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Rio: incêndio em trem no ramal Belford Roxo deixa 3 feridos

Da Agência Brasil

Um incêndio em um trem da SuperVia deixou três passageiros feridos e interrompeu a circulação do ramal Belford Roxo no início da manhã de hoje (28). Em nota à imprensa, a concessionária informou que o princípio de incêndio ocorreu no primeiro carro de um trem nas proximidades da estação Del Castilho, na zona norte do Rio de Janeiro, por volta das 5h45.

Segundo o Corpo de Bombeiros, o quartel do Méier foi acionado às 5h48 e três vítimas com ferimentos foram removidas. A ocorrência já foi encerrada. De acordo com a SuperVia, alguns clientes se feriram durante o desembarque nos trilhos e técnicos da empresa estão no local para apurar os motivos do incêndio.

Por volta das 7h a SuperVia informou pelo Twitter que “em função de uma ocorrência com um trem nas proximidades da estação Del Castilho, o ramal Belford Roxo encontra-se temporariamente suspenso”. Às 7h30 a informação foi atualizada com o retorno da circulação no ramal, mas com intervalos irregulares e aguardo de sinalização.

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Justiça mantém ação contra 8 acusados de incêndio no Ninho do Urubu que deixou 10 mortos

Da Agência Brasil

A 36ª Vara Criminal do Rio de Janeiro decidiu manter ação penal contra oito dos 11 denunciados pelo incêndio no centro de treinamento do Flamengo, conhecido como Ninho do Urubu, em fevereiro de 2019. O incêndio resultou na morte de dez jovens atletas da base do Flamengo. Outros três adolescentes ficaram feridos.

O juiz Marcos Augusto Ramos Peixoto rejeitou denúncia contra o ex-diretor de base, Carlos Noval, e o engenheiro Luiz Felipe Pondé. O monitor Marcus Vinícius Medeiros foi absolvido da acusação de envolvimento no incêndio.

Os outros oito denunciados continuam como réus no processo, entre eles, o ex-presidente do Flamengo, Eduardo Bandeira de Mello, um ex-diretor e um engenheiro do clube. Eles vão responder por incêndio culposo qualificado pelos resultados de morte e lesão grave.

A Justiça considerou que o clube preferiu pagar multas recorrentes ao Poder Público em vez de procurar se adequar às exigências feitas pelo Corpo de Bombeiros.

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Museu Nacional lança livro sobre resgate de acervo atingido por fogo

Da Redação com Agência Brasil

O Museu Nacional da Universidade Federal do Rio de Janeiro (UFRJ) lançou nesta semana o livro “500 dias de Resgate: Memória, Coragem e Imagem”, que fala sobre o trabalho de recuperação dos acervos atingidos pelo incêndio de setembro de 2018.

A obra apresenta um panorama do trabalho realizado pela equipe de resgate ao longo de 500 dias, além de trazer imagens e depoimentos dos pesquisadores envolvidos. Nesse período, foram recuperados cerca de 5 mil lotes, reunindo objetos de grande importância que integravam 14 das 25 coleções que se encontravam no palácio.

O livro é uma parceria do Museu Nacional/UFRJ com o Ministério das Relações Exteriores da Alemanha, o Goethe-Institut e a Fundação Gerda Henkel.

A equipe de resgate, composta por 76 técnicos, professores, estudantes e profissionais terceirizados, passou a trabalhar pela recuperação do maior número possível de peças do acervo do museu logo depois do incêndio.

Em uma área total de 21 mil m², sendo 11.417 m² de área construída, o Paço de São Cristóvão abrigava aproximadamente 5 mil itens nas salas de exposição e 3,5 milhões de itens no acervo da seção de Memória e Arquivo.

Dentre as peças resgatadas estão o crânio de Luzia, esqueleto mais antigo descoberto no Brasil; o escaravelho coração e outros oito amuletos que estavam no interior do sarcófago da múmia Sha-Amun-em-Su; os afrescos de Pompeia, que já haviam sobrevivido à erupção do vulcão Vesúvio; parte da Coleção Werner, a coleção mais antiga do Museu Nacional; o Psaronius brasiliensis, primeiro fóssil de vegetal registrado para o Brasil; além de pterossauros da Coleção de Paleovertebrados e meteoritos como o Bendegó e o Santa Luzia.

Após serem resgatadas, as peças passaram por uma triagem, onde foram fichadas, fotografadas, identificadas e limpas. Atualmente, a equipe integrada por 30 pessoas finaliza o trabalho em três salas e, em seguida, iniciará o inventário dos acervos, pelo qual será possível ter mais informações sobre cada peça resgatada e o estado de conservação após o incêndio.

Foto: Museu Nacional/UFRJ

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Incêndio atinge Hospital Federal de Bonsucesso, no Rio

Um incêndio atinge na manhã de hoje (27) o Hospital Federal de Bonsucesso (HFB), na zona norte do Rio de Janeiro. Segundo o Corpo de Bombeiros, ainda não há informações sobre vítimas, mas pacientes internados no local foram transferidos.

Bombeiros estão atuando no local com efetivos de quatro quartéis. Também há ambulâncias para o caso de remoção de pacientes.

A Avenida Londres, onde fica o hospital, está interditada.

O hospital

O HFB é vinculado ao Ministério da Saúde e fica na região metropolitana da cidade, num local estratégico próximo a Avenida Brasil, ligando a cidade do Rio com demais cidades do Estado, principalmente a Baixada Fluminense, o que faz do hospital uma referência em serviços de média e alta complexidade a toda a população do estado.

Trata-se do maior hospital da rede pública do Estado do Rio de Janeiro em volume geral de atendimentos mensais, com cerca de 15 mil consultas ambulatoriais, 1,3 mil internações, 1,2 mil atendimentos de emergência, 120 mil exames laboratoriais e 5 mil exames de imagem. O HFB possui uma equipe de mais de 5 mil funcionários.