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Vida longa ao Rei: Pelé o maior de todos

Edson Arantes do Nascimento, mineiro de Três Corações, nasceu em 23 de outubro de 1940. Filho de João Ramos do Nascimento e Celeste Arantes do Nascimento, cresceu em Bauru, onde começou no mundo do futebol, por influência de seu pai, ex-jogador.

O apelido Pelé surgiu por gozação dos colegas de futebol, Edson não conseguia pronunciar Bilé, ídolo do menino, goleiro do Vasco da Gama de São Lourenço.

Santos e a profecia

Pelé chegou ao Santos em junho de 1956. Levado por Waldemar Brito, seu técnico na infância, que profetizou: “Esse menino será o melhor jogador de futebol do mundo!”.

Estreou em 7 de setembro daquele ano, diante do Corinthians de Santo André, marcando o seu primeiro gol. Em 1957 aos 16 anos, Pelé era titular do Santos e seu nome começava a ser conhecido nacionalmente. Foi artilheiro do Estadual daquele ano com 36 gols. O mais novo até hoje na história do Campeonato Paulista.

O Rei atuou por 18 anos com a camisa do Santos, foram 1116 jogos, 1091 gols e 24 títulos. O histórico milésimo gol na carreira aconteceu em 19 de novembro de 1969, no Maracanã contra o Vasco.

Seleção Brasileira

Sua estreia aconteceu em 7 de julho de 1957, derrota diante da Argentina por 2×1, jogo válido pela Copa Roca, o gol brasileiro foi o primeiro de Pelé. Na segunda partida no Pacaembu, Pelé voltou a marcar, vitória por 2×0 e Brasil campeão.

Pelé fez parte da chamada “Era de Ouro” da seleção, participou de grandes esquadrões e venceu três Copas do Mundo. Em 1958, na Suécia, ganhou o apelido de Rei do Futebol, se tornando o mais novo campeão mundial da história, com apenas 17 anos.

Em 1962 marcou um gol, uma lesão tirou Pelé do time, de fora viu o time conquistar o Bicampeonato no Chile e novamente fez história, agora o mais novo bicampeão mundial.

Em 1970, no México Pelé fez parte de uma das maiores seleções da história, um time mágico que contava com Gerson, Rivelino, Jairzinho, Tostão, entre outros, tendo conquistado o tricampeonato mundial.

Deixou a seleção em 1971, foram 113 partidas e 95 gols (maior goleador).

Cosmos

Em 1975, Pelé assinou contrato com o New York Cosmos, dos Estados Unidos. A chegada do Rei, tinha como objetivo despertar o interesse da população norte-americana pelo futebol. Jogou por dois anos, quando se aposentou do futebol em 1977.

Foram 106 partidas e 64 gols.

Depois do Futebol

Após deixar o futebol, Pelé seguiu conquistando títulos.

Eleito atleta do século por quatro vezes. 1981 pelo Jornal L’Equipe da França, 1996 pela DuPont da França e em 1999 pelo Comitê Olímpico Internacional e pela Agência Reuters.

Em ação da Revista France Footbal, o Rei conquistou sete prêmios Bola de Ouro (1958/1959/1960/1961/1963/1964/1970), ainda pela revista francesa, Pelé figurou no “Dream Team do Futebol”, em premiação realizada no ano de 2020.

Pelé também foi agraciado com prêmios concedidos pelo Governo Brasileiro, pela Unesco, Pela ONU e pela Rainha Elizabeth II da Inglaterra.

Pelé é um Brasileiro de muito orgulho.

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Carlos Vereza coleciona papéis memoráveis na TV, teatro e cinema

Quem diria que Carlos Vereza, que tem um currículo extenso com grandes personagens e atuações brilhantes no teatro, na TV e no cinema, virou ator por acaso.  No ano de 1959, ele saiu de sua casa em Madureira, subúrbio do Rio de Janeiro, e avisou à família que estava indo trabalhar na TV Tupi. Ele participou de um comercial como figurante e desde então nunca mais saiu da TV. Era frequentador de programas de auditório e sempre teve um grande fascínio por televisão. Antes de estrear em novelas, Vereza participou do programa Noite de Gala e foi para o CPC, no prédio da UNE, onde ficou por três anos fazendo teatro de rua.  Durante o golpe militar de 64, a UNE foi fechada e o ator foi fazer teatro com Antonio Abujamra. Aliás, Vereza sempre foi militante e engajado. Durante mais de 20 anos, ele fez parte do Partido Comunista Brasileiro.

Sua estreia como ator foi na novela Um Gosto Amargo de Festa, na extinta TV Tupi,cCinco anos depois, ele foi contratado pela TV Globo para participar de Assim na Terra como no Céu, de Dias Gomes. Não parou mais! São mais de 30 trabalhos na TV, alguns inesquecíveis como o Miro de Selva de Pedra, Senhor de Montserrat de Direito de Amar, Max Laport de Pátria Minha, senador Roberto Caxias de O Rei do Gado, Joaquim de O Cravo e a Rosa, entre outros. Ele também já atuou em 16 filmes e 30 peças de teatro, duas escritas por ele.

Na lista dos melhores atores da sua geração, Carlos Vereza já foi agraciado com alguns prêmios.  Entre eles o Pavão de Ouro, no 10º Festival Internacional de Cinema da Índia, pela sua brilhante interpretação de Graciliano Ramos, no filme Memórias de Cárcere. Já no teatro ele conquistou o prêmio Moliére, um dos mais importantes do teatro brasileiro da época, por sua memorável atuação como o repórter Felipe, na peça No Brilho da Gota de Sangue.

A vida pessoal de Carlos Vereza já foi bem agitada também.  Carlos Vereza está no seu quinto casamento e é pai de três filhos, de relacionamentos diferentes. Ele foi casado com as atrizes Renata Sorrah, Xuxa Lopes, com a artista plástica Delma Godoy, com a acantora Andréa Ferreira e desde 2001 é casado com a jornalista Vanessa Mazzari.

Em 1990, Carlos Vereza sofreu um acidente que afetou sua audição e resolveu entrar para o espiritismo. Numa entrevista na época, ele explicou o motivo de ter se convertido ao espiritismo. “Eu não tinha nenhuma religião. Sempre acreditei em Deus, mas esse mundo era distante. Você chega ao espiritismo pelo amor, pela dor ou razão”.

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Ziraldo, o pai do Menino Maluquinho

Quando se fala em O Menino Maluquinho, logo o nome do Ziraldo é lembrado. Criador do personagem, aliás um dos maiores sucessos da sua carreira e o que também o levou ao posto de um dos mais conhecidos e aclamados escritores do Brasil.

Ziraldo Alves Pinto nasceu em Caratinga, Minas Gerais, no ano de 1932, e desde pequeno já mostrava sua desenvoltura com o desenho. Com apenas seis anos de idade, publicou um desenho no jornal Folha de Minas. Estudou e formou-se em Direito pela Universidade Federal de Minas Gerais, mas não seguiu a carreira de advogado. Ele tinha paixão por desenho e era isso que queria fazer. Em 1954, começou a trabalhar no jornal Folha da Manhã com uma coluna dedicada ao humor. Em 1957, foi para revista O Cruzeiro e algum tempo depois para o Jornal do Brasil, onde conquistou uma legião de leitores com os personagens Jeremias, o Bom, e a Supermãe e o Mirinho.

Caricaturista , cartunista, chargista, colunista, cronista, desenhista, dramaturgo, escritor, humorista, jornalista e pintor, Ziraldo deu um grande salto para o sucesso em 1960, quando lançou a Turma do Pererê, a primeira história em quadrinhos produzida por um só autor e feita toda no Brasil. Só que em 1964, ela foi cancelada no início do regime militar no Brasil e relançada nos anos 70 pela Editora Abril. Aliás, no período da ditadura no Brasil, juntamente com alguns nomes de destaque do cenário artístico brasileiro como os cartunistas Jaguar, Millôr Fernandes e Henfil, além dos jornalistas Tarso de Castro e Sérgio Cabral, Ziraldo participou do O Pasquim. O jornal tinha uma voz na oposição ao regime militar e se tornou uma espécie de porta-voz da indignação da população brasileira. Esse posicionamento levou Ziraldo à prisão.

 

O Menino Maluquinho foi lançado em 1980 e conta a história do menino que tinha o olho maior que a barriga, fogo no rabo e vento nos pés. Era alegre, inteligente e sapeca. Junto com os amigos, fazia uma confusão na vizinhança e muitas brincadeiras. O sucesso foi tão grande que o personagem foi adaptado para a TV e o cinema.

Na vida amorosa, o cartunista teve dois casamentos. Em 1958, se casou com Vilma Gontijo, mãe dos seus três filhos: Daniela Thomas (cineasta), Fabrízia e Antônio Pinto (compositor). O casal ficou junto até 2000 e em 2002, ele se casou com Márcia Martins.

Confira algumas das principais obras de Ziraldo: A Turma do Pererê, O Planeta Lilás, O Menino Maluquinho, Bichinho da Maçã, Os Dez Amigos, O Joelho Juvenal, A Fábula das Três, O Menino Marrom, Vito Grandam, Uma Professora Muito Maluquinha, Vovó Delícia.

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Ele conquistou o país com a Turma da Mônica

Filho de um dono de gráfica, pintor e poeta e de uma poetisa, Mauricio de Sousa conviveu com a arte desde pequeno. Sua casa vivia lotada de artistas. E ele aproveitava as visitas para exibir seus desenhos, que lotavam as páginas dos seus cadernos. E a cada dia mais, o menino foi se apaixonando pela arte de desenhar. Passou a fazer cartazes e pôsteres, alguns, inclusive, integravam os jornais de Mogi das Cruzes. Começou a procurar emprego como desenhista, mas durante cinco anos trabalhou como repórter policial na Folha da Manhã, mas sempre dava um jeito de ilustrar suas reportagens, o que era bem aceito pelos leitores.

Em 1959, criou os personagens: o cão Bidu e Franjinha e teve sua primeira tirinha publicada no jornal Folha da Tarde. Maurício começou a trilhar o sonho de ser desenhista. Em 1960, nasceu Cebolinha, o personagem divertido, que troca o R pelo L. Em 1963, ele consagra de vez seu nome como um dos maiores cartunistas do Brasil com a criação da personagem Mônica, a menina gorducha, dentuça e brigona. A Turma da Mônica conquistou o país inteiro e protagonizou comercial, filmes e programa de TV.

Pai de 10 filhos, Maurício se inspirou nos próprios rebentos para a criação dos principais personagens, entre eles: Mônica, Magali, Marina, Maria Cebolinha, Nimbus e Do Contra. Titi e Franjinha são inspirados em seus sobrinhos .

Maurício já foi condecorado várias vezes e em 2007, virou enredo da escola de samba Unidos do Peruche. e em 2011, ele tomou posse na Academia Paulista de Letras.

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De aluno distraído a autor mais lido da última década

Mesmo quem não curte o estilo da escrita de Augusto Cury, já ouviu falar dele. Psiquiatra, professor e palestrante, ele foi considerado por alguns veículos de imprensa como o autor mais lido da última década. Os números comprovam: são mais de 30 milhões de livros vendidos e publicados em mais de 70 países. Na lista de best-seller está O Vendedor de Sonhos, que recebeu o prêmio de melhor ficção do ano de 2009 da Academia Chinesa de Literatura. Em 2016, o livro foi adaptado para o cinema com direção de Jayme Monjardim.

Nascido no dia 02 de outubro, em Colina, interior de São Paulo, Augusto Cury nem sempre esteve no topo da lista dos mais inteligentes. Quando era um adolescente e cursava o ensino médio, ele era um aluno distraído e muito desconcertado. 25 anos depois, o ex-aluno deu à volta por cima e ganhou o prêmio de Membro de Honra da Academia de Gênios, do Instituto Europeu de Inteligência.

Formado em Medicina pela Faculdade de São José do Rio Preto, São Paulo, e com doutorado internacional em Psicologia Multifocal pela Florida Christian University, Cury também é professor de pós-graduação  e conferencista em congressos nacionais e internacionais. O autor começou a ficar muito conhecido por sua obra, a Teoria da Inteligência Multifocal, em que explica como se dá a formação dos pensamentos e todo o seu processo de construção. Nessa obra, ele discorre sobre como devemos fazer para exercer um maior domínio sobre a nossa vida, através da inteligência e pensamento. Na obra, ele apresenta mais de 30 elementos essenciais para a formação da inteligência humana.

Augusto é o criador da AGE, Academia de Gestão da Emoção Online, a primeira no Brasil, que já mudou a vida de mais de 40 mil alunos, com cursos e treinamentos usando as ferramentas da gestão da emoção, tais como, o pensar antes de reagir, a proteção de sua emoção, o colocar-se no lugar dos outros, expor e não impor as suas ideias. Também elaborou o Programa Freemind, para contribuir em conjunto com as casas de acolhimento de usuário de drogas, clínicas, ambulatórios e escolas no desenvolvimento de uma emoção saudável para a prevenção e tratamento da dependência química. O programa de gestão da emoção é tão bem aceito, que foi adotado na pós-graduação Stricto sensu, da Universidade de São Paulo. Segundo consta, dezenas de mestrandos e doutorandos já cursaram a disciplina, que tem a intenção de formar mentes brilhantes e inteligentes.

Casado com a Dra. Suleima, Augusto Cury é pai de três filhas. Camila, a filha mais velha, está seguindo os passos do pai. Ela é autora do livro A Beleza Está nos Olhos de Quem Vê, e também já vem dando palestras motivacionais. Carol e Cláudia completam o clã dos Cury.

Os livros mais lidos do autor são Prisioneiros da Mente, Nunca Desista dos Seus Sonhos, Gestão da Emoção, Ansiedade: Como Enfrentar o Mal do Século, O Vendedor de Sonhos: O Chamado, Mulheres Inteligentes, Relações Saudáveis.

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Brasileiro com muito orgulho: Daniel Dias, um dos maiores atletas paraolímpicos do Brasil

Da Redação

Sem dúvidas estamos falando do grande destaque da natação paralímpica do Brasil e que traz orgulho para essa nação. Este é o paulista Daniel Dias, que faturou números impressionantes em sua carreira e se tornou o grande nome do esporte para o Brasil. Natural de Campinas, interior de São Paulo, Daniel tem má-formação congênita nos membros superiores e na perna direita e compete pela classe S5. O atleta começou a competir em 2006 após assistir ao também nadador Clodoaldo Silva na televisão durante os Jogos Paralímpicos de Atenas 2004.  

Ao longo da carreira, Daniel coleciona números impressionantes. São 24 medalhas em três edições dos Jogos Paralímpicos (Pequim 2008, Londres 2012 e Rio 2016), sendo 14 de ouro. Além disso, subiu 40 vezes ao pódio de mundiais, 31 delas como campeão. Em Jogos Parapan-Americanos, levou os 33 ouros das 33 provas que disputou. Ele é também o único brasileiro a receber três vezes o Troféus Laureus, considerado o “Oscar do Esporte”.

Em janeiro deste ano, Daniel Dias, de 32 anos, anunciou que os Jogos Paraolímpicos de Tóquio, neste ano, será o último de sua carreira vitoriosa. Desde 2008, ele coleciona conquistas na modalidade e traz muito orgulho para todo o Brasil.

“Sem dúvida é o maior evento do Movimento Paralímpico e poder dizer adeus nessa competição é um momento espetacular, um momento de muita alegria. A vida do atleta é feita de ciclos, fases, e por isso eu decidi parar, resolvi dar o adeus à piscina porque eu vejo que a minha contribuição com a natação paralímpica já foi excepcional. Foi além do que eu esperava”, emocionou-se em seu anúncio de despedida, em suas redes sociais.

Daniel reside e treina na cidade de Bragança Paulista, é casado e pai de três filhos, Asaph (6), Daniel (5) e Hadassa (1). Em 2014, fundou o Instituto Daniel Dias com o intuito de oferecer treinamentos de natação paralímpica às pessoas com deficiência da cidade de Bragança Paulista e região. Após a aposentadoria, o atleta  também confirmou que terá como principal meta a  instituição.  

“Sempre deixei muito claro que segui um exemplo, e hoje fico feliz de ser exemplo para muitas crianças. Espero que a gente possa continuar influenciando de maneira positiva, mostrando que eles podem alcançar os sonhos e os objetivos deles. Independentemente de termos ou não deficiência, somos capazes de realizar grandes feitos”, comentou o atleta.

Os feitos conquistados pelo nadador são tão expressivos, que recentemente, em eleição feita por um jornal espanhol, Dani foi apontado como um dos maiores atletas do século XXI, após uma eleição feita. Daniel apareceu na 42ª colocação, em lista que continha nomes como Lionel Messi, Michael Phelps,  Roger Federer, Tiger Woods, o saudoso Kobe Bryant, entre outros imensos mundialmente.

Daniel Dias também é um dos embaixadores do Jogos Escolares Brasileiros (JEB’s), que acontecem em novembro deste ano, no Rio de Janeiro. A competição, inclusive, está de volta e a escolha pelos maiores nomes do esporte brasileiro como embaixadores foi voltada para atletas que representem esse espírito, daí a escolha por Daniel.

E ele é um nome que enche qualquer brasileiro de orgulho ao saber como ele representa essa nação. Obrigado, Daniel.

 

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Marcos Pontes: o nosso eterno astronauta

Atual ministro da Ciência, Tecnologia e Inovações e primeiro cidadão do país a embarcar em uma missão espacial, Marcos Pontes é o nosso “brasileiro com muito orgulho” desta edição. Ele nasceu na cidade paulista de Bauru em 11 de março de 1963.

Pontes é Tenente-coronel Aviador R1 da Força Aérea Brasileira, Bacharel em Ciências Aeronáuticas e Administração Pública pela Academia da Força Aérea Brasileira, engenheiro aeronáutico, formado pelo Instituto Tecnológico de Aeronáutica (ITA), mestre em Engenharia de Sistemas pela Naval Post Graduate School, na Califórnia (Estados Unidos). Ele ainda é piloto de teste de aviões de caça com mais de 2.000 horas de voo em 25 tipos de aeronaves.

Ele ingressou em 1998 na Nasa, a agência espacial norte-americana e se tornou ainda membro da equipe de cosmonautas de ROSCOSMOS (Rússia) em 2005. Carrega o posto de único brasileiro a ir ao espaço e o primeiro astronauta e cosmonauta profissional a representar oficialmente um país do Hemisfério Sul no espaço.

Isso aconteceu porque, em 1997, o Brasil fez um acordo com o Programa da Estação Espacial Internacional (ISS) por meio da Nasa e deveria produzir seis partes da estação e fornecer um astronauta para a equipe de manutenção e operação da estação. Marcos Pontes, então militar da Força Aérea Brasileira (FAB), participou de concurso público específico e foi selecionado. Ele então foi obrigado a largar sua carreira militar já que o programa não permitia qualquer tipo de envolvimento militar ou bélico.

Ele realizou a “Missão Centenário” somente no ano de 2006. ​Ele passou 10 dias no espaço, trabalhando na Estação Internacional Espacial como Especialista de Missão, responsável pela manutenção dos sistemas da espaçonave e pela execução de pesquisas científicas escolhidas pela Academia Brasileira de Ciências.

Pontes ainda é embaixador honorário da Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (UNIDO) principalmente em programas de desenvolvimento sustentável.

Entrou para a política em 2018, quando foi eleito suplente do Major Olímpio no Senado Federal por São Paulo. Depois, em janeiro de 2019, assumiu o cargo de Ministro de Estado do Ministério da Ciência, Tecnologia, Inovações e Comunicações, a convite do presidente Jair Bolsonaro. A principal missão está em gerir o protagonismo estratégico da Ciência, Tecnologia e Inovações para o desenvolvimento do país, promovendo políticas públicas para a produção de conhecimento, riquezas para o país e qualidade de vida para os brasileiros.

Como ministro, Pontes incentiva o estabelecimento de cooperações nacionais e internacionais para estimular a popularização e promoção do estudo da ciência, tecnologia e inovação junto as crianças e jovens. Ele diz que esse é o caminho para transformar o conhecimento científico em riquezas para o país e impulsionar o desenvolvimento tecnológico, social e econômico do Brasil.

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Glória Menezes: uma grande mulher e atriz

 

Por: Luhan Alves (com supervisão de Claudia Mastrange)

No último dia 8 de Março, o Dia Internacional da Mulher foi bastante lembrado e contou com muitas campanhas de conscientização em relação ao respeito e valorização de todas as mulheres. E para valorizar essa data tão importante, a brasileira desta edição é a grande atriz, Glória Menezes, 86 anos, que participou por muitos anos de novelas de sucesso na Rede Globo.

Conhecida como Glória Menezes, seu nome de batismo é Nilcedes Soares de Magalhães, que surgiu da junção dos nomes de seus pais, Nilo e Mercedes. A atriz é casada desde 1962 com o ator Tarcísio Meira, com que teve o também ator Tarcísio Filho. Ela também é mãe de João Paulo e Maria Amélia, frutos de um relacionamento anterior de quando tinha 18 anos.

Glória Menezes e Tarcísio Meira se conheceram na extinta TV Tupi, no teleteatro Uma Pires Camargo, em 1961. No ano seguinte, os atores se casaram e logo depois fizeram a primeira novela de muitas, juntos. A trama era chamada “2-5499 Ocupado”, que foi exibida na extinta TV Excelsior. Eles ficaram na emissora até 1967, quando mudaram para Globo e participaram, juntos, da novela Sangue e Areia.

Dentre algumas novelas de sucesso que Glória Menezes participou está “Irmãos Coragem” (1970), “Guerra dos Sexos” (1983), “Torre de Babel” (1998), “O Beijo Do Vampiro” (2002), “Senhora do Destino” (2004), entre outras inúmeras tramas realizadas por essa grande atriz. Só na Globo, já atuou em mais de 40 novelas.

No teatro, Glória participou de peças como “Tudo Bem no Ano Que Vem”, de Bernard Slade, que ficou em cartaz de 1976 a 1981; Navalha na Carne (1981), de Plínio Marcos; e Um Dia Muito Especial (1988), de Ettore Scola. Em 2000, atuou em Jornada de um Poema, na qual interpretou uma paciente terminal de câncer. Impressionado com a atuação da atriz no teatro, o cineasta Anselmo Duarte a convidou para trabalhar em “O Pagador de Promessas”, rodado em 1960. O filme estreou em 1962 no Festival de Cannes, e ganhou a Palma de Ouro.

“O teatro me ensinou o que preciso para fazer televisão e cinema. Ele dá o conhecimento necessário para interpretar qualquer personagem diante das câmeras, porque nos projetamos muito mais. Quem faz teatro, faz qualquer outra modalidade”, garantiu a eterna apaixonada pelos palcos ao site Memória Globo.

Com uma carreira tão brilhante e rica, não poderíamos de deixar de homenagear essa grande mulher e atriz que é a Glória Menezes. Uma brasileira que sempre nos orgulhou muito.

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Zagallo: uma lenda brasileira

 

Por Luhan Alves (Com supervisão de Claudia Mastrange)

Se tem um brasileiro que deu muito orgulho para o povo brasileiro esse foi Mário Jorge Lobo Zagallo. Ex-futebolista e técnico, Zagallo fez história no futebol e marcou seu nome como um dos maiores no esporte. Ele detém o recorde de títulos das Copas do Mundo em geral, sendo duas como jogador (1958 e 1962), uma como treinador (1970) e outro como coordenador técnico (1994).

Zagallo nasceu em Atalaia, Alagoas, no dia 9 de agosto de 1931. A carreira do Velho Lobo começou em 1948, no juvenil do América Futebol Clube. Vestindo a camisa 10, jogou os torneios de 1948 e 1949, quando se transferiu para o Flamengo. E em 1950, passou a integrar as categorias de base do rubro-negro carioca.

Pelo Fla, foi tricampeão carioca em 1953, 1954 e 1955.  Em 1958 foi para o Botafogo, onde conquistou o bicampeonato carioca em 1961 e 1962 e jogou ao lado de grandes nomes do futebol, como Nilton Santos, Garrincha e Didi.

Foi convocado para a Seleção Brasileira e disputou a Copa do Mundo na Suécia, em 1958, vencida pelo Brasil em 29 de junho de 1958, na final contra a anfitriã, a Suécia. Em 1962, na Copa do Mundo no Chile, mais uma vez integrou a equipe que junto com muitos outros jogadores da Copa de 1958, conquistou o bicampeonato brasileiro.

Em 1970, faltando dois meses para a Copa do México, Zagallo foi convidado para ser o treinador da Seleção Brasileira, substituindo João Saldanha, que tinha dirigido o Brasil nas eliminatórias. Na final, o Brasil derrotou a Itália por 4 x 1, com uma equipe considerada por muitos como a melhor de todos os tempos.

Em 1991, Zagallo foi convidado pelo técnico Carlos Alberto Parreira para ser o coordenador técnico da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo que seria realizada nos Estados Unidos em 1994, onde o Brasil conquistou o tetracampeonato.

O número 13 esteve sempre presente na vida de Zagallo. Ele revelou que deve essa obsessão à sua mulher que era devota de Santo Antônio, comemorado no dia 13 de junho. Seu casamento com a professora Alcina foi realizado no dia 13 de janeiro de 1955.

Leia Também: Zagallo é vacinado contra a Covid-19 aos 89 anos no Rio

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Zico: um dos maiores ídolos de todos os tempos

 

Arthur Antunes Coimbra nasceu no dia 03 de março de 1953 no Rio de Janeiro. Para os amantes do futebol esse nome é bem conhecido, todos os conhecem como Zico. É oriundo de uma família de craques, entre eles Edu, que jogou no América nos anos 60 e 70. O Galinho de Quintino, como também é chamado, é o maior jogador de todos os tempos do Clube de Regatas do Flamengo.  Atualmente é diretor técnico do Kashima Antlers, clube do Japão em que jogou e esteve na direção por um bom tempo.

Zico chegou ao Flamengo nos anos 70 e fez história no clube. Pelo rubro-negro carioca ele marcou 508 gols (maior artilheiro do clube) em 730 partidas disputadas entre 1972 e 1989. O franzino e pequeno carioca foi submetido a um trabalho especial para fortalecer sua musculatura e assim ganhar realmente chance no time profissional.

Habilidoso, Zico era um meia diferenciado. Ótimo cobrador de faltas, preciso nos arremates, driblador e bom lançador, ele se tornou um dos maiores craques do Brasil nos anos 70 e 80. O craque conquistou sete vezes o título Estadual (1972, 1974, 1978, 1979, 1979 Especial, 1981 e 1986), três vezes o Campeonato Brasileiro (1980, 1982 e 1983), a Copa União (1987), além da Libertadores da América (1981) e do Mundial Interclubes (1981).

Zico levantando a taça do Mundial de 1981 diante do Liverpool Foto: Reprodução/Duda Oliveira

Na Seleção Brasileira jogou entre os anos de 1976 e 1986, marcando 67 gols em 89 partidas. Disputou três copas do mundo, em 1978 na Argentina, em 1982 na Espanha e em 1986 no México, mas não levantou nenhuma taça. Muitos entendem que Zico é um “injustiçado” por não ter um título mundial com a seleção. Em 1982, ele esteve bem perto da conquista, mas o Brasil, que era sensação do Mundial da Espanha, foi derrotado pela eficiente Itália do implacável Paolo Rossi, autor dos três gols da Azzurra na vitória por 3 a 2.

Fora dos gramados, Zico esteve atuando em bastante coisa. Além de ter um cargo no Kashima, ele já foi treinador da Seleção do Japão e do Iraque, treinou o Al-Gharafa, do Catar e já atuou como Diretor de futebol do Flamengo em 2010. Ele também foi comentarista do Esporte Interativo e atualmente conta com um canal no Youtube chamado “Canal Zico 10”, onde conta histórias de suas conquistas no futebol e recebe diversos convidados para um bate papo descontraído.

Apesar de ser o maior ídolo do Flamengo, Zico conquistou com seu carisma e representatividade dentro e fora dos gramados, a idolatria e o reconhecimento de muitos brasileiros. Ele merece todas as homenagens e o carinho de todos.

Luhan Alves (Com supervisão de Claudia Mastrange)