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Impacto econômico do Airbnb no Rio de Janeiro cresce 21% e consolida posição da cidade como destino global

Foto: Reprodução
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Novo estudo da FGV mostra que, em todo o estado do Rio de Janeiro, a atividade sustentou quase 128 mil postos de trabalho, com impacto de R$ 21 bilhões na economia local.

A atividade do Airbnb movimentou quase R$ 21 bilhões no estado do Rio de Janeiro em 2025, alta de mais de 16% em relação ao ano anterior, segundo atualização do estudo da Fundação Getulio Vargas (FGV) encomendado pelo Airbnb. Na cidade, a alta foi de 21% na comparação com 2024. Principal cartão-postal do Brasil, o Rio é palco de grandes eventos, acompanhados pelo aumento do fluxo de visitantes.


Para atender à crescente demanda de visitantes e o objetivo da cidade em atrair cada vez mais turistas, o aluguel por temporada tem ampliado as opções de acomodação e ajudado a espalhar os benefícios econômicos do turismo por diferentes regiões do Rio de Janeiro. Em maio, durante a mais recente edição do Todo Mundo no Rio, grande show internacional realizado em Copacabana, anfitriões no Airbnb receberam visitantes de quase 1.600 cidades e 64 países, evidenciando o alcance global de eventos realizados na cidade e seu potencial de movimentar a economia local.


De acordo com o estudo da FGV, no último ano, a atividade sustentou quase 128 mil postos de trabalho no estado e gerou quase R$ 2 bilhões em tributos. Mais do que ampliar as opções de acomodação, a atividade tem fortalecido diferentes setores e contribuído para a geração de renda, que, em 2025, alcançou mais de R$ 6 bilhões.


“Cada cidade vive momentos diferentes e precisa de soluções que acompanhem essa dinâmica. O aluguel por temporada tem se mostrado uma alternativa capaz de ampliar a capacidade de acomodação, gerar renda para moradores e ajudar que destinos muito procurados como o Rio de Janeiro acolham mais visitantes”, explica a diretora-geral do Airbnb na América do Sul, Fiamma Zarife.


A presença da atividade no estado

No estado do Rio de Janeiro, o Airbnb continua a ampliar sua presença como opção de acomodação para visitantes. Além da capital, Cabo Frio, Búzios, Arraial do Cabo e Paraty se destacam entre os destinos mais procurados na plataforma no estado, assim como as cidades com a maior oferta de acomodações na plataforma1.
 

Juntos pelo turismo

Na capital fluminense, a movimentação econômica atingiu mais de R$ 12 bilhões em 2025. A atividade também impulsionou mais de 73 mil postos de trabalho. Além disso, gerou mais de R$ 3 bilhões em renda, mais de R$ 900 mil em tributos e contribuiu com mais de R$ 6 bilhões para o PIB municipal.

Em uma cidade que se abre para o mundo, receber visitantes também significa promover uma convivência equilibrada entre moradores e turistas, valorizando a experiência de quem chega sem perder de vista a dinâmica e a identidade de quem vive ali. Essa visão de turismo, capaz de conciliar desenvolvimento econômico e benefícios para a comunidade, tem sido cada vez mais reconhecida em importantes agendas do setor.

Em 2026, o Airbnb tornou-se a plataforma oficial de acomodações do Carnaval de Rua do Rio de Janeiro, reforçando sua atuação em momentos que atraem visitantes de diferentes perfis e impulsionam setores como comércio, alimentação, transporte e serviços.


Para Fiamma Zarife, grandes eventos mostram a força do Brasil como destino turístico global, inclusive no Rio. “O aluguel por temporada contribui para que mais pessoas possam ter experiências únicas e para que cidades e comunidades estejam mais preparadas para acolher visitantes e compartilhar os benefícios econômicos da atividade”, afirma.


Impacto pelo país

O estudo da FGV destaca que a plataforma movimentou mais de R$ 113 bilhões na economia brasileira, contribuiu com quase R$ 63 bilhões para o PIB, sustentou mais de 700 mil postos de trabalho e gerou quase R$ 9 bilhões em tributos.Para além dos indicadores econômicos, a atividade está conectada à geração de renda, ao fortalecimento do turismo e ao desenvolvimento local em diferentes regiões do país.

A atualização do estudo da FGV utilizou a mesma metodologia de 2024 de insumo-produto, partindo dos gastos efetivos de hóspedes e anfitriões e estimando como esse dinheiro circula entre os demais setores da economia.

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