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Deputado Anderson Alexandre pede castramóvel para municípios do interior do RJ

Preocupado com o abandono e aumento da população de animais nas ruas, inclusive em municípios do interior do Rio de Janeiro, o deputado estadual Anderson Alexandre (SDD) solicitou ao governo estadual o envio de unidades do castramóvel do programa RJPET aos municípios de Casimiro de Abreu, Itaboraí, Rio Bonito, Silva Jardim e Tanguá.

Os pedidos do deputado Anderson Alexandre foram formalizados ao secretário estadual de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, Sandro Pedrosa Grillo, através de indicações legislativas publicadas no Diário Oficial da última terça-feira (17).

Abandono é considerado crime de maus-tratos no Brasil, com punição que vai de multa e perda da guarda do animal a prisão. A legislação também prevê pena de detenção de três meses a um ano e multa para quem pratica violência contra animais.

Levantamento da Comissão de Direitos dos Animais da Câmara dos Vereadores do Rio registrou um aumento no abandono de animais de quase 250% no último ano. Em abril, esse número cresceu ainda mais, chegando a 357% em relação ao mesmo período do ano anterior.

De acordo com o deputado Anderson Alexandre, no interior a situação é alarmante, devido aos apelos que chegaram ao seu gabinete com o relato de que ONGs e os protetores independentes de animais estão assoberbados e não têm mais condições de absorver novos bichos.

“Lamentavelmente os bichos também estão sofrendo as consequências perversas da pandemia da covid-19. A falta de dinheiro faz com que as pessoas tomem atitudes erradas, descartando os animais nas vias públicas, mas a sociedade tem que conscientizar que abandonar animal é crime”, afirma o deputado Anderson Alexandre. 

A unidade do castramóvel conta ao todo com 20 profissionais, sendo 10 veterinários, atuando desde a castração até a devolução do cão ou gato para o tutor. Todo animal antes de ser castrado passa por uma avaliação para que a equipe possa saber se está apto para o procedimento.

“O envio de castramóvel aos municípios é uma forma de amenizar esse grave problema social que estamos enfrentando porque animais abandonados adoecem e podem transmitir doenças”, conclui o deputado estadual Anderson Alexandre 

Abandono é considerado crime de maus-tratos no Brasil, com punição que vai de multa e perda da guarda do animal a prisão. A legislação também prevê pena de detenção de três meses a um ano e multa para quem pratica violência contra animais.

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Saara pode dar nome a estação de metrô

Tradicional ponto de comércio popular no Centro do Rio de Janeiro, o Saara poderá dar nome à estação de metrô situada na região. Projeto de Lei com essa finalidade foi aprovado na Assembleia Legislativa do Rio (Alerj), na última quarta-feira (18), e agora segue para o governador Cláudio Castro, que tem até 15 dias para sancionar ou vetar a lei.

A estação do metrô passará a ser denominada Saara-Presidente Vargas, de acordo com o PL 37-A/2019, de autoria original do deputado Alexandre Knoploch.

Coautor do projeto de lei, o deputado estadual Léo Vieira (PSC) destacou a importância da mudança. “A inclusão do nome Saara é um pedido antigo dos comerciantes, acreditamos ser uma forma de valorizar o comércio popular da região, além de impulsionar o turismo também por associar o principal ponto à estação Presidente Vargas já conhecida”, afirma o deputado Léo Vieira.

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Instituto Cultural Giuseppe e Anita Garibaldi prestigia personalidades

O Instituto Cultural Giuseppe e Anita Garibaldi realizou no último dia 14, na cidade de Porto Alegre/RS, sua reunião semestral reunindo um animado grupo no Hotel Continental.

Promovendo, divulgando e preservando o patrimônio cultural, material e histórico, o ICGAG trabalha desde 2001 incentivando a cultura e a arte através de suas personas, tendo em seu currículo vários projetos realizados ao longo dos anos no Rio Grande do Sul e em todo Brasil.

O Instituto entregou os Troféus Speranza, Troféu Sabedoria, Troféu Athena, Placas alusivas aos 200 anos de Anita Garibaldi, e Comendas Anita Garibaldi. A cada evento, o Instituto escolhe alguns títulos para conceder a personalidades que se destacam no meio da cultura e da arte. Os presentes ainda foram brindados com uma exposição de algumas telas do Projeto Brasil.

Entre os Homenageados: a Comendadora, Chanceler e Sócia Benemérita distinguida com o título na noite, Dra. Elizabeth Remos Krowczuk, O Comendador, Chanceler e Sócio Benemérito Dr. João Antonio Lara, Dra. Rosália Andrighetto, Comendador Dr. Geraldo Hamilton de Menezes, Dra. Mickaele Kezia de Mendonça Alves, Comendadora Dra. Adriana Storti, Comendadora  Dra.Michele Marks e Comendador Dr.Marcos Bastos Araújo.

Na ocasião fizeram uso da palavra a Presidente do Conselho Superior do Instituto Cultural Giuseppe e Anita Garibaldi, Jornalista Zaira Terezinha Torres Caprara, que deu as boas vindas, e cumprimentou a todos.

Representando o Jornal DR1 estiveram presentes o diretor de redação Dr. Carlos Augusto Aguiar e a CEO, Comendadora, Chanceler e Sócia Benemérita do IGAG Dra. Ana Cristina Campelo, que usou de sua peculiar alegria citando a Oração de São Francisco para registrar o momento.

Ao som de música ao vivo, a confraternização foi um momento de encontro para alguns e reencontro para outros, num ambiente de grande alegria.

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Festa de posse da 57° Subseção da OAB/RJ

A 57° Subseção da OAB/RJ – Barra da Tijuca, deu Posse a nova Diretoria e Conselho, que exercerão o mandato no Triênio 2022/2024, o evento foi realizado no dia 10 de Maio, às 18h00, no Campo Olímpico de Golfe – Barra da Tijuca – RJ.

O local foi fechado exclusivamente para o evento.
E o Dr. Luciano Bandeira, Presidente da OAB-RJ, deu Posse ao Dr. Marcus Soares, Presidente reeleito e o mesmo deu Posse a Dra. Renata Mansur, Vice-presidente, Dr. Paulo Castro, Presidente da Comissão de Direitos Humanos e aos demais membros da Diretoria e Conselho. E dentre os Empossados, estavam presentes os Advogados Dr. Ricardo Menezes, Presidente da CAARJ, Dra. Ana Basílio, Vice-presidente da OAB-RJ, Dr. Carlos Favoretto, Presidente do Campo Olímpico de Golfe e dentre outros que prestigiaram o evento.


E assim que tomou Posse, o Dr. Marcus Soares em seu discurso, falou do terreno adquirido para construir a nova Sede da OAB-BARRA – RJ.

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 Solenidade de Posse dos Membros do Tribunal de Justiça Desportiva desta Federação

A Federação Estadual Rio de Atletismo (FERAt) presidida pelo Sr. Robson José Maia da Silva, consolidou mais uma conquista para o atletismo Fluminense. A solenidade de posse dos nove membros do Tribunal de Justiça Desportiva da entidade:

Presidente do TJD – Tribunal de Justiça Desportiva
Dr. Fábio Peragene  Vice-presidente
Dra. Erica Roberta Bomfim

E dentre os que tomaram Posse, estavam presentes os medalhista Olímpico Robson Caetano da Silva, professora e técnica de atletismo Marta Santos, o diretor executivo da FERAt Weldon Massi, da Major Vânia Juliano, representando o Pr. David Antunes que é Colunista do Jornal DR1 e apresentador do Programa Debate Contemporâneo e  dentre outros que prestigiaram.

O evento foi realizado no último dia 13, no auditório da Universidade Estácio (Maracanã), e representa um avanço nas relações institucionais da modalidade.

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Carlos Augusto | Opinião Colunas Destaque Diário do Rio Notícias do Jornal

Opinião: A proteção da Constituição é um dever de todo cidadão brasileiro

A postura dos imperadores encastelados na estrutura do Supremo Tribunal Federal (STF) é de dar inveja aos grandes ditadores do Império Romano tais como Otávio Augusto, Tibério, Calígula, Nero, Vespasiano, Marco Aurélio, Tito Flavio, Adriano, Cômodo, Décio, Galiano, Constantino.

Corrobora com esses imperadores a postura covarde dos presidentes da Câmara e do Senado, Arthur Lira e Rodrigo Pacheco, aliás, todos os congressistas que se mantém omissos diante dos violentos ataques dos imperadores do STF à nossa Carta Magna. Rasgam diariamente nosso maior instrumento democrático conquistado com muitas lutas durante e após os anos de chumbo.

Àqueles que deveriam ser os guardiões, premeditadamente estão destruindo a maior proteção de liberdade do povo, o Estado de Direito, a democracia, todas as formas de liberdade. Impõe a censura a todas as opiniões e palavras que se rebelam contra os ditadores de toga, além de destruírem a independência entre os poderes constitucionais. Estão proibindo nossos direitos de pensar, opinar, manifestar e se expressar, além impor censura ideológica. Em franca militâncias políticas tomam decisões ilegais, inventam inquéritos, condenam e mandam prender todos àqueles que se opõe a tirania e à opressão de toga. Para esses tiranos, casa não é mais o asilo inviolável, os poderes não são mais independentes e harmônicos.

Em mais um recente ato tirano e desrespeitoso, o imperador Alexandre de Moraes, em um Congresso de Magistrados, afirmou publicamente que todos que se utilizam das plataformas e da internet são imbecis, disse: “as plataformas e a internet deram voz aos imbecis”. Se há imbecis, certamente não são os milhares de brasileiros que utilizam as redes sociais. Imbecis são àqueles encastelados no STF que estão destruindo a Constituição.

Eles estão no comando diante de um congresso de covardes, volto a repetir. Tentam manter o povo refém utilizando-se de práticas ilegais e totalitárias. Combater o autoritarismo e o fascismo dos homens de toga é um dever e uma obrigação de todo cidadão que preza e defende a democracia e o Estado Democrático de direito.

Diante da covardia e da omissão de deputados e senadores, temos que eleger representantes que defendam o interesse do povo. Não podemos esquecer o que disse o imperador Barroso regado a lagostas e vinhos caros:”Eleição não se vence, se toma…”. E é o que eles estão fazendo. Tomaram o poder e estão governando e contrariando todas as iniciativas dos congressistas que em 1988, através da Assembleia Constituinte promulgaram a nossa Carta Magna, quando o saudoso deputado Ulysses Guimarães, na promulgação no dia 5 de outubro de 1988, proclamou: “Descumprir, jamais; afrontá-la, nunca!”; “Promulgamos o estatuto do homem da liberdade”; “Não roubar, não deixar roubar, pôr na cadeia quem roube eis o primeiro mandamento da moral pública”. A corrupção é o cupim da República”. Dr. Ulysses Guimarães afirmou ainda “o poder que emana do povo e em seu nome será exercido”, está escrito.

A Constituição foi literalmente jogada no lixo por esses imperadores do STF. O tribunal de exceção constitucional destruiu os princípios da imparcialidade, impessoalidade, da livre manifestação do pensamento e de expressão e, recentemente decidiram que falas ofensivas não estão protegidas pela imunidade de deputados e senadores. Ignoraram o princípio do devido processo legal.

O presidente do Senado declarou que: “não deixarei o Supremo isolado”. Para eles, verdadeiros covardes, os ministros ditadores são mais importantes do que o povo.

Os imperadores do STF sob falsos argumentos inventaram palavras de ordens tais como “atentado a democracia” “combate ao extremismo antidemocrático”, “fake news”, “ataques às instituições e ao Estado Democrático de direito” “milícias digitais” “atentados contra autoridades”, “indústria de monetização”, etc sem que tenha havido materialidade, ou seja, não há provas.

Eu lembro que participei de diversas manifestações na década de 90, contra as privatizações da Companhia Siderúrgica Nacional (CSN) no governo Itamar Franco, da Vale do Rio Doce no governo FHC, o pau quebrando na Praça XV com a polícia militar cercando a Bolsa de Valores para impedir que invadíssemos. Entoávamos palavras de ordem contra os governantes e contra o judiciário, o mesmo ocorrendo durante as manifestações das “Diretas Já”, no “fora Collor e FHC”. Não lembro que os insultos aos governantes e ao judiciário tenham sido interpretados como “atentado à democracia”.

Com certeza absoluta o atentado a democracia está acontecendo agora através das ações dos imperadores do STF.

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Colunas Destaque Diário do Rio Notícias do Jornal Vitor Chimento | Serra

Produtos orgânicos uma forte tendência do mercado alimentício mundial

Considera-se produto orgânico, animal ou vegetal, segundo as leis brasileiras, aquele obtido sem utilização de elementos químicos ou de hormônios sintéticos que favorecem o seu crescimento de forma não natural. No caso do vegetal, o solo é a base fundamental, tornando-se fonte de nutrição, livre de agrotóxicos, pesticidas, adubos químicos ou sementes transgênicas. No caso de animais, sua criação é feita sem uso de hormônios de crescimento, anabolizantes ou outras drogas, como antibióticos. São produtos que passam por um processo 100% sustentável e que não prejudica o ecossistema local. Para que um produto seja considerado orgânico, ele deve ser reconhecido e certificado pelo Ministério da Agricultura, e, dessa maneira, receber um selo que o identifique.

O cultivo de produtos orgânicos requer, além do não uso de agrotóxicos, uma série de exigências legais que vão desde o respeitar dos aspectos culturais, sociais, econômicos e ambientais, até a proteção e uso responsável do solo, da água, do ar e demais recursos naturais.

O consumo desses alimentos é uma realidade, cada vez mais, vista na mesa das pessoas. Observa-se com frequência uma maior conscientização na diversificação do uso desses produtos, tanto de alimentos processados, como sucos, óleos, vinagre, azeite, doces, geleias, pães, biscoitos, frutas desidratadas, temperos, vinhos, molhos, bem como cosméticos, vestimentas, higiene, limpeza da casa entre outras tantas opções.

Várias são as vantagens e benefícios de se adaptar ao consumo desses produtos. Prática que tem atraído um número, cada vez mais significativo, de adeptos espalhados pelo mundo. Ao consumirmos tais produtos, garantimos uma rotina mais sustentável de produção dos alimentos, favorecemos o desenvolvimento de pequenos produtores locais, minimizamos a ingestão de produtos tratados com agrotóxicos e outros produtos químicos. Sem contar que vem se tornando um hábito saudável que ajuda e garante a qualidade do ambiente de trabalho, dos produtos e métodos sustentáveis de distribuição e comercialização.

A região conta com vários produtores, cadastrados, que expõe, todos os sábados, seus produtos em feiras de Miguel Pereira, Paty do Alferes e do Vale das Princesas. São produtos saudáveis, saborosos e bem mais nutritivos.
Contrariando a crise econômica que abalou o mundo em pandemia, alguns agricultores familiares locais, tiveram suas vendas aumentadas nesses meses. Eles se organizaram e implementaram uma nova forma de vendas por entregas. Uma ideia fundamental que eles encontraram para se adaptarem a essa nova logística do setor (delivery) foi as cestas, com os mais variados produtos orgânicos, a escolha dos clientes mais exigentes. Garantindo, assim, o escoamento de suas produções e, também, uma forma de conter, durante a pandemia, a transmissão do vírus.

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Aglaete Nunes | Fala Mulher Colunas Destaque Diário do Rio Notícias do Jornal

Sururu nas ribaltas cinematográficas

A mini série britânica Anne Boleyn, da HBO portuguesa, com estreia programada para 1º de junho próximo, vem suscitando acalorados questionamentos, ante a escolha da atriz inglesa, Jodie Turner Smith,
ativista negra, como protagonista, no papel de Ana Bolena, a segunda das 6 esposas de Henrique VIII, rei da Inglaterra nos idos de 1509.

Bolena, foi rainha consorte, de 1533 até 2 dias antes da anulação de seu
casamento, e sua execução, acusada de alta traição, e prática de incesto, supostamente cometido, com o próprio irmão.

Ana era considerada, contrária a sociedade patriarcal vigente. Desta feita, buscava diferentes e melhores condições de vida para sua filha Elizabeth, lidando com as traições do marido e, as pressões sofridas, para conceber um herdeiro do sexo masculino, razão pela qual, Henrique havia se divorciado de Catarina de Aragão, que também não lhe dera um filho varão.

Sua atuação polêmica, ainda teria dado ensejo, a renúncia da autoridade Papal na Igreja Anglicana, que se tornara independente de Roma.

Em decorrência de toda polêmica, acabou sendo decapitada, por ordem do Rei, seu esposo, em 1536.

O que se estranha, nas controvérsias levantadas, à indicação da protagonista, selecionada para assumir sua representação nesta história, é que seus críticos esquecem, que na arte, existe a liberdade de criação, a “licença poética”, devaneios etéreos, mesmo na dramaturgia.

Essa tal liberdade, que dá ao artista, independente de etnia e raça, a condição de criar ou desempenhar qualquer papel que esteja a seu alcance, como sempre ocorreu em situações, de artistas não negros,
por exemplo, incorporarem Otelo, ideado por Shakespeare, como um
personagem negro Isto, nunca causou estranheza ou suscitou reações relacionadas à questão racial, como neste caso, fato contraditório em nossa era pós moderna, sujeita a tolerância às transmutações de todos os gêneros, mormente quando constatamos fugir das telas para a vida real, histórias de príncipes encantados e princesas encarceradas nos borralhos, como o suntuoso casamento de Harry neto de Elizabeth II, com a atriz negra Meghan Markle.

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Colunas Destaque Diário do Rio Helainy Araujo | Saúde Capilar Notícias do Jornal

A beleza dos grisalhos

Não faz muito tempo, não pintar o cabelo era considerada uma escolha de mulheres pouco vaidosas e desleixadas, que não se preocupavam com a aparência e que envelheceram antes do tempo.

Mas a pandemia, em razão do isolamento social, provocou a aceleração de uma tendência que já vinha ganhando força entre as mulheres: não pintar o cabelo. Mulheres famosas e anônimas, resolveram aderir à cor natural que os cabelos ganham com o passar dos anos. E isto está virando moda!

Nos últimos dois anos, a pergunta que era tão comum de “Por que você não pinta o cabelo?”, passou a ser substituída cada vez mais por: “Por que você pinta o cabelo?”. Os discursos mudaram tão radicalmente que o cabelo branco deixou de ser um estigma para ser um valor para mulheres de todas as idades. Um país que valoriza a juventude e despreza a velhice, porém, vai demorar a entender que o cabelo branco não é uma aposentadoria da vida sensual e do cuidado com o próprio corpo.

Ainda recente no Brasil, esse novo modelo de belezaainda causa certa estranheza, mulheres ainda são criticadas quando assumem seus cabelos brancos. Isso acontece porque os valores culturais ainda permanecem interiorizados dentro de cada uma de nós.De um lado, somos aplaudidas quando nos libertamos das tinturas. De outro, somos criticadas por mostrar as marcas do envelhecimento.

As mulheres cobram muito mais das outras mulheres porque se sentem mais cobradas. Quanto mais mulheres se sentirem bonitas e plenas com o cabelo grisalho (ou com as cores que elas quiserem e acharem belas), mais rapidamente o olhar da sociedade sobre o que é considerado bonito vai mudar. Cada mulher que se liberta, liberta muitas outras para se sentirem mais plenas e felizes de acordo com as próprias escolhas.

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Colunas Destaque Diário do Rio Notícias do Jornal Rafael Zarvos | Nosso Planeta

Carbono azul e o benefício para o clima global

Quando abordamos o tema de “sequestro de carbono”, a primeira coisa que costuma vir à mente é o Protocolo de Quioto que propunha aos países que estes protegessem grandes áreas de florestas servindo como sumidouro de Carbono para serem convertidas posteriormente em créditos.

No entanto um outro “ tipo de carbono” começa a chamar a atenção da Comunidade Internacional: O Carbono Azul.

Os oceanos e as regiões costeiras são os reguladores climáticos da Terra, cobrindo 72% da superfície do planeta e sendo responsáveis por absorveram cerca de 40% do carbono emitido pelas atividades humanas desde a Revolução Industrial.

Ecossistemas costeiros, como manguezais, pântanos de maré e prados de ervas marinhas, portanto, atuam como reservatórios profundos de gases de efeito estufa. O problema atual é que tanto os oceanos quanto as regiões costeiras estão sob pressão, em meio ao aquecimento global, à destruição de habitats, à poluição e aos impactos da pesca excessiva e da atividade industrial.

Todos estes fatores estão contribuindo para reduzir o papel dos oceanos na mitigação das mudanças climáticas.

Por meio de nossos esforços, podemos evitar danos ou até mesmo restaurar os oceanos. Isso aumentaria a absorção de carbono da atmosfera e poderia fazer com que alcançássemos a metade estabelecida no Acordo de Paris sobre Mudanças Climáticas.

Além da importância como sumidouro de carbono, o “Carbono Azul” também pode impactar positivamente a economia dos países que estão conectados com os oceanos. Por exemplo, à medida que os manguezais se recuperam, as populações de peixes e fauna marinha se expandirão, apoiando a pesca e o turismo baseado na natureza, além de reforçar a proteção costeira e filtrar o escoamento.

As soluções climáticas baseadas na natureza nos oceanos do mundo podem desempenhar um papel mais importante nos esforços de conservação e redução de carbono em todo o mundo.