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Campanha de vacinação contra a gripe ficam abaixo das metas propostas

Foto: Divulgação
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A vacinação contra a gripe no Rio segue abaixo da meta entre os grupos prioritários, mesmo após a aplicação de mais de 1,3 milhão de doses desde o início da campanha, em março. Os dados são do painel do Observatório Epidemiológico, o EpiRio, atualizados nesta sexta-feira (5).

De acordo com o levantamento, 1.361.484 doses já foram aplicadas na cidade. Apesar do avanço da campanha, apenas 37,30% das vacinas foram destinadas ao público prioritário, formado por crianças de 6 meses a 5 anos, gestantes e idosos com 60 anos ou mais.

A cobertura ainda está distante da meta de 90% estabelecida pelas autoridades de saúde. O cenário acende um alerta, principalmente porque esses grupos são considerados mais vulneráveis a complicações causadas pela influenza.

Entre as regiões da capital, as menores adesões foram registradas no Centro, com 103.880 doses aplicadas, na Tijuca, com 105.322 imunizações, e em Santa Cruz, com 75.180 aplicações. A área da Barra da Tijuca e Jacarepaguá aparece com o maior número de vacinados, somando 177.456 doses administradas.

A Secretaria Municipal de Saúde reforça que a vacina é considerada a forma mais eficaz de prevenir agravamentos provocados pelo vírus da gripe, além de reduzir os riscos de internações e mortes. Em 2025, a campanha imunizou 2.225.749 pessoas na cidade.

Os moradores podem procurar clínicas da família, centros municipais de saúde e as três unidades do Super Centro Carioca de Vacinação para receber a dose. Os postos ficam em Botafogo, na Zona Sul; no ParkShopping Campo Grande, na Zona Oeste; e no Shopping Nova América, na Zona Norte.

A influenza é uma infecção respiratória aguda causada principalmente pelos vírus dos tipos A e B. No ano passado, o Rio de Janeiro registrou 1.036 casos de síndrome respiratória aguda grave associada à doença, além de 144 mortes relacionadas a complicações da infecção.

Com a cobertura ainda distante da meta, a orientação das autoridades é que moradores dos grupos prioritários busquem a imunização o quanto antes, especialmente neste período de maior circulação de vírus respiratórios.

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