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Aisha Raquel Ali | Tecnologia Notícias do Jornal

Conheça a história de sucesso de Whitney Wolf, CEO do APP Bumble

 

Você pode nunca ter ouvido falar de Whitney Wolf Herd, mas seu nome hoje equivale a uma fortuna acumulada a US$ 1,5 bilhão (cerca de R$ 8,3 bilhões de reais) a tornando a bilionária não herdeira mais jovem do mundo, com apenas 31 anos.

A Bumble para quem não conhece, é um site de relacionamentos que traz uma característica em comum: apenas mulheres poderiam iniciar uma conversa. Segundo Whitney, a ideia era dar às mulheres maior poder de decisão, fórmula que se mostrou eficaz com o sucesso da empresa. Atualmente a empresa afirma ter 81 milhões de usuários espalhados em 150 países diferentes, sendo o segundo aplicativo de namoro mais utilizado nos Estados Unidos, perdendo apenas para o Tinder.

Engana-se quem pensa que ela iniciou no mundo da tecnologia recentemente. Wolf foi cofundadora e vice-presidente de marketing do aplicativo Tinder; contudo, a experiência dela com a empresa não foi das melhores.

Em 2014, Whitney processou o Tinder por assédio sexual, alegando que seu ex-chefe e parceiro Justin Mateen a insultou e a enviou mensagens de textos ameaçadoras. Embora a empresa tenha negado qualquer responsabilidade no assunto, Justin foi suspenso e, mais tarde, renunciou o cargo.

Ela chegou a acreditar que com 24 anos sua carreira havia chegado ao fim. Ainda em 2014, recusando a fracassar, Whitney fundou o Bumble com o bilionário russo Andrey Andreev (Em novembro de 2019, Andreev deixou a empresa e um ano depois a empresa Blackstone comprou a participação do empresário).

Hoje, a Bumble não é apenas uma rede de encontros amorosos, mas também de amigos e relacionamentos corporativos, com dois recursos lançados posteriormente: o BFF e o Bizz, respectivamente.

Em 2020, a empresa registrou uma receita de US$ 582,2 milhões, acima dos US$ 488,9 milhões registrados em 2019.

“Todos os dias nos levantamos de manhã e nos concentramos em construir uma experiência em torno das mulheres, para mulheres.”, Finaliza Whitney, contrastando sua fala com o mês em que comemoramos o Dia Internacional da Mulher.

Foto: Pixabay