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Cultura

Livro Revolução 50+ aborda temas como a diversidade, inclusão e empreendedorismo

Em um momento em que o mundo precisou ressignificar valores e aprender a se transformar devido à pandemia, a Editora Leader inova e apresenta à sociedade a série Revolução 50+. O livro cuja edição destaca “A diversidade, a inclusão e a ampliação do empreendedorismo com propósito” é o primeiro da série que tem como intuito evidenciar o poder dos 50+ e mostrar que todos são capazes de se reinventar e aprender juntos. A obra tem a coordenação da diretora de projetos e CEO da Editora Leader, Andréia Roma, e da sócia-diretora da Sinergia Consultoria em Gestão de Pessoas & Mentoria de Novos Negócios, Betty Dabkiewicz, do Instituto Revolução 50+.

De acordo com Andréia, o objetivo primordial deste livro e dos próximos desta coleção é trazer as experiências de pessoas que fizeram a “virada de chave” após os 50 anos e revelar as numerosas oportunidades de desenvolvimento pessoal e profissional, tanto no mundo corporativo quanto como empreendedores.

“O que torna ainda mais rico o propósito desta série é a diversidade de personagens e de histórias reais que vão servir de exemplo não só para os 50+ como para os mais jovens, muitos já mais conectados com o propósito da diversidade, da inclusão, da equidade no mundo corporativo e na vida social”, aponta Andréia.

 

Já Betty ressalta a força da palavra “revolução” em todas as fases importantes e de mudanças na história da evolução do ser humano e da própria humanidade:

“De acordo com dados e estimativas dos relatórios da ONU, a população com 50 anos de idade e acima está crescendo a uma taxa de 3% ao ano e, até 2030, seremos em torno de 1,4 bilhão nos diferentes continentes do mundo; os planos de ação internacional sobre o envelhecimento populacional sugerem mudanças imediatas de atitudes, políticas e práticas de inclusão digital, acessibilidade, acolhimento e respeito à diversidade étnica e etária, entre outras ações e decisões necessárias, para que os ‘idosos’ deixem de ser invisíveis e possam ser capacitados ao exercício de novas funções e terem novamente a oportunidade de criar atividades, serviços ou produtos para serem produtivos e exercerem sua cidadania, através de seus direitos e deveres, no século XXI.”

 

Em 24 capítulos, o livro aborda temas como celebração, biografia humana e ciclos de desenvolvimento, universo, autoconsciência revolutiva, como navegar com propósito em um mar de incertezas após os 50 anos, mudanças e reinvenções, atemporalidade da idade, entre outros. Os leitores também poderão conferir temas instigantes como protagonismo, ressignificação através do amor e da dor, potencial infinito, humanização das organizações, filantropia e solidariedade aos 50+. O público ainda pode ser impactado com um capítulo que deixa a reflexão: O amor pode mudar vidas e estimular o empreendedorismo depois dos 50?

 

Ficha técnica

Lançamento do Livro: Revolução 50+

Coordenação: Andréia Roma e Betty Dabkiewicz

Data: 09/04/2021, às 19h

Lançamento pelo Youtube: https://www.youtube.com/c/EditoraLeader

Editora: Leader

Site: http://www.editoraleader.com.br

 

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Diário do Rio Luciana Marques | Empreendedorismo Notícias do Jornal

Quem roubou o seu sonho? (Parte 2)

Você já percebeu a quantidade de anos, de tempo que nós passamos na escola aprendendo uma gama de conteúdos inúteis? Digo, de uma maneira geral para a nossa vida?

A verdade é que aprendemos coisas que são úteis e outras que não são. O sistema de ensino tradicional que nós conhecemos, como visto no artigo anterior, foi criado e amplamente desenvolvido na época da revolução industrial, quando as fabricas precisavam de pessoas formadas na escola para trabalharem nas indústrias. No entanto, aquela época nem de longe vislumbrava-se a era da informação, haja visto que não existia a libertadora internet, a apenas dois cliques de nossas dúvidas. Hoje em dia, as pessoas não precisam mais ir em bibliotecas, não precisam pesquisar em inúmeras fontes. Porque sim, a partir do seu celular ou do seu computador, você pode ter acesso a qualquer informação. Logo, a escola não é exatamente o lugar onde você irá acumular informações. Todavia, a escola deveria ser um lugar para que você aprendesse a pensar, para que você descobrisse como desenvolver conhecimentos e habilidades que sejam proveitosos para a sua vida. Posto isso, será ter sido mesmo importante você ter ficado decorando os nomes de montanhas e rios de outros países, enquanto estudava geografia? Em grande parte, as pessoas nem sequer lembram do que estudam na escola, porque a realidade é que elas ficam grande parte do tempo preocupadas em decorar e acumular informações, para enfim estarem preparadas para fazerem as provas. Nesse contexto, vão vivendo nesse sisteminha artificial de precisarem decorar para fazerem a prova.

A pergunta é: Os melhores alunos das turmas são aqueles que são mais bem-sucedidos na vida? Será que são esses mesmos alunos que estarão preparados para resolverem os problemas reais do cotidiano? A escola deveria se atualizar! A escola treina as pessoas para pararem de pensar, para ficarem inertes, ao invés de terem iniciativa e acaba por posicionar as pessoas como meros consumidores passivos de informação. O professor fala e as pessoas ali sentadas ruminam as informações passadas na sala de aula, para que posteriormente façam a prova com todas aquelas informações que só foram decoradas. Mas e depois?! Depois a maioria esquece de tudo o que aprendeu. E pasme, universitários muitas vezes saem da faculdade com a plena incapacidade de interpretar, compreender e ler com maestria um texto, apesar de terem passado mais de uma década com as nádegas sentadas nas cadeiras da escola, nas mãos do sistema de ensino. Será que o sistema de ensino, detém mesmo a competência? E se ao invés de estudar as diversas matérias inúteis que você teve na escola, você tivesse estudasse ou tivesse estudado por exemplo, direito do consumidor e educação financeira?

Finalmente, a pergunta que fica é: E se ao contrário disso a escola, o sistema adotasse um formato diferente para as pessoas, sem quaisquer distinções? E como poderia ser? Até o próximo artigo!

Luciana Marques
Executiva de Marketing e escritora
Instagram: @lucianamc10_

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Ideias e Negócio Notícias Notícias do Jornal

Empreendedora das letras: Vanessa Pfeil cria distribuidora de livros em português no exterior

Por Claudia Mastrange

 Um belo exemplo de empreendedorismo feminino, em pleno mês da mulher. Assim é a história da brasileira Vanessa Pfeil, que comemora o sucesso da Livros For Kids, uma das maiores distribuidoras de livros em português no mundo. Fundada há 4 anos, a empresa possui pontos de venda em mais de 30 países da Europa, Estados Unidos, México, Austrália e Ásia. E conta com uma rede de 22 representantes, sendo 20 mulheres. Já são mais de 80 mil publicações vendidas pela empresa, que registrou um aumento de 62,5% nas vendas até o momento.

A empresa surgiu da necessidade pessoal da mãe de três filhos, nascidos na Europa. Em uma vinda ao Brasil, Vanessa Pfeil, que mora na Alemanha há 12 anos, comprou 200 livros infantis para os filhos. Um dia publicou na sua rede social alguns exemplares já lidos, recebeu tantas mensagens de pedidos que acabou tendo o perfil bloqueado. O sucesso da iniciativa foi tanto que Vanessa viu ali uma oportunidade de negócio.

“Eu amo ser empreendedora. E ser mulher e empreendedora não é nada fácil. Muitas vezes não somos levadas a sério, não deixam a gente falar nas reuniões. E se você for empreendedora preta, as pessoas não te reconhecem como CEO da empresa. São muitos os desafios a ser enfrentados e combatidos, mas eu acho que com muita garra e disposição a gente consegue mudar esse quadro. A sociedade precisa se mover de forma ainda mais precisa para que a mulher empreendedora seja acolhida nesse sistema, acolhida e não engolida, mas estamos caminhando”, desabafa.

Cerca de 2,5 milhões de brasileiros vivem no exterior. Com esse público, um vasto material para alfabetização em português e muita informação sobre a cultura brasileira para crianças e jovens, de 0 a 17 anos, a empresa tem conquistado cada vez mais espaço no mundo, chegando em Cingapura e Tailândia em 2020.

A brasileira Heloiza Frenzel, que mora na Alemanha, conta que para a filha, de quatro anos, ama escutar histórias em português.

“Oferecer para os nossos filhos a possibilidade de aprender mais sobre nossa língua e cultura não tem preço. É levar um pedacinho do Brasil para a casa de brasileirosque moram no exterior”, agradece Heloiza.

Da Nova Holanda para o mundo

Vanessa Pfeil é mulher preta, nascida e criada na Nova Holanda, uma das favelas do Complexo da Maré, no Rio.  Sua história com o empreendedorismo começou quando tinha 18 anos e se viu sem condições de se manter na universidade. O primeiro passo foi ser feirante, vendendo roupas na Feira de Itaipava.

Foi aluna do primeiro pré-vestibular comunitário da região e hoje é formada em administração. Seu projeto não só valoriza a educação e a cultura como destina 10% de tudo que é vendido a três projetos sociais que envolvem educação: um projeto de alfabetização de adultos, o FARO Maré; um pré-vestibular comunitário, no Centro de Estudos e Ações Solidárias da Maré (CEASM); e outro de alfabetização de mulheres adultas no Senegal, o Instituto DORCAS.

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Colunas Luciana Marques | Empreendedorismo Notícias do Jornal

Quem roubou o seu sonho? (Parte 1)

Vivemos em tempos difíceis.  Os últimos meses foram uma demonstração constante de medo em noticiários ao redor do mundo. Globalização, pandemia, desempregos e a invenção ou reinvenção de empresas. Você escutou todo esse barulho mais do que deveria?

O desmoronamento agudo do emprego remunerado é uma pandemia a qual poucos estão imunes. O pensamento da era industrial precisa acabar, afinal, ela já passou! O seu trabalho e o governo, não irão cuidar de você. Já faz tempo que as regras mudaram. Robert Kiyosaki em seu livro, O negócio do século 21; discorre com maestria o mito do emprego, onde ele afirma que o mesmo está longe de ser historicamente normal, apontando-o como um conceito relativamente recente. Robert explica que na era agrária a maioria das pessoas eram empreendedoras, que em sua maioria eram fazendeiros que trabalhavam nas terras do rei, mas sem serem empregados dele. Robert conta que nessa época as pessoas não recebiam um salário do rei; na verdade era o contrário, o fazendeiro pagava ao rei um imposto para que tivesse o direito de usar a terra; ou seja, esses fazendeiros ganhavam a vida como empresários de pequenas empresas.

Robert Kiyosaki chama a atenção para o posterior surgimento do sistema industrial, que surgiu de uma demanda crescente por empregados. Em consequência, o governo abraçou a tarefa para a chamada educação de massa, adotando assim o sistema Prussiano que até os dias atuais modela os sistemas ocidentais no mundo. No entanto, você já parou para pensar de onde veio o modelo que apoia a aposentadoria aos 65 anos de idade? Otto von Bismarck, é o nome responsável por isso. Ele era presidente da Prússia, em 1889. O plano era um pouco mais cruel, visto que Oton gostaria mesmo que a aposentadoria fosse aos 70 anos de idade. Esse modelo não apresentava risco econômico ao governo de Bismark, pois na época a expectativa média de vida na Prússia era em torno dos 45 anos de idade. Atualmente, a quantidade de pessoas ultrapassando a idade de 80 anos aumentou, dessa forma a mesma promessa pode deflagrar em uma falência a qualquer governo federal nas gerações posteriores. Todavia, quando averiguamos a real filosofia por trás da educação na Prússia, é possível perceber que a finalidade era produzir empregados e soldados, que acatariam as ordens e fariam o que lhes fosse dito, haja visto que o sistema Prussiano foi criado para a produção em massa de empregados. Realmente, não acredito que ser empregado seja algo ruim. Mas não posso deixar de dizer que é uma forma extremamente limitada de gerar renda, segurança e liberdade para a vida das pessoas.

Em síntese, a questão se traduz em: Qual é o seu sonho? Qual é o seu talento, por menor que seja? Qual é a realidade que você sempre desejou criar para o próximo e para si mesmo? De qual situação você quer se livrar e quanto quer ganhar? A questão é você, não é a economia e tão pouco os outros. Recomeçar, mais do que nunca é possível.

Luciana Marques
Executiva de Marketing e escritora
Instagram: @lucianamc10_

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Cultura

Empreendedoras de Alta Performance Rio Grande do Sul

 

Conheça histórias de mulheres que transformaram seus destinos

O livro “Empreendedoras de Alta Performance – Rio Grande do Sul” é o mais novo lançamento da Editora Leader, no mês em que é celebrado a valorização da mulher, em março. A obra faz parte de uma coletânea pioneira no mundo que exalta o empreendedorismo feminino nacional. O projeto já alcançou outros estados que tiveram suas edições no Rio de Janeiro, Piauí, Mato Grosso do Sul, Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás e Brasília. O propósito desta coletânea nacional, que enaltece a força da mulher brasileira, foi idealizado pela diretora e CEO da Editora Leader, Andréia Roma.

Para ela, o intuito é compartilhar histórias dessas mulheres e poder criar uma conexão onde todas terão o mesmo objetivo, que é vestir a camisa do seu Estado e valorizar o feminino através de suas próprias experiências de vida, que ficarão marcadas para as gerações futuras.

“São dezenas de mulheres fazendo parte desta Coletânea Empreendedoras de Alta Performance em nível nacional e, embora o tema seja o mesmo para todas, nenhum relato se iguala ao outro, pois cada uma delas escolheu sua trajetória, sonhou e realizou”, afirma Roma.

A obra tem a coordenação da perita judicial, que é da Justiça Federal e Estadual do Rio Grande do Sul, Leila Moura, uma fonte de inspiração para as mulheres de seu estado.

“Várias de nossas autoras exercem papel destacado no incentivo ao empreendedorismo feminino gaúcho, participando de entidades e redes de apoio criadas para que cada vez mais mulheres decidam sua própria história e desenvolvam carreiras sustentáveis, inspirando e ajudando outras a também potencializarem suas redes”, diz.

Moura ainda explica que o empreendedorismo feminino cresce a passos largos no Brasil e, embora ainda sejam em um número menor que os homens, as mulheres mostram que nos negócios não existe sexo frágil:

“Existem 7,3 milhões de empreendedoras no Brasil, isso representa 31,1% do total de 23,5 milhões de empreendedores que empregam no país, segundo dados de um estudo do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae)”.

Em 24 capítulos, a publicação relata as vivências de 25 mulheres que ousaram, venceram e foram donas de suas próprias histórias. Através das páginas as coautoras passam mensagens de superação e coragem para que novas mulheres descubram a força que têm. Além disso, “Empreendedoras de Alta Performance – Rio Grande do Sul” dialoga com os leitores sobre desafios, sonhos, realização, comunicação, conquistas, felicidade, sucesso, empreendedorismo, negócios, resultados, motivação, família e muito mais. O público ainda é contemplado com uma poesia que transpassa o sentimento do que é ser mulher, de Viviane Araújo.

 

Ficha técnica

Lançamento do Livro: Empreendedoras de Alta Performance – Rio Grande do Sul

Coordenação: Andréia Roma e Leila Moura

Data: 30/03/2021, às 19h

Lançamento pelo Youtube: https://www.youtube.com/c/EditoraLeader

Site: http://www.editoraleader.com.br

Editora:  Leader

ISBN: 978-65-88368-05-3

 

 

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Colunas Luciana Marques

Comunicação em apuros

 

A crise atual não é apenas na saúde. Estamos presenciando novos tempos na sociedade e na comunicação, que foram aceleradas pelo surgimento da Covid-19. Os padrões de como a empresa tem acesso ao cliente e o cliente tem acesso à empresa, mudaram. Implementar a comunicação dentro e fora da empresa, agora virou um desafio.

Não obstante, os parâmetros restritivos como resposta à pandemia e a inevitável mudança na rotina das pessoas, alteraram por completo também as análises sobre atendimento às demandas dos consumidores. Como exemplos, mudaram as frequências das idas ao mercado e os saques em caixas eletrônicos; a intenção de exposição aos meios de comunicação como TV e internet; as compras online, a inclinação a compra de produtos bancários, sem ser imprescindível a presença física às agências; para ficar em alguns poucos pontos.

Todavia, torna-se vital uma reformulação nos moldes de comunicação, pois as informações acerca do “novo” consumidor ainda são pouco vastas, visto que essa crise impactou até mesmo o mercado de análise de dados, sobre o comportamento dos mesmos; estremecendo as estratégias de marketing das empresas, que buscam atraí-los para o consumo de seus produtos e serviços.

Muito embora, poucos se atentem, a comunicação externa e interna de uma empresa muitas vezes não faz jus à uma literalidade, pois você empreendedor se comunica através dos atrasos ou a não entrega de produtos, que podem vir a sucumbir a reputação e o fator confiabilidade da marca; com opiniões pessoais impensadas, se for CEO, e essas ganham cada vez mais engajamento e notabilidade nas mídias, mediante a intensidade das pessoas atentas nas redes sociais, em tempos de confinamento.

A não flexibilidade e preocupação em termos psicológicos e salubres para com os funcionários; você comunica aos seus colaboradores, com a falta de recursos para que as empresas façam frente ao novo período que se faz vital estar digitalizado e online nas plataformas; dentre outros pontos.

Para que você se destaque, seja positivo e priorize informações que tragam alegria e esperança para audiência; seja honesto, a honestidade é a melhor política para qualquer que seja o seu negócio. Trabalhe com imagens cujas as cores sejam capazes de trazer bem estar ao seu público, responda-os e entregue-os com rapidez, visto que as pessoas andam mais ansiosas, tenha uma conversa ou e-mail descontraídos com o seu cliente e concentre-se em seu público alvo: algumas pessoas ele podem não ser os seus clientes ainda, mas podem vir a ser.

Você oferece conteúdo que ilustre a experiência do seu cliente, como orientações gratuitas? Quem não se adequar e aderir a uma comunicação mais humanizada e contextualizada nesse momento, tem chances consideráveis de enfrentar uma crise de imagem, em meio à crise.

Afinal, quem você é agora, defende quem você pode ser no futuro. Lembre-se disso!

Luciana Marques

Marketing Executive e escritora

Instagram: @lucianamc10_

 

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Luciana Marques

Cinco motivos para você não abrir uma franquia

 

Investir em uma franquia é uma opção para muitas pessoas que desejam ter seu próprio negócio. Dentre as vantagens da franquia estão a estrutura que o franqueado obtém do franqueador e a oportunidade de empreender junto a uma marca sólida no mercado. Porém, da mesma forma que existem inúmeros motivos para você investir em uma franquia, existem muitos outros motivos para você não consumar esse investimento.

Achar que não irá precisar trabalhar: uma franquia envolve o olhar e o acompanhamento atento do franqueado. Deixar a empresa nas mãos dos funcionários, é um dos caminhos mais certos para o insucesso. Fazer parte de um processo atento de implementação de franquia é um dever do franqueado. E sim! A mágica é o trabalho. A dedicação fará toda a diferença.

Fazer do seu jeito: integrar-se a uma franquia denota seguir as regras daquela rede, além de trabalhar dentro de um modelo já estruturado. Quando você compra uma franquia é preciso compreender que fará parte de algo que já foi validado, testado e alinhavado. Trata-se de uma administração já em curso; um campo onde o franqueador já sabe de antemão o que funciona e o que costuma não dar certo. Se você é tipo de pessoa que deseja ingressar em uma franquia para mudar os parâmetros, ou relativizar um perfil que gosta de fazer tudo do seu jeito, tendo em mente já saber tudo; opte por empreender por conta própria. Caso contrário você irá frustrar a si mesmo e ao franqueador.Por isso, outra dica nesse sentido é que você estude atentamente os meandros que a franquia poderá apresentar durante a sua possível jornada, como franqueado.

Escolher o negócio visando apenas o faturamento: avalie se você aprecia verdadeiramente o ramo que pleiteia atuar. Encontre um propósito, pois mesmo que você alcance patamares planejados bastante rentáveis; irá chegar o momento em que você terá consciência do lucro, mas não de que estará fazendo o que gosta. E não há nada mais desagradável do que levar uma vida fazendo o que não nos realiza, ou que não apresente de fato um sentido.

Comprar uma franquia por impulso: A coisa mais valiosa que temos é o nosso tempo, quando você age por impulso, perde o seu tempo e faz o franqueador perder o tempo dele. E tempo é dinheiro!

Se você não tem dinheiro o suficiente: Ter apenas o dinheiro do investimento informado pelo franqueador como investimento inicial; não é o suficiente. É preciso considerar uma quantia adequadamente calculada para o capital de giro da sua franquia.

Por todos esses aspectos, faz-se necessário uma pesquisa séria acerca da idoneidade, histórico, estratégias de branding, posicionamento no mercado e números positivamente expressivos no que tange a empresa, pois assim como você pode estar aflito, também existem os franqueadores alucinados para vender uma franquia, a todo custo.

Luciana Marques

Profissional de Marketing e Escritora

Foto: Pixabay

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Destaque Social

CUFA realiza um projeto em parceria com o Facebook

A Central Única das Favelas (CUFA) fechou uma parceria com o Facebook para a criação do programa “Impulsione Facebook”, que é um projeto para empreendedores de favelas, que desejam aprender a usar as redes sociais como: Facebook, Instagram e Whatsapp Business.

O programa será online e totalmente gratuito, enviado diretamente para o Whatsapp do aluno. O projeto também irá contar com histórias de sucesso de empreendedores de favelas e lives de Marketing Digital e Empreendedorismo. As inscrições vão até o dia 26 de outubro, via Whatsapp, pelo número (11) 957750125. As aulas serão no período de 01 de novembro a 10 de dezembro.

Para mais informações, acesse o site: http://www.cufa.org.br/impulsionecomfacebook/ 

 

 

 

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Destaque Notícias

Premiação para jovens empreendedores sociais está com inscrições abertas até dia 18 de setembro

Jovens empreendedores sociais têm a chance de mostrar as suas pegadas sustentáveis deixadas no novo mundo com o Prêmio Laureate Brasil, iniciativa criada pela Laureate Brasil, rede da qual o Centro Universitário IBMR faz parte. As inscrições estão abertas até o dia 18 de setembro para a edição de 2020 e os interessados poderão efetuar o cadastro de seus projetos direto no site, clicando aqui .

O Prêmio Laureate Brasil consiste na seleção em âmbito nacional de pessoas com reconhecido e comprovado potencial de impacto positivo na sociedade, que fazem a diferença em suas comunidades de atuação. Como parte de uma iniciativa global de estar aqui para o bem e para sempre, o programa consagra as ações com base nas regiões geográficas das instituições de ensino da rede Laureate Brasil.

Para participar da oportunidade, os interessados precisam ter entre 18 e 29 anos, serem autores/coautores ou fundadores/cofundadores de um projeto social em execução há seis meses e demonstrarem os resultados. Não é necessário ser aluno do IBMR para concorrer a uma vaga. Todas as etapas acontecerão de maneira virtual de modo a garantir a saúde, o bem-estar e a segurança de todos neste momento.

Os vencedores receberão uma capacitação online exclusiva para potencializar ainda mais a condução de seus negócios sociais e ampliar os seus horizontes em relação ao tema empreendedorismo. Além disso, o Prêmio Laureate Brasil proporciona o acesso e visibilidade dentro de um ambiente global de jovens lideranças ao redor do mundo por meio da parceria com a YouthActionNet da International Youth Foundation (IYF).

SERVIÇO

Prêmio Laureate Brasil – Jovem Empreendedor Social

• Inscrições: até sexta-feira, dia 18 de setembro

• Capacitação online: de 30 de outubro a 29 de novembro

• Cerimônia oficial de premiação: 2 de dezembro

• Site: http://www.premiolaureatebrasil.com.br

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Entrevistas

Fabiano Barcellos: médico que virou escritor e ensina empreendedorismo online

Há sete anos, o médico cardiologista, Fabiano Barcellos não faz mais da medicina a sua principal fonte de renda. Desde 2016, ele só realiza atendimentos populares, em que os pacientes pagam um valor que é suficiente para que honre o aluguel do consultório.

Barcellos queria ter mais tempo livre e começou a trabalhar com marketing de relacionamento e vendas online. Em dezembro de 2019, lançou o livro “Coragem para vencer”, com o objetivo de ajudar pessoas a transformarem suas vidas. Na semana do lançamento, o livro ficou em quarto lugar entre os dez mais vendidos sobre autoajuda.

Desde o início da pandemia, Fabiano Barcellos está fazendo lives em seu instagram (@fabianobarcellos) sobre temas variados e com especialistas e artistas, como as atrizes Mariana Molina e Susana Alves, o ator Raul Gazolla, a ex-miss Brasil, Débora Lyra, a apresentadora Dani Monteiro, a ginasta Danielle Hypólito, o autor de best-seller, palestrante e empresário Edgar Ueda, a coach de emagrecimento, Carol Ferrera, entre outros.

“A ideia de fazer as lives era para ajudar as pessoas nesse momento difícil que vivemos: depressão, redução de salário, conviver mais tempo com os familiares. Então, tento ajudar a se manterem ativo e aproveitar o tempo livre, entre outros temas. Acabaram surgindo convites para palestras que serão realizadas quando tudo se normalizar”, diz Fabiano.

Para o empreendedor e autor, é preciso pensar fora da caixinha. Fabiano dá dicas para os que querem Empreender não se abaterem com qualquer desânimo e fraqueza e encontrarem forças para seguir em frente com os seus planos:

1-    Para enfrentar o que estamos vivendo, precisa de muita coragem, mas não só pelo confinamento e dúvidas, mas também para o autoconhecimento. Ter tempo para si, se conhecer melhor, escutar mais o próprio eu não sou fácil para muitos. Porém, renovador e fundamental para a próxima fase. Nesse momento precisamos dar mais atenção à comunicação interna e isso de simples não tem nada, precisa de muita coragem.

2 – Todo mundo tem problemas e passa por fases difíceis. Os dias complicados fazem parte da vida e felizmente são eles que nos permitem mudar, aprender e evoluir. Não adianta esperar os problemas diminuírem, a sua vida continuará sendo a mesma. Pare de esperar as coisas mudarem para você mudar em si aquilo que precisa!

3 – Se a sua intenção é fazer algo novo e fora do comum e do esperado pelas pessoas, esteja preparado para ouvir críticas bem e mal-intencionadas para que possa seguir adiante com seus sonhos.

4 – Se você quer mudar e sonha com um futuro diferente, precisa deixar as crenças negativas de lado e acreditar no seu potencial.

5- As coisas só são difíceis até você torná-las fáceis!

6- Se não fizer nada por você, sua vida continuará sendo a mesma e seus sonhos jamais sairão do papel. Se deseja ser diferente no futuro, comece a traçar a sua mudança hoje, pois só assim você conseguirá alcançar os seus objetivos. Se decidiu muda a sua vida, faça hoje!

7- Saia da sua zona de conforto e dê de cara com a sorte que você acredita que perdeu.

8 – Errar é uma porta de entrada para viver o novo e para não cometer o mesmo erro outra vez. Se você está errando muito, é sinal que você está aprendendo mais do que imagina. Dê uma chance a si mesmo e absorva todo esse aprendizado.

9 – Não seja um obeso mental. Não pense demais e nem aja de menos. Procure um equilíbrio, alinhe seus planos aos seus objetivos. Analisar e pensar é importante, mas não agir é retroceder.