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Shopping recebe peça infantil “As Aventuras de Rapunzel” neste domingo

Atração gratuita faz parte da programação do evento Domingo Divertido

No próximo domingo, 27 de março, a criançada que for ao Caxias Shopping vai poder curtir apresentação da peça teatral “As Aventuras de Rapunzel”. Na trama, quando o bandido mais procurado do reino resolve se esconder em uma misteriosa torre, ele acaba encontrando Rapunzel, uma moça com um poder muito especial: uma trança mágica! Juntos eles viverão uma grande e inesquecível aventura.

A atração faz parte da programação do Domingo Divertido, evento que promove atividades infantis gratuitas aos domingos no shopping. A apresentação teatral vai acontecer às 16h, na praça de alimentação. Mais informações no site

Domingo Divertido no Caxias Shopping – As Aventuras de Rapunzel
Data: 27/03 – domingo
Horário: 16h
Local: Praça de alimentação
PROGRAMAÇÃO GRATUITA

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Shopping oferece oficina infantil de máscaras divertidas

Atividade gratuita acontece neste domingo com inscrições online

No próximo domingo, 20 de fevereiro, o Caxias Shopping vai promover mais uma edição do Domingo Divertido, com atividade infantil gratuita. Excepcionalmente no 3º domingo do mês, os pequenos vão se divertir na “Oficina de Máscaras Divertidas”. A partir da experiência do contato manual com materiais como tintas, penas, glitter e lantejoulas, as crianças vão explorar a criatividade ao confeccionar suas próprias máscaras.

Para a ação, que vai acontecer a partir das 16h, na praça de alimentação, serão oferecidas quatro turmas, com duração de 30 minutos. Para participar, as inscrições devem ser realizadas previamente no site do shopping (caxiasshopping.com.br). As vagas são limitadas.

A oficina será realizada de acordo com as normas de prevenção ao Covid-19, incluindo distanciamento social e uso obrigatório de máscaras.

As atividades do Domingo Divertido acontecem sempre no 2º e 4º domingos do mês, às 16h, na praça de alimentação. Para conferir a programação, acompanhe o site e as redes sociais do Caxias Shopping.

Domingo Divertido – “Oficina de Máscaras Divertidas”

Data: 20 de fevereiro, domingo

Horário: 16h

Local: Praça de alimentação

Participação gratuita mediante inscrição prévia no caxiasshopping.com.br

Caxias Shopping: Rod. Washington Luiz, 2895 – Duque de Caxias/RJ

 

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“Sonho em me tornar bailarino profissional, e no momento estou precisando de ajuda para continuar lutando pelo meu sonho.”

Júlio Côrtes conta um pouco sobre sua trajetória de vida e sobre seus projetos

Júlio tem 17 anos e é bailarino. O adolescente é natural de Sergipe, onde morou a infância e parte da adolescência com a mãe, avó, os irmãos, e com o pai que morava no mesmo bairro. Quando tinha nove anos o pai faleceu, e ficou até os meus 11 anos o esperando voltar.  Quando tinha 14 anos, iniciou as aulas de ballet.

Atualmente, Júlio reside no Rio de Janeiro e está precisando de ajuda para conseguir viver na cidade. O bailarino está buscando ajuda para custear os gastos, como também, para participar das aulas de ballet na escola Petite Danse, localizada na Tijuca.

O jornal DR1 entrevistou o bailarino Júlio, que contou sobre seus sonhos no Ballet e sobre sua vida.

 

Jornal DR1: Quando teve o primeiro contato com o Ballet?

Júlio: Comecei a fazer ballet quando vi um menino passando pela rua que eu morava com roupa de ballet, e perguntei se meninos poderiam dançar e ele disse que sim, e que era pra ir um dia lá no clube onde aconteciam as aulas. E foi lá onde comecei as minhas aulas de ballet, e me apaixonei por essa arte, mas logo quando entrei no ballet minha mãe faleceu. Eu fiquei muito mal e triste, mas entendi que foi o melhor para ela. Então, me mantive focado no que queria, e em 2019 meu irmão mais velho também faleceu, e então já era só eu, minha avó e minha irmã Bruna.

Jornal DR1: O que ocorreu após o falecimento da sua mãe e do seu irmão?

Júlio: Aos 15 anos, fui morar com uma tia e ela sempre me ajudou. Logo depois fui morar com minha irmã e minha prima, então fui ver se conseguia algo que pudesse nos dar retorno financeiro. Em 2020, logo na pandemia, fui vender máscara que não deu muito certo, mas depois consegui um emprego numa lanchonete perto de casa.

 

Jornal DR1: Como você soube das audições para a escola de ballet?

Júlio: Então em 2021, contei para o meu amigo que me apresentou ao ballet, que meu sonho era ser bailarino profissional. Logo em seguida, abriram as audições da escola de dança que ele fazia parte, e então falei para ele que iria tentar. Mandei mensagem para diretora do projeto social que fazia parte lá em Sergipe e falei que queria fazer a audição. A audição tinha duas etapas, uma era por vídeo, caso passasse na primeira teria que vim para o Rio fazer a segunda etapa, porque era presencial.

 

Jornal DR1: O que aconteceu após ser aprovado na primeira parte da seleção?

Júlio: Então, assim que passei na primeira parte da seleção a tia Anubia me ajudou a vir para o Rio, para que pudesse fazer a segunda etapa, e eu passei também. Desde então, ela tem me ajudado em uma parte financeira. Mas, sempre falta dinheiro para pagar as contas, como aluguel, energia, água, internet, passagem de ônibus para ir para escola de dança e alimentação.

Jornal DR1: Qual ajuda está precisando no momento?

Júlio: Há pouco tempo, ela me falou que só vai poder me ajudar até a metade do ano e depois teria que me virar sozinho. Agora, estou em busca de emprego que dê para conciliar com os horários do ballet, já que eu passo basicamente o dia inteiro aqui na escola de dança, e também pela minha idade porque só faço 18 em agosto.

 

Jornal DR1: Em quais setores você trabalhou?

Júlio: Já fiz mousse e outros doces para vender, com o objetivo de conseguir uma renda. Mas, nem todo mundo compra e acabou que eu estava gastando mais dinheiro do que ganhando. Hoje em dia, estou morando com esse meu amigo que me apresentou ao ballet, o Fernando, ele é como um irmão pra mim, me ajudou e ainda ajuda muito.

Jornal DR1: Você sempre sonhou com o ballet? Qual foi sua primeira experiência com a dança?

Júlio: Não, eu sempre gostei de dançar, mas sempre via as meninas fazerem ballet, até que eu vi um menino passando pela minha rua. A minha primeira experiência com a dança foi incrível, eu amo muito dançar, e o ballet clássico é muito lindo me apaixonei na primeira aula. Já realizei duas apresentações em Sergipe, e aqui no Rio fiz uma em dezembro de 2021. As minhas experiências foram emocionantes, eu lembro que chorei muito quando vi que minha irmã estava ao meu lado.Ela entrou no mesmo ano que eu, mas dois anos depois ela saiu. Nós dançamos juntos nas mesmas coreografias, foi incrível.

Jornal DR1: Qual seu maior sonho?

Júlio: Tenho muitos, mas um deles é ser bailarino profissional e dar uma vida melhor para as pessoas que amo, como minha avó e irmã.

Jornal DR1: Qual a importância do ballet na sua vida?

Júlio: Eu acho que o amor é que nos torna quem somos, e o ballet é o que eu amo, e poder passar o amor que sinto para outras pessoas é impagável.

Jornal DR1: Qual o objetivo da rifa que está realizando?

Júlio: No momento, estou fazendo uma rifa para conseguir comprar minha cama, colchão e meu guarda roupa. As pessoas podem entrar em contato comigo através do meu Instagram @Juliocortesoficial.

 

 

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Reder Circus em Abracadabra estreiou no Shopping Nova Iguaçu

O Reder Circus em Abracadabra une magia e entretenimento em um só lugar. Mais de 50 artistas oferecem uma experiência única com cores, músicas, alegria e muita diversão ao público.

Atualmente, o espetáculo está localizado no Novo Shopping Nova Iguaçu, e realizou a sua estreia em janeiro.

Um circo musical de Frederico Reder reune tecnologia e interação, com o objetivo de oferecer o público uma outra realidade.

Foto: Divulgação

O picadeiro ainda conta com uma grande novidade, a participação ilustre dos irmãos Diego e Daniele Hypolito. Diego, o maior medalhista mundial do Brasil e medalhista o olímpico, e Daniele Hypolito, a primeira medalhista mundial do Brasil e recordista pan-americana.

Em entrevista ao Jornal DR1, os irmãos Hypolito contaram sobre o sentimento ao levar alegria para o público, e o diferencial entre a ginástica e o circo.

“Não tem explicação para essa alegria que a gente sente, é incrível levar alegria para as pessoas. E acho que o Fred quando escreveu o espetáculo, ele fez muito em cima da trasmissão da alegria e do amor, e principalmente para que as pessoas saiam do circo de maneira leve e alegres, levando e transbordando felicidade”, contou Daniele Hypolito

“Na ginástica, nós temos a questão da cobrança para oferecer resultados aos patrocinadores. Já no circo, tudo é leve. Aqui, o importante é mostrar a nossa felicidade e o nosso trabalho circense, para que as pessoas saiam mais felize, mais animadas e com mais esperança”, disse Diego Hypolito.

Diego Hypolito também informou sobre seus projetos para o ano de 2022.

“Vai ser inaugurado o meu projeto social, além de palestras motivacionais, também serei um dos comentaristas de ouro na TV. Enfim, acho que depois que eu deixei de ser ginasta atuante, acho que tive mais espaço de poder levar o exemplo que tive como atleta para as pessoas possam se inspirar e acreditar nos sonhos delas”, finalizou Diego Hypolito.

Outro diferencial é uma orquestra que rege a música durante todo o show durante todo o espetáculo.

A fim de oferecer todo encanto, o espetáculo conta com o picadeiro próximo à plateia, além da tecnologia audiovisual que inclui um mega telão de utilizado para compor as apresentações dos artistas e cenários iluminados com luzes coloridas.

A estrutura da lona climatizada, conta com capacidade para mais de 1000 pessoas, e oferece uma rica e diversificada praça de alimentação oferecendo comidas deliciosas e tradicionais do circo.

O mágico e trapezista Eros Vostok contou sobre o sentimento ao subir no picadeiro e realizar o espetáculo.

“Hoje na minha vida eu não viveria sem o circo, e não me imaginaria fazendo outra coisa sem ser o circo. É incrível levar alegria para as pessoas, e saber que estou fazendo o público feliz”, contou Eros Vostok.

A CEO do jornal DR1 Ana Cristina Campelo esteve presente no evento. Os colaboradores do Jornal, Carlos Augusto Aguiar e David Antunes também assistiram ao espetáculo.

O espetáculo está sendo realizando às quintas e sextas-feiras às 20h. E aos sábados, domingos e feriados às 15h, 17h30 e 20h. Nos dias 08 e 09 de janeiro, não haverá sessões às 15h. E a sessão das 17h30 será antecipada para às 17h.

Os ingressos tem os seguintes valores: setor bronze está custando R$ 30 (meia) e R$ 60 (inteira). Setor prata custa R$ 40   (meia) e R$ 80 (inteira), setor ouro está custando R$ 50  (meia) e R$ 100 (inteira). E o setor diamante por R$ 90 (meia) e R$ 180 (inteira).

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Isaac Bardavid, ator e dublador, morre aos 90 anos

O ator e dublador Isaac Bardavid morreu nesta terça-feira (1º), aos 90 anos, devido a problemas respiratórios, no Rio de Janeiro. As  informações foram comunicadas pelos familiares.

O artista estava internado há uma semana em um hospital de Niterói (RJ) e, apesar de ter apresentado leve melhora veio a falecer.

Além de dublar Wolverine, Isaac também deu a voz para outros grandes personagens, como Freddy Krueger, Esqueleto e Tigrão. Além disso, o artista participou de dezenas de novelas, entre elas os clássicos Gabriela e O Cravo e A Rosa.

 

 

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Associação Internacional Fome de Arte recebe doações

Fundada no dia 08 de dezembro de 2020, a Associação Internacional Fome de Arte tem como objetivo cuidar de crianças com Microcefalia e Síndromes raras, assim como seus respectivos familiares.

As famílias pertencem todo estado do Rio de Janeiro, e as crianças possuem casas e responsáveis.  A ONG ajuda crianças e pais na busca por uma qualidade de vida com amor, oferecendo arte, cultura, educação, saúde, esportes e lazer aos que amam e não tem acesso.

A ONG funciona de domingo à domingo. E as mães recebem consulta com análise psicológica, oftalmologista e dentista. Já as crianças recebem tratamento com dentista. A ONG também tem parceria com escolas particulares visando oferecer estudos gratuitamente.

“Durante o ano, a ONG realiza oficinas artísticas, rodas de leitura, festas de datas comemorativas, além de passeios turísticos e culturais, como teatros, museus, navio Logos Hope, AquaRio, jantares, almoços e lanches, pizzaria, casas de cultura, ou seja, ações doadas por donos de Restaurantes como Café Lamas, Villa Rio Carioca, Bistrô do MAC, Hamburgueria do Popó, Restaurante Estação Largo do Machado. Bem como, a Academia Brasileira de Belas Artes faz oficina com seus professores acadêmicos com as crianças e seus pais”, explicou a fundadora da ONG, Bia Miranda.

Doação

Conta poupança das crianças
Banco Bradesco
Agência 3060 -0
Conta poupança 1002227-4
Elza Beatriz Miranda Dias
CPF 01161705732
Pix: 21 982245889 (Poupança das crianças).

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“Geração Glee – O Musical” estreia no Rio de Janeiro

Espetáculo estreia em janeiro no Teatro Clara Nunes

Dias 20, 23 e 30 de janeiro o Teatro Clara Nunes no Rio de Janeiro apresenta “Geração Glee – O Musical”. O espetáculo retrata a história de alunos do último ano do High School que estão prestes a passar pela fase mais difícil de suas vidas, enquanto trabalham para ter a chance de ganhar o concurso de música mais prestigiado do mundo em Nova York e compartilhar suas esperanças e sonhos com o novo professor do Clube de Coral.

Com músicas de Lady Gaga, One Direction, Jessie J., Katy Perry, Bruno Mars, Miley Cyrus, Demi Lovato, Madonna, entre outras, Geração Glee retrata um ano cheio de felicidades, decepções, amores e perdas na vida dos jovens alunos.

O Musical do britânico Martin Callaghan, ator e diretor em West End London, sucesso na Europa, chega ao Brasil com realização da Escola de Artes Faz Assim. Assim como na Europa, o espetáculo promete ser mais um sucesso de bilheteria.

Vale ressaltar que a apresentação do dia 30 de janeiro contará com a participação especial do ator, dublador e cantor Raphael Rossato.

Serviço:

Datas: 20, 23 e 30/01

Horário: às 20h

Local: Teatro Clara Nunes no Shopping da Gávea

Endereço: R. Marquês de São Vicente, 52 – Gávea, Rio de Janeiro – RJ

Classificação: livre

Duração:  80min

Texto e direção: Martin Callaghan

Adaptação: Fred Trotta

Direção residente: Fred Trotta

Direção musical residente: Kika Tristão

Direção de movimento: Andressa Tristão

Preparação de elenco: Karlla Guimarães

Realização: Escola de Artes Faz Assim

Valores ingressos:

Inteira – 80,00

Meia – 40,00

 

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Uma mistura de suspense, comédia e romance, mas é aí quem é o Lobisomem?

O Lobisomem de Pedra de Fogo

No início de 2021, após um insight, J. Peron escreveu um roteiro, reuniu um grupo de amigos do interior de São Paulo e começaram as reuniões para iniciar as filmagens.

Convidaram o ator e humorista Paulo Pioli da Praça é Nossa para uma participação especial e, por intermédio da assessora Márcia Araújo, o roteiro também chegou nas mãos do ator Déo Garcez que, de imediato, se disponibilizou para participar do filme.

Com o elenco e a equipe escolhidos, a pandemia chegou forte e as restrições começaram a atrapalhar os planos.

Porém, seguindo todos os protocolos, foram iniciadas as filmagens na cidade de Monte Alegre do Sul/SP em fevereiro.

Faltando apenas 4 cenas para finalizar o filme, veio a tal fase roxa e ninguém mais podia sair de casa.

As filmagens só puderam ser finalizadas no mês de agosto e, no dia 21 (dia em que se comemora a morte de Raul Seixas), pontualmente à meia noite, foi gravada a última cena da transformação do Lobisomem no cemitério.

O Lobisomem de Pedra de Fogo é uma mistura de suspense, comédia e romance e estará disponível apenas no site com valor especial de lançamento R$ 3,80.

Com o fechamento dos cinemas e as dificuldades encontradas para disponibilizar nossa obra nas plataformas de streaming, resolvi criar a nossa própria plataforma e oferecer o filme por um preço bem acessível para todos que tiverem interesse em conhecê-lo – comenta o roteirista e diretor J. Peron.

Sobre o Filme

A história se passa numa cidadezinha do interior chamada Pedra de Fogo. Reza a lenda que nas noites de lua cheia um lobisomem aparece comendo as galinhas de Dona Inácia (Baiana).

Delegado Brandão (Déo Garcez), casado com a beata Augusta (Rita Nascimento), é o responsável pelas investigações que sempre dão em nada. Ingrid (Paula Palmieri), a filha do casal, é apaixonada desde criança por Alberto (Pedro Ribeiro) que está de regresso para a cidade.

O atrapalhado prefeito Junqueira (Paulo Pioli) está muito interessado em construir uma represa na cidade, coisa que deixa sua esposa Constância (Arminda Riolo) feliz, pois isso inundaria a casa da Rebeca (Ana L. Garritano), a Bruxa que mora nos arredores da cidade e mãe de Alberto.

Tião Gregório (J. Peron) é um filósofo desiludido que bebe uma bebida misteriosa e espera o último dia de lua cheia do ano escolhido para ver a profecia se cumprir e a cidade se libertar da maldição do lobisomem.

Na trama ainda participam o Soldado Souza (Ciro Pires), Crysbel (Natasha Audrey), o pipoqueiro (Leonardo C. de Campos), Padre Aurélio (Junior Gritti), os atendentes da Rodoviária (Francesco Lolli e Lu Stopa) e, interpretando Augusta e Brandão quando jovens, os atores Hata Glau e Raoni Xavier.

A trilha sonora ficou a cargo do cantor e compositor Carlinhos P. O.
Box, do violeiro Lucas Campaci, do maestro Tutti Novo e de J. Peron.

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Cantora Claudia Amorim participará da 2ª Edição do Festival Acordes do Amanhã

Na última segunda-feira (27), a cantora Claudia Amorim divulgou a sua seleção para a 2ª Edição do Festival Acordes do Amanhã. O evento publicou no seu site o resultado com a lista de convidados. Em 2021, ainda em um contexto de pandemia, o Acordes do Amanhã no Ceará aconteceu de forma online. Agora, com o retorno das atividades culturais, o Festival Itinerante pega a estrada e segue para o Rio de Janeiro, que realiza um festival totalmente presencial, de 14 a 21 de janeiro.

Em suas redes sociais,  a artista publicou o sentimento com o resultado. “Tô muito feliz por ter passado na Convocatoria do Festival @acordesdoamanha e poder levar o projeto As Mulheres do Brasil pra escolas, abrigos, praças da cidade. Valeu @acordesdoamanha. Em breve divulgo local e data. A apresentaçao vai ser no formato voz e violao. Sem banda”, informou a cantora Claudia Amorim.

Foto: Arquivo Pessoal

O Acordes do Amanhã já inseriu a música no cotidiano de milhares de pessoas do Ceará e do Rio de Janeiro, desde seu surgimento, em 2017. Praças, escolas, hospitais, feiras livres, terminais de ônibus e linhas de metrô já serviram de palco para os diversos artistas que participaram do Festival Acordes do Amanhã. Ao longo de cinco edições, 2.372 artistas participaram de 664 apresentações musicais. O Acordes do Amanhã já atingiu um público estimado de 644 mil pessoas, passando por mais de 40 cidades de 4 estados, mostrando seu caráter itinerante.

Na primeira edição, em 2017, o Festival teve como tema “Sons que transformam”. Durante os dias 27 e 30 de abril, o evento itinerante abraçou as cidades de Fortaleza, Orós, Itapajé, São Gonçalo do Amarante, Sobral, Aquiraz e Guaramiranga, acolhendo 25.860 pessoas e cerca de 120 apresentações em espaços públicos.

São selecionados 100 trabalhos de artistas fluminenses ou residentes e atuantes no estado para integrarem a programação. As apresentações serão nas cidades de Areal, Paraíba do Sul, Petrópolis, São Gonçalo e Rio de Janeiro, no mês de janeiro.

Ao longo de cinco edições, realizadas presencialmente e em formato digital, o projeto Acordes do Amanhã – Festival itinerante de música já contou com 2.372 artistas da música, divididos em 664 apresentações, atingindo um público de 642 mil pessoas em mais de 40 cidades de 4 estados. As ações se propagam no espaço urbano como praças, escolas, feiras livres, hospitais, terminais de ônibus e linhas de metrô, entre outros espaços.

A proposta da convocatória é contemplar as multiplicidades que compõem a produção musical do estado, priorizando a diversidade e um repertório com pelo menos 60% autoral.

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Aeroporto Santos Dumont, no Rio, recebe exposição do Museu Nacional

ebc.pngLocal visitado pelo naturalista Charles Darwin no ano de 1832, o Arquipélago das Ilhas Cagarras, localizado entre 3,8 e 9,1 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, no sul da Praia de Ipanema, é o objeto da exposição que começa hoje (22) no Aeroporto Santos Dumont, no centro da cidade.

Intitulada Nas Asas da Ciência – um voo pelas Ilhas Cagarras, a mostra pode ser vista até o dia 20 de fevereiro no saguão de desembarque do aeroporto, ocupando um espaço com 280 metros quadrados com vista para a pista do aeroporto e para a Baía de Guanabara.

A iniciativa é do Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ), em parceria com a Empresa Brasileira de Infraestrutura Aeroportuária (Infraero), o Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), o Projeto Ilhas do Rio, o Instituto de Pesquisas Jardim Botânico e a Colônia de Pescadores Artesanais de Copacabana (Z-13), com o apoio das empresas Ecossis e Emob.

O Monumento Natural das Ilhas Cagarras (MoNa Cagarras) é uma unidade de conservação integral desde 2010. Segundo o pesquisador Fernando Moraes, um dos organizadores da exposição, o local abriga espécies endêmicas, raras e ameaçadas de extinção.

“As Ilhas Cagarras têm grande valor paisagístico, cultural e ecossistêmico para os moradores do Rio de Janeiro e para os turistas que visitam a cidade. Grande parte dos voos que chegam e partem da cidade sobrevoa esse cartão postal natural. O público terá a oportunidade de contemplar a rica biodiversidade da região, conhecer uma parte singular da história indígena do Brasil e se aproximar dos resultados científicos produzidos por diversas linhas de pesquisa na unidade de conservação”.

De acordo com a diretora adjunta de Integração Museu e Sociedade do Museu Nacional, Juliana Sayão, a exposição traz peças que nunca foram apresentadas ao público.

“Esta exposição apresenta ao público, pela primeira vez, a mais nova peça preparada no Setor de Taxidermia do Museu Nacional, uma tartaruga-cabeçuda (Caretta caretta) de quase 50 kg, que foi encontrada no entorno das Ilhas Cagarras por pescadores artesanais da Colônia de Copacabana e doada ao Departamento de Vertebrados da instituição”.

A mostra apresenta cerca de 50 exemplares de espécies e grupos zoológicos da Coleção Didático-Científica da Seção de Assistência ao Ensino do Museu Nacional/UFRJ. Os visitantes e passageiros poderão conhecer melhor, por exemplo, caranguejos, conchas, corais, esponjas e estrelas-do-mar encontrados nas Cagarras.

Os destaques são os exemplares taxidermizados, popularmente chamados de “empalhados”, como as aves marinhas atobá-marrom e fragata e o peixe mero com mais de um metro de comprimento. A mostra traz ainda artefatos arqueológicos como machados de pedra polida e cerâmicas, que registram a presença indígena tupi-guarani no local desde o século 15.

A unidade de conservação do arquipélago abrange seis ilhas e ilhotas (Cagarras, Filhote da Cagarra, das Palmas, Comprida, Redonda e Filhote da Redonda), além da área marinha no raio de dez metros de cada uma, protegendo ecossistemas terrestres e marinhos com reconhecida importância internacional, já que o local abriga espécies endêmicas, que só existem nas Ilhas Cagarras. Entre elas está uma espécie de pererequinha-de-bromélia (Scinax gr. Perpusillus) que não havia sido descrita, ou seja, era nova para a ciência.

Segundo o projeto Ilhas do Rio, o nome da ilha principal, que dá nome ao arquipélago, deriva de “cagada”, devido às manchas brancas características, causadas pelos excrementos das aves marítimas, chamado de guano.

A outra ilha principal, chamada de Comprida, aparece nos mapas antigos como Ilha Tapera, indicando a utilização do local pelas populações indígenas. Tapera, em tupi, significa casa abandonada. Em 2011, foram encontrados na Ilha Redonda artefatos de pedra e cacos de cerâmica datadas do ano de 1490, identificados como um sítio arqueológico tupi-guarani e registrado no Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan).

O arquipélago foi objeto de estudo do naturalista Charles Darwin, responsável pela teoria da evolução, descrita no livro A Origem das Espécies. O então jovem cientista, com apenas 22 anos, integrou a expedição do navio HMS Beagle, iniciada em 1831, que teve o objetivo de mapear a América do Sul.

A rota começou na Inglaterra, em 10 de fevereiro de 1831, e fez 43 paradas, passando pelo Brasil, Uruguai, Argentina, Chile, Peru e Equador, com ênfase no Arquipélago de Galápagos. Em seguida foi para o Taithi, Nova Zelândia, Austrália e África.

Segundo o projeto Pelos Caminhos de Darwin, da Universidade de Brasília (UnB), o Beagle chegou ao Rio de Janeiro no dia 5 de abril de 1832, onde Darwin desembargou e passou três meses, enquanto o navio voltava a Salvador para fazer novas medições. Darwin publicou A Origem das Espécies em 1859.

 

Foto: Tomaz Silva/ Agência Brasil

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