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Oruam tem prisão revogada pela Justiça do Rio; E restrições são impostas ao rapper

Foto: Webert Belicio / Agnews
Foto: Webert Belicio / Agnews

Justiça do Rio revoga prisão de Oruam e impõe série de restrições ao rapper

O rapper Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, o Oruam, filho do traficante Marcinho VP, teve sua prisão preventiva revogada pela Justiça do Rio de Janeiro. Ele respondia, junto com outras três pessoas, por tentativa de homicídio contra dois policiais civis, um deles o delegado Moyses Santana. 

A decisão, proferida pela juíza Tula Mello, da 3ª Vara  Criminal, estabeleceu uma lista de medidas cautelares que o artista deverá seguir rigorosamente. Oruam estava foragido desde fevereiro deste ano, após descumprir determinações judiciais anteriores, incluindo violações de sua tornozeleira eletrônica.

A revogação da prisão, conforme informação divulgada pela Justiça, não significa o fim do processo, mas sim uma alteração nas condições de sua liberdade. O rapper agora terá que se adaptar a um novo conjunto de regras para responder às acusações em liberdade.

Mauro Davi dos Santos Nepomuceno, conhecido artisticamente como Oruam, é filho de Márcio dos Santos Nepomuceno, o Marcinho VP, uma figura proeminente no mundo do  crime. O rapper se viu envolvido em um processo judicial que apura a tentativa de homicídio de dois policiais civis.

Um dos alvos da suposta tentativa de homicídio era o delegado Moyses Santana. O caso gerou grande repercussão, especialmente devido à notoriedade do artista e sua ligação familiar. A Justiça agora busca garantir que o processo prossiga com o cumprimento das medidas impostas.

A juíza Tula Mello detalhou uma série de obrigações que Oruam deve cumprir para permanecer em liberdade. Essas medidas visam garantir a ordem pública e o andamento do processo, impedindo que o rapper volte a descumprir determinações judiciais.

Entre as restrições, espera-se que estejam a proibição de sair da comarca sem autorização judicial, o comparecimento periódico em juízo para informar e justificar suas atividades, e o uso contínuo de monitoramento eletrônico, desta vez com maior rigor. O descumprimento de qualquer uma dessas novas medidas poderá levar à decretação de nova prisão.

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