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Grávidas podem pintar os cabelos?

 

Por Claudia Mastrange

Gravidez requer cuidados e atenção especial à saúde da mãe e do bebê. Uma dúvida comum das mulheres diz respeito aos cabelos, usos de tinturas e se é possível fazer luzes e alisamento dos fios, por exemplo. “Durante o primeiro trimestre da gestação não é recomendado que a grávida faça luzes ou pinte o cabelo, pois não há estudos que indiquem que é seguro”, afirma a dermatologista  Regislaine Miquelin,  membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia e da Sociedade Brasileira de Cirurgia Dermatológica.

Como não há estudos conclusivos sobre o assunto, a utilização desses produtos não é recomendada durante a fase gestacional.

“O contato dessas substâncias químicas com o couro cabeludo pode fazer com que elas sejam absorvidas e levadas à circulação sanguínea da mãe e, assim, serem tóxicas e prejudicais ao feto, já que muitas delas são compostas por amônia e metais pesados”, detalha a médica.

E quanto às técnicas de alisamento dos fios?  “Alisamento capilar com formol e amônia está totalmente fora de cogitação. O formol está proibido pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) e não pode ser mais usado em cosméticos. Ele é altamente tóxico, podendo atrapalhar o desenvolvimento do bebê causando má formação, baixa de peso, entre outras anomalias. O uso do formol e seus derivados pode estar mascarado por diferentes nomes: escovas inteligente, marroquina, egípcia, de chocolate, selagem, “botox” capilar, entre outras. Por isso fique atento ao cheiro forte do produto”, alerta Regislaine.

A dermatologista Regislaine faz algumas observações sobre o assunto Foto: Divulgação

Ela alerta para os cuidados na hora de comprar produtos para tratar os cabelos.

“Os nomes das substâncias utilizadas em produtos alisantes são descritos nos rótulos de forma padronizada. Fique atento às embalagens de alisantes, shampoos e outros cosméticos com a função de ‘domar as madeixas’. Verifique o status atual da substância junto à Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária)”, diz.

Para saber se o produto é registrado na (Anvisa), acesse o endereço: https://consultas.anvisa.gov.br/

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Brasil Destaque Notícias Notícias do Jornal Saúde

Anvisa libera 1º remédio pra Covid-19 no Brasil

Da redação com Agência Brasil

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) aprovou o primeiro medicamento com indicação em bula para tratamento de pacientes hospitalizados com Covid-19, o antiviral Remdesivir, mesmo ainda em fase de estudos e mesmo sendo desaconselhado pela Organização Mundial da Saúde (OMS). A notícia veio em meio a uma semana com novos recordes de mortes pela doença no país, que registrou mais de 2 mil óbitos em três dias seguidos.

A mesma medicação, da biofarmacêutica americana Gilead Sciences, usada no passado para combater a hepatite C e o ebola, também foi aprovada no ano passado para uso como medicamento oficial para o tratamento da covid-19 pela Food and Drug Administration (FDA), órgão norte-americano equivalente à Anvisa.

O órgão também concedeu o registro definitivo à vacina da AstraZeneca/Oxford, que já tinha autorização para uso emergencial no país. O primeiro imunizante a obter o registro definitivo no Brasil foi o da Pfizer. Com a liberação, a vacina do consórcio AstraZeneca/Oxford terá uma etapa de produção no Brasil, na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). A autorização permite que a vacina seja aplicada em maiores de idade.

O Rendesivir é um antiviral usado de forma intravenosa e não é vendido em farmácias. Funciona impedindo a replicação do vírus, mas não pode ser administrado em pacientes que estejam em ventilação mecânica e não substitui as vacinas da Covid-19.

A Anvisa disse que se baseou em um estudo que apontou que os pacientes que passaram pela terapia se recuperaram mais rápido. Nos estudos, ainda segundo o órgão, nenhum paciente que usou o antiviral morreu.

Mais de 273 mil pessoas já perderam a vida para a doença no país. Na última semana, mais um vez, o país bateu recorde nas médias de mortes e de casos. Com isso, o Brasil é, hoje, o país onde mais pessoas morrem de Covid, com 190 mortes a mais por dia do que nos EUA.

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Brasil Saúde

Anvisa aprova tratamento para combater a osteoporose e fraturas

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) aprova Evenity (romosozumabe), o primeiro e único construtor ósseo com efeito duplo: evita perda da massa óssea, além de regenerar as partes já comprometidas pela doença,. O medicamento é indicado para o tratamento da osteoporose em mulheres na pós-menopausa com alto risco de fratura ou pacientes que falharam ou são intolerantes a outra terapia de osteoporose disponível. A terapia traz a possibilidade de aumentar a densidade mineral óssea e fortalecer a estrutura esquelética do corpo humano, reduzindo significativamente o risco de fratura.

A osteoporose é conhecida por acometer principalmente idosos, mas as mulheres em menopausa, pacientes de alto risco (com fratura prévia, histórico familiar de fratura de quadril e pacientes com quedas frequentes) também são afetados e descobrem a doença após a primeira fratura. A aprovação traz para o mercado uma possibilidade de mudar o cenário da incapacitação por fraturas, principalmente em pacientes de meia idade com fragilidade óssea por osteoporose. O medicamento demonstrou em estudos que reduz rapidamente o risco de fratura e constrói um novo osso com 12 meses de terapia.

Apenas no Brasil, são cerca de 10 milhões de brasileiros afetados pela osteoporose – a maioria sem conhecimento até o momento da primeira fratura óssea. “Esse tratamento é uma ótima oportunidade para solucionar esse problema da saúde pública. Pacientes que já foram expostos à primeira fratura têm um risco maior de sofrer quebras secundárias. Com o novo medicamento é possível optar por um tratamento que, além de regenerar os ossos, previne novas ocorrências”, afirma o especialista Dr. Ben-Hur Albergaria, ginecologista e vice-presidente da Comissão Nacional de Osteoporose.

Atualmente, as diretrizes brasileiras para o diagnóstico e tratamento da osteoporose estão em fase de revisão. O objetivo das entidades governamentais, médicas e associações de pacientes é que a doença seja tratada como prioritária na agenda de saúde do país, especialmente, para evitar fraturas e que a prevenção chegue aos pacientes.

Fraturas interrompem vidas

Segundo a Federação Internacional de Osteoporose, mais de 8 milhões de fraturas são causadas pela doença todos os anos no mundo. Um levantamento global da instituição mostra que em pessoas acima de 50 anos de idade, metade das mulheres e um quinto dos homens sofrerão uma fratura por fragilidade óssea ao longo de suas vidas.

Além disso, um ano depois de uma fratura de quadril, 24% dos pacientes idosos vão a óbito. Outro estudo demonstra que 60% dos pacientes necessitam de assistência para realizar atividades como alimentar-se, vestir-se ou ir ao banheiro, e 80% precisam de ajuda em atividades como fazer compras ou dirigir.

A aprovação pelo órgão regulador foi baseada no estudo FRAME, que demonstrou redução significativa de novas fraturas vertebrais (coluna) e fraturas clínicas (sintomáticas) em 12 meses em comparação com o placebo, além do estudo ARCH, que evidenciou a indicação nos pacientes com alto risco de fratura e quando tratados com o medicamento por 12 meses, seguido por mais 12 meses com Alendronato, comparado a outro grupo que tratou apenas com Alendronato por 24 meses, havendo redução significativa na incidência de novas fraturas vertebrais e não-vertebrais e de quadril durante o período do estudo.
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Votação da Anvisa para o uso emergencial de 4,8 milhões de doses da Coronavac ocorre nesta sexta-feira (22)

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa), em reunião com a Diretoria Colegiada, avalia, na tarde desta sexta-feira (22/1), a liberação do segundo pedido do uso emergencial da vacina Coronavac feito pelo Instituto Butantan. Se aprovada, a decisão permitirá a distribuição de mais 4,8 milhões de doses do imunizante.

A decisão se deu após a Anvisa analisar um documento enviado pelo instituto que tinha mais de 900 páginas. O encontro é transmitido pelos canais digitais da agência.

Vale ressaltar que no último domingo (17/1) a Anvisa já havia dado o aval para aplicação de 6 milhões de doses do imunizante. Contudo, a vacina em questão era originária do laboratório chinês da Sinovac. Desta vez, a agência avalia as doses produzidas no Brasil. Na ocasião, os diretores da agência reguladora votaram todos a favor dos pedidos de uso emergencial. A escolha ocorre por maioria simples.

A decisão sobre o uso emergencial das vacinas passa a valer a partir do momento em que os laboratórios forem comunicados. A autorização é publicada no portal da Anvisa, no extra de deliberações da Diretoria Colegiada. Não há necessidade de publicação da norma no Diário Oficial da União (DOU).

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Anvisa informa que análise de pedido de ‘uso emergencial de vacinas’ terá prazo de até 10 dias para decisão

 

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) informou em nota nesta segunda-feira (14) que a análise de pedido de ‘uso emergencial de vacinas’ terá prazo de até 10 dias para decisão. A agência certifica de que “está trabalhando em tempo integral” e também seguirá em atividade nas semanas de Natal e Ano Novo. O órgão também afirmou que ainda não recebeu pedidos de uso emergencial.

De acordo com a Anvisa a concessão do uso emergencial nos Estados Unidos, no Reino Unido e no Canadá não servem de base para adoção do mesmo no Brasil. Confira o trecho desta informação:

“Acompanhando o cenário mundial, é possível perceber que nenhuma Autoridade Reguladora, até o momento, concedeu autorização de uso emergencial de forma automática, baseada na avaliação de um outro país”, informou a Anvisa.

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Anvisa autoriza importação de 6 milhões de doses da CoronaVac

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou nesta sexta-feira (23) a importação de 6 milhões de doses da CoronaVac, vacina produzida pela farmacêutica chinesa Sinovac em parceria com o Instituto Butantan.

A licença, por enquanto, é apenas para importação do imunizante. A distribuição das doses, ainda sem registro, depende de autorização da própria Anvisa. O pedido de importação em caráter excepcional foi feito pelo Instituto Butantan.

Testes clínicos

A CoronaVac está na terceira fase de testes clínicos. Atualmente, 9.039 voluntários participam dos estudos clínicos da vacina, feitos com profissionais da área da saúde de sete estados.

Como a Anvisa já havia aprovado a ampliação do estudo para 13 mil voluntários, o governo paulista decidiu ampliar o número de centros de pesquisa. Na fase atual, metade dos participantes recebe a vacina e a outra metade, placebo.

Caso a última etapa de testes comprove a eficácia da vacina, o acordo entre a Sinovac e o Butantan prevê a transferência de tecnologia para produção do imunizante no Brasil.

Eficácia

Para comprovar a eficácia da vacina, é preciso que pelo menos 61 participantes do estudo, que tomaram placebo, sejam contaminados pelo vírus. A partir dessa amostragem, é feita então uma comparação com o total dos que receberam a vacina e, eventualmente, também tiveram diagnóstico positivo da covid-19.

Se o imunizante atingir os índices necessários de eficácia e segurança, será submetido a uma avaliação da Anvisa para registro e só então a vacina estaria liberada para aplicação na população.

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Johnson & Johnson interrompe estudo de vacina contra covid-19

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) recebeu comunicado oficial da empresa Johnson & Johnson, informando ter interrompido temporariamente o estudo clínico que investiga a segurança e eficácia de sua vacina contra a covid-19 (VAC31518COV3001).

De acordo com o comunicado, “o estudo foi temporariamente interrompido devido a um evento adverso grave ocorrido em um voluntário no exterior”. A empresa, no entanto, não detalhou o caso, uma vez que o estado de saúde do voluntário está sob sigilo.

Segundo a Anvisa, o estudo continuará interrompido até que haja investigação de causalidade por parte do Comitê Independente de Segurança, como parte dos procedimentos de boas práticas clínicas.

“No Brasil, a inclusão do primeiro voluntário no estudo ocorreu em 9 de outubro e novas inclusões só poderão ocorrer quando houver autorização da Anvisa, que procederá com a análise dos dados da investigação e decidirá pela continuidade ou interrupção permanente, baseada nos dados de segurança e avaliação risco/benefício”, diz a nota da Anvisa.

Também por meio de nota, a Johnson & Johnson disse que está seguindo suas diretrizes e que a doença do participante “está sendo analisada e avaliada pelo Conselho de Monitoramento de Segurança de Dados Independente ENSEMBLE (DSMB), bem como por nossos médicos clínicos e de segurança internos”.

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Destaque Saúde

Covid-19: Anvisa autoriza testes para nova vacina da Johnson & Johnson

A Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou a Jansen-Cilag, unidade farmacêutica da Johnson & Johnson, a realizar testes clínicos no Brasil para o desenvolvimento de vacina contra a covid-19. O estudo global prevê a inclusão de até 60 mil voluntários, sendo 7 mil no Brasil, distribuídos nos estados de São Paulo, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Minas Gerais, Bahia e Rio Grande do Norte.

Em nota divulgada hoje (18), a Anvisa informou que os dados que embasaram a autorização incluíram estudos não clínicos com a vacina e dados não clínicos e clínicos acumulados de outras vacinas que utilizam a mesma modelagem. Os estudos da Jansen-Cilag foram iniciados em julho nos EUA e na Bélgica. De acordo com a agência, o ensaio clínico será conduzido em etapas e cada etapa só será iniciada se os resultados que estiverem disponíveis no momento forem satisfatórios.

Este é o quarto estudo de vacina contra o novo coronavírus autorizado pela Anvisa no Brasil. No dia 2 de junho, a agência autorizou o ensaio clínico da vacina desenvolvida pela empresa AstraZeneca e pela Universidade de Oxford, do Reino Unido; no dia 3 de julho, o da vacina desenvolvida pela Sinovac Biotech, da China, em parceria com o Instituto Butantan; e no dia 21 de julho, o das vacinas desenvolvidas pela BioNTech, da Alemanha, e Wyeth/Pfizer, dos Estados Unidos.

A potencial vacina da Jansen-Cilag, denominada Ad26.COV2.S, é composta de um vetor recombinante, não replicante, de adenovírus tipo 26 (Ad26), construído para codificar a proteína S (Spike) do vírus Sars-CoV-2 (o novo coronavírus).

O ensaio clínico aprovado é um estudo de fase 3, randomizado, duplo cego, controlado por placebo, para avaliar a eficácia e a segurança de Ad26.COV2.S na prevenção de covid-19 em adultos com 18 anos ou mais. Cada participante receberá uma dose única da vacina ou placebo. O recrutamento dos voluntários é de responsabilidade dos centros que conduzem a pesquisa.

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Destaque Saúde

Estudo confirma eficácia da Coronavac na fase 2 dos testes clínicos

A vacina Coronavac se mostrou eficaz e segura, segundo estudo publicado nesta semana pela farmacêutica chinesa Sinovac Life Science. O trabalho analisou o comportamento de 600 voluntários vacinados na China durante a fase 2 dos testes clínicos. A vacina é desenvolvida pela Sinovac Life Science em parceria com o Instituto Butantan.

De acordo com o coordenador dos ensaios clínicos da vacina Coronavac e diretor médico de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan, Ricardo Palacios, o produto é muito promissor e eficaz. “Os estudos feitos até agora, na China, demonstraram que mais de 90% dos voluntários que receberam as vacinas tiveram anticorpos capazes de neutralizar o coronavírus, isso é um diferencial”, afirmou.

Cada voluntário recebeu duas doses, sendo metade a vacina propriamente dita e a outra metade placebo. De acordo com o que foi identificado nos estudos, não existe nenhuma preocupação com relação  segurança da vacina utilizada nos voluntários. Dentre as principais reações está leve dor no local da aplicação, comum em outros tipos de vacina.

O laboratório asiático já realizou testes em cerca de mil voluntários na China, nas fases 1 e 2. Antes, o modelo experimental aplicado em macacos apresentou resultados expressivos em termos de resposta imune contra o coronavírus.

A farmacêutica forneceu ao Butantan as doses da vacina para a realização de testes clínicos de fase 3, a última fase, em voluntários no Brasil, com o objetivo de demonstrar sua eficácia e segurança. Os testes estão sendo feitos com os profissionais de saúde. Serão 9 mil voluntários da área de saúde em seis estados brasileiros: São Paulo, Brasília, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Rio Grande do Sul e Paraná.

“A vacina é aplicada em voluntários, profissionais de saúde, que estão na alinha de frente nos hospitais e que têm maior risco de contrair a doença, e isso é muito importante`, porque são profissionais que vão cuidar da gente, se ficarmos doentes”, disse Palacios.

Caso a vacina seja aprovada, será realizada a transferência de tecnologia para produção em escala e fornecimento gratuito pelo Sistema Único de Saúde (SUS). Mas, antes, segundo Palacios, é preciso instalar a estrutura industrial para a produção.

“A parte de produção do vírus inativado propriamente dito é um pouco mais complexa, tem as adequações da própria estrutura, mas já começamos com essas adequações de equipamentos para, no término dos estudos, já estarmos com isso planejado”. O passo seguinte será o registro do imunizante pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).

Com Informações: Agência Brasil

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Mariana Zau | Saúde e Beleza

A nova promessa de rejuvenescimento: jato de plasma

O universo da estética usa e abusa de tecnologias baseadas em energias para melhorar o aspecto do corpo e da pele, eis que surge uma nova forma de energia que vai revolucionar os tratamentos estéticos: o plasma!
Plasma é o quarto estado da matéria e isso significa que é um estado gasoso. E essa substância é capaz de retrair a pele quase instantaneamente, tendo um efeito clareador, tensor, rejuvenescedor e reparador.

A nova promessa do mercado é a blefaroplastia sem cortes (cirurgia de pálpebra superior e inferior sem nenhum corte) a técnica é feita por médicos capacitados e liberado pela Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária), caso contrário pode gerar danos à pele, como manchas e cicatrizes.

Com uma nova opção para quem quer amenizar a flacidez de pálpebra e tem medo de cirurgia, essa técnica tem algumas contra-indicações, como a pele negra, por conta do perigo de formar quelóides. Por isso, procure um profissional que possa lhe oferecer todas as orientações necessárias para não cair em mãos erradas.
Está ai mais uma tecnologia inovadora e promissora!

 

Mariana Zau, clínica médica, nutrologia, ortomolecular e medicina estética
@dramarianazau
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