Assistência social atende mais de 11 mil crianças no Carnaval do Rio durante as ações realizadas ao longo da festa e do pré-Carnaval de 2026. A mobilização foi coordenada pela Secretaria Municipal de Assistência Social com foco na proteção da infância em meio aos grandes eventos espalhados pela cidade.
Entre as principais medidas adotadas esteve a distribuição de pulseiras de identificação, ferramenta considerada estratégica para evitar desaparecimentos temporários em blocos e desfiles. O recurso facilitou a rápida localização de responsáveis em caso de desencontro no meio da multidão.
Além disso, a prefeitura estruturou espaços de acolhimento voltados especialmente para filhos de ambulantes que trabalharam durante a folia. As crianças permaneceram em locais seguros enquanto os pais atuavam nos eventos, reduzindo riscos e oferecendo mais tranquilidade às famílias.
A iniciativa foi conduzida sob coordenação da secretária Martha Rocha e do subsecretário Leo Lupi. Segundo a pasta, a proposta foi ampliar a rede de proteção social em períodos de grande concentração de público.
“Acolher as crianças em segurança é fundamental para que seus pais trabalhem despreocupados e com tranquilidade”, afirmou o subsecretário Leo Lupi ao comentar o balanço das ações.
De acordo com a prefeitura, a estratégia integra uma política permanente de proteção social em grandes eventos da cidade, reforçando o cuidado com a infância e o suporte a trabalhadores informais.
O resultado foi considerado positivo pela administração municipal, que avalia ampliar e aperfeiçoar as medidas em futuras edições da festa — reforçando o compromisso de manter a segurança das famílias mesmo nos momentos de maior movimentação nas ruas do Rio.


