É com profundo respeito e saudade que recordamos hoje, exatamente um ano após a sua partida, o imensurável legado do professor Evanildo Bechara (1928-2025). Para mim, essa data carrega um peso ainda mais singular, por coincidir com o dia do meu próprio aniversário, transformando uma celebração pessoal em um momento de eterna reverência e reflexão.
Mestre dos mestres, Bechara não foi apenas um dos maiores gramáticos e filólogos da nossa história; ele foi o guardião da sensibilidade e da riqueza da língua portuguesa. Sua perda, há um ano, deixou um vazio imenso na nossa cultura e na educação, mas a sua voz e os seus ensinamentos continuam vivos em cada página, em cada aula e em cada um de nós que enxerga no idioma uma forma de arte e de identidade.
Mais do que lamentar a ausência, hoje é dia de celebrar a sua eternidade por meio das palavras que ele tão brilhantemente nos ensinou a amar.





