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Diário do Rio Luciana Marques | Empreendedorismo Notícias do Jornal

Do básico ao genial (Parte 1)

Segundo o papa do marketing, Philip Kotler; “marketing” é um processo tanto administrativo quanto social, pelo qual as pessoas obtêm o que desejam e necessitam através da geração de desejo, oferta e troca de produtos de valor”.

No parágrafo supracitado, as palavras desejam e necessitam ganham proeminência! No entanto, muitos são os tipos de marketing criados a cada dia que passa, na tentativa de atender a um novo nicho e/ou uma nova persona. Inclusive, um dos mais recentes criado, qual seja: O marketing de conexão, se assemelha muito com a técnica de Rapport, que nada mais é do que uma tática para se criar conexão, relação com uma outra pessoa. Todavia, muitas vezes é só muito mais do mesmo, com algumas alterações. Para o cliente trata-se apenas de conseguir ter uma experiência de compra, através de processos dignos, transparentes, que respeitem o tempo e não ofereçam estresse a ele. Sim! Esses básicos pré-requisitos também são estratégias de marketing; ou você pensava que marketing fosse apenas divulgação e propaganda no sentido mais literal da palavra? O cerco está se fechando e com ele, as falhas de conduta, valores e de processos de marketing e vendas estão ficando cada vez mais explicitas. Mas o que importa para o cliente é muito simples; então, que tal focar apenas nas necessidades e desejos deles? Meu caro empreendedor, você já deve ter percebido que o cliente não “engole” tudo tão facilmente.

Entretanto e apesar de muitos não cumprirem com a máxima, satisfazer os desejos e as necessidades do cliente, de fato e há tempo já se tornou uma obrigação e não um diferencial. Marketing é uma questão de encantar, segundo Kotler e o diferencial está aí! A exemplo disso, nos últimos tempos algumas empresas mais antenadas estão apostando na tática: Zonas de descompressão, quando são implementadas experiências associadas aos sentidos humanos. Essa estratégia é fundamental para que o cliente saia do ritual de sempre e tenha uma experiência única e marcante. No varejo, por exemplo, pode-se criar espaços confortáveis e com mobiliário diferenciado para que os clientes possam sentar, relaxar e até mesmo receber uma massagem rápida e de forma gratuita. Quem investe nesse recurso de forma planejada se diferencia dos demais concorrentes.

Entretanto, isso por si só não basta. O ponto crucial para aumentar as suas vendas e elevar de fato o seu negócio a outros patamares está onde você menos espera. Quer saber quais? Na próxima coluna eu te conto!

Luciana Marques
Consultora de Marketing e escritora
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Empreendedorismo: Uma nova obsessão

Uma “catástrofe ambiental”. Essa é a conclusão da própria ONU, se nada for feito pelo planeta até o ano 2050.

Em vista disso, muitas empresas vêm se reinventando com o objetivo de minimizar os impactos e restaurar a natureza, através da modalidade: “Negócios de impacto”, que em consonância com as práticas de responsabilidade ambiental, procuram solucionar ou mitigar um problema socioambiental, através da atividade principal da empresa; seja por uma forma de operação, ou por intermédio de um produto ou serviço. Em paralelo, pode-se destacar a recentemente em voga, neutralidade climática, apoiada na teoria do aquecimento global; que em conformidade com as boas práticas socioambientais  consiste em alterar radicalmente toda a economia, por eliminar combustíveis fosseis e outras fontes de emissões de CO2, bem como na energia, na indústria e nos setores de transportes a medida do possível. Quanto as empresas, restará que a cada tonelada de CO2 emitida, uma outra tonelada seja reparada com ações de proteção climática; a exemplo: O plantio de árvores. Todavia, seguindo a linha do aquecimento global ou não, essa medida, se alcançada, trará benefícios em série para o planeta e suas gerações futuras.

Dessa forma, os empreendimentos contarão com vantagens como diferencial competitivo no que tange a abrangência no mercado internacional; além de favorecerem mais negócios de impacto, ao deflagrarem mais modelos de operação já experimentados, com um número maior de casos bem-sucedidos e resultados financeiros validados. Nesse contexto, a tendência é que novos empreendimentos surjam, gerando um círculo virtuoso de inspiração para novos investidores também. No entanto, uma vez inseridas no conceito, as empresas deverão dar preferência a parceiros e fornecedores que sigam os mesmos princípios. Quanto ao IDH, pode-se afirmar que será um dos melhores, caso alcancem as metas, visto que criar ou converter uma empresa sob essa ótica, fatalmente refletirá um propósito mais humanitário sob o olhar e a qualidade de vida do consumidor.

Ainda assim, é necessário que a conscientização sobre o assunto parta com intensidade de nós, enquanto consumidores. Pois ao insistirmos de alguma forma em consumir com responsabilidade faremos então, com que oferta se renda a demanda.

Luciana Marques
Profissional de Marketing e Escritora
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Alinhamento Voluntário (ON/OFF)

Será que o empreendedorismo pode ser lucrativo e, concomitante no que tange a assuntos sociais?  Sim! Sem dúvida, esse é um dos princípios do empreendedorismo social. Uma faceta do mesmo que conduz o olhar da empresa às boas práticas sociais, cujo o impacto reflete na sociedade.

No entanto, algo que vale esclarecer, é que ao oposto das ONGs, as empresas que cultivam o empreendedorismo social visam sim a lucratividade; considerando que o empresário precisa manter o giro e a sustentabilidade do seu negócio. Caso contrário, a empresa deflagraria ao insucesso, caindo na mesma perspectiva de carestia a qual se empenhou em minimizar ou erradicar. Inclusive, muitas famílias e seus arrimos viriam a perder o emprego, afetando assim suas vidas, e a economia do país com indevido agravante de que essas mesmas pessoas já desempregadas, não conseguiriam em comum causa às empresas, ajudar aos demais. Uma dramatização que ilustra bem algo que ocorre anualmente, mostrando a diferença entre os tipos de empreendedorismo; a exemplificar, a época em que se comemora o natal, quando surge a iniciativa entre os empresários de angariar alimentos para pessoas e famílias que se encontram em situação vulnerável. No entanto, ao refletir que as pessoas não carecem de alimento apenas em temporadas natalinas, podemos constatar que esse tipo de ação, mesmo sem perder a sua relevância, não ameniza questões sociais como falta de moradia, baixo grau de escolaridade e desemprego. Mas você acha mesmo que os empresários podem solucionar tudo isso?

Por outro prisma, a esfera do empreendedorismo social, poderia causar um impacto duradouro a população mais necessitada, se um empreendedor de viés social, estruturasse uma ação direcionada a fabricação de determinados insumos que já fossem utilizados pela sua empresa, a partir de mão de obra treinada por ele. Neste caso, o empresário consideraria a ideia de destinar vagas para pessoas carentes ou se assim possível fosse, contrataria 100% da mão de obra de pessoas em estado de carestia. Nesses termos, ao vender as unidades de seus produtos, o empreendedor separaria uma parte do lucro para si, enquanto a outra parte seria repassada aos contratados; considerando também a doação ou venda com o valor reduzido para as pessoas de baixo poder aquisitivo. É valido destacar que existem incontáveis ações, em inúmeras áreas que são qualificadas como empreendedorismo social. Se uma empresa se dedica a soluções verdes, que restringem o impacto nocivo na natureza, por exemplo, ela se também se enquadra em uma orientação social. Não obstante, a harmonia entre o empreendedorismo tradicional e o social na mesma empresa, seria a confluência mais ajustada entre gerar lucro para a empresa, enquanto a mesma assumiria parte da responsabilidade relacionada a crises sociais, econômicas e ambientais.

Em síntese, o contraste entre o empreendedorismo social e o tradicional, é a intensidade do impacto social causado na sociedade. E você? Acredita que edificando as duas frentes em ambos os cenários é possível alcançar resultados positivamente impactantes? Deixe o seu comentário!

Luciana Marques
Profissional de Marketing e Escritora
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Empreendedorismo: Maria Alice Medina – Gente que faz, “do rock a Compostela”

Muitas pessoas conhecem a definição da palavra empreender, apenas pela percepção do sentido empresarial. Todavia, vai muito além! A palavra empreender é abrangente, a qual segundo o dicionário Michaelis, também pode ser compreendida por: Praticar, tentar, realizar, fazer, executar.

Maria Alice Medina, sabe muito bem como é isso! Fisioterapeuta, acupunturista e terapeuta craniosacal, bem-sucedida, passou muitos anos de sua vida, executando, fazendo e acontecendo no mundo empresarial, com uma atuação fervorosa no maior evento do Brasil, o Rock in Rio. Quando decidiu virar uma página da sua vida, abandonando o que ela descreveu durante a entrevista como:  “Aquele mundo”, para ir em busca de uma espiritualidade que já se encontrava em pleno processo. E como é o desejo do coração de todo empreendedor, queria ainda mais liberdade! “Sou flexível e camaleónica, me adapto a qualquer lugar” disse Alice. Então, inspirada pelo livro do seu amigo escritor, o aclamado Paulo Coelho, ao mesmo passo que se via movida por uma força motriz interior, capaz de tirá-la de qualquer lugar naquele momento, Alice permitiu-se ir em busca e apenas peregrinar, aproveitando caminho.

Entretanto, como quem empreende, Alice afirma, que enquanto se trilha o caminho, é importante escolher onde se pisa! É necessário, bem como narra a parábola “amolar o machado” como que um ritual, ao considerar que dia após dia ela sentia a necessidade de alongar os pés, com o objetivo de evoluir e permanecer no caminho. Assim como a caminhada de um empreendedor, peregrinar pelo caminho a Santiago de Compostela, muitas vezes pode ser solitário, sendo possível a todo tipo de empreendedor, que mesmo ao peregrinar sempre o mesmo caminho, acumulem encontros e experiências diferentes, pois a viagem é única. Porém, como diz Alice, sempre com ajuda dos que de alguma forma trilham o mesmo caminho que você. Alice conta, que em Santiago existe a lenda da concha, qual seja: Durante a peregrinação, o peregrino carrega uma concha para que durante o caminho, ele possa preenchê-la com as suas experiências vividas durante a caminhada; para que ao chegar a Santiago possa oferecer sua pérola, simbolizando o que ele realizou e reuniu de melhor durante a jornada. No entanto, é oportuno lembrar que existem contratempos e perigos pelo caminho, afinal “ostra que não é incomodada não faz pérola!”

@mariaalicemedina, realizou e reuniu suas experiências em uma concha chamada livro, cujo o título é: Do Rock a Compostela – As vezes se ganha, as se aprende; toda a sua trajetória que já dura 22 anos, com 13 vezes no caminho a Santiago, com um olhar e uma paisagem mais revigorante que a outra. E assim ela segue, não com a arrogância de quem sabe tudo sobre o seu caminho, mas com o mesmo entusiasmo e espírito de descoberta do início. Empreendedor, como você vem peregrinando o seu caminho?

Luciana Marques
Profissional de Marketing e Escritora
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Luciana Marques | Empreendedorismo Notícias do Jornal

Dinheiro compra felicidade (Paula França, Gente que faz)

Acredite ou não, o poder de dar a volta por cima é o lado bom do fracasso. Quando você diz: Chega! É onde toda mudança rumo a superação começa.  E tudo começou quando Paula França, carioca, funcionária pública, estudante de direito, com muitos sonhos, mas endividada; explanou um chega, arregaçou as mangas e começou a sua jornada rumo as estrelas.

Uma de suas primeiras ações foi redescobrir seus talentos naturais, quando se deu conta de que por de traz de todo o seu propósito de vida, dons como ter paciência para ouvir, encorajar e motivar as pessoas, havia na verdade o irremissível propósito de ajuda-las. Mas isso ainda era pouco para ela! Indignada com parte de sua infância carente de certo apoio e recursos financeiros; Paula sentiu o desejo de assistir pessoas que tinham questões familiares não resolvidas, com pouco ou nenhum recurso para uma empreitada processual e resolveu iniciar a sua graduação em direito. Todavia, recém-saída de grande carestia, com dividas e sonhos não realizados, ela descobriu que seu propósito de vida ainda lhe rogava por mais, quando decidiu então se especializar em finanças, se tornando uma educadora financeira de excelência, com a missão de ajudar pessoas de todas as idades, visando principalmente empreendedores de comércios locais. Pelo transcorrer de sua jornada, a educadora financeira, Paula encontra mulheres que acabaram de se separar, jovens que desejam se casar, pessoas que anseiam pela compra do primeiro carro, e comerciantes que além de quererem aumentar seus lucros, precisam aprender de uma vez por todas a arte de gerenciar seus negócios, rumo a um percurso financeiro duradouramente saudável. Os mentorados aprendem o mundo da educação financeira, incluindo os pilares: Sonho, organização, ressignificação, investimentos, descobertas e a tão relevante crença em si mesmo.

A madrinha Paula, como seus mentorados a chamam, tem seu diferencial pautado em pegá-los pela mão, dando-lhes certa assessoria até mesmo após o fim de toda a metodologia, que conta com programas como: I Believe, cuja o seu eixo central está no sonho do mentorado; o programa: Fazendo as pazes com o boleto, cujo o foco está no planejamento e organização financeira e programas como: Foco na solução e Bora prosperar, cuja a base está em aprender a investir, com os detalhes e “pulos do gato” de quem vivenciou e vivencia esse mercado intensamente. Paula afirma que um de seus principais desafios está em trabalhar a auto visão que as pessoas têm sobre si mesmas, bem como emoções que aparecem incorporadas às finanças.

Sobre tudo, Paula faz uma reflexão acerca do que acredita ser a essência de se ater a vida financeira, quando diz que reserva de dinheiro na verdade não é tão somente isso, mas sim uma reserva de paz, porque quando o pneu do carro fura, isso é tudo o que você precisa! Ela deu a volta por cima e vem ajudando centenas de pessoas a fazerem o mesmo! E a pergunta que fica: É possível ter paz e não ter felicidade? @financaspositivas responde!

Luciana Marques
Profissional de Marketing e Escritora
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Luciana Marques | Empreendedorismo Notícias do Jornal

5 negócios de sucesso em 2030. E você já se preparou? (parte 2)

No artigo anterior foram apresentados os novos empreendimentos que surgirão com total força no ano 2030; como os carros elétricos e o Drone Delivery. Vimos também como essas mudanças irão impactar tanto na vida do empreendedor e dos que também dependem deles, os assalariados.

Todavia, existem mais alguns negócios de sucesso em 2030, que eu deixei para te contar agora! Eu aposto que você já ouvi falar na energia solar. Essa tecnologia não é novidade, pois já existe há muitos anos. Mas o que acontecia no passado é que essa tecnologia não estava tão avançada ao ponto de viabilizar alguns projetos. Por esse motivo muitas pessoas achavam melhor aguardar pelo o avanço da tecnologia, visto que a cada ano aparecia alguma atualização a respeito. Ou seja, a cada ano as placas de energia solar ficavam mais eficientes, não fazendo sentido investir em uma placa, independente do ano que fosse para se ter um retorno X de investimento; já que poucos anos depois a nova placa teria o dobro ou o triplo de eficiência da placa mais antiga. Uma empresa que atualmente já vem investindo na energia solar, é a SolarCity, uma fabricante de telhas que faz a captação de energia fotovoltaica (telhas inteligentes). Isso trará lâmpadas de áreas externas que serão autônomas, pois na parte do dia irão captar a energia do sol, para que a noite elas possam ligar automaticamente. Postes de ruas que não irão mais precisar de toda aquela fiação, capa de celular, cortador de grama e qualquer coisa que dependa de bateria ou precise estar ligado a uma tomada.

Outra evolução será o uso da nanotecnologia, quando a promessa é de que a mesma seja a principal responsável pela cura do câncer. Com esse avanço o tempo de vida do ser humano irá aumentar consideravelmente. Nesse sentido, a empresa IBM está investindo no Watson, um super- computador que irá viabilizar um meio para que as pessoas consigam extrair um diagnóstico muito mais preciso do seu corpo, sem precisar fazer as consultas tradicionais que nós fazemos hoje. Nesse aspecto, essa tecnologia irá possibilitar que o remédio atue exatamente dentro das células defeituosas, minimizando o efeito colateral e as superdosagens que não fazem bem para o corpo humano. Por último, mas nada menos importante, temos a impressora 3D. Ela é como aquelas convencionais que nós temos, com a diferença de que ela faz qualquer coisa. E é só você criar o desenho, colocar o insumo dentro da mesma que ela irá criar o que você quiser. Que utilidade! Elas irão transformar o mercado de reciclagem, ou seja, se você quebrar a peça de algum objeto, você não irá precisar descarta-lo e comprar um novo; pois será necessário apenas  imprimir a pecinha do tamanho especifico para que você mesmo possa fazer o concerto dentro de casa. Pratico não?

Contudo, a verdade é que já estamos na curva de toda essa transformação, quando as coisas ainda não estão bem estabelecidas, mas estão em pleno vapor para virem a serem o que tiver que ser. E você, qual é o seu sentimento sobre isso?

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5 negócios de sucesso em 2030. E você já se preparou?

Se você fizer uma viagem ao passado e lembrar como era a nossa vida em 2010, irá perceber que muita coisa que nós fazíamos, atualmente não fazemos mais, no entanto muitas coisas que nós fazemos hoje nem sequer existia no ano 2010. Como por exemplo o Ifood, o Uber, o Whats App e o Nubank. Mas se você quer estar preparado (a) para o que está por vir e aproveitar as oportunidades pelo caminho, vale ficar por dentro das transformações até lá.

O primeiro negócio é a criação em maior escala dos carros elétricos. É inevitável! O setor de automóveis irá passar por uma grande transformação nos próximos anos. Isso já é uma realidade nos Estados Unidos, onde já existe mais de um milhão de veículos elétricos nas ruas. Inclusive, o Reino Unido já divulgou que em 15 anos não haverá nenhuma produção de carros a combustível. O meio ambiente agradece, não acha? Todavia, existe toda uma engrenagem provinda de empreendedores e assalariados dependentes desse setor que irão estar sob ameaça de colapso; como os setores de petróleo, óleo, gás, reparos de automóveis, setores de lubrificantes que são completamente diferentes para carros elétricos e postos de gasolina. Em contrapartida, estações de recarga de carros elétricos serão criadas para atender a demanda desse novo setor, quando então será possível que existam estações de recarga em estacionamentos de supermercados, no condomínio para ser compartilhado, e casas comercializadas com estações de recarga atreladas a elas.

Outro negócio do futuro que estará muito presente em 2030, será o Drone Delivery. Quando os drones serão usados para substituir a entrega de uma pessoa para outra pessoa, através do transporte tradicional. Empresas como Amazon, Domino’s e a UPS estão investindo muito nessa tecnologia. O primeiro Drone Delivery da história já aconteceu em 2016, pela Domino’s, em uma entrega real. Entre os impactos desse novo arranjo estará a redução de custos de transportes, envolvendo custos com motoboys, fretes, carretas, frotas gigantescas, o custo de pessoal, o custo de combustível, o custo de seguro, entre outros. No entanto, com essa redução de custos o consumidor também irá se beneficiar, porque é possível que o preço final acabe ficando mais em conta do que é atualmente. Outro grande pró, será a velocidade em que nós iremos receber as coisas; com uma entrega extraordinária a tendência é que as pessoas prefiram comprar coisas do dia a dia, online ao invés de comprarem de forma presencial.

Por todos esses aspectos, a falência de grandes, médios e pequenas empresas provavelmente será uma realidade que desencadeará o desemprego em massa. A solução está na visão, no investimento pessoal e na compreensão de que devidos processos são necessários para a evolução, desde que seja saudável ao bem comum. E você, como irá se preparar? Quer saber quais são os outros 3 negócios de sucesso em 2030? Até a próxima então!

Luciana Marques
Escritora e Profissional de Marketing
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E agora? Como fica o Network na pandemia? (parte 3)

Nos últimos artigos a respeito do assunto, identificamos pontos importantes sobre como a mudança que o mundo sofreu em termos digitais, lugares inusitados para se fazer network, bem como estratégias para ir rumo ao próximo nível no que tange a essa questão, nos últimos tempos.

E sim! Algumas questões mudaram, porém outras continuam iguais. Todavia, tudo continua sendo uma questão de estratégia, principalmente no início. E algo que a maioria das pessoas costumam ignorar na hora de conhecer pessoas ou simplesmente conversar mesmo com as quais já se conhece; é ser mais interessante do que ser interessado. Você percebe a diferença? Grande parte das pessoas quando encontram aquele amigo ou aquele contato o qual quer investir, tem o forte impulso de falar apenas sobre si mesmo (a). Essas pessoas não fazem perguntas e nem tentam colaborar com o que o outro está lhe expondo e por isso não se destacam e são apenas mais um (a) que passou pelo dia da outra pessoa.

Segundo Dale Carnegie em seu livro: Como fazer amigos e influenciar pessoas, ele explica que alcançamos bons resultados quando mostramos real interesse pela vida das pessoas com as quais nos relacionamos, quando lembramos o nome delas, quando encorajamos as pessoas a falarem sobre elas ao invés de sair falando apenas sobre si mesmo e quando entendemos quais são os maiores interesses da outra pessoa; buscando assim maneiras de interagir dentro desse contexto. Segundo Dale, é importante fazemos com que todos ao nosso redor se sintam importantes e únicos. Dale, ainda discorre em seu livro sobre o poder de mostrar-se vulnerável em determinadas situações para se conectar com as pessoas, pois isso nos humaniza! Deixe as pessoas mais à vontade para falar sobre suas próprias ideias! Conforme mencionado no artigo anterior, a comunicação precisa de forte atenção quando o assunto é network, por isso, uma das dicas é ajustar a sua comunicação mediante ao ambiente em que você irá estar.. Jesus fazia isso! No entanto, uma dica para você que não dispõe de meios acessíveis, para falar ou conhecer aquele contato, uma dica é: Galgue de pessoa em pessoa, de amigo a conhecido, até que você consiga estar perto “Daquele” contato. Essa dica é importante principalmente para que você não “queime cartucho”, ou seja, não perca a oportunidade por simplesmente falar logo “de cara” com a pessoa. Entretanto, vale dizer que nada disso acontece antes de uma simples técnica chamada rapport. Sugiro que pesquise sobre!

Sobretudo, e antes de qualquer técnica ou estratégia, sugiro que entenda o idioma do coração das pessoas, pois de certo, esse é o primeiro lugar onde você deve falar!

Luciana Marques
Profissional de marketing e escritora
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Luciana Marques | Empreendedorismo Notícias do Jornal

E agora? Como fica o network na pandemia? (parte 1)

Network.  Ao pé da letra e em português significa rede de contatos. Se refere aquela rede de amigos que tínhamos nas academias, confrarias, empresas, cursos, happy hours, eventos de negócios e até onde a sua presença e imaginação conseguissem estar.

Todavia, com os últimos acontecimentos o inevitável aconteceu; um tremendo divisor de águas no que tange aos relacionamentos humanos foi inevitável, separando fisicamente a maioria das pessoas que dia após dia estavam reunidas. Nesse sentido, o mundo online e digital de forma praticamente profética aos que já vislumbravam além do horizonte, finalmente ganhou força. E para aqueles que chamavam os profissionais de marketing de conversinhas ou marqueteiros, preparem-se! Pois se você quiser aprender a sobreviver no “admirável” mundo novo, precisará também aprender com eles. E você não irá encontrar ninguém melhor do que Os “caras” para fazer isso. Por que? Porque Network de verdade, consiste em vivência, alguns métodos e tantas estratégias que não caberiam nesse singelo artigo.

Mas existe algo que diante mão eu posso lhe dizer, ou seja; mapeie onde estão as pessoas com quem você quer estruturar a sua network. No entanto, tenha em mente que 80% do sucesso se resume ao fato de você estar presente. Por isso, esteja presente nas redes sociais as quais você mais se identifica e siga pessoas as quais estão relacionadas aos seus assuntos de interesse profissional, nesse aspecto, faça movimentos de existência, de verdadeira presença e contribuição, respeitando o conteúdo delas. Baseando-se nessa estratégia, dificilmente você estará se relacionamento apenas com aquela pessoa, ao considerar que o seu comentário e a sua contribuição, estará reverberantemente visível para os contatos relacionados a essa mesma pessoa. E quando isso acontece, tudo pode acontecer, pois nunca se sabe se quem está lendo o seu comentário é aquela pessoa que tem o tal poder de decisão, naquele empreendimento que sempre fez o seu coração bater mais forte.

Movimente o seu Linkedin, exponha os seus artigos, portfólio, contribua com os colegas de profissão quanto a indicações e sugestões. Se a oportunidade resultar em uma conversa, relacione afinidades, como interesses e até mesmo hobbies em comum. Prepare-se continuamente de forma espiritual, emocional, profissional e cultural; para se relacionar, mas nunca se esqueça que a base da network é a comunicação. Segundo o publicitário Pyero Tavollazi, presidente do DTS Group; não existe possibilidade de criar bons relacionamentos, se você não criar um nível de comunicação muito valioso.

Por todos esses aspectos, É possível perceber que apesar de ser algo simples; trata-se de uma questão estratégica, onde o motivo pelo o qual se semeia é mais importante que a semente semeada. Até a próxima, quando entre outros, falarei sobre lugares inusitados para fazer network!

Luciana Marques
Profissional de Marketing e escritora
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Luciana Marques | Empreendedorismo Notícias do Jornal

Os 3 erros fatais do pequeno empreendedor

Se você precisou empreender por necessidade, por oportunidade ou porque estava mesmo de saco cheio do chefe e não faz a menor ideia de como gerir inicialmente o seu negócio, esse artigo é para você.

Erro 1: Muitos empreendedores acreditam ser suficiente ter somente uma conta jurídica ou somente uma conta física. É preciso ter em mente que a conta jurídica deve ser separada para que você receba o pagamento dos seus clientes, ao mesmo passo em que a conta física deverá ser destinada à sua movimentação monetária de cunho pessoal. E se o seu medo for ter que precisar pagar pelas tarifas recorrentes de ambas, saiba que existem bancos digitais que não irão lhe cobrar tarifas em nenhuma delas, incluindo a não cobrança da cesta de benefícios. Uma dica: Ligue para o banco e solicite o cancelamento da sua cesta de benefícios, para então aderir a cesta de serviços essenciais.

Erro 2: A maioria dos empreendedores possuem uma tendência a pensar que o dinheiro ganho com as vendas, devem ser destinados para o seu uso pessoal. Porém é preciso compreender que no momento em que você empreende, você passa a ser funcionário (a) da sua própria empresa. Saiba, grande parte do que você ganha deverá ser para empresa, pensando que todo o dinheiro é seu, você estará subtraindo de si próprio! Ou você não havia se comprometido em ser grande? Muitos não sabem, é preciso dividir o faturamento mensal em 3 partes, quais sejam: Uma parte deverá ser designada ao investimento do negócio, a outra parte para a reposição de insumos utilizados para a fabricação do produto ou geração do serviço, quando finalmente a terceira parte será o seu pagamento.

Erro 3: Não possuir caixa e reserva de emergência. Por isso, um dos aspectos mais relevantes, é definir o seu salário independente de quanto a sua empresa venha faturar mensalmente. O seu salário deverá permanecer exatamente como o inicialmente estipulado. Tudo o que sobrar no caixa sim, é da empresa! Pois além de isso lhe proporcionar segurança para fazer a sua primeira contratação, caso anseie crescer; você poderá contar com um dinheiro em caixa para conseguir suportar um ano em que você possivelmente possa vir a não ganhar uma cifra sequer com o seu negócio. Inclusive, muitas empresas quebraram na pandemia, pelo fato de a maioria dos empreendedores não terem aderido essa consciência.

Nesse sentido, se você mantiver o pensamento de que só precisará pensar grande quando for grande, você nunca será. A grandeza precisa estar nas ações desde o início! Finalmente, qual desses erros você já cometeu ou está cometendo? Como pretende solucionar?

Luciana Marques
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