Jornal DR1

Opinião: Um Brasil corrupto governado pela tirania do STF

Foto: Agência Brasil

A corrupção tomou conta do Brasil. Contrato de R$ 129 milhões entre o Banco Master e escritório de advocacia do milico de toga Alexandre “o grande”. A falta de ética daqueles que governam não tem limites e contagiou até a grande imprensa global, que se mantém um túmulo. 

Ao longo da década passada vem imperando a cultural impunidade, livrando da cadeia os corruptos e corruptores e até condenados. No caso Master, o milico de toga Tofoli, envolvido até o pescoço na corrupção imoral da instituição financeira, tratou de se brindar ao impor sigilo na apuração dos fatos nebulosos do banqueiro Vorcaro. 

Até o Tribunal de Contas da União  que não possui nenhuma prerrogativa legal para se envolver no caso Master, com o intuito de emperrar as apurações resolveu intervir junto ao Banco Central (BC) questionando a intervenção e liquidação do banco, lembrando que o BC decretou a liquidação extrajudicial do Banco Master em 18 de novembro de 2025.

Interessante registrar que o Congresso aprovou a autonomia do BC, desde 2021 e que vários bancos foram liquidados e nunca houve nenhum tipo de intervenção de outros órgãos com o que está acontecendo agora. 

Fato é que estamos vivendo uma anomalia institucional onde um ministro do Supremo Tribunal Federal, que pega um carona em jatinho com advogado do banco para assistir uma partida de futebol, impõe sigilo absoluto sobre as investigações da corrupção praticado pelo Master. Onde o escritório de outro ministro possui contrato multimilionário de R$ 3,6 milhões mensais para defender os interesses do banco.

A questão do Banco Master assim como os escândalos de corrupção passada pela “Lava Jato”, são de extrema relevância sua apuração e publicidade.  As investigações produzidas na CPMI do INSS, já constatou que há intensas ligações com o Banco Master, com o filho do presidente Lula, o Lulinha, com o “careca do INSS”, que teria pago mesadas para o Lulinha. A roubalheira dos aposentados e pensionistas do INSS envolveu Daniel Vorcaro, do Banco Master, que recebeu mesadas fabulosas.

Estamos em um país governado pela corrupção praticada por aqueles que deveriam ser os primeiros a respeitarem-na, está eternamente condenando sua população a viver coagido diante das arbitrariedades que estão sendo praticadas pelos poderes executivo e judicial.

E o tribunal de exceção

Agora vai julgar se é legal ou não, chamar as forças armada de um bando de frouxos e traidores. Os coitadinhos dos milicos fardados, covardes para a metade da população brasileira, é alvo da “proteção” dos milicos de togas do STF, que vai apreciar se é crime de injúria e calúnia ao sofrerem esses tipos de ofensa. A judicialização de discursos políticos, com críticas a favor ou contra, contrariam os valores fundamentais liberdades e garantias individuais. Mas que são um bando de frouxos não temos a menor dúvida

Frouxos também são nossos representantes no Congresso que se calam diante centenas ilegalidades praticadas pelos milicos de togas. A pergunta que não quer calar: para que serve nossos representantes no poder legislativo, eleitos e eleições diretas, com poderes chancelados pelo povão, nada fazem.

Somente há uma solução… Fechem tudo. Legislativo, Executivo e Judiciário. Não servem para nada, ou melhor, só servem para acharcar o povão. 

E a gastança do erário público continua a todo vapor!

A mulher do ministro Fernando Haddad, fez 29 viagens de carona em jatinhos da FAB em 2025. Quanto custou aos cofres públicos? Não sabemos.

As viagens sob sigilo dos servidores do governo federal somaram R$ 405 milhões em 2024. A maior parte dessa despesa foi da Polícia Federal, num total de R$ 235 milhões, sendo R$ 189 milhões com diárias. A Polícia Rodoviária Federal gastou mais R$ 124 milhões – 95 milhões com diárias. O STF mantém em sigilo despesas de viagens dos seus ministros. Em 2023, primeiro ano do atual governo Lula, esses gastos somaram R$ 382 milhões. Fonte Lucio Vaz – 08/01/26.

Confira também

Nosso canal