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Notícias do Jornal Social

A Obra do Berço – Ajude!

Instituição de assistência social, sem fins lucrativos, de utilidade pública estadual, com certificação CEBAS pelo MDS (hoje Secretaria Especial do Desenvolvimento Social). Fundada em 1928, por um grupo de senhoras para prestar serviços de assistência às mulheres em situação de vulnerabilidade socioeconômica, com confecções de enxovais, pré-natal e puericultura.

Embora pequena, é grande em sua missão de acolher, desenvolver crianças em seus primeiros mil dias que se encontram em situação de vulnerabilidade social, além de promover o fortalecimento de vínculos familiares.

Hoje, o cenário de desigualdade social na cidade do Rio de Janeiro torna imprescindível a continuidade destes serviços de apoio à mulher em vulnerabilidade social, em especial àquelas com filhos na primeira infância.

Estas mães precisam deixar seus filhos em local idôneo, que os protejam dos riscos sociais a que ficariam expostos e, sobretudo, ofereça um programa de apoio educativo e suporte emocional, que desenvolvam suas potencialidades cognitivas e fortaleçam os vínculos sociofamiliares.

Muitos são os cariocas que já fizeram parte do quadro de voluntariado por gerações. Seus nomes ficaram escritos na árvore da Obra do Berço na certeza dia bons frutos que colheriam, o fruto de um futuro digno para nossas famílias.

Escreva você também, seu nome lá!

ATENDIMENTO

Segunda a sexta – 8h às 18h

Rua Cícero Góis Monteiro, 19
Lagoa – Rio de Janeiro – RJ
CEP: 22471-240

CONTATO

Telefones:

(21) 98909-3435 – (21) 2539-3902
contato@aobradobercorj.org.br

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Destaque Economia

Rio começa a cadastrar profissionais da cultura para renda emergencial

A Secretaria Estadual de Cultura do Rio de Janeiro inicia às 12h de hoje (21) o cadastramento de profissionais da área de cultura para recebimento da renda emergencial prevista pela Lei Federal Aldir Blanc. 

O valor, de R$ 600, será concedido a produtores, técnicos, artesãos e outros trabalhadores da área por três meses consecutivos. A verba poderá reduzir efeitos econômicos da pandemia do novo coronavírus na área cultural.

As inscrições podem ser feitas até o dia 19 de outubro pelo site da secretaria. Poderão receber o benefício pessoas que tenham trabalhado no setor cultural nos últimos dois anos, desde que não tenham emprego formal ativo.

Além disso, é preciso ter renda familiar mensal per capita de até meio salário mínimo (R$ 522,50) ou renda familiar mensal total de até três salários mínimos (R$ 3.135). Até duas pessoas da mesma família podem receber o auxílio. Mães solteiras terão R$ 1.200.

Quem já possui benefício previdenciário ou assistencial (com exceção do Bolsa Família), seguro-desemprego ou esteja cadastrado no auxílio emergencial geral não pode se inscrever para receber o auxílio da Lei Aldir Blanc.

O Fundo Estadual da Cultura recebeu do governo federal, na última sexta-feira (18), R$ 104 milhões destinados ao Rio de Janeiro.

Com Informações: Agência Brasil

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Brasil Destaque

Violência infantil aumenta na quarentena

Por Franciane Miranda

Toda criança merece crescer em um ambiente tranquilo e seguro, mas tragicamente esta não é a realidade vivida por muitos pequenos. Durante a quarentena, o número de casos de jovens vítimas de violência doméstica cresceu 160%, de acordo com o levantamento feito pelo Instituto é Possível Sonhar. A instituição conta com 70 voluntários com várias especialidades, que se dedicam a atender crianças e adolescentes por meio de apoio médico e psicológico.

Segundo a psicóloga Daniela Generoso, presidente do instituto e especialista em educação infantil, antes da quarentena recebia semanalmente cerca de três a cinco casos. Mas agora os dados são ainda mais preocupantes. “Somente na primeira semana de maio recebemos 74 novos casos de crianças e adolescentes que sofreram violência dentro de casa”, detalha Daniela, que também alerta sobre esse aumento não cessar.

Para Daniela, este crescimento significativo deve-se ao longo tempo em que as vítimas estão passando com os agressores, além de que outros fatores também influenciam as agressões. “Mas, agora, com confinamento, a crise financeira e/ou o uso abusivo de drogas e bebida, os agressores estão partindo pesado para a violência física ou sexual”, esclarece a profissional chamando atenção para outros motivos. “No caso dos menores, os cuidadores dessas crianças estão frustrados emocionalmente, financeiramente ou estão sem paciência para lidar com os filhos”, afirma.

Agressão e medo

A naturalização da violência entre o casal também pode está associado ao aumento dos casos. “Se dá pelo fato de algumas mulheres, que já são vítimas de agressão verbal e tortura psicológica, aceitarem o tratamento abusivo por acreditarem que isso só acontece porque o parceiro é grosseiro”. Infelizmente, nos lares de várias famílias, a realidade é mais complexa e o medo de sofrer represália, de não ter para onde ir ou como se proteger acaba impedindo-as de denunciarem.

A psicóloga pede que todos fiquem atentos aos sinais de violência e ao comportamento das crianças. “Deixa de falar com a mãe ou o pai, diminui o contato, muda o comportamento, aparece com manchas no corpo, mostra um estado abatido e depressivo”. Daniela diz que ao identificar algum tipo de violência contra os filhos, é fundamental ter cópias dos documentos mais importantes e uma muda de roupa, caso precise de uma eventual fuga de emergência. “Antes de denunciar, é preciso estar em segurança”, sugere, passando outra dica sobre estabelecer um contato de confiança e apoio que o ajude.

Daniela finaliza passando números de órgãos competentes que recebem as denúncias. “Com o disque 100 busque apoio da Defensoria Pública e procure instituições que trabalham com a violência doméstica e infantil”, finaliza.

Instituto é Possível Sonhar
Rua dos Rubis, 144, sala 315, Rocha Miranda
Tels. (21) 98773-1916 ou 98621-5069

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Social

Como arrumar comida para alimentar tanta gente?

No Rio, voluntários criaram um grupo de WhatsApp chamado Reação e União, cujo intuito, é amenizar os impactos da pandemia do coronavírus na cidade. Os participantes têm se movimentado para agir, com a premência e a abnegação que o assunto exige.

O Reação e União tem feito uma convocação aos artistas para que gravem vídeos e compartilhem em suas redes, direcionados às favelas. A ideia é informar e conscientizar sobre o problema. Quem quiser participar pode enviar o filme pelo número (21) 98107-2342. Deve-se usar a hashtag #todentro.

Veja algumas instituições para você ajudar:

  • O centro comunitário Casa Amarela Providência, criado pelo artista plástico francês JR, tem recebido doações financeiras para compra de cestas básicas e produtos de higiene para os moradores do Morro da Providência. Pessoas de confiança da favela vão recepcionar o material e distribuí-lo para os moradores. As doações podem ser feitas para Casa Amarela, Banco Bradesco, agência 0448, conta corrente 12520-2, CNPJ: 25.144.594/0001-35.
  • A ONG Rio de Paz, de Antônio Carlos Costa, distribuiu três toneladas de alimentos na quadra da Escola de Samba do Unidos Jacarezinho. A ideia é doar mais. Para isso, pedem contribuições para Rio de Paz, Banco Itaú, agência 1185, conta 44820-4, CNPJ 09.551.891/0001-49.
  • A CUFA está com o bloco na rua, neste momento de tensão. São milhares de voluntários. Contato no tel.: 21-969411515.

Foto: Reprodução

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Fica a Dica

Guia de brincadeiras para a quarentena

 

O período de quarentena causado pela pandemia do novo coronavírus (Covid-19) tem exigido criatividade das famílias para preencher a rotina das crianças dentro de casa. Por isso, o Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos (MMFDH) lançou um guia de brincadeiras para fortalecer crianças e famílias em tempo de quarentena.

Além de trazer informações simples sobre o Covid-19 e os cuidados básicos de higiene, a publicação, dividida em dias da semana, faz sugestões de atividades lúdicas e criativas para passar o tempo em família.

Acesse: www.gov.br/mdh