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Ars Gratia Artis: A mente

Foto Divulgação NewScientist

Janaína Pires das Neves

Se eu fosse a mente, o que faria?

Eu absorveria

Absorveria o feio, o bonito, a raiva, a dor. Absorveria o límpido, absorveria o amor.

A mente não tem opção, a mente não tem opinião, a mente é apenas um órgão de recepção.

O que move o coração?

É a energia que dele emana.

É a luz que nele habita.

Que entre e fala:

-Você é luz infinita

-Eu sou luz do universo

-Nós somos luzes do cosmo.

-Tudo é luz. E essa luz tudo permeia.

Deixa essa luz entrar

Sua tristeza, não é mais tristeza, é só um meio de me acalmar e tudo volta ao seu lugar.

Sua alegria, não é mais alegria é só um meio de me acalmar e tudo volta ao seu lugar.

Portanto quem pensa que a mente “mente”. Eu digo, ela não mente. Ela é só um órgão de recepção, tendo uma grande proteção.

A mente dela é cheia de desejos, que precisam de direção.

A capacidade que o ser tem de ligar a mente ao coração.

Só existe uma maneira desse desejo se transformar.

É levar a mente, saber, qual é o seu lugar.

O lugar de agente.

A gente é que precisa.

A gente é o valor do mundo.

A gente é o saber.

Saber que a gente é o que tem em mim, o que tem em você.

Mente não do Eu e do Tu, mas sim, do NÓS.

Não quero mente para ser algoz.

Quero mente a ser conduzida.

Quem leva o ouro escondido? Quem leva o sonho perdido?

É o ser que tudo move e que tudo vê. Que está acima e abaixo de você.

MENTE PARA CONTROLAR?

MENTE PARA DIRECIONAR?

MENTE PARA SE LIBERTAR.

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