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Luz e gás sobem e tarifa do metrô pode saltar para R$ 6,30 no Rio

Uma série de reajustes vai passar a pesar no orçamento de quem mora no Rio. O do gás de cozinha, que teve o 2º aumento do ano, já está valendo desde terça (9), mas vem aí também o aumento da energia elétrica e o reajuste do preço da passagem do metrô, que pode saltar para R$ 6,30.

No caso do gás, o reajuste dado pela Petrobras foi de 5,1% (R$ 0,14 a mais por quilo). Com isso, o botijão de 13kg passou de R$ 35,98 para R$ 37,79 nas refinarias.

A conta de luz, puxada pela alta nos custos da compra de energia e do dólar, sobe a partir de segunda (15). A Aneel aprovou os reajustes nas tarifas da Light e da Enel Rio, antiga Ampla.

Clientes residenciais (de baixa tensão) da Light terão alta de 4,67%. Já os da Enel, que atende Niterói, Região dos Lagos e o Norte Fluminense, terão aumento de 4,65%. Para os consumidores industriais (de alta tensão) da Light, o aumento médio será de 11,83%. E no caso da Enel Rio, de 10,38%. A Enel passa agora a ter a tarifa mais cara do Brasil, enquanto a conta da Light fica como a terceira mais alta.

No caso do caso da tarifa do metrô, o aumento pode ser de até 26%, conforme autorizou a Agência Reguladora de Serviços Públicos Concedidos de Transportes do RJ. Se aprovado, a passagem unitária, que hoje custa R$ 5, ficaria R$ 1,30 mais cara a partir de abril. O governo do estado, no entanto, disse que irá tentar negociar um reajuste menor.

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Aneel suspende por 90 dias cortes no fornecimento de energia elétrica

A partir desta quarta-feira (25), começa a valer a decisão da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel) de suspender durante 90 dias o corte no fornecimento de energia elétrica dos consumidores residenciais urbanos e rurais e também de atividades essenciais no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus (covid-19). O prazo poderá ser prorrogado, casos haja necessidade.

A decisão foi tomada ontem pela diretoria da agência em reunião extraordinária, realizada por meio virtual, e se aplica às distribuidoras de energia elétrica. Além da proibição da suspensão do fornecimento de energia elétrica, a Aneel também autorizou as distribuidoras a suspender o atendimento presencial e determinou que elas tomem medidas para priorizar os atendimentos telefônicos das solicitações de urgência e emergência e intensifiquem o uso de meios automáticos de atendimento ao consumidor.

Ao adotar a suspensão da entrega da fatura impressa, as distribuidoras deverão enviar fatura eletrônica ou o código de barras aos consumidores, por meio de canais eletrônicos ou disponibilizá-las em seu site ou aplicativo.

Já na hipótese de suspensão da leitura do consumo, o faturamento será feito com base na média aritmética do consumo nos últimos 12 meses.