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Aisha Raquel Ali | Tecnologia Diário do Rio Notícias do Jornal Tecnologia

Grasshopper: Google traz ao Brasil ensino gratuito de programação

No último 8 de junho, o Google lançou no Brasil uma versão do aplicativo que tem como intuito ensinar programação, até mesmo para iniciantes. Chamado Grasshopper, ele já pode ser encontrado para PC ou como aplicativo para dispositivos Android e lá você aprende a montar sites, criar animações, entre outras técnicas.

O programa, que foi criado por uma equipe do próprio Google chamada “Area 120” não é novo. Ele foi feito lá em 2018, sendo lançado aqui em nosso país só agora. De acordo com a companhia, o lançamento para o Brasil tem como objetivo “remover as barreiras que limitam o acesso à educação e preparar adultos e jovens para carreiras que utilizam a programação”.

A empresa afirmou que essa é uma oportunidade importante, já que o conhecimento em programação se tornou essencial para os profissionais do futuro.

“Programar está se tornando uma habilidade essencial no mercado de trabalho, e queremos que todos possam aprender sobre isso”, afirmou Susana Ayarza, diretora de marketing do Google.

O Grasshopper integra o programa Cresça com o Google, que reúne programas da marca que são voltados para o desenvolvimento de pessoas e negócios.

As aulas são realizadas através de uma metodologia interativa. Assim, o usuário consegue aprender com ajuda de quebra-cabeças visuais, entre outros recursos. A plataforma permite que as pessoas tenham acesso a lições sobre como criar animações com JavaScript, resolver problemas com códigos e até construir sites com HTML e CSS.

O aplicativo já foi utilizado por pelo menos 1 hora por mais de 1 milhão de pessoas desde que foi lançado em 2018. O Google lembrou, ainda, que o Grasshopper tem ajudado na inclusão de mulheres no setor de tecnologia. Inclusive, o nome da ferramenta foi dado em homenagem a Grace Hopper, uma das pioneiras na programação de computadores.

A principal novidade é que agora os brasileiros terão todas as instruções, incluindo suporte e feedback em seu idioma nativo. Isso porque o conhecimento em tecnologia é essencial para o futuro.

De acordo com a McKinsey, até 2030, o país precisará de 1 milhão de profissionais nesta área. Sendo assim, as oportunidades em programação aparecem como um dos caminhos neste cenário, atraindo cada vez mais as pessoas que acabam direcionando suas carreiras para desenvolverem o lado de programador.

Um estudo recente do Google com a consultoria Bain & Company demonstrou que no Brasil, em média 30% dos desenvolvedores vieram de outras atividades. Do total, 80% dizem que houve melhoria na qualidade de vida e também na perspectiva de crescimento. Enquanto metade diz que recomendaria a carreira para seus amigos.

Por último, mas não menos importante, é válido lembrar que ao final de cada curso escolhido no Grasshoper haverá um certificado no final. Não podemos esquecer que a Iniciativa é realmente boa, vale a pena tirar 5 minutinhos do seu dia (no app há um espaço de lembrete com horários para dias seguidos ou alternados, flexionando o seu aprendizado de acordo com a sua agenda semanal) e aprender uma nova profissão. Fica a Dica.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

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eSports Jonathan Oliveira | E-Sports Jonathan Oliveira | eSports Notícias do Jornal

É o Free Fire

Vai dizer que nunca ouviu falar no Free Fire? Ainda não existe um lugar que você esteja onde não consiga escutar sobre esse jogo. É um dos maiores fenômenos mobile do mundo. Caso ainda não tenha ouvido falar sobre Free Fire, então se prepara que vou dar uma palinha para vocês.

Free Fire é um jogo mobile de Tiro, Ação e Aventura, do gênero Battle Royale, desenvolvida pela Vietnamita, 111dots Studio e tendo como sua principal publicadora a Garena. Seu primeiro aparecimento foi em novembro de 2017, com o beta aberto e lançado para todos os sistemas operacionais de celular (Android e iOS) em dezembro de 2017.

O jogo segue o padrão do Battle Royale. Você tenta sobreviver até ser o último vivo da partida para conseguir ganhar. É notável a inspiração para o desenvolvimento do Free Fire em cima do PUBG, que foi o prodígio do gênero para os mobiles.

Free Fire consiste totalmente a um público geral. O jogo, em si, é bastante leve e acessível. E é notável que os grandes usuários do jogo são o público infantil. E quando chegou, em 2018, o jogo já se tornou uma febre mundial, sendo o mais baixado do Google Play Store (Android) e da App Store (iOS).

Já sendo referência em todo o mundo, não demorou muito para que entrasse para o mundo do eSports. No Brasil, o seu primeiro campeonato começou em 2018, entre 15 e 24 de setembro, com o nome de Copa do Brasil de Free Fire, com mais de 800 equipes participando. Sim, isso é muita gente jogando. Tivemos outro campeonato nacional estreado pela Brasil Game Show (BGS), a Brasil Game Cup, no mesmo ano, em 14 de outubro. Em 2019, tivemos o nosso primeiro campeonato mundial do game: o Free Fire Wold Cup 2019, que ocorreu em Bangkok, na Tailândia.

Em 2020, devido à pandemia, a segunda edição do torneio mundial teve que ser cancelada. Seria sediado no Brasil. Para evitar perder um ano de campeonato, o evento foi substituído pelo Free Fire Continental Series, totalmente online, funcionando como uma libertadores. Na região da América Latina, tivemos uma campeã brasileira nas mãos da Team Liquid. O Brasil hoje tem uma liga totalmente nacional que é a LBFF (Liga Brasileiro de Free Fire), o torneio mais querido dos brasileiros.

Não conhecia o Free Fire? Não perca tempo.

Jonathan Oliveira
Designer gráfico, fotógrafo e diagramador do Jornal DR1
jonathanoliveira@jornaldr1.com.br

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Notícias do Jornal Social Sociedade

ODS 6: Água limpa e saneamento

Garantir disponibilidade e manejo sustentável da água e saneamento para todos. Esse é o 6º Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU).

A água está no centro do desenvolvimento sustentável e das suas três dimensões – ambiental, econômica e social. Os recursos hídricos, bem como os serviços a eles associados, sustentam os esforços de erradicação da pobreza, de crescimento econômico e da sustentabilidade ambiental. O acesso à água e ao saneamento importa para todos os aspectos da dignidade humana: da segurança alimentar e energética à saúde humana e ambiental.

A escassez de água afeta mais de 40% da população mundial, número que deverá subir ainda mais como resultado da mudança do clima e da gestão inadequada dos recursos naturais. É possível trilhar um novo caminho que nos leve à realização deste objetivo, por meio da cooperação internacional, proteção às nascentes, rios e bacias e compartilhamento de tecnologias de tratamento de água.

Até 2030 precisamos apoiar e fortalecer a participação das comunidades locais, para melhorar a gestão da água e do saneamento; ampliar a cooperação internacional e o apoio ao desenvolvimento de capacidades para os países em desenvolvimento em atividades e programas relacionados a água e ao saneamento, incluindo a coleta de água, a dessalinização, a eficiência no uso da água, o tratamento de efluentes, a reciclagem e as tecnologias de reuso; proteger e restaurar ecossistemas relacionados com a água, incluindo montanhas, florestas, zonas úmidas, rios, aquíferos e lagos.

Implementar a gestão integrada dos recursos hídricos em todos os níveis, inclusive via cooperação transfronteiriça; aumentar substancialmente a eficiência do uso da água em todos os setores e assegurar retiradas sustentáveis e o abastecimento de água doce para enfrentar a escassez de água, e reduzir substancialmente o número de pessoas que sofrem com a escassez de água; melhorar a qualidade da água, reduzindo a poluição, eliminando despejo e minimizando a liberação de produtos químicos e materiais perigosos, reduzindo à metade a proporçãode águas residuais não tratadas, e aumentando substancialmente a reciclagem e reutilização segura globalmente.

Alcançar o acesso a saneamento e higiene adequados e equitativos para todos, e acabar com a defecação a céu aberto, com especial atenção para as necessidades das mulheres e meninas e daqueles em situação de vulnerabilidade; alcançar o acesso universal e equitativo à água potável, segura e acessível para todos. Podemos e devemos fazer a nossa parte.  É possível!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br

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Carlos Augusto | Opinião Notícias do Jornal Política

Que país é esse?!

Iniciarei esse artigo abordando a sangria de recursos públicos injustificáveis perante a situação de miséria pela qual passam mais de 50 milhões de brasileiros e 15 milhões de desempregados, somados às quase 500 mil mortes pela pandemia da Covid-19. Com a grana desviada no escândalo do “Petrolão”, totalizando R$ 88 bilhões, seria possível vacinar 717 milhões com a Coronavac, 738 milhões com a vacina da Pfizer e 2.380 milhões com a da Astrazeneca.

No Brasil, o povão com renda mensal de R$ 1.100,00 tem seus parcos recursos saqueados para prover os bolsos daqueles que recebem mais de R$ 28 mil (1% mais rico do Brasil – juiz, parlamentares, promotores, ministros de estado, militares, entre outros), e segundo dados divulgados por uma certo parlamentar, cerca de 8 mil juízes ganham mais de 100 mil reais por mês.

Em pesquisa divulgada pela “Revista Oeste”, de 03/07/2020, em 2019, o Supremo Tribunal Federal custou aos cofres públicos cerca de R$ 698,9 milhões. Foram R$ 58,2 milhões por mês. Ou R$ 1,94 milhão por dia. Ou R$ 80,8 mil por hora. Ou R$ 1.348,18 por minuto. Ou, ainda, inacreditáveis R$ 22,40 por segundo.

“A totalidade da estrutura do Poder Judiciário consumiu 49.9 bilhões de reais, em uma estrutura composta de 91 instituições, empregando mais de 450 mil funcionários distribuídos em cinco tribunais superiores: o STF, o STJ, o TST, o TSE e o STM. Desse valor, R$ 35.257.228.449,00 (70% do total) foi destinado para o pagamento de salários do funcionalismo. Outros R$ 2.340.161.142,00 para o custeio de benefícios, como auxílio-moradia, vale-alimentação, diárias, passagens, entre outros penduricalhos que engordam os ordenados dos servidores.”

A Justiça do Trabalho é a mais cara. Em 2019, foram necessários R$ 21,5 bilhões do bolso dos pagadores de impostos para financiá-la — são R$ 102,88 por brasileiro. Só o Tribunal Superior do Trabalho, onde trabalham 2,1 mil servidores, custou R$ 1,3 bilhão. Cada um dos 27 ministros recebe R$ 37,7 mil por mês. Juntos, custam R$ 1,017 milhão mensal, ou R$ 13,2 milhões por ano.

A Justiça Eleitoral, para manter os 4,8 mil funcionários e os encargos sociais, consumiu R$ 8,6 bilhões, gastos com salários, benefícios, fundo partidário e demais despesas ordinárias discricionárias dos tribunais regionais, em 2019.

No STF, com a soma dos salários dos 11 ministros e quase 2.000 funcionários (ativos e inativos) e gastos com infraestrutura, em 2019, a Corte Suprema gastou o equivalente a cerca de 670 mil salários mínimos. Cada ministro recebe cerca de R$ 39.293,32 por mês.

A Justiça Militar recebeu R$ 575.292.763,00 em 2019. Desse valor, R$ 347.627.037,00 foram destinados para o Superior Tribunal Militar (STM). A corte tem 15 ministros, com salário de R$ 37.328,65 cada um. Por mês, eles custam R$ 484.900,00. Ou R$ 6.303.700,00 por ano. Seus 700 funcionários, mais os encargos sociais, consumiram R$ 261.821.987,73, dos quais R$ 50.041.315,96 foram direto para o bolso dos pensionistas.

Os gastos do Poder Legislativo Nacional

A Câmara dos Deputados composta por 513 representantes eleitos consumiu cerca de R$ 5 bilhões. Cada deputado recebe, atualmente, R$ 33.763 por mês. Além disso, cada um tem R$ 111.675,59 para “verba de gabinete”; e a Cota para o Exercício da Atividade Parlamentar (CEAP) varia de R$ 30.788,66 a R$ 45.612,53, auxílio moradia (R$ 4.253) e diárias de viagens (R$ 524 para viagens oficiais no Brasil, 391,00 dólares para países da América do Sul e 428,00 dólares para outros países).

O Senado, composto de 81 senadores, com salário de R$ 33.763 por mês e mordomias, seus vencimentos atingem em média R$ 316.107, 42 por senador. Conta com 5.851 funcionários, sendo 1.983 efetivos e 3.868 comissionados ocupando cargos de confiança, com salários variando de R$ 2.183,03, para auxiliar legislativo, a R$ 35.114,14, no caso de consultores e advogados. Segundo o site da instituição, foram gastos R$ 6,032 bilhões em 2019.

É essa a nossa realidade. Enquanto os senadores estão brincando de CPI da catástrofe sanitária, genocida, gabinete paralelo, para tentar justificar seus polpudos salários e privilégios, quem paga essa monstruosas contas fora da realidade, somo nós, contribuintes obrigatório.

Carlos Augusto (Carlão)
Jornalista, sindicalista e advogado

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Culinária Diário do Rio Fernanda Haddock Lobo | Comer Bem Notícias do Jornal

Comer Bem: Risoto de abóbora japonesa

Ingredientes

– 1 xícara de arroz arbóreo
– 300g de abóbora cozida no caldo de legumes
– 1 cebola pequena picada
– 1 dente de alho picado
– 1 xícara de vinho branco seco
– 1 litro de caldo de legumes
– Azeite a gosto
– 2 colheres (sopa) de manteiga
– Sal a gosto
– 50g de queijo parmesão ralado

Modo de preparo

Em uma panela, coloque o azeite e refogue a cebola, o alho e o sal. Acrescente o arroz e mexa bem. Coloque o vinho e deixe em fogo baixo até evaporar. Adicione a abóbora e vá colocando o caldo de legumes aos poucos, sempre mexendo em fogo baixo, até o arroz estar cozido e com uma textura cremosa. Por último, adicione a manteiga e o parmesão ralado. Sirva em seguida.

Fernanda Haddock Lobo
@fernandahlobo

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Destaque Diário do Rio Meu Emprego | Alan Alves Notícias Rio

Prefeitura do Rio divulga 444 vagas de emprego; confira lista

A Secretaria Municipal de Trabalho e Renda do Rio (SMTE) captou mais de 440 vagas de emprego essa semana. Para concorrer a esses postos, o interessado deve enviar currículo para o e-mail vagas.smte@gmail.com ou comparecer a um dos centros municipais de emprego, reabertos no início deste ano (Tijuca, na Rua Camaragibe, 25; e Jacarepaguá, na Avenida Geremário Dantas, 1400 – sala 102).

Das 444 oportunidades disponibilizadas pela Secretaria, 141 são exclusivas para pessoas com deficiência e muitas delas não exigem experiência.

Confira a seguir as vagas captadas pela Secretaria Municipal de Trabalho e Renda:

FUNDAMENTAL COMPLETO:

Padeiro

Açougueiro

Atendente de Padaria

Atendente de Lanchonete

Auxiliar de Cozinha

Sushiman

Peixeiro

Auxiliar de Peixaria

Manipulador de Alimentos

Motofretista

Operador de Câmara Fria

Repositor

Auxiliar de Cozinha

Mecânico de Refrigeração

Frentista

MÉDIO COMPLETO:

Assistente de Compras

Artífice de Manutenção

SUPERIOR (Farmácia):

Farmacêutico

VAGAS PARA PESSOAS COM DEFICIÊNCIA (PCDs):

Não exige escolaridade:

Atendente de lanchonete

Fundamental Incompleto:

Operador de Supermercado

Ajudante de Produção

Auxiliar de Serviços Gerais

Servente de Limpeza

Fundamental Completo

Repositor

Auxiliar de Frente de Caixa

Deposista//Carregador

Operador de Câmara Fria

Assistente de Loja

Auxiliar Operacional de Limpeza

Médio Incompleto:

Auxiliar Logístico

Empacotador

Médio Completo:

Auxiliar Administrativo

Atendente de Lanchonete

Operador de Telemarketing

SUPERIOR INCOMPLETO (Administração, Contabilidade ou Téc. de RH)

Assistente Administrativo de DP e PMO

FORMA RIO

Com objetivo de capacitar a população para o Mercado de Trabalho, a SMTE vem abrindo turmas para cursos de capacitação. As inscrições são feitas de forma online e a divulgação via redes sociais da Pasta. Na última quinta-feira (17), duas turmas receberam o certificado de conclusão de curso do Forma Rio, programa de capacitação da Secretaria. No total, 140 mulheres foram capacitadas e 20 já foram encaminhadas para entrevistas de emprego. Além do Forma Rio, a Secretaria segue oferecendo vagas para cursos online e gratuitos, através da plataforma do Projeto Geração Crescer. São 60 mil vagas, onde mais de 17 mil já foram ocupadas. São cursos de Trilhas de T.I, Introdução à Programação, Carreira de Dados, Dev. de Software, Carreira em Inteligência Artificial e Trilhas de Carreira no Linkedin Learning, Inglês, Produtividade, Comunicação e Expressão, Educação financeira, Cultura Digital e Qualidade de Vida e Trabalho. Os interessados devem fazer cadastro pelo site https://geracaocrescer.org.br/web/cursos/.  O Instituto Crescer conta com apoio do Itaú e da Microsoft e auxilia também na empregabilidade, encaminhando para vagas de emprego

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Marynês Meirelles | Direto ao Ponto Notícias Notícias do Jornal

Direto ao ponto: Mostrar ou Amostrar?

Clarinha sempre foi muito exigente com os seus funcionários. Sua loja de roupas fica em um shopping muito elegante, atendendo uma clientela exigente. Por isso, sempre pede que todos tenham muito cuidado ao oferecerem algum produto.

Fernanda, uma funcionária, recebeu a Sra. Vera, cliente antiga, e disse:

-Chegou um vestido lindo!! É perfeito para a senhora. Venha, vou lhe amostrar!

Clarinha olhou para Fernanda com os olhos arregalados. Tantas vezes pediu para não cometerem erros de português. Tentou consertar:

-Fernanda, deixa que eu vou mostrar o vestido para ela.

Vera percebeu o olhar de Clarinha e entendeu o recado. E disse:

– Não se preocupe, Clarinha. As duas formas estão corretas. Mostrar e amostrar têm o mesmo significado.

Direto ao ponto:

Correto: Eu vou mostrar onde fica a casa dele.

Eu vou amostrar onde fica a casa dele.

As duas palavras estão corretas. Podemos utilizar os verbos sempre que nos referirmos ao ato de apresentar, exibir, indicar, revelar. O verbo mostrar é tido como o mais correto e socialmente aceito, sendo o mais utilizado. O verbo amostrar, embora com um uso mais popular, aparece em dicionários como sendo o mesmo que mostrar.

 

Marynês Meirelles
Pedagoga e professora de Língua Portuguesa. Pós-graduada em Educação Infantil e com MBA em Responsabilidade Social (UFF) e Gestão Ambiental (UGF). Mestra na área de saúde e Meio Ambiente (UNIPLI). È sócia proprietária da Essencial Creche Escola na Barra da Tijuca. Trabalha como produtora cultural do programa Sábado é Show na Rádio Bandeirantes onde tem o quadro “Toque Show”, dando dicas da Língua portuguesa.

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eSports Jonathan Oliveira | E-Sports Jonathan Oliveira | eSports

BATTLEFIELD: a todo vapor

Battlefield é uma franquia de jogos eletrônicos no ramo de tiro em primeira pessoa, que teve lançado o primeiro jogo em 2002 pela Eletronic Arts com a principal desenvolvedora DICE. Hoje, a franquia conta com 16 jogos e 1 para ser lançado no fim deste ano. Seu primeiro título foi Battlefield 1942, ambientado na segunda guerra mundial, com foco em multiplayer, onde você só tinha que dominar áreas do mapa com usos de bandeiras. Por cada bandeira conquistada, o seu time podia dar “respawn” no local dominado.

2042

No dia 9 de junho de 2021, foi lançado o trailer do novo título da franquia da EA. Em 4 minutos e 59 segundos de vídeo, a empresa conseguiu deixar uma boa expectativa para o público. Oficialmente, o jogo vai ser chamado de Battlefield 2042 e já temos algumas informações sobre o que vai ter quando ele for lançado. A Eletronic Arts já deixou claro que, por enquanto, o modo Battle Royale ainda não está nos planos e que realmente estão focando no modo do multiplayer. E pela minha consciência, eu tenho uma certa expectativa quanto a isso.

Depois de um bom tempo, o jogo voltará a ter modo de somente multiplayer, nada de campanha, mas não pense que isso será um ponto negativo. Temos que concordar que as campanhas do Battlefield nunca foram foco da empresa.

E o que temos de informação até o momento do novo título?

Os mapas vão ser extremamente gigantes, bem maiores que o normal, para exatamente comportar os 128 jogadores que estarão disponíveis por partida. Deram informação também que será um mapa que é quatro vezes maior que o do título anterior, considerado o maior mapa de todos os tempos em franquias de jogos. Então, já dá para ter uma noção que o multiplayer desse jogo não estará para bobeira. Teremos um total até o momento de 7 mapas.

Teremos novas classes de especialistas: no total serão 10, mas, por enquanto, só há informações disponíveis sobre apenas 4 delas. Operadores com drones podendo marcar adversários e sensores de movimento serão os de Recon; Para a clássica especialidade Assalt, o operador usará um gancho com um objetivo de ter mais mobilidade e, com a arma em ADS, terá mais agilidade; Support vai ter uma pistola para poder reviver aliados em até longas distâncias, e o interessante: vão ressuscitar com a vida completamente cheia e terá uma habilidade que poderá curar os aliados também em longa distancia. E, por fim, o Engineer terá uma arma sentinela, que permite atacar os inimigos automaticamente. E quando ele está próximo a ela, ele a aperfeiçoa, deixando a mais eficiente.

EA informou que vamos ter um modo novo, mas só será revelado no dia 22 de julho, e claro, já deixou aberto que não será o Battle Royale. Os veículos agora poderão ser chamados, não importando em qual especialidade você vai escolher. O que sabemos também é que, agora, vamos poder trocar de attachments sem precisar morrer, podendo trocar a qualquer momento.

Se ainda não assistiu o trailer, não perca tempo: https://www.youtube.com/watch?v=ASzOzrB-a9E

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Carlos Augusto | Opinião Diário do Rio Notícias do Jornal Política

A CPI do faz de conta!!!

De fato, não dá para levar a sério nossas instituições públicas e, diga-se de passagem, mantida com nosso suado dinheiro. A Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI), através de seus inquisidores, estão atirando para todos os lados: Cloroquina, gabinete paralelo, prisão preventiva  etc.

Hipocrisia (não tem outra definição) foi a postura do relator da CPI da Covid no Senado, Renan Calheiros, de pedir a prisão de Fabio Wajngarten, ex-secretário especial de Comunicação Social da Presidência da República. Ao mesmo tempo, Renan, sendo investigado por envolvimentos em corrupção passiva e ativa, comentou a decisão da ministra Rosa Weber, do Supremo Tribunal Federal, que livrou o governador do Amazonas, Wilson Lima (investigado por desvio de recursos públicos destinados a saúde no combate a pandemia, onde faltaram respiradores causando a morte de dezenas de amazonenses), de ser inquirido pela CPI. Segundo ainda o senador, “não é atribuição da CPI investigar os governadores”.

Ora, se a CPI foi criada para investigar os responsáveis pelas mais de 450 mil mortes, como não é atribuição investigar governadores e prefeitos que estão sendo investigados pela Polícia Federal?

Renan, a “velha raposa”, banhou-se de hipocrisia e muita cara de pau para se comportar como verdadeira autoridade, acima do bem e do mal. Aliás, o senador Omar Aziz, presidente da CPI, também não fica para trás nessa hipócrita cara de pau. É investigado por desvio de recursos da saúde, quando governador do Amazonas, tendo inclusive a esposa, Nejmi Aziz, e os irmãos presos por acusação de desvio de verbas na maior operação da história da PF no estado.

Só pra lembrar, não tem amparo legal a pretensão de Renana Calheiro em pedir prisão de qualquer depoente na CPI. Na verdade, o senador está jogando para plateia dele, pois vejamos o que diz o Código  de Processo Penal: “considera-se flagrante, pelo art. 302 do CPP, quem esteja cometendo ou tenha acabado de cometer a infração penal”.

A CPI, no entanto, não tem poder de julgar, nem tem competência para punir investigados, mas apenas investigar fatos determinados. No caso da CPI da Pandemia, não pode, por exemplo, determinar medidas cautelares, como prisões provisórias, indisponibilidade de bens, arresto e sequestro ou expedir mandado de busca e apreensão, apreender passaportes, realizar grampos ou escutas telefônicas – essas medidas são determinadas exclusivamente pela Justiça.

A CPI está caindo no descrédito perante a opinião pública. Não restam dúvidas quanto à isso. Aliás, também podemos incluir esse descrédito à postura dos ministros do STF, em decisões absurdas e ilegais perante a Constituição. Exemplo disso, depois de tantas decisões ilegais e imorais, foi a recente decisão da ministra Rosa Weber de permitir que o governador do Amazonas, Wilson Lima, não compareça à CPI da Covid, abrindo caminho para que os outros nove governadores convocados também não deponham.

Que os ministros do STF estão decidindo politicamente sempre a favor de malfeitores, não há menor dúvida. O que eles também não estão levando em consideração é que a instituição STF também está indo para “vala comum” do descrédito perante a opinião pública.

A pergunta que não quer calar: onde estavam o STF e os senadores quando milhares de recursos públicos (R$ 14 bilhões) foram enviados gratuitamente para outro países, como Cuba, Venezuela e Moçambique, que deram o maior calote de nossa história? Para repor esse dinheiro ao BNDS, meteram a mão no Fundo de Amparo aos Trabalhadores. Ou seja, quem pagou a monstruosa dívida fomos nós, trabalhadores.

Portanto, temos que virar esse jogo. Temos que cobrar dos dirigentes públicos, os verdadeiramente honestos, que somem esforços na luta contra a corrupção, que mata milhares de brasileiros. A corrupção e a pandemia são nossos maiores adversários na luta pela vida.

Carlos Augusto (Carlão)
Jornalista, sindicalista e advogado

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Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Notícias do Jornal Social Sociedade

ODS 5: Igualdade de Gênero

Alcançar a igualdade de gênero e empoderar todas as mulheres e meninas. Tratar mulheres e homens de forma justa, com oportunidades iguais de crescimento profissional e equiparação de cargos e salários. Respeitar e apoiar os direitos humanos e combater toda e qualquer discriminação à diversidade. Esse é o 5º Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável da ONU, que visa:

– Eliminar todas as formas de violência de gênero nas esferas pública e privada, destacando a violência sexual, o tráfico de pessoas e os homicídios, nas suas intersecções com raça, etnia, idade, deficiência, orientação sexual, identidade de gênero, territorialidade, cultura, religião e nacionalidade, em especial para as mulheres do campo, da floresta, das águas e das periferias urbanas.

– Eliminar práticas nocivas, como os casamentos prematuros, forçados e de crianças e mutilações genitais femininas; garantir a participação plena e efetiva das mulheres e a igualdade de oportunidades para a liderança em todos os níveis de tomada de decisão na vida política, econômica e pública;

– Aumentar o uso de tecnologias para promover o empoderamento das mulheres; eliminar todas as formas de discriminação de gênero, nas suas intersecções com raça, etnia, idade, deficiência, orientação sexual, identidade de gênero, territorialidade, cultura, religião e nacionalidade;

– Reconhecer e valorizar o trabalho de assistência e doméstico não remunerado, por meio da disponibilização de serviços públicos, infraestrutura e políticas de proteção social, bem como a promoção da responsabilidade compartilhada dentro do lar e da família, conforme os contextos nacionais.

– Eliminar a desigualdade na divisão sexual do trabalho remunerado e não remunerado, promovendo maior autonomia de todas as mulheres, nas suas intersecções com raça, etnia, idade, deficiência, orientação sexual, identidade de gênero, territorialidade, cultura, religião e nacionalidade, por meio de políticas públicas e da promoção da responsabilidade compartilhada dentro das famílias.

– Assegurar o acesso universal à saúde sexual e reprodutiva e os direitos reprodutivos, como acordado em conformidade com o Programa de Ação da Conferência Internacional sobre População e Desenvolvimento e com a Plataforma de Ação de Pequim e os documentos resultantes de suas conferências de revisão.

– Garantir igualdade de direitos, de acesso e de controle dos recursos econômicos, da terra e de outras formas de propriedade, de serviços financeiros, de herança e de recursos naturais de forma sustentável, por meio de políticas de crédito, capacitação, assistência técnica, reforma agrária e habitação, entre outras, em especial para as mulheres do campo, da floresta, das águas e das periferias urbanas. Proporção da população agrícola total com propriedade ou direitos assegurados sobre terras agrícolas, por sexo; e (b) proporção de mulheres entre proprietários e detentores de direitos sobre terras agrícolas, por tipo de posse.

– Adotar e fortalecer as políticas sólidas e legislação aplicável para a promoção da igualdade de gênero e o empoderamento de todas as mulheres e meninas em todos os níveis.

Podemos e devemos fazer a nossa parte. É possível!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br