Ao que parece, o verdadeiro negacionista apareceu. Trata-se do médico e cientista Anthony Fauci, que foi o assessor especial da presidência dos Estados Unidos.
Anthony Fauci, à frente do Instituto Nacional de Alergia e Doenças Infecciosas até 2022, foi a principal autoridade dos Estados Unidos e do mundo nas políticas de combate à pandemia causada pelo coronavírus.
Também na semana passada, Fauci compareceu ao Senado norte-americano, mas ficou calado e não respondeu a nenhuma das perguntas que lhe foram feitas, invocando a Quinta Emenda da Constituição do País, que dá aos cidadãos o direito de não se autoincriminar.
O genocida Fauci, foi desmascarado pelo senado americano, através do senador Rand Paul que o sabatinou, mas que não respondeu nenhuma das dezenas de perguntas que lhe foram proferidas, invocando a Quinta Emenda da Constituição do País, que dá aos cidadãos o direito de não se autoincriminar.
A casa caiu para o genocida Fauci, ao ser desmascarado por conta de sua vaidade ao registrar em seu diário de mais de 1 mil páginas, redigidas e armazenadas em computadores nos servidores do governo americano, descobertas pelos senadores, onde ficou implícito uma certa satisfação pessoal devido ao destaque que a imprensa lhe concedia desde o início da pandemia.
Sem comprovação, o genocida Fauci determinou uma série de providências para conter o avanço e tratamento da pandemia, tais como as vacinas, o uso de máscaras, o isolamento “fique em casa”, fechamento de escolas e empresas, entre outras determinações, a fim de, supostamente, reduzir o contágio.
As orientações médica e científica do genocida Fauci, praticamente foi seguida em todo mundo, e aqui no Brasil, não foi diferente. Lembremos que todos os questionamentos contrários às orientações do Fauci, eram tachados de desqualificados pelas autoridades sanitárias e parte da imprensa como “fake news”, “negacionismo”, “teorias da conspiração” e “postura anticientífica”, ideologicamente.
Nunca será tarde para lembrarmos o que aconteceu aqui em nosso País durante a pandemia da Covid. Foram mais de 716 mil mortes; isolamento mantido com violência com prisões e desqualificação de todos que se opuseram às determinações dos defensores das orientações da OMS e do Fauci.
Desqualificaram o tratamento através do “kit Covid” (incluindo ivermectina, hidroxicloroquina, cloroquina, azitromicina, além de suplementos de zinco e vitamina), alegando ineficácia “comprovada” contra a doença, conforme reiterado pela ANS e OMS.
Em conjunto com a Suprema Corte com a CPI da Covid, abusos injustificáveis foram cometidos contra aqueles que ousavam criticar as políticas públicas e trataram como potenciais criminosos os que promoveram – e os que prescreviam o “kit covid”, pois até os médicos foram perseguidos por defenderem o tratamento precoce, bem como os que manifestaram dúvidas sobre as vacinas e os que criticavam os “lockdowns” e qualquer um que ousasse discordar das orientações da OMS e ANS.
Anthony Fauci
Sabatinado pelo senado americano, o verdadeiro negacionista protegido pelo “perdão presidencial” concedido pelo ex-presidente, Joe Biden, diante de mais de cem perguntas dos senadores limitou-se a responder: “por aconselhamento do meu advogado, eu respeitosamente declino de responder com base nos meus direitos sob a Quinta Emenda da Constituição”, ou seja, confirmou não tinha base científica para as orientações que fez.
Os relatórios da Organização Mundial da Saúde (OMS), estimam que foram cerca de 22 milhões de óbitos no mundo durante a pandemia. Com certeza absoluta milhares de pessoas teriam sobrevivido com o tratamento precoce, que foram rechaçados pela imprensa “globalista”, pelo tal “consórcio de veículos de imprensa”, e por todos àqueles fizeram coro do “fique em casa”.
Agora o silêncio “globalista” é sepulcral diante dessa grave denúncia do senado federal americano na acareação do negacionista Fauci. O povo brasileiro, principalmente aqueles que tiveram seus entes vitimados pela covid merecem no mínimo um pedido de desculpas.





