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Gestão de finanças pessoais: um guia rápido e prático para aprender a poupar

É possível poupar uma parte do salário mensalmente? Quanto devemos investir ou reservar? Falar sobre finanças pessoais ainda gera muitas dúvidas nos brasileiros, e o primeiro passo é ter um conhecimento básico. Para ajudar nessa missão, o aplicativo 12min, em parceria com a Mobills, startup de gestão de finanças pessoais, prepararam o “Guia 12min de finanças pessoais”, com informações rápidas e relevantes para lidar melhor com o dinheiro.

O 12min é um aplicativo que condensa os pontos mais importantes de livros de não-ficção em leituras rápidas de áudio e texto. “Elaboramos esse guia para aqueles que desejam aprender sobre como lidar com o seu próprio dinheiro e mudar hábitos financeiros. Com os especialistas da Mobills, conseguimos abordar as principais dúvidas, dicas e ferramentas para um controle financeiro pessoal”, explica Guilherme Mendes, CEO do aplicativo.

Para começar, segundo Larissa Brioso, educadora financeira da startup, é preciso controlar todos os gastos. “A dica é registrar todos os valores recebidos, as contas pagas, as despesas inesperadas, toda a movimentação financeira. É comum usar uma planilha de gastos ou até mesmo um caderninho. Mas também temos o nosso aplicativo onde é possível administrar as finanças de um jeito fácil e automatizado”.

Há também a regra 50-15-35, em que 50% do orçamento precisa ser reservado para os gastos básicos, 15% da renda mensal deve ser poupada e 35% utilizada para outros gastos. “Reorganizar a vida financeira não é um bicho de sete cabeças, mas é preciso se comprometer com esse objetivo e dar um passo de cada vez”, afirma Larissa.

O “Guia 12min de finanças pessoais” está disponível em formato de áudio e texto, também para não assinantes do aplicativo. Basta baixar o app 12min em iOS ou Android.
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Câmara aprova MP que prorroga contratos na Educação e Saúde

Da Agência Brasil

A Câmara dos Deputados aprovou hoje (15) a Medida Provisória (MP) 1009/20 que prorroga 122 contratos no Ministério da Educação (MEC), no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE), no Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), na Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes) e na Agência Nacional de Saúde Suplementar (ANS).

A MP prorroga 65 contratos da ANS até o dia 25 de novembro de 2021, e até o dia 2 de maio de 2022, 27 contratos no MEC; 14 no FNDE; nove no Inep e sete na Capes. A matéria agora segue para análise do Senado. O governo justificou a necessidade de prorrogação dos contratos, por tempo determinado, “para atender a necessidade temporária de excepcional interesse público”.

A relatora da proposta, deputada Maria Rosas (Republicanos-SP), disse que a medida é fundamental para a manutenção das atividades dos órgãos. “Os prejuízos seriam incalculáveis na Saúde e na Educação [sem a prorrogação]”, justificou.

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Cursos gratuitos de planejamento financeiro ensinam como lidar melhor com dinheiro

Saber gerenciar o próprio dinheiro não é tarefa fácil para muita gente. E com a pandemia, que afetou não só a saúde como a economia de todo o mundo, muitos se veem obrigados a ter que adotar medidas parar fazer gerenciar melhor a grana, até porque muitas pessoas precisam lidar com a possibilidade de ter a jornada e o salário reduzidos, ou até mesmo de perder o emprego.

Recorrer a cursos que ajudam a planejar e organizar as finanças é uma boa saída. E o grupo Planejar (Associação Brasileira de Planejamento Financeiro) está oferecendo seis cursos, todos online e gratuitos, sobre diversos temas referentes ao planejamento financeiro para quem deseja aprender como administrar melhor o dinheiro.

“A intenção dos cursos é trazer informações e aspectos básicos do planejamento financeiro a todos que queiram conhecer e dar seus primeiros passos nessa realidade”, destaca Eduardo Forestieri, planejador financeiro e conselheiro da Planejar, que é uma associação não governamental e sem fins lucrativos, para profissionais que atuam com planejamento financeiro pessoal e familiar.

As inscrições são feitas pelo site da Planejar (www.educa.planejar.org.br). Na plataforma, basta clicar acessar o curso desejado e preencher os dados solicitados.

Confira a seguir um pouco mais sobre cada um dos cursos disponíveis:

Gestão Financeira

Criando uma Estratégia de Orçamento: Este curso apresentará a análise da Gestão Financeira, que é o primeiro passo de um planejamento financeiro pessoal.

Planejamento tributário

Apresenta o impacto do Imposto de Renda nos investimentos.

Gestão de Riscos

Aborda sobre a possibilidade de o planejador financeiro eliminar ou reduzir os riscos do seu cliente.

Planejamento da Aposentadoria

Neste curso, os especialistas tratam de um dos assuntos mais relevantes dentro de todo o planejamento financeiro; o Planejamento da sua Aposentadoria.

Gestão de Ativos

O curso apresenta as vantagens da alocação de ativos e abrange as estratégias e técnicas para otimizar o retorno sobre os investimentos.

Planejamento Sucessório

O módulo trata sobre os impactos no patrimônio em caso de falecimento de um membro da família e o que pode ser planejado em vida para dar continuidade aos negócios de família.

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Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias do Jornal

Empréstimo bate recorde na pandemia: como evitar o endividamento?

 

Diante da pandemia causada pelo novo coronavírus, a situação econômica se agravou para muitas famílias e motivou a busca por crédito no mercado. É por isso que o empréstimo da pandemia aumentou 113%, em comparação ao volume de outros anos.

No entanto, uma situação de crise como essa exige atenção tanto de pessoas físicas quanto jurídicas. É preciso estar preparado para superar adversidades e manter as contas em dia.

Por isso, neste artigo você poderá descobrirá como anda a situação financeira das famílias e aprenderá a evitar o endividamento. Confira!

Como anda a situação do empréstimo na pandemia?

Em 2020, mais de 50% dos brasileiros pediram um empréstimo pessoal para quitar dívidas atrasadas ou pendentes. Com a suspensão ou redução dos salários, muitos encontraram no crédito uma solução para atender seus compromissos financeiros.

O empréstimo bancário atingiu um volume de  mais de  R$ 4 trilhos — sendo a maior alta em 30 anos. Além disso, foi aprovada uma ampliação da margem consignável para empréstimos do tipo. De 35%, o valor a ser comprometido passou a ser de 40%.

O agravamento da pandemia e da situação econômica acabou levando o endividamento das famílias a níveis recordes. Em novembro de 2020, as dívidas alcançaram 51% da renda acumulada pelas famílias nos 12 meses anteriores. Assim, os dados são alarmantes.

Dicas para evitar o endividamento

Elabore um planejamento financeiro

O controle financeiro é um passo essencial para manter as contas em dia, sem débitos que causem problemas. Portanto, crie um planejamento financeiro que parta das suas possibilidades e limitações. Isso vale tanto para empresas quanto para famílias.

Cuide da organização das finanças

Depois de se planejar, com seus objetivos e metas, procure compor um orçamento completo. Ele deve prever a distribuição dos seus recursos para otimizar o uso do dinheiro.

É fundamental ter acompanhamento, controle e registro desse orçamento. Quanto mais informações forem coletadas, mais fácil será tomar boas decisões e evitar dívidas.

Crie uma reserva financeira

Contando com imprevistos, o ideal é montar uma reserva financeira — chamada de reserva de emergência para as pessoas e de capital de giro para empresas.

Tente manter a saúde financeira

Não há segredos para sair das dívidas ou evitar o endividamento. É preciso ter disciplina financeira e se preparar para dificuldades. Assim, você poderá enfrentar problemas sem recorrer ao crédito ou atrasar suas contas.

Busque a educação financeira para manter a saúde das suas finanças. Caso você precise quitar dívidas agora, considere fontes de renda extra até se organizar melhor. Depois, lembre-se de manter hábitos positivos e uma reserva de patrimônio.

Os pedidos de empréstimo na pandemia cresceram substancialmente, o que aumentou o endividamento das famílias. Para proteger as finanças pessoais ou empresariais, vale a pena colocar essas dicas em prática, mantendo o orçamento sempre em ordem!

O que você tem feito para cuidar bem da sua vida financeira?

Janaína Macedo Calvo

Doutoranda em Administração e Sustentabilidade, Economista, Professora da FGV,  autora e palestrante.

Foto: Pixabay

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Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias do Jornal

Planejamento estratégico e gestão financeira empresarial: por que implementar? (parte dois)

 

Uma boa gestão empresarial depende de diversos fatores e o planejamento estratégico é um dos principais.  Na coluna anterior, vimos que essa gestão engloba um conjunto de processos desenvolvidos para atingir um objetivo e que, tão importante quanto o planejamento, é a gestão financeira.  E como os dois conceitos se relacionam?

O planejamento estratégico trata da análise da situação da empresa, objetivos e ações para conquistá-los. Já a gestão financeira trata do controle sobre o orçamento empresarial, visando a manutenção do negócio.

Os conceitos não se confundem, mas estão relacionados. Isso porque o planejamento estratégico também se aplica ao setor financeiro. É preciso que a empresa faça diagnósticos sobre a sua situação atual e os objetivos para manter um orçamento viável e potencializar lucros.

O desenvolvimento de estratégias e a aplicação das práticas previstas no planejamento dos diversos setores da organização envolvem custos e precisam considerar o orçamento e o controle financeiro.

Porém, para que as estratégias sejam eficazes, os gestores e líderes devem entender como colocá-las em prática. A principal dica para isso é estudar, buscando cursos e treinamentos sobre o assunto. Afinal, são temas complexos que exigem preparo para o melhor planejamento e gestão financeira.

Qual a importância de implementar os conceitos na empresa?

Após entender o que é o planejamento estratégico e a gestão financeira empresarial, vale reforçar a importância dos conceitos e de que forma eles impactam os negócios.

Um bom planejamento estratégico consegue trazer diversos benefícios para o negócio, então é importante aplicá-lo para conseguir aproveitar as consequências positivas. Confira as principais:

  • Melhora na comunicação interna;
  • possibilidade de integrar setores da empresa;
  • proteção contra oscilações do mercado;
  • prevenção contra imprevistos;
  • aumento da eficiência operacional;
  • suporte na tomada de decisão;
  • vantagem competitiva;
  • durabilidade do negócio;
  • maior eficiência na gestão empresarial.

Em complemento, uma boa gestão financeira também oferece vantagens importantes para a empresa. Veja só:

  • Redução de custos;
  • menor ocorrência de erros e prejuízos;
  • tomada de decisão embasada em dados;
  • cumprimento da legislação;
  • facilidade para identificar problemas;
  • melhora no potencial de crescimento.

Sendo assim, o desenvolvimento de competências e a aplicação dos conceitos na empresa permite otimizar os processos em vários aspectos e setores. Por consequência, o negócio consegue se tornar mais sólido e  se diferenciar da concorrência para se destacar no mercado.

Como você viu, o planejamento estratégico é fundamental para o sucesso da organização, assim como uma boa gestão financeira. Portanto, é preciso aplicar os dois conceitos em seu plano de ação para obter melhores resultados!

Quer aprender como implementar as duas frentes na sua empresa? Temos dois cursos para ajudar:  Planejamento Estratégico e Educação Financeira para Empreendedores. Confira e se inscreva!

Foto: Divulgação

Por Janaína Macedo Calvo, doutoranda em Administração e Sustentabilidade, Economista, Professora da FGV, autora e palestrante

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Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias do Jornal

Planejamento estratégico e gestão financeira empresarial: por que implementar?

 

Por: Janaína Macedo Calvo

Quando se fala em administração de negócios, o planejamento estratégico é uma parte essencial. No entanto, nem sempre os profissionais compreendem a sua importância ou a relação com a gestão financeira. E muitos têm dificuldades para implementar essas práticas.

Isso é bastante comum. Afinal, o assunto pode ser mais complexo e exige atenção para que sejam tomadas as melhores decisões. Neste conteúdo, você aprenderá o que é planejamento estratégico e gestão financeira. Na próxima coluna falarei dos benefícios de implementá-los na empresa.

O que é planejamento estratégico?

 

Engloba um conjunto de processos desenvolvidos para atingir um objetivo. Trata dos recursos financeiros, esforços operacionais e outras medidas necessárias para as conquistas desejadas.

A prática não se limita apenas ao aspecto financeiro, trabalhando os diferentes setores da empresa. O objetivo é identificar quais são as metas da companhia em cada área e definir as ações que serão adotadas.

Antes, porém, é preciso entender a situação atual do negócio: compreender o ambiente de negócios, onde a empresa está e onde ela pretende chegar — os seus planos. Depois, é hora de definir como chegar ao patamar desejado. Que recursos devem ser aplicados e que ações  serão adotadas? Nesse momento é que começam a surgir as estratégias que serão implementadas.

Seguem- se as decisões e mobilizações voltadas a efetivar as ações delineadas. Você deve acompanhar resultados e trabalhar com feedbacks para entender como melhorar as ações.

Não existem limites sobre quais são as metas e objetivos desse planejamento. Tudo depende da análise interna e externa feita por cada empresa, buscando identificar os pontos fortes e fracos, ameaças e oportunidades.

Outro ponto importante é estudar o mercado e as tendências. Muitas vezes, é possível prever crises e problemas que podem ser trabalhados de maneira antecipada, reduzindo os impactos. O mesmo acontece em relação às oportunidades de investimento.

E o que é gestão financeira empresarial?

Ela trata do controle feito sobre as finanças do negócio. Ela envolve os gastos e os ganhos, prejuízos, lucros e demais dados financeiros da empresa. A prática é essencial para o bom desempenho da organização.

Para tanto, é preciso desenvolver ações que tentem melhorar os resultados econômicos e financeiros. Isso é feito com o desenvolvimento e controle de diferentes processos ou documentos empresariais, por exemplo:

  • Controle do fluxo de caixa;
  • Acompanhamento e gestão do capital de giro;
  • Análises de crédito e práticas de cobrança;
  • Apuração de resultados do negócio;
  • Relatórios e indicadores financeiros.

Tão importante quanto o planejamento, a gestão financeira deve fazer parte da rotina do negócio, pois relaciona diversos pontos essenciais para a saúde dele. Por exemplo, as contas a pagar e a receber, realização de investimentos ou busca por capital.

As falhas na gestão financeira podem causar grandes problemas, especialmente uma visão distorcida da realidade da empresa. Por consequência, as decisões tomadas com base nisso podem causar grandes prejuízos e, no longo prazo, levar à inviabilidade das atividades.

 

 

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Brasil Fica a Dica Mulher

Mara Luquet media série que destaca inclusão das mulheres no mercado financeiro

Com apresentação da jornalista e escritora, a série de 3 episódios do podcast “Papo Na Nuvem” traz convidadas dos setores de tech e finanças para debater o papel da mulher no setor e soluções financeiras focadas no público feminino
Para celebrar o mês da mulher, a Zoop, fintech líder em tecnologia para serviços financeiros, convidou a jornalista Mara Luquet, fundadora do canal MyNews, apontado pelo Google como benchmark de jornalismo na plataforma, para mediar uma série de três episódios de seu podcast, o “Papo na Nuvem”. No especial denominado “Mulheres”, a jornalista recebe convidadas dos setores de tecnologia e serviços financeiros, para debater o papel das profissionais nestes segmentos e destacar soluções financeiras criadas para atender demandas do público feminino. O primeiro episódio já está no ar e os demais serão publicados nesta semana, até 12 de março, nas principais plataformas de áudio e em vídeo no canal da Zoop no Youtube .

Em cada episódio, Luquet recebe duas profissionais com destaque por suas atuações no mercado financeiro, abordando o papel da mulher neste mercado e destacando soluções financeiras focadas no público feminino. As participantes são Aline Fróes, cofundadora do Vai na Web; Ana Leoni, superintendente de Educação Financeira na ANBIMA; Carolina Cavenaghi, cofundadora do Fin4She; Fernanda Ribeiro, cofundadora da Conta Black; Lorena Louisy, CEO do TPM Bank; e Mellissa Penteado, CEO do Bancoin.

Fonte: Reprodução

Mara Luquet ressalta a importância do debate sobre o espaço para as mulheres que atuam no mercado financeiro, historicamente dominado, setor ainda predominantemente masculino. “Isso não é só uma questão no Brasil, o mercado financeiro é um mercado muito masculino. Há muitos homens em postos chaves, e mesmo no Brasil ainda vemos poucas mulheres como gestoras – há mais do que já teve no passado, quando eu comecei a cobrir nesse mercado era bem menos, está avançando. E vemos isso no mundo inteiro”.

A proposta da série é destacar o protagonismo das mulheres na transformação e democratização do setor de serviços financeiros, que vem crescendo no Brasil nos últimos anos. “O objetivo desta campanha é reunir profissionais bem sucedidas e empreendedoras para debater a inserção profissional da mulher no mercado financeiro, bem como destacar novas soluções financeiras pensadas para atender demandas específicas do público feminino”, afirma Patrícia Esteves, VP de Marketing da Zoop.

O primeiro episódio reuniu as executivas Lorena Louisy, CEO do TPM Bank, e Mellissa Penteado, CEO do Bancoin, para apresentar serviços financeiros criados especificamente para mulheres. As convidadas comentam as oportunidades e desafios vistos ao tirarem do papel soluções e serviços de pagamento focados em atender demandas femininas. A conversa já pode ser ouvida nas principais plataformas de áudio, clique aqui.
Os dois outros episódios, com lançamento agendado para os dias 10 e 12 de março, abordarão outras perspectivas sobre a inclusão e participação das mulheres nos mercados de finanças e tecnologia. O segundo conteúdo, com a participação da Aline Fróes, cofundadora do Vai na Web, e da Fernanda Ribeiro, cofundadora da Conta Black, trará para o centro da discussão a inclusão de desbancarizados para serviços financeiros, grupo do qual ainda fazem parte uma grande quantidade de mulheres.

O último episódio será focado em carreira no mercado financeiro, ao reunir duas mulheres que diariamente trabalham para quebrar as barreiras do setor e atrair outras profissionais para o segmento: Ana Leoni, superintendente de Educação Financeira na ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), e Carolina Cavenaghi, cofundadora do Fin4She, iniciativa que promove a inclusão de mais mulheres no mercado de trabalho da área. As duas especialistas contaram sobre suas trajetórias e detalharam como as iniciativas lideradas por elas estão apresentando o mercado para as mulheres mais jovens e despertando o interesse delas em ocuparem esses espaços.
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Janaina Macedo Calvo | Desenvolvimento Pessoal & Finanças Notícias do Jornal

Hora de trocar o planejamento pela realização

 

O ano de 2020 terminou com um grande ensinamento: planejamento. E 2021 inicia com uma grande promessa: realização. Ano de realizar o que ficou retido. Agora com mais foco, mais vontade de vencer, principalmente com os aprendizados adquiridos dos momentos de seca. E com planejamento. Nada de reclamar ou de sentir pena do que passou. Agora é hora de sentar com sua família ou sozinho e redesenhar as prioridades.

Janeiro é um mês maravilhoso, porém cheio de tributos, materiais escolares, pagamentos das folias do natal e ano novo. Como priorizar? Tenha foco. Agora é hora de se preparar para a guerra. Sim, guerra. Apesar de falarmos das promessas de 2021, se não agirmos como guerreiros e comandantes e planejarmos as ações não teremos êxito.

Coloque num papel todos os gastos: água, luz, celular, internet, mercado, etc. Qual a sua receita mensal? Para vencer é preciso se lembrar que a meta é viver com 90% do que ganha.

Experimente acompanhar seus gastos diários por 30 dias. Já mencionei que a dívida é nosso pior inimigo. E eu sei que não é fácil abandoná-la. Às vezes podemos fazer um acordo para quitar o cartão de credito e quando percebemos já estamos novamente usando e a dívida ficando maior. Percebe que é o nosso comportamento que deve mudar?

Devemos declarar guerra aos hábitos causadores das dívidas. E digo isso porquê estamos no início do ano. É hora de fazer uma declaração para si mesmo: Vou mudar!

 A dívida é fruto de gastos de previsão de fluxo caixa futuro em troca de gratificação imediata. Para ter controle das dívidas primeiro temos que descobrir onde está o vazamento. E fazemos isso através de um orçamento (Existem várias planilhas de orçamento gratuitas na internet, caso deseje pode baixar gratuitamente www.palestrafinanceira.com.br). Seu orçamento é a chave para a liberdade financeira. Se você não estiver disposto a seguir um orçamento dificilmente conseguirá mudar financeiramente e certamente passará a vida vítima de sua situação. Orçamentos dirão se você está ganhando ou perdendo a guerra.

Agora que já está acompanhando seus gastos por 30 dias, anotando tudo: cafezinho, um novo par de meias, noitadas, salão de beleza, sempre definindo qual a categoria do gasto: alimentação, moradia, entretenimento, presentes, dívida, etc. já é possível analisar onde os gastos estão indo.

Por exemplo, alimentação: será que era preciso mesmo comprar aquele salgadinho ou era um desejo? Procure separar o que é necessidade do que é desejo. Faça uma anotação, NB para necessidades básicas e D para desejos. Isso será muito revelador a respeito do porquê você está onde está financeiramente.

Muitos perceberão que estão em déficit, ou seja, estão gastando mais do que ganham. E é hora de cortar e viver um estilo de vida que corresponde com o seu rendimento. É hora de colocar o ego de lado. A meta é criar um excedente e acredite: Você estará fazendo algo muito importante com o excedente que irá aprender a criar. Desista agora de viver de sonhos para seguir em frente e ter uma vida frutífera.

É uma decisão difícil, eu sei. Ainda mais que vivemos de aparência e de mostrar nas redes sociais que somos incríveis. Você já é incrível do jeito que é. As pessoas que realmente importam estarão com você, independente do que você tem. Seus pais, seus filhos, seus amigos verdadeiros…

Tudo isso passa. Precisamos aprender que o importante não é chegar lá e sim o caminho para chegar lá. Conte comigo nessa trajetória.

Janaina Macedo Calvo

Doutoranda em Administração e Sustentabilidade, Economista, Professora da FGV,  autora e palestrante.

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Inflação oficial de 4,52 não representa realidade dos brasileiros – veja o que fazer

Os dados referentes à inflação oficial de 2020 no Brasil foram acima da expectativa, fechando o ano em 4,52%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Um grande aumento, sendo a maior alta desde 2016, quando ficou em 6,29%.

O percentual é apontado pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Contudo, é fácil constatar em qualquer ida ao supermercado, feira ou varejão que esse aumento não representam a realidade no bolso dos brasileiros, que tem sofrido muito mais com a inflação real, que é outra em relação à inflação oficial.

Sempre afirmo que o principal vilão das finanças da população é a inflação real. Ela causa a perda do poder aquisitivo do dinheiro. Mesmo os poupadores perdem dinheiro com o vilão da inflação verdadeira. Praticamente nenhuma aplicação consegue repor a perda desse valor.” Diz o PHD em Educação Financeira, Reinaldo Domingos.

A inflação real sempre existirá e será diferente da oficial, ela está relacionada aos produtos que realmente adquirimos e nas contas que realmente pagamos, sendo que na definição da inflação oficial são utilizados outros fatores. O que precisamos fazer é ficar atentos com o dinheiro que se ganha e, principalmente, como se gasta.

Digo isso por ter claro que o impacto da alta dos preços para população é muito maior do que os números oficiais apontam. E para que uma família tenha essa certeza disso é muito simples, basta fazer uma comparação de seus gastos cotidianos de três anos para cá.
Quanto era possível comprar antes com uma simples nota de R﹩ 100,00 e quanto é possível comprar agora? A resposta o próprio Governo Federal deu, com o lançamento de uma nova nota de R﹩ 200,00. Em uma análise simples se observa que foram muitos os produtos de consumo básico que subiram muito acima da inflação, exemplos recentes foram arroz e o óleo de cozinha. 
Por isso, antes de tomar qualquer decisão com base no índice oficial de inflação é preciso uma análise aprofundada dos gastos. Isso pode ser realizado por meio de um apontamento de despesas ou uma planilha, no qual se anota todos os gastos diários por itens. Recomendo como ideal fazer isso apenas um mês durante o ano se tiver renda fixa e até três vezes se for variável.

Esse cuidado é importante para que perceba aonde vão todos os valores e também o que está apresentando um efetivo aumento no decorrer dos anos. Por fim, haverá o benefício de eliminar gastos desnecessários que minimizam a capacidade de poupar e realizar sonhos.

Ao perceber o real impacto da inflação em sua vida, o consumidor poderá também observar que o aumento de seu salário não arcará com o aumento do custo de vida, não responderem mesmo as perdas inflacionárias oficiais, sendo necessário repensar o consumo.

Já em relação ao aumento dos alimentos, a única orientação possível é realizar uma melhor pesquisa de preço e que repense seu cardápio diário constantemente, pensando em produtos que possam se adequar a uma refeição saudável e mais barata. Acredite, é possível, mas demanda um pouco de tempo, pesquisa e criatividade.
Sobre Reinaldo Domingos
Reinaldo Domingos está à frente do canal Dinheiro à Vista. É PhD em Educação Financeira, presidente da Associação Brasileira de Educadores Financeiros (Abefin – https://www.abefin.org.br) e da DSOP Educação Financeira (https://www.dsop.com.br). Autor de diversos livros sobre o tema, como o best-seller Terapia Financeira .
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Cinco ferramentas de gestão de empresas que você precisa conhecer

 

Para se dar bem em um mercado cada vez mais competitivo é necessário que os gestores procurem aperfeiçoar as suas atividades internas constantemente. Essa regra inclui qualquer segmento empresarial, pois, com os avanços da tecnologia e a transformação digital nos empreendimentos, os líderes que não procuram acompanhar essa tendência podem acabar perdendo grandes oportunidades e verem sofrer a estagnação de seu negócio.

A esse respeito, vale ressaltar que adotar ferramentas de gestão é fundamental para melhorar a administração da empresa, otimizar as tarefas realizadas no dia a dia, evitar erros e, assim, aumentar a produtividade. Caso você não tenha noção sobre o assunto, preparamos este artigo com as 5 principais ferramentas de gestão de empresas. Continue a leitura e fique por dentro de tudo!

  1. Ciclo PDCA

A finalidade do Ciclo PDCA é proporcionar uma evolução contínua dos processos de uma empresa. Essa ferramenta trabalha com 4 etapas: planejamento, execução, verificação e ação.

Ao seguir os procedimentos estabelecidos em cada etapa é possível compreender como determinado problema surge e como ele pode ser tratado. Desse modo, os gestores conseguem obter uma maior performance em suas ações devido ao aprimoramento das atividades.

  1. Canvas

Canvas é um tipo de estratégia administrativa e empresarial que trabalha com planejamento, execução e gestão de projetos. Seu principal objetivo é obter uma visão ampla do negócio e utilizar todo o seu potencial, contribuindo para estudar como atingir o seu público-alvo e alcançar um excelente ROI. Tudo é feito por meio de reuniões com o esboço de projetos novos ou aprimorados para evoluir a gestão da empresa.

  1. Orçamento empresarial (Budget)

O Budget e o Forecast fazem parte dos principais métodos para orçamento empresarial. Basicamente, essa ferramenta trabalha com a criação de orçamentos do tipo estático (budget), possibilitando traçar as metas e os objetivos de um negócio referentes a determinado período. Esse processo, ao longo de sua formação, pode ser ajustado por meio do emprego de Forecast.

  1. CRM

A sigla CRM refere-se à expressão Customer Relationship Management, que traduzida para o português significa Gestão do Relacionamento com o Cliente. Em formato de software, esse sistema tem a função de gerir o relacionamento da empresa com o seu público, bem como integrar processos da administração para que possa existir uma gestão eficaz direcionada ao cliente.

Ele opera desde a inicialização de uma venda até o pós-venda. Com isso, é possível gerenciar dados e informações, otimizar o trabalho interno e fidelizar clientes.

  1. Análise SWOT

A análise SWOT é uma ferramenta bastante utilizada para melhorar o planejamento estratégico e desenvolvimento do negócio. Por meio dela é possível aprofundar o estudo sobre as atividades da sua empresa, bem como realizar uma análise minuciosa da realidade a qual está inserida a sua corporação. Com isso, consegue-se encontrar os pontos fracos e fortes do negócio e criar formas de contornar os riscos e ameaças, aumentando as chances de sucesso no mercado.

Essas são as principais ferramanetas de gestão de empresas que você pode utilizar em seu negócio. Percebe-se que, com o auxílio de recursos específicos para cada situação, é possível melhorar por completo a produtividade da empresa e, dessa forma, alcançar o sucesso esperado.

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Janaína Macedo Calvo

Doutoranda em Administração e Sustentabilidade, Economista, Professora da FGV,  autora e palestrante.