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eSports Jonathan Oliveira | eSports

Ubisoft divulga nota sobre o Six Invitational e diz que avalia situação de brasileiros

A empresa Ubisoft, organizadora do campeonato de eSports Six Invitational, divulgou uma nota nesta terça-feira (20) em que fala sobre a autorização para o início da competição deste ano e a situação dos brasileiros, que ainda não sabem se vão poder participar do torneio, por causa da pandemia.

O governo francês liberou a realização do evento em Paris, de 11 a 23 de maio, porém, no último dia 13 de abril, as autoridades locais suspenderam os voos entre o Brasil e a França, o que pode deixar os brasileiros de fora.

Na nota, a Ubisoft não cita se as equipes brasileiras vão de fato poder participar do evento, e os jogadores brasileiros mais uma vez ficam de mãos vazias sem resposta para o que vai acontecer.

Confira a nota divulgada pela Ubisoft sobre o Six Invitational 2021:

“Desde o adiamento do Six Invitational no começo deste ano, nosso time tem trabalhado duro para avaliar todas as possibilidades para a “Edição de Maio” do SI 2021, com o objetivo de termos a participação de todas as 20 equipes qualificadas para a competição.

No dia 8 de abril, nós fomos autorizados pelo governo e autoridades locais francesas para realizar a competição em Paris, de 11 a 23 de maio, sem público presente e seguindo todas as estritas normas sanitárias. Os playoffs serão organizados no Palais Brongiart, um centro histórico no coração de Paris.

No dia 13 de abril, o governo francês anunciou que voos entre Brasil e França foram suspendidos até segunda ordem. Tendo em vista esse novo problema, estamos avaliando todas as possibilidades para garantir que FaZe Clan, MIBR, Ninjas in Pyjamas, Team Liquid, Team oNe eSports e FURIA Esports, possam competir no Six Invitational contra todas as outras regiões. Enquanto tomamos um pouco de tempo para olharmos todas as opções e suas especificidades, nós agradecemos por todo o seu apoio e paciência.

Mais informações serão comunicadas em breve, incluindo uma sobre medidas de Saúde e Segurança, baseadas nas ultimas exigências das autoridades locais. A saúde e a segurança dos jogadores, parceiros e equipes de trabalhadores envolvidos no Six Invitational é a nossa principal prioridade e qualquer mudança na atual situação está sendo monitorada para que ações apropriadas sejam executadas. Estamos dedicados a realizar o melhor Six Invitational possível”.

Vamos aguardar outro esclarecimento da Ubisoft. Nossa vontade é que o evento ocorra envolvendo os brasileiros.

Jonathan Oliveira
Designer gráfico, fotógrafo e diagramador do Jornal DR1
jonathanoliveira@jornaldr1.com.br

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Carlos Augusto | Opinião Diário do Rio Notícias do Jornal

A harmonia entre os poderes: um campo minado pelo STF

Desde o início do mandato do atual presidente Jair Bolsonaro, os ministros do STF têm tomado iniciativas “jurídicas” intervindo nos outros poderes constituídos e eleitos democraticamente – executivo e legislativo. São inúmeras intervenções e a mais recente foi a determinação do ministro Luís Roberto Barroso, dirigida ao presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, para instalar uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar ações e omissões do governo federal no combate à pandemia da Covid-19.

A decisão atendeu pedido feito pelos senadores do Cidadania Alessandro Vieira (RS) e Jorge Kajuru (GO), que, ao invés de buscar solucionar as questões na própria Casa, recorreram ao STF desnecessariamente.

O ministro Barroso, no alto de sua “autoridade” sem limites, ao invés de tratar o assunto nos termos constitucionais, ou seja, nos princípio da independência entre os poderes, se arvorou em baixar uma determinação inconstitucional para instalação da CPI. E o presidente do Senado, acovardado, “bateu continências” e se prontificou a encaminhar a determinação. Obviamente, o presidente senador deveria ter respondido ao ministro Barroso que não acataria tal determinação, pois está carece de legitimidade e rompe com a independência harmônica dos poderes.

Na verdade, o que temos hoje é, de um lado, um desrespeito aos termos constitucionais praticados pelos 11 ministros do STF (que consome por ano mais de R$ 1 bilhão dos cofres públicos) e, do outro, 81 senadores e 513 deputados federais acovardados, que consomem cerca de R$ 12 bilhões por ano.

Que estamos sendo governados pelo STF, lamentavelmente não há a menor sombra de dúvidas. O povo, em decorrência da pandemia, está desmobilizado e acuado, pois sabemos que em condições normais já teriam mudado toda essa situação repressiva (intimidações, cerceamento do direito de liberdade de ir e vir, de opinião, censura, prisões etc). Estamos vivendo um regime de exceção – lei de segurança nacional, estado de sítio, toque de recolher, com prefeitos e governadores com poderes também ilimitados garantidos pela irresponsabilidade dos ministros do STF.

A nossa Constituição é clara ao “assegurar o exercício dos direitos sociais e individuais, a liberdade, a segurança, o bem-estar, o desenvolvimento, a igualdade e a justiça como valores supremos de uma sociedade fraterna, pluralista e sem preconceitos, fundada na harmonia social e comprometida, na ordem interna e internacional, com a solução pacífica das controvérsias”.

E mais ainda, no Art. 2º, se determina que os “Poderes da União” são independentes e harmônicos entre si: o Legislativo, o Executivo e o Judiciário.

Já o Art. 52 diz que “Compete privativamente ao Senado Federal”:

I –  Processar e julgar o Presidente e o Vice-Presidente da República nos crimes de responsabilidade, bem como os Ministros de Estado e os Comandantes da Marinha, do Exército e da Aeronáutica nos crimes da mesma natureza conexos com aqueles;

II – Processar e julgar os Ministros do Supremo Tribunal Federal, os membros do Conselho Nacional de Justiça e do Conselho Nacional do Ministério Público, o Procurador-Geral da República e o Advogado-Geral da União nos crimes de responsabilidade;

Donde se conclui que o Congresso Nacional, em particular o Senado Federal, é plenamente legítimo para ditar as normas, cumprir e fazer cumprir os preceitos constitucionais.

A tal CPI vai ser instaurada em plena pandemia, quando deveríamos estar todos concentrados no combate à Covid-19 e salvando vidas. A política dos congressistas, dos partidos políticos e dos ministros do STF tem dominado o cenário e se sobressaído ao combate à pandemia. Nesse caso, não se tendo outras alternativas, a CPI deverá ser estendida aos Estados e Municípios. Ao menos é o que todos esperam.

Carlos Augusto (Carlão)
Jornalista, sindicalista e advogado

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Carlos Augusto | Opinião Diário do Rio

Opinião: Dinheiro vermelho para luta política sindical

Muito embora a grande imprensa não tenha dado muita importância (e sabemos porquê), cabe destacar que o movimento sindical Chinês, através da Federação Nacional dos Sindicatos da China (ACFTU – All-China Federation of Trade Unions), à pedido do Fórum das Centrais Sindicais, composta por CSB, CUT, Força Sindical, UGT, CTB e NCST, doou US$ 300 mil (cerca de R$ 1,74 milhão), para um suposto combate à Covid-19.

Obviamente, a imprensa não deu muita importância, e nem dará, pois sabemos que a grana não se destina ao combate à doença, a menos que as Centrais Sindicais doem esses recursos para os hospitais públicos adquirirem vacinas e insumos destinados aos tratamentos dos doentes. Não há outra opção.

Fato é que o imobilismo e o peleguismo contagiou as lideranças sindicais de tal modo que, desde 2002, com a eleição do Lula, nada fizeram para proteger os direitos dos trabalhadores. Exemplo desse imobilismo foi a falta de enfretamento na “Reforma Trabalhista”, que rasgou literalmente a CLT – Consolidação das Leis do Trabalho de 1943, e o pouco que restou do código virou uma “colcha de retalho”.

Veio a “Reforma Previdenciária” e, novamente, nada foi feito pelo movimento sindical para proteger os trabalhadores prestes a se aposentar e aqueles que futuramente um dia se aposentarão.

Ainda o imobilismo em plena pandemia, em plena anarquia judicial imposta pelos ministros do STF, pelos prefeitos e governadores, governando através de decretos que violam a nossa Constituição no direito de ir e vir, no sagrado direito ao trabalho, quando trabalhadores formais e informais são agredidos, algemados por policiais civis, militares e até guardas municipais, tendo suas mercadorias apreendidas e etc.

Mas o verdadeiro destino dos recursos chineses sabemos qual será. Basta analisar o agradecimento de Antonio Neto, presidente da CSB (Central dos Sindicatos Brasileiros):

“Nós somos muito gratos por esse apoio da Federação Nacional dos Sindicatos da China, que vai permitir que as centrais ajudem milhares de pessoas que estão sofrendo os impactos devastadores da pandemia. Mais uma vez, a solidariedade dos trabalhadores se sobressai às loucuras, ao negacionismo e ao ódio plantados por esse desgoverno genocida e incompetente”, afirmou. E completou: “Esse intercâmbio com o movimento sindical chinês é muito importante para os trabalhadores do Brasil.”

Esta aí o destino dos recursos chineses. Com certeza absoluta, o destino desses recursos, infelizmente, não favorecerá os trabalhadores. Gostaria muito que esses recursos fossem destinados aos hospitais públicos, embora seja uma utopia de minha parte.

A mamata dos congressistas não tem limites

Achando pouco os R$ 12 bilhões que o o Congresso Nacional consome por ano dos cofres públicos, a Câmara dos Deputados, ignorando solenemente a pandemia provocada pela Covid-19, ignorando os mais de 330 mil óbitos desde  o início da pandemia, ignorando os 50 milhões vivendo abaixo da linha da miséria e os 15 milhões de desempregados, reajustou de R$ 50 mil para R$ 135,4 mil o valor do reembolso de despesas de assistência com saúde dos parlamentares, um aumento de 170,8%. A justificativa é que o valor estava defasado.

Enquanto isso o povão, sem hospitais, sem atendimento médico, sem remédios, sem leitos de UTIs, chora pelos mortos.

Que país é esse?!

Carlos Augusto (Carlão)
Jornalista, sindicalista e advogado

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Cultura Notícias Notícias do Jornal Rio Vitor Chimento | Serra

OG Beer: um projeto de requinte, de sofisticação, de qualidade e dedicação

Por Vitor Chimento

Acredita-se que tenha sido  a cerveja, uma das primeiras bebidas alcoólicas   criada pelo ser humano. Já era conhecida pelos sumérios, egípcios, mesopotâmios e iberos, remontando, por ao menos, 6.000a.C. Tábuas de argila testemunham a presença de uma bebida fermentada, elaborada a base de grãos que eram colocados em recipientes com água para protegê-los dos ratos e parasitas, onde ocorria uma espécie de fermentação, originando o que chamavam de Sikaru (pão líquido para os sumérios), bebida forte, apreciada e objeto de diferentes crenças ao longo de sua historia. Então aqui surgi a cerveja, que cada povo produzia a seu jeito, conforme ingredientes e tecnologias que a época permitia. Uma feliz historia que continuou por incontáveis povos, ao redor do mundo, chegando até nós, hoje, radicalmente, modificada.

A fabricação se torna, então, uma arte, particularmente, sutil, da qual os monges se tornaram experts e muitos nomes de Abadias, com isto, atravessaram os séculos. Durante toda a Idade Média a cerveja se espalhou por todo o continente europeu, principalmente, pelo Norte, região dos povos anglo-saxônicos. A bebida, religiosamente, fermentada é nomeada pelos monges “Beer” – cerveja e conhece inúmeros seguidores. Carlos Magno por uma questão de qualidade conferiu aos monges o monopólio da fabricação. Dos séculos 9 ao 14 a cerveja era produzida pelos monges e os leigos envolvidos nesta prática eram obrigados a pagarem, aos monges, um imposto chamado o Direito de Gruyt.

Para descobrir um pouco mais sobre a cerveja , que depois da água e do café, é a terceira bebida mais popular do mundo e  de seu processo de fabricação o Jornal DR 1 foi recebido pelos empresários Ulysses Sobral e Simone de Carvalho , mestres cervejeiros, na sede  da OG Beer, em Miguel Pereira-RJ.

Empresários Ulysses Sobral e Simone de Carvalho, mestres cervejeiros, na sede da OG Beer, em Miguel Pereira. (Foto: Divulgação)

Jornal DR1 – Como surgiu a ideia de fazer cerveja artesanal, a parceria ate a criação da empresa?

Surgiu, naturalmente, em função do crescimento do mercado da cerveja artesanal. Em 2006 participei do curso patrocinado pela Cerva Carioca (Associação dos   Cervejeiros  Artesanais do Rio) que tinha como objetivo divulgar a cultura da cerveja artesanal. Um movimento que renasceu nos Estados Unidos , nas décadas de 80 e 90 , chegando ao Brasil a pouco menos de 20 anos. Sendo que a partir de 2006/2007 foi que as cervejas artesanais tiveram um crescimento significativo, já que o consumidor nacional adquiriu  o habito de apreciar e descobrir os diferentes tipos e sabores. Frequentei, ainda outros cursos, e, a partir dai, comecei a produzir, como robe, a cerveja do nosso consumo e a promover cursos  para os amigos , sempre dentro da filosofia da Associação de divulgar a cerveja artesanal.

A parceria com a empresaria Simone de Carvalho, surgiu, a pouco mais de 4 anos, a partir da boa aceitação da cerveja entre os amigos. Com um foco mais comercial dentro da cerveja artesanal,  nos  cadastramos, junto a Prefeitura, como cervejeiros artesanais e passamos, então, frequentar feiras e eventos regionais, mas, sempre, com produção limitada e dentro daquilo que a legislação permitia fazer. Foi, então, que percebemos que a cerveja era bem aceita no mercado  do artesanal, que decidimos por investira na montagem de uma estrutura de micro cervejaria e ampliarmos, com isto, o nossos horizontes no universo da cerveja artesanal. OG Beer é uma realidade, construída  dentro das normas e requisitos exigidos pela lei. Hoje, totalmente, legalizada com registro do  Ministério da Agricultura, Alvara de licença Sanitária, Licença Ambiental e com um equipamento de primeira linha que permite a execução de todo o processo cervejeiro, com altíssima qualidade.

Jornal DR1 –  Qual o processo básico para se obter como resultado  final um produto, por excelência, de qualidade?

A cerveja artesanal é desenvolvida visando qualidade e diferenciação, o que requer mais atenção em sua produção minuciosa. Basicamente é um produto fermentado e  carbonificado, cuja base são 4 ingredientes: água, lúpulo, malte de cevada e fermento. Dentro desses ingredientes se faz as variações de tipos de cerveja, p.ex. Uma cerveja mais escura requer um malte mais torrado e mais escuro; uma cerveja mais seca requer uma água com pH específico que propicie uma secura no paladar ,etc…. Cada etapa ( receita, separação de ingredientes, quantidade e moagem do malte, quantidade de água, tipo de fermento, tempo de fermentação, maturação, planejamento de fabricação que varia de acordo com o estilo de cerveja, etc) deve ser observada, para que sua produção e resultado final corresponda as nossas expectativas de mestre cervejeiro. É um processo mais lento, pois o período de fermentação  e maturação da cerveja devem ser respeitados já que não utilizamos produtos químicos para acelerá-los. Elas são produzidas com maior quantidade de malte, que as diferenciam das industrializadas que usam,  muita  das vezes, outros cereais para tornar o custo da produção mais barato.

Jornal DR1 – Quais sãos os tipos de cervejas produzidos pela empresa?

A OG Beer tem  hoje em linha 5 cervejas a Premiun American Lager – uma cerveja  clara e de amargor baixo, Vienna Lager – um contraponto a Premiun , de cor alaranjada, encorpada, teor alcoólico maior e com um toque caramelo do malte, German Pielsen – com parâmetros de estilo mais leve e uma exigência de mercado, Belgian Dubbel – cerveja bastante encorpada, forte teor alcoólico, coloração cobre e pouco lupulada e a American Ipa – cerveja bastante lupulada, ou seja, bastante amarga para os padrões normais de consumo, considerada a queridinha dos consumidores de cervejas artesanais. Estas são a que produzimos, normalmente, e que colocamos no mercado. Temos, também, as sazonais que para este inverno teremos a Boker, a Poter que são cervejas escuras e mais encorpadas e a Irish Red, já para este próximo mês. Para os nossos clientes e admiradores de heavy metal, estaremos, em breve, lançando a cerveja Sangue de Bode, uma parceria que fechamos com a banda de Heave Metal Sangue de Bode. Podemos adiantar que será uma cerveja fora dos padrões do PJCP, para atender as características do heavy metal. Fiquem ligados, pois será um super lançamento.

Jornal DR1 –  Simone Carvalho, empresaria e mestre cervejeira.

Ainda não cheguei a este nível de mestre cervejeira, me considero uma aprendiz do Ulisses, meu sócio, que detém o domínio da arte de se fazer uma boa cerveja. Mas a medida do possível e quando o tempo permite vou adquirindo novos ensinamentos, com certeza irei chegar ao titulo. Pode não parecer, mas ser mestre cervejeiros requer muito estudo, dedicação e trabalho. Produzir uma boa cerveja não basta só cozinhar o malte e esta pronta ,são muitos detalhes, cuidados para  não perder a produção e para que não haja  contaminação. Estamos sempre estudando, nos aprimorando para que ao servimos nossos amigos e clientes, termos a certeza de estarmos oferecendo um produto , por excelência, de qualidade.

OG Beer é projeto empreendedor idealizado pelos empresários Ulisses Sobral e Simone de Carvalho que decidiram driblar a crise do país e vencer a pandemia com sutilidade e arte. Os amantes desta bebida,  podem, mediante um agendamento prévio no WhatsApp (024) 988414554, conhecer as instalações da OG Beer e encontrar  suas inspirações degustando um de seus estilos de cerveja num ambiente  bastante acolhedor.

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Aisha Raquel Ali | Tecnologia Diário do Rio Nossa Ideia é Notícias Notícias do Jornal Tecnologia

O Instagram e suas novidades

Não é novidade que umas das redes sociais mais utilizadas no mundo é o Instagram. E, depois de alguns escândalos envolvendo os Apps de Marc Zuckerberg, parece que teremos novidades animadoras em uma de nossas mídias queridinhas.

Visualização de likes – Desde 2019, rede social passou a ocultar quantidade de ‘likes’ nas postagens; somente o dono do perfil tinha acesso ao total. Agora, ver essa informação nos seus posts e nos de outras pessoas será opcional.

De acordo com a rede social, “uma parcela das pessoas poderá decidir qual a melhor opção” entre três disponíveis:

1. Não visualizar o número de curtidas em publicações de outras pessoas (que é a regra atual);

2. Desativar a contagem para suas próprias publicações;

3. Manter a experiência original, exibindo o número total de curtidas em ambos.

Instagram Lite – Versão mais leve do Instagram para Android chega ao Brasil nesta semana. O Instagram Lite, como é chamado, ocupa somente 2 MB na memória do smartphone e promete consumir menos internet. O app tradicional tem cerca de 30 MB ao ser baixado – ou 93% maior.

O Instagram apontou que 23% das pessoas na América do Sul se conectam na internet utilizando redes 2G, que são muito mais lentas do que a internet 4G.

Conteúdos sobre tratamentos sem comprovação científica – Facebook e Instagram terão novos alertas com selos em conteúdos sobre tratamentos sem comprovação científica. Os novos rótulos chegarão às redes sociais nas próximas semanas, utilizando como fonte a Organização Mundial da Saúde (OMS) com o seguinte comunicado: “Alguns tratamentos COVID-19 não aprovados podem causar danos graves”.

Usuários poderão solicitar remoção de conteúdos para Comitê de Supervisão – Usuários do Instagram poderão pedir ao conselho de supervisão independente da empresa a revisão de conteúdos deixados nas plataformas. Anteriormente, apenas o comitê podia fazer esse tipo de solicitação.

Estamos vendo o trabalho árduo dos administradores por uma comunidade mais inclusiva. Esperemos por novidades.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

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Destaque Diário do Rio Meu Emprego | Alan Alves Notícias Notícias do Jornal

Rio tem mais de 3 mil vagas de emprego e estágio

Mais de 3 mil oportunidades de emprego e estágio estão abertas em diversas regiões do estado do Rio de Janeiro. Tem vagas para diferentes funções e níveis de escolaridade. Confira:

Sine tem 876 vagas

O Sine está com 876 oportunidades para diversas regiões. No Norte Fluminense, há 350 oportunidades 10 perfis profissionais, entre eles eletricista de manutenção e operação, instrumentista e mecânico de manutenção escalador. Na Região Metropolitana, são 380 oportunidades, sendo 210 somente para operador de telemarketing ativo, 35 para consultor de vendas, 15 para açougueiro etc. NA Região Serrana, há 116 vagas para açougueiro, ajudante de cozinha, vigia e outros. Já no Médio Paraíba, são 30 vagas, sendo sete para caldeireiro, seis para soldador, três para instalador e outros.

Os candidatos devem ser cadastrados no Sine e realizar a consulta de maneira presencial em uma unidade ou através dos canais digitais: empregabrasil.mte.gov.br ou aplicativo Sine Fácil.

Estágio

A Fundação Mudes está com 298 vagas abertas, sendo 282 delas de estágio, nos níveis superior, médio e técnico. Há ainda 10 vagas para pessoas com deficiência (PCD) e seis para jovem aprendiz. A remuneração pode chegar a R$ 2.440. Para se candidatar, basta acessar o site www.mudes.org.br. Tem oportunidade também pelo CIEE Rio, que oferece 1.983 vagas em todo o estado. O cadastro deve ser feito pelo site www.ciee.org.br.

Comunidade Católica

A Comunidade Católica Gerando Vidas anunciou vagas para: atendente e caixa, em rede de fast food, na zona oeste, vendedor (telecomunicações), técnico em enfermagem, auxiliar de serviços gerais, jovem aprendiz, auxiliar de contabilidade, recepcionista, auxiliar de atendimento hospitalar, copeiro hospitalar, recepcionista hospitalar, faxineiro predial, jardineiro, vigia noturno, motorista B, entre outros. Os formulários para inscrição podem ser acessados nas páginas da Comunidade no Facebook e Youtube.

Dúvidas e sugestões?
Entre em contato pelo e-mail: alan.alves@jornaldr1.com.br

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Diário do Rio Marynês Meirelles | Direto ao Ponto Notícias Notícias do Jornal

Direto ao ponto: entubado ou intubado?

Ana Paula assistia ao jornal na televisão quando leu a legenda: “Após 15 dias de intubação, Sílvia acaba de retornar para a sua casa.”

Veio a dúvida na mesma hora. Intubar ou entubar? A todo momento escutamos e lemos esta notícia várias vezes ao dia e esta dúvida ficou na sua cabeça. Sempre achou que o correto seria entubar.

Perguntou à seu irmão Tobias, que é um craque nestas questões e ele respondeu:

– As duas formas estão corretas, porém intubar, com i, é mais utilizado na medicina.

– Explicado. Valem as duas formas. Mas, qual é a diferença? Quando usar uma ou outra?

Direto ao ponto

O dicionário registra as duas palavras:

  • Entubar = dar forma de tubo.
  • Intubar = introduzir um tubo; introduzir uma cânula na traqueia. É esse o verbo usado na medicina.

No Novo Dicionário Aurélio da Língua Portuguesa, no sentido usado em medicina, intubar significa introduzir um tubo em uma cavidade. Ex: O médico intubou o paciente. O mesmo dicionário reserva entubar para “dar feição de tubo”.

Marynês Meirelles
Pedagoga e professora de Língua Portuguesa. Pós graduada  em Educação Infantil  e com MBA em Responsabilidade Social (UFF) e Gestão Ambiental (UGF). Mestra na área de saúde e Meio Ambiente (UNIPLI). É sócia proprietária da Essencial Creche Escola na Barra da Tijuca. Trabalha como produtora cultural do programa Sábado é Show na Rádio Bandeirantes onde tem o quadro “Toque Show”, dando dicas da Língua Portuguesa.

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Diário do Rio Notícias Notícias do Jornal Social Sociedade

Declaração Universal dos Direitos Humanos

Três anos depois da liberação de Auschwitz, nascia a Declaração Universal dos Direitos Humanos. Nasceu da tragédia da 2ª Guerra Mundial, nasceu em decorrência dos regimes totalitários, nasceu da necessidade do homem de resguardar os seus direitos. A declaração delineia os direitos humanos básicos, foi adotada pela ONU em 10 de dezembro de 1948 e escrita principalmente por um canadense, porém contando com a ajuda de várias pessoas de todo mundo.

O objetivo da declaração é propor um ideal comum a ser atingido por todos os povos e nações, com objetivo de que cada indivíduo e cada órgão da sociedade, tendo sempre em mente esta declaração, se esforcem através do ensino e da educação para promover o respeito a esses direitos.

Nos 30 artigos, estão listados os direitos básicos para promoção de uma vida digna para todos, independente de nacionalidade, cor, sexo e orientação sexual, política e religiosa. A declaração é o marco normativo que serve de pressuposto para as condutas estatais e dos cidadãos. Os princípios nela contidos têm a função de inspirar e balizar o comportamento dos indivíduos. E são esses princípios que tanto precisando seguir, adotar, praticar e vivenciar. Vejamos a seguir o que dizem os 10 primeiros artigos da declaração tão fundamental para o direito humano:

Artigo 1: Todos os seres humanos nascem livres e iguais em dignidade e direitos. São dotados de razão e consciência e devem agir em relação uns aos outros com espírito de fraternidade.

Artigo 2: Todo ser humano tem capacidade para gozar os direitos e as liberdades estabelecidos nesta Declaração, sem distinção de qualquer espécie, seja de raça, cor, sexo, língua, religião, opinião política ou de outra natureza, origem nacional ou social, riqueza, nascimento, ou qualquer outra condição; Não será também feita nenhuma distinção fundada na condição política, jurídica ou internacional do país ou território a que pertença uma pessoa, quer se trate de um território independente, sob tutela, sem governo próprio, quer sujeito a qualquer outra limitação de soberania.

Artigo 3: Todo ser humano tem direito à vida, à liberdade e à segurança pessoal.

Artigo 4: Ninguém será mantido em escravidão ou servidão; a escravidão e o tráfico de escravos serão proibidos em todas as suas formas.

Artigo 5: Ninguém será submetido à tortura, nem a tratamento ou castigo cruel, desumano ou degradante.

Artigo 6: Todo ser humano tem o direito de ser, em todos os lugares, reconhecido como pessoa perante a lei.

Artigo 7: Todos são iguais perante a lei e têm direito, sem qualquer distinção, a igual proteção da lei. Todos têm direito a igual proteção contra qualquer discriminação que viole a presente Declaração e contra qualquer incitamento a tal discriminação.

Artigo 8: Todo ser humano tem direito a receber dos tribunais nacionais competentes remédio efetivo para os atos que violem os direitos fundamentais que lhe sejam reconhecidos pela constituição ou pela lei.

Artigo 9: Ninguém será arbitrariamente preso, detido ou exilado.

Artigo 10: Todo ser humano tem direito, em plena igualdade, a uma justa e pública audiência por parte de um tribunal independente e imparcial, para decidir seus direitos e deveres ou fundamento de qualquer acusação criminal contra ele.

Vamos praticar o discurso. Fique de olho!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br

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Caroline Rodrigues Ribeiro | História e Política Notícias do Jornal

No embate isolamento social x economia quem perde é o povo

 

Por: Carolina Rodrigues Ribeiro (Graduada em História pela Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro e pós-graduada em Ciências Políticas pela Universidade Cândido Mendes) 

Em meio a maior crise sanitária da história, muitas questões têm surgido para embate público. Dentre elas, as ações de prevenção e controle da disseminação do coronavírus, com formas de distanciamento social menos ou mais rígidas e medidas de caráter econômico visando a manutenção da capacidade financeira de empresas e auxílio aos trabalhadores.

Medidas restritivas mais rígidas têm sido adotadas. Mas o forte impacto econômico, sobretudo o agravamento do desemprego e da fome, evidenciam a necessidade de superação do maniqueísmo isolamento social versus economia e a adoção de medidas que, de fato, garantam segurança física e financeira à população.

Com a pandemia, houve um salto na taxa de pobreza extrema no Brasil, com cerca de 27 milhões de pessoas vivendo em situação de miséria e insegurança alimentar grave, segundo dados da FGV. De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Data Favela, em parceria com a Locomotiva – Pesquisa e Estratégica e a Central única das Favelas, com o fim do auxílio emergencial, 68% dos moradores de 76 favelas brasileiras não tem dinheiro para comprar comida. Tais dados apontam para a necessidade da intervenção estatal na economia como forma de mitigar os danos provocados pela crise sanitária. Na ausência de políticas públicas contundentes, quaisquer medidas restritivas rígidas serão insuficientes e incorrerão no agravamento da situação.

Ou seja, ao invés de apelarmos a um moralismo sanitário que busca culpabilizar a população, principal vítima da péssima gestão da pandemia, o apelo deve ser direcionado à responsabilização do Estado na contenção da crise, garantindo a implementação de medidas macroeconômicas emergenciais eficientes, como a criação de linha de crédito emergencial com taxas atrativas para pequenas e medias empresas, efetivação de um programa de renda universal decente – que viabilize a adoção das medidas profiláticas necessárias -, bem como a mobilização prioritária de recursos orçamentários para o sistema de saúde e para compra de vacinas.

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Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias do Jornal

Empréstimo bate recorde na pandemia: como evitar o endividamento?

 

Diante da pandemia causada pelo novo coronavírus, a situação econômica se agravou para muitas famílias e motivou a busca por crédito no mercado. É por isso que o empréstimo da pandemia aumentou 113%, em comparação ao volume de outros anos.

No entanto, uma situação de crise como essa exige atenção tanto de pessoas físicas quanto jurídicas. É preciso estar preparado para superar adversidades e manter as contas em dia.

Por isso, neste artigo você poderá descobrirá como anda a situação financeira das famílias e aprenderá a evitar o endividamento. Confira!

Como anda a situação do empréstimo na pandemia?

Em 2020, mais de 50% dos brasileiros pediram um empréstimo pessoal para quitar dívidas atrasadas ou pendentes. Com a suspensão ou redução dos salários, muitos encontraram no crédito uma solução para atender seus compromissos financeiros.

O empréstimo bancário atingiu um volume de  mais de  R$ 4 trilhos — sendo a maior alta em 30 anos. Além disso, foi aprovada uma ampliação da margem consignável para empréstimos do tipo. De 35%, o valor a ser comprometido passou a ser de 40%.

O agravamento da pandemia e da situação econômica acabou levando o endividamento das famílias a níveis recordes. Em novembro de 2020, as dívidas alcançaram 51% da renda acumulada pelas famílias nos 12 meses anteriores. Assim, os dados são alarmantes.

Dicas para evitar o endividamento

Elabore um planejamento financeiro

O controle financeiro é um passo essencial para manter as contas em dia, sem débitos que causem problemas. Portanto, crie um planejamento financeiro que parta das suas possibilidades e limitações. Isso vale tanto para empresas quanto para famílias.

Cuide da organização das finanças

Depois de se planejar, com seus objetivos e metas, procure compor um orçamento completo. Ele deve prever a distribuição dos seus recursos para otimizar o uso do dinheiro.

É fundamental ter acompanhamento, controle e registro desse orçamento. Quanto mais informações forem coletadas, mais fácil será tomar boas decisões e evitar dívidas.

Crie uma reserva financeira

Contando com imprevistos, o ideal é montar uma reserva financeira — chamada de reserva de emergência para as pessoas e de capital de giro para empresas.

Tente manter a saúde financeira

Não há segredos para sair das dívidas ou evitar o endividamento. É preciso ter disciplina financeira e se preparar para dificuldades. Assim, você poderá enfrentar problemas sem recorrer ao crédito ou atrasar suas contas.

Busque a educação financeira para manter a saúde das suas finanças. Caso você precise quitar dívidas agora, considere fontes de renda extra até se organizar melhor. Depois, lembre-se de manter hábitos positivos e uma reserva de patrimônio.

Os pedidos de empréstimo na pandemia cresceram substancialmente, o que aumentou o endividamento das famílias. Para proteger as finanças pessoais ou empresariais, vale a pena colocar essas dicas em prática, mantendo o orçamento sempre em ordem!

O que você tem feito para cuidar bem da sua vida financeira?

Janaína Macedo Calvo

Doutoranda em Administração e Sustentabilidade, Economista, Professora da FGV,  autora e palestrante.

Foto: Pixabay