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Opinião: Suprema lama federal e o código de ética da máfia

Foto:  Marcello Casal JrAgência Brasil
Foto: Marcello Casal JrAgência Brasil

O que se viu e ouviu durante a audiência pública na terça-feira das bocas dos tiranos do STF, foi um verdadeiro escárnio e desprezo contra o povo honesto deste nosso país. A começar pela pauta da sessão na qual se discutiria ou não, apreciar e investigar o envolvimento do tirano Alexandre de Moraes com o banqueiro ladrão do erário público e dos aposentados e pensionistas Daniel Vorcaro, que aliciou dezenas de poderosos encastelados nos três poderes da República.  

Uma quadrilha de tiranos composta de Flávio Dino e Gilmar Mendes (“até a máfia tem ética”), Cristiano Zanin e o próprio Alexandre de Moraes, que também votou sendo ele o acusado, numa verdadeira postura de autoritarismo e tirania, afinal, com base no princípio da imparcialidade, “ninguém pode julgar a si mesmo ou decidir sobre a própria conduta”.

Para a quadrilha que se postaram na defesa do tirano Moraes (130 milhões) e toda relação com o Master, não é ilegal e muito menos imoral. Esse foi o recado dos tiranos dado à Nação. O outro recado foi que não há justiça na Suprema Corte quando se trata de proteger os seus corruptos, foi o que vimos ontem no grande circo que se tornou o STF.

         Vimos o presidente da Corte Edson Fachin acovardado e perdido na condução dos trabalhos, sem pulso e sem autoridade, abrindo a guarda para ser achincalhado e desrespeitado pelo tirano Flávio Dino.

Vimos o acovardado ministro Kássio Nunes Marques, também outro vendido, traindo seus colegas e a opinião pública ao alegar impedimento, deixando o plenário numa rapidez de quem tem culpa no cartório, ou seja, “afasta de mim esse cálice”.

Vimos uma Corte Suprema contaminada por corrupção, fato que sequer foi apreciado, enquanto que toda discussão se restringe às questões preliminares e bate-bocas, com a finalidade de tumultuar a audiência, o que de fato ocorreu.

Vimos o quarteto fantástico, sem ética e moralidade, atuar em defesa do acusado de corrupção Moraes a fim de protegê-lo a qualquer custo, e assim impedir que esse imenso escândalo financeiro de proporções inéditas, seja apurado, inclusive utilizando coercitivamente através de ameaças do decano Gilmar Mendes.

Para o tirano Gilmar Mendes, o fato de Moraes ter assessorado e recebido milhões do Vocaroo, não é crime. O criminoso, segundo Gilmar, foi o ministro Mendonça querer investigar Moraes. O que se viu no debate jurídico, foi à exposição da podridão que corrói a Corte, inclusive a Procuradoria Geral, presidida pelo corrupto Paulo Gonet, que na maior cara-de-pau negou as acusações feitas pela PF, no relatório do Ministro André Mendonça.

Numa autêntica e leviana inversões de valores, os ministros intocáveis, ou a gangue de malfeitores, atuaram por todo o tempo que durou a audiência, cinicamente com a finalidade de impedir a investigação do Moraes, protagonizando  um espetáculo deprimente e vergonhoso.

Fato é que o tirano Alexandre de Moraes ao longo desses 7 anos  vem cometendo sucessivos crimes contra a liberdade e a dignidade do povo brasileiro. Ilegalmente perseguiu, censurou, condenou centenas de pessoas sob a falsa acusação de golpe de estado e defesa da democracia, ao mesmo tempo em que cometeu em parceria com Vocaroo, uma das maiores fraudes financeiras do país.

A lama que atolou os tiranos do STF custou aos bolsos do povo o salário mínimo em 2025, cerca de R$ 1 bilhão. As despesas dos tribunais superiores (STF, STJ, TST, TSE e STM), somaram R$ 5,2 bilhões. Os gastos totais com o poder judiciário foram de cerca de R$ 164,6 bilhões, representando 1,3% do PIB nacional.

Nós, pagadores de impostos, refém da criminalidade, do desemprego em massa, do alto custo de vida, da miséria absoluta, temos um compromisso nessas eleições, lavarmos esse chiqueiro.

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