Traduzindo a estrita ordem coloquial, não há outra definição para o que virou o STF por conta das porcarias despejadas por seus ministros tiranos. Num amplo desvirtuamento moral, à partir de uma análise contundente sobre a corrupção engendrada pelos poderosos da Corte.
De uma lado um banqueiro corrompendo toda estrutura do Estado, com charutos, jatinhos, privilégios e facilidades, whisky, festas regadas à garotas de programas importadas da Europa, contratos milionários, colocando a reputação dos corrompidos a luz negra das trevas, ignorando solenemente a integridade das instituições STF, PGR, Senado e Câmara Federal.
Os atores, devidamente desvirtuados que fazem partes nesses chiqueiros de porcos, não podem ficar no anonimato. A lista é imensa, mas alguns nomes são inevitáveis, tais como: Lula, Flávio Bolsonaro, Gilmar Mendes, Paulo Gonet, Andrei Rodrigues, David Alcolumbre, Hugo Motta, Cármen Lúcia, Alexandre de Moraes, Kassio Nunes Marques, Dias Toffoli, Cristiano Zanin, Andrei Rodrigues, Davi Alcolumbre, Flávio Dino, Edson Fachin, protagonizaram com sonoras gargalhadas, todos achando graça da situação de um dos maiores escândalos da nossa falida República, ou seja, a maior fraude financeira da história do país.
A crise é institucional e o caos total tomou conta das instituições do Estado. Inobstante a corrupção sistemática, não podemos também ignorar os sucessivos crimes contra a liberdade e a dignidade do povo brasileiro. A lei foi ignorada, inimigos políticos foram perseguidos e submetidos à censura generalizada e condenações de inocentes sob a falsa alegação de golpe de estado no caso do 8 de janeiro destruindo vidas de centenas de pessoas.
O verdadeiro golpe foi dado com implantação da ditadura do judiciário, imperando há mais de sete anos, e ampliada através de um processo corrupto sem precedentes. É preciso intensificar as investigações, julgar e punir exemplarmente. O povão não é otário, está atento, indignado.
Já passou a hora do basta!
Enquanto a quadrilha que comanda a moribunda estrutura do STF, se mantém no poder, as vítimas do tirano Moraes continuam sob torturas, como no caso da família de Ezequiel Ferreira Luís, condenado à pena de 14 anos, composta de sua esposa e seus seis filhos menores, sobrevivendo de favores em decorrência do bloqueio salarial e privação financeira imposta à família desde o início de 2023, as penalidades aplicadas do Débora do batom, cabeleireira que cumpre pena em prisão domiciliar com o uso de tornozeleira eletrônica, além de outras medidas cautelares.
Sob todas essas lamentáveis situações, a mudança se torna emergencial e começa agora nesse processo eleitoral, elegendo aqueles que de fato representem as mudanças desejadas pelo povão.
Em tempo: a viagem da comitiva do lula na ONU em NY custou cerca de R$ 3,5 milhões aos bolsos do povão.





