Diante de tanta corrupção, infelizmente a marca registrada nesses 20 anos do governo do Partido dos Trabalhadores transformou o país numa anarquia geral, em terra arrasada, nas mãos da bandidagem de toda estirpe.
É do roubo ou furto de um celular a imensas transações financeiras envolvendo políticos, empresários e banqueiros nessa ciranda de corrupção sem precedentes na história nacional, despertando inclusive a Transparência Internacional, que aponta entre outros fatos, a conivência e inoperância da Procuradoria-Geral da República em relação à corrupção do Banco Master, no contrato de R$ 129 milhões com o escritório da família do ministro Moraes; o assalto as aposentadoria dos aposentados e pensionistas da Previdência social que deixou um rombo de mais de 6 bilhões; a suspensão da multa de R$ 10,3 bilhões, da J&F pelo ministro Dias Toffoli e o escândalo envolvendo o resort Tayayá; o escândalo envolvendo o senador Jaques Wagner.
Aliás, não podemos esquecer a opinião do ministro Gilmar Mendes, quando apoiava a Lava Jato, quando classificou as gestões do PT em uma “cleptocracia”, governo de ladrões, que juntou dinheiro para financiar projetos de poder por décadas.”
A sucessão de escândalos aponta para uma sofisticação crescente dos mecanismos de corrupção que acumula dezenas de bilhões de reais desviados dos cofres públicos.
Mensalão e petrolão, esquema de corrupção bilionária envolvendo relações autoridades dos três Poderes constituídos com um crescimento dos desvios de dinheiro do povão acusando cifras que podem ultrapassar 100 bilhões. O mensalão, por exemplo, movimentou entre 102 milhões a 1,3 bilhão de reais. Os valores apurados pela Lava Jato, na Petrobras, foram estimados em R$ 18 bilhões.
Os tentáculos dos escândalos Master, não param de serem ampliados. A cada apuração, mesmo que capenga, já contaminou o presidente da Câmara, Hugo Motta, e o presidente do Senado, Davi Alcolumbre, que sentou definitivamente nos requerimentos de CPIs. Na Câmara, Motta atua para impedir os avanços nas apurações.
Enquanto isso, a dívida pública do Brasil ultrapassou a marca de R$ 9 trilhões em maio de 2026, segundo dados divulgados recentemente pelo Tesouro Nacional, e os ministros do STF, Alexandre de Moraes, Cristiano Zanin, Flávio Dino e Gilmar Mendes, votaram e liberaram o pagamento de parte dos chamados “penduricalhos” a magistrados que poderão somar R$ 32.456,33 ao salário R$ 46.366,19, podendo receber cerca de R$ 78.822,52 mensais.
Os penduricalhos e o quinquênio, segundo a Corte, são gastos cerca de R$ 7,4 bilhões anualmente com esses benefícios. Ainda segundo pesquisas, a justiça brasileira consome anualmente 1,3% do PIB (Produto Interno Bruto). Em valores correntes, os gastos com tribunais de Justiça foram de R$ 156,6 bilhões em 2023.
Toda essa sangria e mordomia quem paga somos nós, o povão assalariado que recebe R$ 1.621.





