos conceitos ultrapassados e difíceis de serem removidos, mas, aos poucos, através da educação que a própria London promove, vem ganhando adeptos entusiasmados por esse processo de alquimia transformadora.

E é sobre esse tema envolvente que iremos tratar nas próximas edições. Algo que irá mudar a forma de cuidar dos cabelos.

Helainy de Araujo Devos
Consultora de produtos capilares
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Água dura e seus efeitos nos cabelos

Se você já sentiu que, não importa o quanto hidrate o cabelo, ele não reage, ou a hidratação não dura até a próxima lavagem, a água dura pode ser a culpada.

Algo acontece quando você sai de férias, principalmente se sua viagem for para regiões diferentes do planeta: seu cabelo muda! Já percebeu? Mas como isso acontece, se você continua usando os mesmos produtos? Há algo na água.

O excesso de calcário na água, assim como acontece na maioria dos países europeus, pode causar estragos na pele e no cabelo.

Do eczema exacerbado aos cabelos opacos e ‘sem vida’, a água dura pode ser a culpada por uma infinidade de problemas de beleza.

Mas o que é água dura?

É a qualidade mineral que afeta a dureza. A presença de calcário e giz deixa depósitos de cálcio e magnésio. Por outro lado, a água macia é praticamente livre de minerais ─ como a chuva que cai, por exemplo.

Alguns são os sinais reveladores da água dura: o sabão não ensaboa o suficiente; suas roupas parecem ásperas ao toque; um aumento de resíduos nas torneiras; e uma espécie de ‘filme’ nas portas do chuveiro ou banheiras.

Como a água dura afeta seu cabelo?

Se você está lutando contra um couro cabeludo escamoso e irritado e cabelos sem brilho e sem vida, o seu banho diário pode ser o culpado. Seu couro cabeludo é apenas pele ─ ele precisa de tanta hidratação quanto o resto do corpo. As pessoas geralmente condicionam os comprimentos de seus cabelos, mas o couro cabeludo não recebe o mesmo alimento, o que faz a secura realmente algo comum. Além disso, a porosidade do cabelo e a barreira física que ele cria no couro cabeludo significam que a água dura fica ‘presa’ um pouco, deixando minerais lá.

A água dura pode irritar até o couro cabeludo mais oleoso. Mesmo que você acha que tem cabelos muito finos que precisam ser lavados diariamente para evitar a aparência oleosa, a água dura pode secar o couro cabeludo até o ponto em que fica desidratado e ainda mais oleoso. Da mesma forma, se o seu couro cabeludo já estiver ligeiramente seco, a água dura poderá ressecá-lo ainda mais e causar descamação. Água dura também corrói a elasticidade do cabelo e deixa o cabelo muito áspero, pois levanta a cutícula.

A melhor opção para reverter o dano, é usar uma máscara própria para o couro cabeludo semanalmente. Para ajudar a remover quaisquer vestígios minerais, usar um xampu suave e depois termine com um tônico de couro cabeludo para hidratar e acalmar.

Se você deseja suavizar a água permanentemente e proteger toda a sua casa, recomendo que um profissional encaixe em um sistema de filtragem onde a água entra em sua residência, o que talvez seja muito oneroso. Por outro lado, existem algumas opções de solução rápida, como a instalação de filtros de água de carvão ativado diretamente sob uma torneira ou dentro do chuveiro.

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A validade dos produtos de cabelo

É normal observarmos as datas de validade dos alimentos e medicamentos. No entanto, quando se trata de produtos de cabelo, raramente nos lembramos de checar se o item ainda está dentro do prazo de validade. A data estipulada na embalagem tem um propósito: esse é o período em que o produto mantém sua cor, textura, odor, funcionalidade e propriedades técnicas. Ou seja, é naquele período pré-determinado que o produto irá cumprir sua função plenamente.

Até para as pessoas que atentam para a validade do produto, resta uma dúvida ao observar a embalagem do shampoo, condicionador, máscara de tratamento ou finalizador: afinal, qual a verdadeira data de vencimento? A que consta no rótulo como “data de vencimento” ou a que consta no símbolo da embalagem aberta? E a resposta é: ambas!

Alguns países consideram como “data de vencimento” do produto apenas o prazo que conta a partir de sua abertura e, para isto, usam uma figura desenhada na embalagem simbolizando um “pote aberto” e nele colocam o número de meses que o produto terá de validade.

Ocorre que no Brasil é exigida a data de validade do produto ainda fechado, desde sua fabricação, fazendo com que os produtos de cabelo que são comercializados em território nacional possuam duas datas de validade.

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), informa que “após a abertura da embalagem o produto fica mais vulnerável às diversas formas de decomposição. Assim, o consumidor deve seguir as instruções de uso e de armazenamento indicadas pelo fabricante e procurar consumir o produto dentro do prazo de validade original, mesmo que já o tenha aberto”.

O fato é que a garantia de que o produto manterá seu poder de ação e entregará o resultado prometido só pode existir dentro do prazo de validade. Geralmente, após esse prazo, existe uma margem de segurança até que o produto de fato tenha perecido. Por isso, caso esteja na dúvida, alguns sinais podem indicar que o cosmético não está mais adequado para o uso. Produtos que mudam de aspecto (cheiro, cor, textura ou formação de partículas maiores) não devem ser aplicados, pois podem ter sido afetados por fatores externos e não estarem mais próprios para uso.

Produto vencido também abre precedente para que piore a situação para o qual foi desenvolvido, pois se usado fora da validade ele não só não melhora o estado do fio como ainda pode piorar, provocando alergia, ressecamento, descamação e irritação.

Para manter o produto em boas condições de uso, é importante mantê-lo bem fechado para que não haja a entrada de bactérias. O armazenamento correto também é essencial, pois o calor e umidade podem deteriorar as fórmulas dos cosméticos rapidamente.

Alguns especialistas também recomendam evitar botar as mãos diretamente no produto. Mas isto é um tema polêmico para tratarmos em uma próxima conversa!

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Tipos de shampoo: você conhece quais são?

O shampoo não é apenas responsável pela limpeza dos fios e do couro cabelo. Ele é extremamente importante na preparação do cabelo para receber o tratamento feito pela máscara, além de já conter ativos de tratamento, passando a ser o primeiro passo para cuidados dos fios.

Basicamente existem quatro tipos de shampoos, que são divididos de acordo com a sua textura e benefício: os transparentes, os leitosos, os perolados e os anti-resíduos.

O shampoo transparente é translúcido e tem a função de limpar os fios com mais eficiência, sendo uma ótima escolha para cabelos oleosos ou para quem tem apenas o couro cabeludo oleoso. Como ele tem um poder de limpeza maior, talvez em alguns casos ele também desbote um pouco a cor dos fios para quem usa tonalizantes.

O shampoo leitoso ou cremoso, apesar de se parecer um pouco com o perolado, é totalmente opaco e sem qualquer brilho em sua textura. Ele é uma excelente escolha para os cabelos muito ressecados e danificados por químicas ácidas ou alcalinas ou por excesso de uso de ferramentas térmicas devido ao seu poder de hidratação. É contraindicado para cabelos oleosos.

O mais comum, o shampoo perolado, é indicado para todos os tipos de cabelo e pode ser usado diariamente. É um meio termo entre transparente e leitoso. Esse tipo de shampoo consegue oferecer uma boa limpeza e hidratar levemente os fios!

O shampoo anti-resíduos é mais ‘limpante’ e tem a função de remover com mais eficiência os resíduos que permanecem nos fios e no couro cabeludo, sendo um produto mais alcalino do que os outros shampoos, fazendo com que haja uma dilatação maior das cutículas da fibra capilar. É em razão desta dilatação que é possível haver uma limpeza profunda do cabelo, eliminando resíduos de produtos no cabelo, oleosidade e poluição, deixando os fios totalmente limpos. É importante usar esse tipo de shampoo antes do tratamento de reconstrução, pois os ativos terão maior penetração na fibra após uma limpeza eficaz.

O mercado oferece uma infinidade de shampoos de boa qualidade, de preços variados e de propostas diversas. O uso de shampoos em forma de ‘rodízio’ é uma boa opção para que os cabelos obtenham o máximo de benefícios que cada tipo pode oferecer.

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Helainy Araujo | Saúde Capilar

Você sabe armazenar corretamente seus produtos de cabelo?

Por Helainy Araujo*

Produtos de cabelo! Uma paixão, um desejo de consumo que nos leva a sonhar diante das vitrines e das gôndolas das perfumarias, farmácias e mercados! E as promessas das marcas, cada vez mais arrojadas e especializadas, nos fazem acreditar na mudança que tanto buscamos para embelezarmos nossas madeixas.

Os produtos estão, de fato, cada vez mais eficazes e com resultados rápidos e duradouros. Porém, aquela “poção mágica” que sai da fábrica e chega à nossa casa, pode perder aqueles ativos maravilhosos, frustrando nossas expectativas, pelo simples fato de estarem mal armazenados.

Fatores externos podem danificar os produtos de cabelo e fazer com que tenham a eficácia diminuída ou até cessada antes do prazo de validade. A garantia de que os cosméticos chegarão ao fim do prazo de validade com a qualidade inicial de uso dos componentes, depende da forma como eles são armazenados. Segundo especialistas, é importante conservar os produtos em ambientes arejados e na sombra, com variação de temperatura de até 30º.

O xampu, o condicionador e a máscara de tratamento devem ser bem fechados após o uso, pois o lacre correto evita que a umidade cause danos ao produto e aumente a proliferação de fungos e bactérias, que podem afetar o couro cabeludo com irritações e até infecções graves.

A radiação solar também é prejudicial, pois pode interagir com as substâncias presentes nos produtos e danificar a composição. Isso amplia os riscos de alergias e irritações no couro cabeludo.

Produtos danificados, vencidos ou com eficácia comprometida, não entregam o resultado prometido pelo fabricante e seu uso pode até não trazer malefícios diretos mas, pelo fato de não tratarem corretamente os cabelos, acabam por prejudicá-los pela falta de substâncias tratantes, fazendo com que os cabelos acabem ressecados, porosos e quebradiços por falta de cuidado e ausência de ativos essenciais para manter a saúde do fio.

Assim, cuidados básicos de armazenamento garantem a qualidade dos produtos, a saúde dos fios e do couro cabeludo e evitam aborrecimentos nos seus momentos de cuidados pessoais.

*Consultora de produtos capilares e advogada – E-mail: helainy.beleza@gmail.com