Uma ação rápida da Polícia Ambiental resultou na interdição de um ferro-velho funcionando de forma irregular no bairro Parque Belém, em Angra dos Reis. A fiscalização, realizada na terça-feira (7), atendeu a uma denúncia feita ao programa Linha Verde, do Disque Denúncia.
O local, que ocupava uma área de aproximadamente 400 metros quadrados, apresentava condições alarmantes. A Polícia Ambiental detalhou que foram encontrados lixo espalhado por toda a área, três prensas de grande porte e diversos recipientes com água acumulada, um prato cheio para a proliferação de mosquitos.
Essas condições insalubres representavam um elevado risco para a saúde pública, com potencial para se tornar um foco de doenças. A falta de licença para operar agrava a situação, demonstrando descaso com as normas ambientais e sanitárias. O proprietário do estabelecimento foi levado à delegacia para prestar esclarecimentos. O caso segue sob investigação na 166ª Delegacia de Polícia.
Flagrante de irregularidade ambiental em Angra dos Reis
A Polícia Ambiental, após receber uma denúncia anônima, dirigiu-se ao bairro Parque Belém para averiguar a situação de um ferro-velho. A equipe de fiscalização confirmou as irregularidades apontadas, encontrando um cenário preocupante em relação à organização e higiene do local.
Condições insalubres e risco de doenças no ferro-velho
Durante a inspeção, os agentes da Polícia Ambiental constataram a presença de uma grande quantidade de lixo espalhado, o que por si só já é um indicativo de má gestão. Além disso, foram identificadas três prensas de grande porte, motores de geladeira e, de forma crítica, diversos recipientes com água parada acumulada.
A água parada é um ambiente propício para a reprodução do mosquito Aedes aegypti, transmissor de doenças como dengue, zika e chikungunya. A dimensão da área comprometida, estimada em 400 metros quadrados, potencializa ainda mais o risco de surtos dessas enfermidades na região.
Proprietário é levado à delegacia e estabelecimento é apurado
O proprietário do ferro-velho irregular foi imediatamente conduzido à delegacia. Ele prestou os devidos esclarecimentos sobre as operações do estabelecimento e as condições encontradas. Após os procedimentos legais, o indivíduo foi liberado.
O caso foi registrado na 166ª Delegacia de Polícia de Angra dos Reis. A unidade policial será responsável por apurar todas as irregularidades constatadas durante a fiscalização da Polícia Ambiental, buscando responsabilizar os envolvidos e garantir que medidas corretivas sejam tomadas para evitar a reincidência.





