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Inea realiza mutirão de doação de sangue em parque da capital na sexta-feira

O Instituto Estadual do Ambiente (Inea), órgão vinculado à Secretaria de Estado do Ambiente e Sustentabilidade (Seas), promoverá na próxima sexta-feira (6) um mutirão de doação de sangue no Parque Estadual da Pedra Branca, na Zona Oeste da capital fluminense. A iniciativa em parceria com o Hemorio espera receber 140 doadores ao longo do dia.

“Esta iniciativa orgulha a Secretaria e o Inea, uma vez que poderá salvar muitas vidas. Esperamos que a comunidade carioca e nossos servidores participem e contribuam para esta bela ação”, afirma o secretário de Estado do Ambiente e Sustentabilidade, Thiago Pampolha.

O evento é organizado pelo gestor do parque, Alex Ignacio, com o objetivo de contribuir para o aumento dos estoques do Hemorio.

“Todos os doadores receberão uma muda de planta como agradecimento, que será disponibilizada pela Cedae. Desta forma, além de ajudar ao próximo, cada um poderá também ajudar o meio ambiente”, explica Ignacio.

Os interessados deverão comparecer na sexta-feira das 9h às 15h na sede do parque, situada na Estrada Pau da Fome, 4.003, em Jacarepaguá. Cada doador pode levar 1 kg de alimento não perecível, que será entregue à Associação de Moradores do Monte da Paz, comunidade próxima à unidade de conservação.

A coleta dura no máximo 10 minutos, e todo o material utilizado é esterilizado e descartável. Não há risco de se contrair doenças no processo. Os cuidados de higiene sanitária relativos à Covid-19 serão adotados, assim como o uso de máscaras e álcool em gel. Mais informações estão disponíveis no site do Hemorio. Veja aqui.

Sobre o parque

Com 12.393 hectares de área, o Parque Estadual da Pedra Branca é considerado uma das maiores florestas em área urbana do mundo. A unidade de conservação abrange partes de 17 bairros da Zona Oeste do Rio, dentre eles Jacarepaguá, Vargem Grande, Vargem Pequena, Recreio dos Bandeirantes, Barra de Guaratiba, Bangu e Realengo. A sede da unidade de conservação fica no núcleo Pau da Fome, em Jacarepaguá, e as subsedes estão situadas nos núcleos Camorim, também em Jacarepaguá, e Piraquara, em Realengo.

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Campanha do agasalho: estações do BRT recebem doações para os abrigos

A Campanha do Agasalho foi iniciada na segunda-feira (28) no Rio de Janeiro, promovida pelo BRT Rio em parceria com a Secretaria Municipal de Assistência Social (SMAS). O objetivo é arrecadar casacos, calças, meias, cachecóis, gorros, mantas, cobertores, entre outros, em bom estado para doação, que serão doados à população em situação vulnerável da cidade.

Inicialmente, a caixa coletora itinerante, com a identificação da campanha, ficará na estação Jardim Oceânico, na Barra da Tijuca. Já os pontos fixos para a entrega das doações serão as estações Taquara e Mato Alto e o Terminal Recreio, a partir da próxima sexta-feira (02). Todos os donativos serão encaminhados para a rede de abrigos da cidade e higienizados antes da entrega.

A secretária municipal de Assistência Social, Laura Carneiro, informou que a campanha beneficiará todos que estiverem nos abrigos.

– Essa será uma campanha itinerante. Precisamos principalmente de roupas de frio, é muito importante para os nossos abrigos, não somente os públicos, mas em todos os que a população de rua precisa se abrigar. As caixas ficam nas estações de BRT até o dia 20 de julho, é só passar e deixar o seu agasalho de doação – incentivou ela.

Desde 1º de janeiro até o último sábado (26/06), a Assistência Social tinha atendido 56.339 moradores em situação de rua, sendo que 4.137 quiseram ser acolhidos.

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Botafogo é o bairro campeão de doações da campanha Rio Contra a Fome em maio

A campanha Rio Contra a Fome segue com a arrecadação de alimentos e, em maio, segundo mês de coleta, moradores da  Zona Sul e da Tijuca foram os responsáveis por 37% das 10 toneladas de alimentos doadas. Botafogo desponta na frente entre os bairros que mais arrecadaram, com 810 quilos, seguido por Gávea (651) e Centro (648) no pódio da solidariedade.

A Zona Oeste surpreendeu também marcando presença na lista dos campeões, com Campo Grande em 5º lugar e Realengo e Guaratiba na 9ª e 10ª colocações, respectivamente.

Tomás Coelho foi destaque na menor quantidade de doações, três quilos em todo o bairro, seguido por Vila Aliança e Mangueira, que juntos não somam dez quilos de alimentos. A menor arrecadação nesses bairros se explica pela baixa renda per capita da população.

Um dos desafios logísticos da Rio Contra a Fome, segundo a prefeitura, é fazer com que a comida chegue a todos os lugares, já que as áreas com maior arrecadação ficam distantes das que mais precisam receber as cestas básicas.

A Secretaria Especial da Juventude Carioca (JUVRio) está à frente da campanha, em parceria com as secretarias de Saúde (SMS), Ação Comunitária (SEAC), Esportes (SMEL) e Assistência Social (SMAS).

“Todos os pontos municipais de vacinação continuam recebendo as doações para a campanha em junho. A população carioca mostrou que a corrente de solidariedade pode ajudar muita gente, contamos com as doações para continuar colocando comida na mesa de quem mais precisa no momento”, diz Salvino Oliveira, secretário da JUVRio.

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“Doe e Aqueça um Coração”: campanha arrecada agasalhos e cobertores para abrigos

A Polícia Militar, por meio do Segurança Presente, está com a  campanha “Doe e Aqueça um Coração” para arrecadar agasalhos e cobertores para abrigos que acolhem pessoas em situação de rua. As doações podem ser feitas em todas as bases da Operação até a próxima segunda-feira (21).

A Coordenadora das Assistentes Sociais da Operação Segurança Presente, Gilvania Coutinho, diz que o número de doações caiu na pandemia e alerta para as dificuldades vividas por inúmeras pessoas que hoje vivem nas ruas.

“Neste período de pandemia, os números de doações sofreram uma queda. Então, é muito importante que as pessoas colaborem separando uma peça de roupa em bom estado, que não estejam usando mais, e façam essa doação. Esse pequeno gesto pode fazer a diferença na vida de muitas pessoas”, destacou

Onde doar

A Operação Segurança Presente tem atualmente 33 bases no estado:

Lapa

Aterro do Flamengo

Méier

Lagoa

Centro

Niterói

Leblon

Copacabana

Tijuca

Ipanema

Nova Iguaçu

Laranjeiras

Bangu

Botafogo

Austin

Duque de Caxias

Barra da Tijuca

Recreio

Grajaú/Vila Isabel

Bonsucesso

São Gonçalo

Madureira

Jacarepaguá

Belford Roxo

Queimados

Irajá

São João de Meriti

Magé/Piabetá

Itaguaí

Cristo Redentor

Miguel Pereira

Paracambi

Japeri

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Estudantes se unem em campanha solidária de doação de sangue para hospital

Estudantes da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (Uerj) decidiram se unir para tentar amenizar um problema que se agravou durante a pandemia: a queda no número de doações de sangue. Um grupo de veteranos encampou a missão de convocar calouros e demais alunos da instituição para doar sangue ao Banco de Sangue Herbert de Souza, do Hospital Universitário Pedro Ernesto (Hupe/Uerj), ato solidário que pode salvar até quatro vidas com uma única iniciativa.

Com aulas remotas e diante das restrições pela pandemia, os alunos decidiram montar um site para organizar a lista de doadores e fazer agendamentos. A ideia é ter, diariamente, até 10 doadores de cada curso. A restrição tem como finalidade evitar aglomeração, porém, não limitará a ação, pois a campanha se estenderá até julho.

Integrantes dos centros acadêmicos, Diretório Central dos Estudantes e atléticas dos cursos de graduação decidiram aderir à campanha, que foi intitulada Juntos pela Vida. A iniciativa, lançada neste mês, pretende estimular a doação de sangue entre os discentes de todos os campi.

A campanha é inspirada no Projeto Sangue, atividade de extensão da Faculdade de Enfermagem que, no início de 2020, antes da pandemia, plantou a idéia de estimular os calouros à doarem sangue. O que seria um trote solidário acabou se expandindo para uma conscientização geral do corpo estudantil.

“Esta campanha tem a importância de salvar vidas e de podermos criar uma cultura de doação de sangue dentro da comunidade da Uerj; uma cultura de salvar vidas”, diz Caio Cler dos Santos, aluno do 8º período de Engenharia Química, presidente do Centro Acadêmico do Instituto de Química e um dos veteranos organizadores da campanha.

Na opinião da assistente social e e também organizadora Regina Rangel, a união gerada por todos já aponta o sucesso que a ação pretende alcançar. “A Campanha Juntos pela Vida é fundamental para unificar a comunidade acadêmica, por meio da organização dos estudantes em prol da importância da doação de sangue, principalmente neste momento de pandemia”.

Ecoar ações que unem a comunidade é um dos maiores ganhos, na opinião da chefe do setor de hemoterapia do Hupe e professora da Faculdade de Ciências Médicas Flávia Miranda Bandeira, responsável técnica pelo Banco de Sangue. “Uma campanha assim traz consciência de coletividade e sociedade, provoca a sensação de pertencimento e cidadania, além de mostrar a união de todos pelo bem maior que temos: a vida”.

Os interessados em doar precisam ter entre 16 e 69 anos, mais de 50 kg, estar em boas condições de saúde, não ser portador de doenças cardíacas ou diabetes, não ter tido hepatite após os 10 anos de idade, não estar grávida e/ou amamentando e não ter ingerido bebida alcoólica 12h antes da doação. Além disso, pessoas que tiveram covid-19 só poderão doar 30 dias após o desaparecimento dos sintomas. As doações são agendadas pelo site: https://doity.com.br/juntos-pela-vida.

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Campanha “Rio Contra a Fome” arrecada doações de alimentos em postos de vacinação contra a Covid-19

Ser vacinado e ajudar os que mais precisam. Isso agora é possível, por meio da campanha Rio Contra a Fome, que arrecada itens de cesta básica para organizações da sociedade civil que atuam em favelas e periferias da cidade. As doações podem ser feitas no ato de vacinação contra a covid-19, nos mais de 250 postos municipais distribuídos pela cidade. [Confira abaixo os postos]

A iniciativa, das secretarias da Juventude (JUVRio) e de Saúde (SMS), vai apoiar a população em maior vulnerabilidade social devido aos efeitos da pandemia da Covid-19. Quem quiser participar basta levar um ou mais itens da cesta, sendo prioritários arroz, feijão, óleo, fubá, leite em pó, açúcar e sabonete.

Vários artistas aderiram à campanha e gravaram vídeos para incentivar as doações. Confira:

A JUV-Rio e a SMS atuam como facilitadoras, recebendo as doações e organizando a logística de distribuição para os coletivos e organizações parceiras que já atuam há pelo menos um ano na mitigação dos efeitos do vírus nas favelas e periferias. Todos os pontos municipais de vacinação poderão receber doações, incluindo aqueles que funcionam apenas no sistema de drive-thru. A distribuição final dos alimentos e itens arrecadados é de responsabilidade das organizações.

Durante o primeiro ano da pandemia, várias organizações da sociedade civil e coletivos se reuniram em redes de distribuição de doações de cestas básicas e materiais de higiene para diversas favelas e territórios periféricos da cidade, numa ampla corrente de solidariedade. No entanto, o volume das doações diminuiu e o problema da fome mais uma vez se agravou. A campanha Rio Contra a Fome foi idealizada para fortalecer e ampliar as doações, em parceria com as organizações que já atuam nessas áreas.

Postos de vacinação

De segunda a sexta-feira, os postos de vacinação funcionam das 8h às 17h nas clínicas da família e centros municipais de saúde, no Planetário da Gávea, no Tijuca Tênis Clube, no Museu da República (Catete), na Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Leme), na Casa Firjan (Botafogo), no Jockey Club Brasileiro (Gávea), no Hotel Fairmont Copacabana, no Museu da Justiça (Centro), na Cidade das Artes (Barra da Tijuca), no Museu do Amanhã (Centro), no Cacique de Ramos (a partir de terça-feira) e nos três quartéis do Corpo de Bombeiros. Os postos drive-thru do Parque Olímpico, do Engenhão e do Sambódromo também funcionam nos dias úteis das 9h às 15h.

Aos sábados, os postos de vacinação funcionam nas clínicas da família e centros municipais de saúde, das 8h às 17h; Museu da República (Catete) e Paróquia Nossa Senhora do Rosário (Leme), das 8h às 15h; quartéis do Corpo de Bombeiros de Humaitá, Copacabana e Barra da Tijuca (Busca e Salvamento), das 8h ao meio-dia; drive-thru da Cidade Universitária da UFRJ (Ilha do Fundão), do Parque Madureira, do Parque Olímpico (Barra) e do Sambódromo (Santo Cristo), das 8h às 15h; drive-thru do Engenhão (Engenho de Dentro), das 8h às 14h.

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Pais fazem carreata na orla do Rio por remédio de R$ 12 milhões para filho com doença rara

Por Alan Alves

Os pais do pequeno Gabriel Fernandes, de 1 ano, diagnosticado com uma doença rara e progressiva chamada atrofia muscular espinhal (AME), realizaram na manhã deste domingo (14) uma carreata e uma motociata pela orla do Rio. O objetivo foi chamar a atenção das pessoas para conhecer a história da criança e arrecadar fundos para ajudar o menino, que precisa de um medicamento produzido no exterior que custa R$ 12 milhões para que a doença não avance e possa, inclusive, levá-lo à morte. [Saiba abaixo como ajudar]

Com faixas e cartazes em mãos, com fotos e mensagens de apoio ao pequeno Gabriel, motoristas de carros de passeio, taxistas e motociclistas participaram da mobilização.

 

Eles começaram a se concentrar, por volta das 8h, na altura do Posto 12, no Recreio. De lá, o grupo seguiu em direção ao Posto 1, na Barra. Foi a segunda carreata realizada por Susane Fernandes, 36, o marido, Antonio Carlos, 38, pais do Gabriel.

“O evento de hoje foi excelente, uma emoção única”, disse Susane.

Taxistas, motoristas de carros de passeio e motociclistas participaram da mobilização.

Susane e o marido são moradores do Vigário Geral. Eles estão correndo contra o tempo para ajudar o filho, porque o remédio que a criança precisa, chamado Zolgensma e conhecido como o mais caro do mundo, só tem eficácia se administrado até os 2 anos de idade — é aplicado em dose única e não é disponibilizado pelo SUS. Além das campanhas nas ruas, os pais estão com uma vaquinha na internet e entraram na Justiça para que a União forneça o medicamento.

Motoristas carregaram faixas e cartazes com mensagens de apoio a Gabriel.

“Contamos com o apoio de toda a comunidade. As campanhas são  uma forma da gente divulgar nossa história e a história do Gabriel, para que a gente consiga chegar ao valor da medicação que vai transformar a vida dele”, diz a mãe.

Doença

Gabriel sofre de doença degenerativa que afeta os músculos. (Foto: Arquivo pessoal)

A doença causa a morte de células do sistema nervoso responsáveis pelo movimento dos músculos. Com o passar do tempo, o paciente não consegue se movimentar, engolir alimentos ou respirar sozinho.

Gabriel passa por sessões diárias de fisioterapia e fonoaudiologia e tem consultas periódicas com pediatra, neuropediatra e nutrólogo. Ele ainda usa um aparelho de ventilação mecânica para respirar melhor.

Por enquanto, os pais administram outra medicação usada no tratamento da AME, a Spinraza, que está disponível no SUS, mas cujo uso é para a vida toda. A dose custa cerca de R$ 300 mil e, a longo prazo, acaba saindo mais caro que a Zolgensma.

Como ajudar
Os interessados em ajudar podem entrar em contato pelo Instagram: @ame_o_gabriel ou pela vaquinha online (www.vakinha.com.br/vaquinha/ame-o-gabriel).

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A Obra do Berço – Ajude!

Instituição de assistência social, sem fins lucrativos, de utilidade pública estadual, com certificação CEBAS pelo MDS (hoje Secretaria Especial do Desenvolvimento Social). Fundada em 1928, por um grupo de senhoras para prestar serviços de assistência às mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com confecções de enxovais, pré-natal e puericultura.

Embora pequena, é grande em sua missão de acolher, desenvolver crianças em seus primeiros mil dias que se encontram em situação de vulnerabilidade social, além de promover o fortalecimento de vínculos familiares.

Hoje, o cenário de desigualdade social na cidade do Rio de Janeiro torna imprescindível a continuidade destes serviços de apoio à mulher em vulnerabilidade social, em especial àquelas com filhos na primeira infância.

Estas mães precisam deixar seus filhos em local idôneo, que os protejam dos riscos sociais a que ficariam expostos e, sobretudo, ofereça um programa de apoio educativo e suporte emocional, que desenvolvam suas potencialidades cognitivas e fortaleçam os vínculos sociofamiliares.

Muitos são os cariocas que já fizeram parte do quadro de voluntariado por gerações. Seus nomes ficaram escritos na árvore da Obra do Berço na certeza dia bons frutos que colheriam, o fruto de um futuro digno para nossas famílias.

Escreva você também, seu nome lá!

ATENDIMENTO

Segunda a sexta – 8h às 18h

Rua Cícero Góis Monteiro, 19
Lagoa – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 22471-240

CONTATO

Telefones:

(21) 98909-3435 – (21) 2539-3902
contato@aobradobercorj.org.br

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Cristo Redentor recebe a iluminação cor de rosa – cor universal da luta contra o câncer de mama

Estamos vivendo um ano atípico, mas a causa do câncer de mama não pode ser esquecida. Para lembrar aos brasileiros que essa é uma doença que não faz quarentena e não espera, a Fundação Laço Rosa iluminou, na noite desta quinta-feira, o dia 1º de outubro, o Cristo Redentor, abrindo a programação do Outubro Rosa 2020. A instituição é reconhecida nacionalmente pelo seu empenho contínuo para diminuir as desigualdades de acesso e tratamento do câncer. Como nesta edição não será possível reunir presencialmente no monumento as pacientes em tratamento, o evento contará com uma ação online pelas plataformas da Laço, cujo tema este ano é #DoarSalva! Além de uma cerimônia que teve por objetivo celebrar a vida e renovar a fé, a apresentadora Ana Furtado, que recentemente venceu a doença e passou pelo tratamento, esteve presente no monumento e foi a madrinha da campanha pela Fundação Laço Rosa neste ano.

Adriane Galisteu Foto: Mariama Prieto

Uma live musical pós-iluminação aconteceu logo em seguida diretamente do terraço do hotel Fasano, em Ipanema – de lá é possível avistar o Cristo -, com um show da cantora Maria Rita e apresentação de Adriane Galisteu. Foi uma noite calorosa. Maria Rita cantou músicas do repertório de sua mãe, Elis Regina. A cantora também contou que uma de suas melhores amigas teve câncer de mama e dividiu ali momentos que emocionaram a todos. Foi a primeira vez na história do hotel Fasano, que a icônica piscina de borda infinita deles ficou totalmente rosa, e permanecerá durante todo o mês de outubro. A live contou ainda com a participação em depoimento de famosas como Adriana Esteves, Cláudia Raia, Fernanda Motta, Ingrid Guimarães, Flávia Alessandra, Maria Fernanda Cândido, Sheron Menezzes e Heloísa Périssé. Vinícius Belo foi o relações públicas responsável pelo evento.

Daniela Oscar (Vice Presidente Laço Rosa), Ana Furtado (Madrinha), Marcelle Medeiros (Presidente Laço Rosa). Credito Daniel Enbending

“A pandemia escancarou a fratura exposta que vivemos diariamente na saúde brasileira e acordou a sociedade para a importância do terceiro setor no dia a dia do país. Nunca antes na história do Brasil tivemos tantas doações financeiras ajudando as pontas mais vulneráveis e esse é um movimento que não tem mais volta. Doar precisa estar na cultura da população porque vimos que #doarsalva. Por isso lançamos esse movimento e convidamos todos que puderem para doar e arrastar outras pessoas pelo exemplo. Também lançamos o “selo rosa” para as empresas comprometidas com a Laço Rosa. O câncer não vai esperar a COVID passar e os números que já eram feios, agora são mais alarmantes. Mais do que nunca, é necessário e urgente que todos ajudem a salvar vidas!”, alerta Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa.

Maria Rita. Credito Mariama Prieto
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Inscrições abertas para abrigos de idosos interessados em receber auxílio financeiro do Governo

As Instituições de Longa Permanência para Idosos (ILPIs) têm até o dia 3 de outubro para solicitar o auxílio financeiro emergencial previsto na Lei nº 14.018/20. No total, o Governo vai liberar R$ 160 mi para minimizar os efeitos da pandemia do novo coronavírus (Covid-19).

Confira a Lei nº 14.018/20

O formulário de cadastramento foi disponibilizado pela Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa (SNDPI), nesta sexta-feira (4). O órgão integra a estrutura do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH).

Preencha o formulário de cadastramento das ILPIs

Orientações para o preenchimento do formulário

Modelo de requerimento do auxílio financeiro

Podem se inscrever entidades públicas ou privadas de caráter assistencial, sem fins lucrativos, que exerçam a atividade de modo continuado e possuam número de inscrição ativo no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ).

O valor total previsto será rateado entre as instituições habilitadas em igual montante do crédito extraordinário. A distribuição considerará o número de idosos atendidos.

A ministra Damares Alves celebra a iniciativa. “Existia uma invisibilidade de nossos abrigos. Fomos atrás de todos para fazer o cadastramento. Estamos engajados e continuaremos priorizando os nossos idosos com esse crédito de R$ 160 mi. Não vamos parar por aqui”, afirma.

Para a ministra, a ação permitirá alcançar um número maior de instituições. “Ninguém vai ficar para trás, vamos cuidar de todos, com atenção especial aos idosos que estão ainda mais vulneráveis durante a pandemia”, ressalta.

Solidarize-se

Os critérios para o repasse do auxílio emergencial às ILPIs foram definidos pela Portaria nº 2.221. O documento foi assinado durante cerimônia realizada nessa quarta-feira (2), no Palácio do Planalto, em Brasília (DF). Leia mais.

Acesse a Portaria nº 2.221

A liberação do dinheiro integra a segunda ação do programa Solidarize-se, coordenado pela Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos da Pessoa Idosa do Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (SNDPI).

Outros R$ 5 mi, investidos na primeira ação do programa em forma de doações para 500 ILPIs, já resultaram na entrega de 239,5 mil máscaras, 22,3 mil cestas de alimentos e 11,5 mil kits de higiene.

ILPIs

O secretário nacional de promoção e defesa dos direitos da pessoa idosa, Antonio Costa, lembra que as ILPIS são espaços de grande relevância social, com a missão de acolher.

“Essas instituições e outras que prestam atendimento a idosos devem ser priorizadas, no sentido de terem à disposição todos os recursos e subsídios necessários para a continuidade dos serviços. É essencial zelar pela manutenção da saúde física e emocional das pessoas idosas, além de impedir a disseminação da Covid-19”, observa.

Segundo ele, uma parte considerável dos abrigos é mantida com doações e recursos financeiros provenientes da renda salarial dos idosos, somados aos auxílios dos serviços de saúde e assistência social. Ele acrescenta que muitos dos abrigados não possuem qualquer tipo de renda, o que sobrecarrega financeiramente as organizações.

“Em condições normais, o cenário dessas entidades já é de extrema dificuldade para arcar com os custos de funcionamento e manutenção. Com a crise que estamos atravessando, a situação se tornou ainda mais grave e insustentável, exigindo uma intervenção mais direta de apoio para a promoção e a proteção dos direitos dos nossos idosos”, completa.