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Opinião: Somente a renúncia dos envolvidos na corrupção do Banco Master restabelecerá a credibilidade das instituições de Estado

Foto: Divulgação
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O país atravessa nesses últimos 10 anos uma mudança radical na condução da manutenção da democracia e no estado democrático de direito

Estado democrático de direito, ao menos desde o golpe militar de 64, não se sabe onde foi estabelecido. Estamos procurando a tal democracia. Aliás, não se pode falar em democracia numa sociedade na qual milhares de brasileiros vivem à margem da miséria, sobrevivendo das esmolas (bolsas) distribuídas pelo Estado.

Dados de pesquisas apontam que cerca de 90 milhões brasileiros são bolsistas, e que cerca de 15 milhões vivem abaixo da linha da miséria, sem bolsas, sem saneamento básico, sem segurança, sem saúde, sem moradia, sem a proteção do Estado.

Não se pode falar em democracia diante da gigantesca corrupção que contaminou o Estado, em seus três poderes, com degustação do uísque Macallan ao custo de US$ 640.831,88, ou R$ 3,3 milhões, pelos senhores do poder absolutista Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Andrei Rodrigues Paulo Gonet, Benedito Gonçalves “missão dada, missão cumprida”, Hugo Motta e Ricardo Lewandowski,  e jantares de confraternização nos melhores e mais caros restaurantes mundo afora.

Não se pode falar em democracia diante da intervenção tirânica dos políticos encastelados no Congresso e de vossas excelências do judiciário para enterrar as investigações do Banco Master, como fizeram com a Lava Jato, em destaque David Alcolumbre, Hugo Motta, Gilmar Mendes, Dias Toffoli que também perdoou, da J&F, Alexandre de Moraes, Flávio Dino e Zanin. A impunidade não acabou.

Em nome da pseudodemocracia a ditadura reina a pleno vapor

Que estamos sob a égide do regime autoritário que tenta se consolidar por meio de rupturas institucionais (rasgam a Constituição) impondo um modelo de controle autoritário centralizado no poder no Judiciário, com emanadas decisões judiciais, contrariando o legítimo Estado Democrático de Direito.

Esse se traduz num projeto político de perpetuação de poder contrário aos fundamentos democráticos. O país está sendo impelido para o autoritarismo onde a liberdade de pensamento e expressão não é mais reconhecida, passando a operar um modelo de censura e controle ideológico.

Sem liberdade não há democracia, não há o princípio do contraditório. O que se vê é a criminalização de opiniões contrárias aos conceitos e sistemas políticos implementados pelos governantes.   

O estado de direito exige o equilíbrio dos “pesos e contrapesos”, evitando que um poder se sobreponha aos demais. Infelizmente a nossa realidade nos remete a um autoritarismo que impede o avanço nas áreas sociais mantendo o povão prisioneiro pela miséria.

E na sangria do dinheiro público gastos estratosféricos

De 2021 até os dias de hoje, seis ex-presidentes torraram R$ 42 milhões, com seguranças, motoristas, assessores, passagens e diárias. Dilma Rousseff que trabalha no exterior como presidente dos BRCs, com salário de US$ 50 mil, tem despesas extras lidera a gastança, com R$ 9,3 milhões, seguida por Fernando Collor, com R$ 8,9 milhões. Jair Bolsonaro, que já gastou R$ 5 milhões. A maior despesa é com os servidores comissionados, seguranças, motoristas e assessores que abocanham cerca de R$ 26 milhões. A farra dos gastos se completa com passagens e diárias internacionais ao custo de R$ 3,4 milhões, passagens e diárias nacionais R$ 8,4 milhões. É muita mordomia com a grana que poderia matar a fome de milhares no país das injustiças banalizadas.  Fonte: Lúcio Vaz – Gazeta do Povo – 22/03/2026.

O Brazil na Copa do Mundo!

Mudaram o nome do Brasil para Brasa. Até onde me lembro, brasa é de carvão no churrasco, é música do Roberto Carlos “é uma brasa, mora”, é o gibi do “brasinha” aquele diabinho da década de 60.

É isso. O Brasil virou brasa e nosso técnico é italiano.

Pra frente Brasa!

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