Antes que o país quebre de vez, as ações da Suprema Corte precisam ser bloqueadas e os tiranos de toga removidos através de impeachment por crimes de responsabilidade. Paralelamente à interferência do STF, Hugo Motta e Davi Alcolumbre se omitem diante dos inúmeros requerimentos de abertura das CPI ou CPMI dos ministros do STF.
Fato é que estamos vivendo sob um regime de exceção com a imposição de uma violenta censura sobre todos que ousam desafiar a tirania do STF. A tirania chegou a grande imprensa pelo ministro Alexandre de Moraes, autorizando a investigação com o objetivo real de a medida identificar as fontes jornalísticas, sob a justificativa de suposto crime de perseguição contra o ministro Flávio Dino, o com que convenhamos é no mínimo uma aberração jurídica insustentável.
Segundo a matéria jornalística Flávio Dino teria utilizado um veículo do Tribunal de Justiça do Maranhão, para fins pessoais, obviamente pagos com recursos do Fundo Especial de Segurança dos Magistrados, dinheiro público.
A decisão de Moraes autorizando a operação na residência do jornalista, sustenta que as informações divulgadas indicariam crime de perseguição da parte do jornalista, o que não se sustenta. Na verdade, os supremos tiranos estão violando mais uma vez a liberdade de imprensa.
A grana do povo custeia as mordomias dos corruptos.
Segundo publicações na grande imprensa, tomamos conhecimento que a farra com os recursos públicos não tem limites. Degustação uísque, no George Club, em Londres, oferecida por Vorcaro, com nota fiscal de US$ 640.831,88, equivalente a cerca de 3,3 milhões de reais. Vorcaro bancou a degustação de uísque Macallan para Alexandre de Moraes, Dias Toffoli, Andrei Rodrigues aquele da “missão dada, missão cumprida”, uma verdadeira promiscuidade entre autoridades que deveriam zelar pelo bem estar do povo.
Mas o que esperar quando se formaliza um contrato de R$ 129 milhões, o assalto de R$ 6 bilhões dos aposentados do INSS e o rombo de mais de 40 bilhões do Master. Eles estão defendendo seus milionários interesses, por mais espúrio e imoral que seja, por exemplo, a decisão de Flávio Dino, suspendendo quebra de sigilo de Lulinha e de Roberta Luchsinger, a intermediária entre Lulinha e o “careca do INSS”.
O rombo é de aproximadamente R$ 52 bilhões no Fundo Garantidor de Crédito, valor que representa cerca de 40% de todos os recursos disponíveis. Segundo análise de técnicos, o prejuízo poderá impactar diretamente o bolso do cidadão brasileiro que possui conta bancária, ou seja, o povo paga a conta.
O escândalo do Banco Master está contaminando toda corte encastelada em Brasília envolvendo figuras importantes de todos os três poderes. Em reação aos que tentam sufocar as investigações, o governador Romeu Zema pediu o impeachment de Alexandre de Moraes; o deputado Marcel van Hattem entrou com uma notícia-crime contra Dias Toffoli e Moraes na Procuradoria-Geral da República; o senador Eduardo Girão entrou com uma representação no Conselho de Ética para tirar Davi Alcolumbre da presidência do Senado; há denúncias que os dois tiranos de toga Toffoli e Moraes, estão fazendo obstrução da Justiça e pressionando testemunhas, o objetivo é abafar tudo e tornar os processos nulos, tal qual fizeram na operação “Lava Jato”, um bando de corruptos.
E o Governo é contra reconhecer que o crime organizado seja considerado terrorismo…
Na reunião sobre a defesa da nossa segurança, que ocorreu em Miami, reunindo 12 países, o Brasil não participou. Batizado por “Escudo das Américas”, o encontro teve a finalidade de preservar o continente de grupos narcotraficantes e terroristas. Um dos objetivos é considerar terroristas o PCC e o Comando Vermelho, e ao que parece, o governo não quer.
De que lado está o governo?





