Categorias
Destaque Diário do Rio Meu Emprego | Alan Alves Notícias Rio

Secretaria de Trabalho e Renda oferece 803 oportunidades de emprego

A Secretaria Municipal de Trabalho e Renda (SMTE) captou 803 oportunidades de emprego para o município nesta semana.

Para concorrer a esses postos, o interessado deve enviar currículo para o e-mail vagas.smte@gmail.com ou comparecer a um dos centros municipais de emprego, reabertos no início deste ano: Rua Camaragibe, 25 – Tijuca; e Avenida Geremário Dantas, 1.400 – sala 102 – Jacarepaguá.

Há também oportunidades para pessoas com deficiência. Os candidatos devem enviar o currículo para o e-mail: vagaspcd.smte@gmail.com

Confira as vagas:

Fundamental incompleto

Costureira/Auxiliar de costura (experiência em máquinas industriais – overloque, reta e colarete)

 

Fundamental completo

Atendente de lanchonete

Motorista carreteiro

Frentista

Deposista

Cozinheiro

Doméstica

Auxiliar operacional

 

Médio incompleto

Auxiliar de açougue

Auxiliar de cozinha

 

Médio completo

Encarregado de padaria

Operador de caixa

Ajudante de depósito

Conferente

Operador de empilhadeira

 

Jovem aprendiz (administrativo)

Chefe  de recebimento de notas fiscais

Auxiliar de recebimento de notas fiscais

Cartazista

Operador de empilhadeira

Conferente de carga e descarga

Auxiliar de depósito

Chefe de cafeteria

Atendente de cafeteria

Operador de caixa

Empacotador

Chefe de frente de caixa

Fiscal de caixa

Fiscal de atendimento ao cliente

Chefe de depósito

Auxiliar de manutenção

Repositor de mercadorias

Chefe de seção (açougue, mercearia, hortifruti, perecíveis)

Fiscal de prevenção de perdas

Chefe de seção prevenção de perdas

Chefe de vendas de cartão

Atendente de vendas de cartão

Operador de televendas (vendedor de atacado)

Cozinheiro

Auxiliar administrativo

Auxiliar de faturamento

Mecânico diesel

 

Superior

Coordenador de marketing digital

Chefe administrativo

Nutricionista

Auxiliar de controle de qualidade (cursando a partir do 3º período de nutrição, veterinária, engenharia de alimentos ou curso técnico em nutrição)

Assistente de TI (cursando superior ou com ensino técnico completo)

 

Curso técnico

Assistente de técnico de  segurança do trabalho

Chefe de manutenção

 

Vagas exclusivas para pessoas com deficiência e reabilitados do INSS

Não exige escolaridade

Atendente de lanchonete

 

Fundamental incompleto

ASG

Atendente de lanchonete

Repositor

Empacotador

Balconista de padaria

 

Fundamental completo

ASG

Auxiliar de operações

Auxiliar de estoque

Ajudante de almoxarifado (feminino)

Operador fiscal

Frentista

 

Médio incompleto

Auxiliar de açougue

 

Médio completo

Operador de call center

Técnico de enfermagem

Auxiliar administrativo

Auxiliar operacional

Assistente de prevenção de perdas

Chefe de seção (recebimento, cafeteria, frente de caixa, açougue, mercearia, hortifruti, perecíveis, prevenção Perdas,  venda de cartão)

Auxiliar de recebimento de notas fiscais

Cartazista

Atendente e operador de caixa cafeteria

Operador de caixa

Empacotador

Fiscal de caixa

Fiscal de atendimento ao cliente

Repositor de mercadorias

Repositor pleno de mercadorias

Açougueiro

Fiscal de prevenção de perdas

Auxiliar de RH

Atendente de vendas de cartão

Operador de televendas (vendedor de atacado)

 

Superior completo

Chefe administrativo

Assistente de TI

Nutricionista

Chefe de seção de RH

Auxiliar de controle de qualidade

Categorias
Carlos Augusto | Opinião Diário do Rio Notícias do Jornal

Opinião: O grito de liberdade ecoou em mais de 5 milhões de vozes

Contrariando aqueles que apostam nas posturas antidemocráticas, leia-se os corruptos do Congresso Nacional, os empresários (empreiteiros e banqueiros) envolvidos na “Lava Jato”, os ministros do STF e a grande imprensa falada e escrita, o povão patriota e cansado de tantas violações da nossa “Carta Magna”, em uma só voz em todo território nacional, foi as ruas e praças clamar por “LIBERDADE”.

Os hipócritas da vez, que agora se dizem preocupados com as milhares de vítimas da pandemia, os 15 milhões de desempregados e os 50 milhões vivendo abaixo da linha da miséria, foram de público criticar as manifestações democráticas do 7 de setembro.

O ministro Fux, em seu discurso pós-manifestações democráticas, limitou-se a defender as prerrogativas do STF, como se houvesse intenção de fechar essa instituição. Fux em nenhum momento enalteceu o grito de liberdade ecoado em todo País. Pelo contrário, limitou-se a defender os interesses da Corte, que consome mais de R$ 700 milhões por ano dos bolsos dos brasileiros. Se Fux estivesse de fato preocupado com a democracia e com o povo, certamente anunciaria medidas de contensão das despesas astronômicas consumidas dos cofres públicos, revertendo-as para o bem comum, ou seja, para aplacar a fome de milhares.

Na mesma cantilena seguiu o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, que rejeitou o pedido de impeachment contra o ministro Alexandre de Moraes, e o presidente da Câmara Arthur Lira, ambos submissos aos ministros do Supremo Tribunal Federal, vide “Inquérito das Fake News”, a prisão de deputados, jornalistas e pessoas comuns que emitiram suas opiniões contrárias a do ministro Alexandre de Moraes em uma mesa de bar.

O que estamos vivendo nesses últimos 2 anos, é um desrespeito às instituições democráticas pelos ministros do STF, apoiados pelos presidentes da Câmara, do Senado, dos partidos de centro e de esquerda e da grande imprensa, que perdeu a mamata dos recursos dos cofres públicos.

Essa corja e todos aqueles que a apóiam querem a volta da corrupção, dos desmandos o que demonstram que não ligam a mínima para o povão que pagam seus polpudos salários.

A pergunta que não quer calar: alguém elegeu esses onze do STF? Quem eles representam. Com certeza absoluta não é o povão. Sabemos que esses senhores da capa preta representam o que é de mais nocivo para nossa Pátria, para o Estado Democrático de Direito, para nossa liberdade.

Rememorando o saudoso deputado Ulisses Guimarães:

“A Constituição certamente não é perfeita e ela própria admite reforma. Quanto a ela discordar sim; Divergir sim; Descumprir jamais; Afrontá-la nunca. Traidor da Constituição é  traidor da Pátria; Conhecemos o caminho maldito; Rasgar a Constituição;  Trancar as portas do parlamento; Garrotear a liberdade; Mandar os patriota para cadeia; Pro exílio e pro cemitério…”

Parece que estamos vivendo esse filme patrocinado pelo STF.

Categorias
Diário do Rio Notícias do Jornal Silvina Rios | Passa Aqui nos EUA

Aumento do número de infectados com Covid-19 e variante Delta cancela o Brazilian Day

Todo ano o maior evento brasileiro fora do Brasil, o famoso Brazilian Day fecha mais de 20 quadras e ruas na cidade de Nova York e reúne milhares de pessoas no Domingo anterior ao dia da Independência do Brasil, 07 de setembro.

Esse ano não seria diferente, já havia toda uma programação pronta com convidados brasileiros famosos, celebridades, bandas, duplas sertanejas, DJs, muito verde e amarelo e milhares de pessoas esperadas. Todavia, devido ao crescente número de pessoas infectadas com o Covid-19 e a variante Delta, os organizadores foram obrigados a cancelar o evento por pedido das autoridades da cidade.

Confesso a vocês, que é uma data que sempre fico esperando chegar depois que passei a morar aqui em Nova York e fiquei bastante desapontada com o cancelamento, mas compreendo perfeitamente a razão: questões de segurança a pública. E contra isso não há o que argumentar.

O evento existe há 34 anos em Nova York, sempre realizado na Rua 46, também conhecida como Little Brazil, no coração de Manhatam. O evento foi crescendo a cada ano mais e hoje são em torno de 25 quarteirões que se transformam num mar de gente, colorido com as cores da bandeira brasileira, verde e amarelo.

São multidões de pessoas: entre brasileiros, americanos e de todo tipo de nacionalidade que vão ao evento saborear as comidas típicas brasileiras, as músicas e a alegria contagiante do nosso povo. Se tem uma coisa que somos imbatíveis é fazer festa! Celebrar a vida! Brasileiro é mundialmente famoso pelo Carnaval e pela alegria de viver.

Embora vivamos em meio a tantas crises: política, econômica, ética e moral no Brasil, aqui fora o povo brasileiro é reconhecido pela sua simpatia, alegria e festividades. Os americanos, embora muitos deles não conheçam a fundo a cultura brasileira, (alguns até pensam que falamos espanhol no Brasil!) adoram nosso país, nossa comida e a diversidade cultural que existe nessa terra tropical.

Como brasileira morando fora há quase 6 anos, devo confessar que ouço muito mais brasileiros falando mal do Brasil do que pessoas de outras nacionalidades. Todo país, digo TODO país, tem problemas, o Brasil não é diferente. Aqui nos EUA também existem vários problemas, mas se tem algo que o brasileiro pode ensinar para os americanos é ser mais feliz, curtir/saborear mais a vida, em contrapartida, sem tem uma coisa que brasileiro poderia aprender com os americanos é o patriotismo.

O 7 de Setembro passou, não houve o Brazilian Day aqui nos EUA, mas a esperança por um Brasil melhor, onde de fato a mensagem de “Ordem e Progresso” prevaleça, ainda impera dentro de mim.

Silvina Rios
Advogada brasileira, especialista em imigração para os EUA
srios@vivendonoseua.com.br
www.vivendonoseua.com.br

Categorias
Aisha Raquel Ali | Tecnologia Diário do Rio Notícias do Jornal Tecnologia

Anonymous ressurge

Considerado o grupo de hacktivismo mais famoso do mundo, o Anonymous está desde a primeira década deste século no imaginário popular. Com ações diretas e ataques voltados a políticos, empresários e outras personalidades, o coletivo virou uma das principais facetas da internet mundial.

Com várias células atuantes, inclusive no Brasil, o Anonymous voltou a entrar em evidência nesta semana após “declarar guerra” contra o presidente Jair Bolsonaro. Além de dizer que Bolsonaro “pagaria pelos crimes cometidos”, a divisão do grupo chamada “EterSec” aplicou um golpe de deface no site do Fib Bank, que nada mais é que pichação: a aparência de um site é desfigurada com imagens, vídeos e textos em forma de hacktivismo.

“A guerra está declarada, e faremos você pagar por seus crimes”, “As pessoas que você está matando são as pessoas das quais você depende”, diz o vídeo, que está rodando o Twitter e levou o Anonymous para os assuntos mais comentados na rede social. A revolta teria sido provocada pelos descasos no gerenciamento da pandemia de covid-19 e de comentários considerados antidemocráticos.

A Fib Bank está sendo investigada na CPI da covid por causa de um contrato de R$ 80,7 milhões envolvendo o Ministério da Saúde e a Precisa Medicamentos na compra da vacina Covaxin. Devido às suspeitas de irregularidades na aquisição do imunizante, o contrato foi suspenso.

Essa não é a primeira vez, inclusive, que o chefe do Executivo do Brasil é alvo do grupo. A Anonymous já atacou o Ministério da Defesa em 2018, mais recentemente em junho do ano passado, o Anonymous vazou dados de familiares e ministros do governo Bolsonaro, entre eles Flávio Bolsonaro, Carlos Bolsonaro, Abraham Weintraub e Damares Alves. Lembrando que o grupo também já atacou a JBS/Friboi, a Associação Nacional dos Delegados de Polícia Federal e expôs nomes também como o Ex-Presidente Michel Temer e Aécio Neves.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

Categorias
Diário do Rio Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias do Jornal

Mentoria Financeira: o que é, como funciona e benefícios

Fazer uma boa gestão financeira é essencial tanto na vida pessoal quanto para o sucesso da empresa. Porém, essa é uma tarefa que exige planejamento, decisões estratégicas e uma visão ampla. A boa notícia é que não é preciso fazer tudo sozinho, já que existe a mentoria financeira.

Esse serviço é capaz de auxiliar na conquista de uma vida financeira mais saudável e com maior potencial de resultados. Ao descobrir como o processo funciona, você terá a chance de entender por que vale a pena contratá-lo.

Sendo assim, descubra tudo o que é importante sobre a mentoria financeira e veja quais benefícios ela oferece!

O que é mentoria financeira?

Saber como lidar com as finanças e as situações a elas atreladas nem sempre é fácil. Nesse sentido, contar com ajuda capacitada pode fazer a diferença para resolver questões relevantes para o aproveitamento do orçamento.

Uma das formas de contar com esse apoio é por meio da mentoria financeira. Ela consiste na contratação de um mentor, que tem mais conhecimentos e experiências no tema do que você. Com isso, ele poderá ajudá-lo a agir sobre as finanças de maneira estratégica.

Como funciona a mentoria financeira?

Para realmente entender como a mentoria financeira funciona, é preciso considerar que ela pode ser de dois tipos principais: a mentoria financeira pessoal ou a empresaria.

A primeira é focada em pessoas físicas e ajuda, portanto, nas finanças pessoais. A ideia é identificar como você tem usado seu dinheiro, quais erros tem cometido e onde estão as oportunidades de melhoria.

Além de ajudar a organizar as finanças, o mentor o auxiliará na conquista de mais educação financeira. Assim, ele conseguirá, por exemplo, identificar hábitos que precisam ser mudados e boas práticas que devem ser implementadas.

A mentoria financeira também pode ser contratada por pessoas jurídicas. Nesse caso, o mentor fará uma avaliação completa das finanças da empresa e trará uma visão externa sobre os gargalos e os pontos de melhoria para a saúde financeira.

É importante entender que, em ambos os casos, o mentor não toma decisões e nem executa tarefas por você. Sua função é analítica e de orientação, com informações e conhecimentos que você pode aplicar no cotidiano.

Quais são os benefícios de contar com uma mentoria financeira?

Sabendo como a mentoria financeira funciona, pode-se notar que ela apresenta algumas vantagens, quando utilizada do modo adequado. Tanto a pessoal quanto a empresarial ajudam a estabelecer um bom controle financeiro, por exemplo.

Assim, é possível criar e garantir a execução de um orçamento estratégico. Dessa forma, todas as áreas recebem os recursos dos quais necessitam, evitando problemas como inadimplência e endividamento.

A mentoria também pode ser voltada para o mercado financeiro. Então, o mentorado poderá descobrir como fazer investimentos e quais são as aplicações financeiras mais adequadas para seu perfil e seus objetivos financeiros. Em especial, isso ajuda na construção de patrimônio. Como visto, a mentoria financeira se baseia no contato com um mentor, que é experiente e conhecedor da gestão de recursos e do mercado. Por meio dessa interação, é possível estruturar e melhorar a tomada de decisão nas finanças pessoais ou empresariais.

Deseja contar com apoio para cuidar das finanças? Entre em contato conosco e conheça o que oferecemos!

Janaína Macedo Calvo
Doutoranda em Administração e Sustentabilidade,
Economista, Professora da FGV, autora e palestrante.

Categorias
Destaque Diário do Rio Entrevistas eSports Jonathan Oliveira | E-Sports Jonathan Oliveira | eSports Notícias Notícias do Jornal

Caster do Rainbow Six Siege, “Retalha” fala da carreira de comentarista e da função de contextualizar público

Por Jonathan Oliveira

Por trás da energia dos esportes eletrônicos, há os que trazem emoção: os narradores. Mas, assim como Batman, eles têm também o seu Robin: os comentaristas, responsáveis por introduzir quem está assistindo e ouvindo a narração no contexto do jogo, para entender acontecimentos espontâneos ou calculados no game. Para saber mais um pouco sobre os comentaristas, trouxemos nesta edição o Otávio “Retalha” Rodrigues Ceschi, Caster do Rainbow Six Siege no Brasil pela Ubisoft.

Ele nasceu em São Paulo, tem 29 anos, fez curso técnico em radialismo e é formado em Jornalismo. Começou a vida gamer desde pequeno. Seu primeiro console foi um Super Nintendo, e jogava bastante Donkey Kong e Mario. Na adolescência, frequentava muito lan houses, que eram fenômeno, e deixava até de ir em compromissos como aula e terapia para jogar. Jogava bastante CS, que devia ser a versão 1.4 na época. Retalha também pratica esporte, intercalando o game com as atividades do bom e velho esporte tradicional.

Preparamos algumas perguntas para conhecermos o Otávio melhor.

Foto: Ubisoft

Jornal DR1 – Você foi um dos pioneiros para a narração e o entretenimento do Rainbow Six no Brasil desde o beta do jogo. Conte um pouco sobre essa trajetória e como chegou na Ubisoft?

Otávio – Jamais achei que estaria por aqui hoje. Meu começo foi ao lado do Meligeni, ainda no BF4. Eu tinha “largado” a vida de competidor (naquela época, não tinha nem salário) para fazer lives, porque me rendiam 100 dólares no mês. Em sequência, o Meli me chamou para virar comentarista com ele. Vi como uma oportunidade para uma área que eu já queria e buscava durante a faculdade, apresentar algo, trabalhar com comunicação. Detalhe: era totalmente “0800”. O Meli recebia dinheiro só do AD da Twitch. Depois de um ano, vimos que o BF competitivo não ia ter continuidade. e ouvimos falar de um tal de Rainbow Six, que seria lançado pela Ubi, e que a Ubi queria fazer competitivo. Nisso, ele e o Gabriel “winners” começaram a elaborar um projeto de campeonatos para a Ubi BR. A Ubi recebeu esse projeto, e nosso atual chefe nos chamou para uma reunião na BGS 2015 para explicar que eles tinham vontade de fazer o competitivo acontecer.

Jornal DR1 – Como um bom gamer, todo mundo tem seu apelido. Nos conte, de onde veio o “Retalha”?

Otávio – O primeiro nick era Retalhador. Usei até os tempos de BF e surgiu como indicação de um amigo, quando eu tinha 12 anos. Basicamente foi o seguinte:

– Oh, mano, qual nick que eu uso na LAN?? Não tenho ideia.

– Ah, bota Retalhador!

Depois quando comecei a fazer as lives, em 2014, resolvi deixar menos pesado. E, como só me chamavam de Retalha nos times pelos quais eu tinha passado, deixei só Retalha, e ficou.

Jornal DR1 – A narração é o principal elemento para levar ao público o que está acontecendo. E na função de comentarista, como é trabalhar no Rainbow Six Siege no Brasil?

Otávio – Meu trabalho, junto com o Meli, sempre foi de duas polaridades: ele sempre foi a emoção e eu sempre foquei na razão. No último ano, venho mudando isso do meu lado, principalmente quando temos algum time brasileiro contra outro time de fora. Poder fazer parte desse cenário desde o começo é sensacional. Tem muito carinho envolvido. Sinto bastante sempre que algum jogador veterano se aposenta e, ao mesmo tempo, é muito bom ver garotos que tinham 15 anos quando começaram a acompanhar o R6 e hoje conseguiram chegar no Tier 1 do competitivo. Às vezes, me sinto até um velho assim (risos).

Foto: Ubisoft

Jornal DR1 – Quais suas maiores motivações, tanto no cenário tradicional quanto no eletrônico, e a sua principal inspiração?

Otávio – Nunca fui de ter ídolos ou me espelhar em pessoas. Sempre tentei ser eu mesmo. Como profissional, meu pai sempre foi um exemplo. Gosto muito de escutar o Everaldo Marques narrando, Milton Leite. Em questão de motivação, é o pensamento de que eu posso sempre ser melhor do que ontem. Ou seja, todo dia é dia para aprendermos algo.

Jornal DR1 – Ubisoft é uma grande empresa de jogos, com títulos famosos no mundo dos gamers. Como é trabalhar nela?

Otávio – Nós prestamos serviço para eles, mas, para a comunidade, a gente representa a imagem da Ubi. Tanto que procuram a gente como suporte às vezes (risos). Quando olho pra trás, vejo que são 5 anos assumindo essa linha de frente e, ao mesmo tempo, não parece que passou todo esse tempo.

Jornal DR1 – Retalha e Meligeni são os casters pioneiros que estão ativos até hoje. Conte, olhando o cenário do Brasil de quando você começou até esse momento, vendo que o cenário está dominando de uma forma bem positiva e satisfatória, o que você está achando e qual sensação está sentindo?

Otávio – Desde o começo, eu sabia do potencial que nós brasileiros tínhamos, como comunidade e com skill dos jogadores. Não era atoa que em 2016 botávamos 2 mil pessoas nos eventos presenciais. Esses dois últimos anos eram para ter sido gigantes, mas a pandemia atrapalhou. O que importa é que a gente continua com a cabeça levantada e, mesmo com essas limitações, damos o melhor de nós para o público ter um show no final. Esse é nosso trabalho e a gente ama o que faz.

Foto: Ubisoft
Categorias
Diário do Rio Luciana Marques Luciana Marques | Empreendedorismo Notícias do Jornal

Alinhamento Voluntário (ON/OFF)

Será que o empreendedorismo pode ser lucrativo e, concomitante no que tange a assuntos sociais?  Sim! Sem dúvida, esse é um dos princípios do empreendedorismo social. Uma faceta do mesmo que conduz o olhar da empresa às boas práticas sociais, cujo o impacto reflete na sociedade.

No entanto, algo que vale esclarecer, é que ao oposto das ONGs, as empresas que cultivam o empreendedorismo social visam sim a lucratividade; considerando que o empresário precisa manter o giro e a sustentabilidade do seu negócio. Caso contrário, a empresa deflagraria ao insucesso, caindo na mesma perspectiva de carestia a qual se empenhou em minimizar ou erradicar. Inclusive, muitas famílias e seus arrimos viriam a perder o emprego, afetando assim suas vidas, e a economia do país com indevido agravante de que essas mesmas pessoas já desempregadas, não conseguiriam em comum causa às empresas, ajudar aos demais. Uma dramatização que ilustra bem algo que ocorre anualmente, mostrando a diferença entre os tipos de empreendedorismo; a exemplificar, a época em que se comemora o natal, quando surge a iniciativa entre os empresários de angariar alimentos para pessoas e famílias que se encontram em situação vulnerável. No entanto, ao refletir que as pessoas não carecem de alimento apenas em temporadas natalinas, podemos constatar que esse tipo de ação, mesmo sem perder a sua relevância, não ameniza questões sociais como falta de moradia, baixo grau de escolaridade e desemprego. Mas você acha mesmo que os empresários podem solucionar tudo isso?

Por outro prisma, a esfera do empreendedorismo social, poderia causar um impacto duradouro a população mais necessitada, se um empreendedor de viés social, estruturasse uma ação direcionada a fabricação de determinados insumos que já fossem utilizados pela sua empresa, a partir de mão de obra treinada por ele. Neste caso, o empresário consideraria a ideia de destinar vagas para pessoas carentes ou se assim possível fosse, contrataria 100% da mão de obra de pessoas em estado de carestia. Nesses termos, ao vender as unidades de seus produtos, o empreendedor separaria uma parte do lucro para si, enquanto a outra parte seria repassada aos contratados; considerando também a doação ou venda com o valor reduzido para as pessoas de baixo poder aquisitivo. É valido destacar que existem incontáveis ações, em inúmeras áreas que são qualificadas como empreendedorismo social. Se uma empresa se dedica a soluções verdes, que restringem o impacto nocivo na natureza, por exemplo, ela se também se enquadra em uma orientação social. Não obstante, a harmonia entre o empreendedorismo tradicional e o social na mesma empresa, seria a confluência mais ajustada entre gerar lucro para a empresa, enquanto a mesma assumiria parte da responsabilidade relacionada a crises sociais, econômicas e ambientais.

Em síntese, o contraste entre o empreendedorismo social e o tradicional, é a intensidade do impacto social causado na sociedade. E você? Acredita que edificando as duas frentes em ambos os cenários é possível alcançar resultados positivamente impactantes? Deixe o seu comentário!

Luciana Marques
Profissional de Marketing e Escritora
Instagram: lucianamc10_

Categorias
Brasil Colunas Destaque Esportes Giro Esportivo Notícias Notícias do Jornal

Opinião: Mais uma vez tratam o futebol como se fosse ‘terra-sem-lei”. Absurdo argentino!

Por Guilherme Abrahão

Uma coisa é certa: querem transformar o futebol em terra-sem-lei. Isso não dá para debater. Como pode as Confederações agirem contra o que se é considerado saúde pública e aceitar que alguns jogadores jogassem, mesmo sem ter feito a quarentena obrigatória por lei. E foi assim, que o circo foi formado entre Brasil e Argentina, em partida que seria válida pelas Eliminatórias da Copa do Mundo. Quatro jogadores da seleção argentina, oriundos do Reino Unido – local onde é obrigatória a realização de quarentena ao entrar no Brasil – mentiram em seus documentos e tentaram entrar em campo. E não só isso, os argentinos ainda se acharam no direito de abandonar o jogo, acreditando que estavam sendo prejudicados. Um show de horrores!

O Governo Federal agiu de forma correta ao não se envolver nesse caso. E a Anvisa dessa vez também foi perfeita. Autuou no hotel e no estádio os envolvidos e invadiu o campo para encerrar o confronto. O que para muitos foi visto como uma forma de “ganhar confete” ao meu ver acabou sendo uma atitude correta. Mas por que escolher o ato durante ao jogo? É simples. Ali teria como controlar o nome dos jogadores que estavam desrespeitando a lei e a quarentena obrigatória. Na porta do hotel, fica mais difícil.

Para muitos, pelo passaporte, eles já poderiam ter sido barrados antes mesmo de desembarcar em Guarulhos. Entretanto, os atletas passaram com a papelada alterada, além de ter utilizado outro documento de identificação, haja visto que no Brasil oriundo de outros membros do Mercosul apenas identidade civil serve como documento de entrada.

De qualquer maneira, mais uma vez podemos ver como funcionam as coisas quando envolvem a paixão nacional. Todos acham que o futebol é terra sem-lei. Você precisa de comprovação para fazer qualquer coisa no Brasil, quando o assunto é a pandemia. Mas no futebol, argentinos e a CBF – que não pode ser isentada – acreditaram que estava tudo certo. Uma vergonha para todos os envolvidos. Uma vergonha para o nosso país e nosso futebol.

Categorias
Destaque Notícias Notícias do Jornal Rafael Zarvos | Nosso Planeta

Geração de EPIs na pandemia

À medida que os bloqueios entraram em vigor para desacelerar a disseminação da Covid-19, um equipamento específico começou a ganhar importância mundial: as máscaras faciais. Durante a pandemia este equipamento de proteção aumentou a poluição por plástico.

Em resposta à alta demanda de EPI entre as pessoas, profissionais da saúde e trabalhadores de serviços, a produção destas máscaras de uso único na China aumentou para 116 milhões por dia, cerca de 12 vezes a quantidade usual de fabricação. A Organização Mundial da Saúde chegou a solicitar um aumento global de 40% na produção de EPIs descartáveis.

A pergunta é: como será o mundo após a pandemia? Se a população global tornar padrão o uso diária de apenas uma máscara facial descartável, teremos um consumo de 129 bilhões de máscaras e, consequentemente, o seu descarte sem mencionar os 65 bilhões de pares de luvas descartáveis.

O mercado global de plásticos descartáveis em resposta à pandemia projeta um crescimento de 5,5% para este ano, o que equivale a mais de um bilhão de dólares.

A crise global de saúde que vivenciamos coloca pressão extra sobre as práticas regulares de gestão de resíduos, em particular das máscaras faciais, que passaram a fazer parte do descarte no nosso lixo doméstico. A verdade é que o Poder Público Municipal, responsável pela gestão do nosso lixo doméstico não está preparado para esta gestão ambientalmente adequada, fazendo com que milhares de máscaras sigam para os aterros e/ou lixões sem o devido tratamento.  O descarte inadequado de apenas 1% das máscaras representa mais de 10 milhões de máscaras faciais sem o devido tratamento chegando ao meio ambiente. Imagens de máscaras nas praias e oceanos agravando o problema dos microplásticos e da vida marinha tornaram-se rotineiros.

Precisamos cobrar do Poder Público uma estratégia de gestão adequada para um resíduo potencialmente danoso não só para o meio ambiente, mas também para a nossa saúde e que se tornou onipresente.

Rafael Zarvos
Advogado e fundador da Oceano Resíduos, especialista em ESG.
rafael@oceanoresiduos.com.br
@rafaelzarvos

Categorias
Ana Cristina Campelo | Seus Direitos Notícias do Jornal

ODS 17: Parceria e meios de implementação (parte 2)

Nesta edição, continuamos falando sobre o 17º Objetivo para o Desenvolvimento Sustentável da Organização das Nações Unidas (ONU). Fortalecer os meios de implementação e revitalizar a parceria global para o desenvolvimento sustentável são as metas do ODS 17.

Concretizar a implementação oportuna de acesso a mercados livres de cotas e taxas, de forma duradoura, para todos os países menos desenvolvidos, de acordo com as decisões da OMC, inclusive por meio de garantias de que as regras de origem preferenciais aplicáveis às importações provenientes de países menos desenvolvidos sejam transparentes e simples, e contribuam para facilitar o acesso ao mercado.

Média de tarifas aduaneiras aplicadas aos países em desenvolvimento, países menos desenvolvidos e pequenos Estados insulares em desenvolvimento.

Aumentar a estabilidade macroeconômica global, inclusive por meio da coordenação e da coerência de políticas.

Aumentar a coerência das políticas para o desenvolvimento sustentável.

Respeitar o espaço político e a liderança de cada país para estabelecer e implementar políticas para a erradicação da pobreza e o desenvolvimento sustentável.

Reforçar a parceria global para o desenvolvimento sustentável, complementada por parcerias multissetoriais que mobilizem e compartilhem conhecimento, expertise, tecnologia e recursos financeiros, para apoiar a realização dos objetivos do desenvolvimento sustentável em todos os países, particularmente nos países em desenvolvimento.

Incentivar e promover parcerias públicas, público-privadas e com a sociedade civil eficazes, a partir da experiência das estratégias de mobilização de recursos dessas parcerias.

Até 2020, reforçar o apoio à capacitação para os países em desenvolvimento, inclusive para os países menos desenvolvidos e pequenos Estados insulares em desenvolvimento, para aumentar significativamente a disponibilidade de dados de alta qualidade, atuais e confiáveis, desagregados por renda, gênero, idade, raça, etnia, status migratório, deficiência, localização geográfica e outras características relevantes em contextos nacionais.

Proporção de indicadores de desenvolvimento sustentável produzidos a nível nacional com desagregação completa quando relevante para a meta, de acordo com os Princípios Fundamentais das Estatísticas Oficiais.

Número de países que possuem legislação estatística nacional que cumpre os Princípios Fundamentais das Estatísticas Oficiais. Número de países com um plano estatístico nacional totalmente financiado e em execução, por fonte de financiamento.

Até 2030, valer-se de iniciativas existentes para desenvolver medidas do progresso do desenvolvimento sustentável que complementem o produto interno bruto [PIB] e apoiem a capacitação estatística nos países em desenvolvimento.

Valor em dólares de todos os recursos disponibilizados para fortalecer a capacidade estatística nos países em desenvolvimento. Proporção de países que (a) realizaram pelo menos um Recenseamento da População e da Habitação nos últimos 10 anos; e (b) atingiram 100% de registros de nascimento e 80% de registros de óbitos. Podemos e devemos fazer a nossa parte. É possível!

Ana Cristina Campelo
Advogada e jornalista 
anacristina.campelo@jornaldr1.com.br