Em um universo onde as memórias se entrelaçam como fios de um tear, a vida se revela uma obra de arte em constante transformação.
Cada instante vivido, as emoções sentidas compõem uma tapeçaria única, rica em nuances e contrastes.
Em nosso poema “A vida inventa”, convidamos os leitores a refletir sobre essa dança entre alegria e tristeza, lembrando que, mesmo nas tempestades, há espaço para o florescer do amor.
Ao adentrarmos nas estrofes que se seguem, somos levados a explorar as complexidades dos afetos e a beleza inerente ao ato de viver, onde a saudade se torna um doce eco de tudo que fomos e do que ainda poderemos ser.
Boa leitura!
A vida inventa
No curso da vida, saudades ressoam
entre risos passados e sonhos dispersos
No peito carrego afetos diversos
Na dança do tempo, lembranças ecoam
Os dias de sol e as noites que voam
trazem alegrias em versos imersos
e também tristezas em gestos diversos
que as curvas do tempo, suavemente, perdoam
A lágrima cai, mas renasce o amor
como a flor que se abre após a tormenta
Na saudade, um doce e eterno sabor
E, entre altos e baixos, a vida inventa
um equilíbrio entre amor e dor
no ciclo contínuo que o tempo intenta





