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Cultura Destaque

Atriz e Jornalista Renata Samek escreve livro ‘A Arte da Metamorfose’

 

 

A atriz, jornalista e apresentadora Renata Samek, que atuou na novela “Chamas da Vida”, da Rede Record, se prepara para fazer sua  estreia na literatura.  “A arte da metamorfose”, é o primeiro livro da atriz, que deve ser lançado até 2023. “Falo sobre mudanças, metas, sonhos, fé e minhas experiências, que podem ser encaixadas em qualquer profissão. Não é um livro de autoajuda, mas tem conteúdo de superação e motivação”, conta a mineira, que também tem planos para retornar ao teatro, assim que a pandemia passar. “Quero muito fazer uma turnê pelo país com o espetáculo de minha autoria, “Até que um like nos separe!”, que já estava pronto para estrear, mas por conta de tudo o que aconteceu, foi preciso adiar”, revela ela, que também é autora da peça “V.I.R.S.A – Viciados em redes sociais anônimos”, além de curtas como: Pra falar de amor e Clips  e, do documentário “Misturando ficção e realidade – O método Fátima Toledo de preparação de atores”.

Multifacetada, em abril de 2020, em plena pandemia, Renata decidiu investir no seu próprio negócio, e se tornou empresária criando a marca de moda praia, Shields.

Como atriz, atuou em peças como  “Disney – A Magia do Sonhar”, “Invent, faça diferente”, “Bullying”, “Cinderela” e “Viciados em redes sociais”. Sempre envolvida com o mundo das artes, principalmente com teatro e dança. A mineira também exibiu a sua beleza nas passarelas e esteve em diversas campanhas publicitárias no Brasil e em Portugal.

Formada em jornalismo, apresentou o programa semanal “Super Vale”, ao vivo, na afiliada da Rede Record, de Minas Gerais, onde ficou por três anos, e o “Interligados”, em 2019, na InterTV dos Vales, afiliada da Rede Globo. Desde setembro do ano passado, apresenta um programa de beleza, nas redes sociais da marca de cosméticos, Maison Visage. Além disso, é garota propaganda da empresa provedora de internet, Giganet.

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Brasil Fica a Dica

Helena Grillo revela detalhe do segundo livro da trilogia Espadas e Pistolas

 

 

Autora já iniciou a escrita da continuação e afirma que a história segue com novo protagonista

Lançado pelo Grupo Editorial Coerência em março de 2021, o livro “Hona Pirata” marca o início da trilogia Espadas e Pistolas, um novo projeto de Helena Grillo. Recentemente a artista anunciou para seus seguidores que iniciou a escrita do segundo título e revelou alguns detalhes sobre a sequência.

“O protagonista da segunda história é diferente da primeira”, segundo a autora alguns leitores já levantaram essa hipótese após concluírem a leitura do primeiro título, mas essa mudança de perspectiva vai fazer muita diferença dentro da trilogia.

A ideia do universo de Espadas e Pistolas surgiu durante o isolamento social, foi por meio da escrita que Helena Grillo conseguiu suprir toda paixão que tem pela praia e o primeiro título pode concorrer ao Coerência Choice Awards 2021 na categoria Melhor Fantasia.

“Honra Pirata” gira em torno de Marina voltando no tempo após uma experiência científica. A jovem servia como cobaia de um projeto do seu pai, mas após ele perder o controle de uma máquina do tempo, ela volta ao passado diretamente para o navio do Barba Negra. Como uma garota do século XXI conviveria ao lado dos piratas? Nessa jornada recheada de descobertas, a personagem precisará lutar por sua vida e conhecer os verdadeiros prazeres da vida.

Os exemplares de “Honra Pirata”, primeiro livro da trilogia, já estão à venda na loja do Grupo Editorial Coerência e na Shopee. O segundo livro tem data prevista para lançamento no dia 07 de Agosto, com início às 12h na Festa Literária de São Paulo (Flisp) que acontecerá O evento acontece na Associação Osaka Naniwa-Kai (Rua Domingos de Morais, 1581 – Vila Mariana / SP) e será uma tarde de autógrafos e brindes.

 

Sinopse:

Durante toda sua vida, Marina foi usada como cobaia nas experiências do pai cientista. Somente as visitas escondidas de sua irmã gêmea, Mônica, traziam-lhe algum conforto. Tudo parece perdido até que seu pai perde o controle de um experimento e Marina viaja no tempo diretamente para o navio do Barba Negra. Diante dessa nova realidade, é obrigada a amadurecer e lutar por sua sobrevivência, mas também tem a oportunidade de enxergar o mundo pela primeira vez: conhecer os verdadeiros prazeres da vida, descobrir sobre o amor e entender o sentido da amizade.

Sobre a autora:

Filha de João Luiz e Maria Alice, Helena Grillo Miranda já nasceu complicada. Mesmo com um grande coração, acabou tendo um problema cardíaco, que foi curado por Deus logo depois de completar um ano de idade. Por isso, agarrou-se à vida, dando tudo de si em cada tarefa. Quando não está lendo ou escrevendo, Helena dá aulas de judô na equipe Força Jovem Judô, vê filmes de ação ou anime com o marido Hugo e brinca de lutinha no sofá com os irmãos mais velhos, Thalita e Thiago, que partilham o DNA do esporte. Após se formar em Jornalismo, conquistou seu MBA em Jornalismo Esportivo. Atualmente mora no Rio de Janeiro, onde nasceu e foi criada.

Saiba mais:

@comunicahype

@grupoeditorialcoerencia

@autorahelenagrillo

www.editoracoerencia.com.br

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Brasileiro com muito Orgulho Destaque

Conceição Evaristo

Por Alessandro Monteiro

 

Nascida em 1946 numa favela de Minas Gerais, hoje Conceição é um dos principais nomes da literatura afro-brasileira. Graduada em Letras pela UFRJ, trabalhou como professora da rede pública de ensino na capital fluminense.

Mestre em Literatura Brasileira pela PUC do Rio de Janeiro, com a dissertação ‘Literatura Negra: uma poética de nossa afro-brasilidade’ (1996).

Através de sua participação ativa nos movimentos de valorização da cultura negra do país, teve sua estreia na literatura em 1990, quando passou a publicar seus contos e poemas na série de Cadernos Negros.

De forma peculiar, é considerada uma escritora versátil, que cultiva a poesia, ficção e ensaios. Sua narrativa não-linear marcada por seguidos cortes entre passado e presente, seu livro ‘Ponciá Vicêncio’ teve ótima acolhida por intelectuais brasileiros.

Incluído nas listas de diversos vestibulares de universidades do país, o livro também vem sendo objeto de artigos e dissertações acadêmicas. Em 2006, Conceição Evaristo traz à luz seu segundo romance, ‘Becos da Memória, em que trata, com o mesmo realismo poético presente no livro anterior, do drama de uma comunidade favelada em processo de remoção.

Em 2011 lançou o volume de contos ‘Insubmissas Lágrimas de Mulheres’, em que, mais uma vez, trabalha o universo das relações de gênero num contexto social marcado pelo racismo e pelo sexismo.

Em 2013, a obra antes citada ‘Becos da Memória’ ganha nova edição, pela Editora Mulheres, de Florianópolis, e volta a ser inserida nos catálogos editoriais literários. No ano seguinte, a escritora publica ‘Olhos D’água’, livro finalista do Prêmio Jabuti na categoria Contos e Crônicas. Já em 2016, lança mais um volume de ficção: ‘Histórias de Leves Enganos e Parecenças’.

 

Foto: Reprodução

Doutora em Literatura Comparada na Universidade Federal Fluminense (UFF), com a tese ‘Poemas Malungos, Cânticos Irmãos’ (2011), na qual estuda as obras poéticas dos afro-brasileiros Nei Lopes e Edimilson de Almeida Pereira em confronto com a do angolano Agostinho Neto.

Nos últimos anos, três de seus livros, que continuam recebendo novas edições no Brasil, também foram traduzidos para o francês e publicados em Paris pela editora Anacaona.

Em 2017, o Itaú Cultural de São Paulo realizou a Ocupação Conceição Evaristo, contemplando aspectos da vida e da literatura da escritora. No contexto da exposição, foram produzidas as’ Cartas Negras’, retomando um projeto de troca de correspondências entre escritoras negras iniciado nos anos noventa.

Em 2018, a escritora recebeu o Prêmio de Literatura do Governo de Minas Gerais pelo conjunto de sua obra e iniciou uma campanha em favor da escolha de uma autora para ocupar a cadeira de número sete na Academia Brasileira de Letras (ABL). Mas, não era qualquer autora. Tratava-se de Maria da Conceição Evaristo de Brito, nossa Conceição Evaristo, a mais pura representação da voz negra feminina na Literatura Brasileira.

A campanha não obteve o esperado, perdendo a eleição para o cineasta Cacá Diegues. Porém, a escritora mineira de 71 anos segue na sua luta pelo reconhecimento das mulheres negras como produtoras de conhecimento. Afinal, ninguém melhor que ela para defender a literatura como um ato político!