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“Quanto antes melhor”: outubro rosa, mês de conscientização sobre o câncer de mama.

A data é celebrada anualmente com o objetivo de compartilhar informações e promover a conscientização sobre a doença; proporcionar maior acesso aos serviços de diagnóstico e de tratamento e contribuir para a redução da mortalidade.

Neste Outubro Rosa 2020, a Sociedade Brasileira de Mastologia (SBM) lança o movimento de conscientização “Quanto antes melhor”. A ideia é chamar a atenção das mulheres para a adoção de um estilo de vida saudável no dia a dia, com a prática de atividades físicas e boa alimentação para evitar doenças, entre elas, o câncer de mama.

O câncer de mama é o tipo mais comum entre as mulheres, no Brasil e no mundo, correspondendo a cerca de 25% dos casos novos de câncer a cada ano. Esse percentual é de 29% entre as brasileiras.

É causado pela multiplicação desordenada das células da mama. Esse processo gera células anormais que se multiplicam, formando um tumor. Há vários tipos de câncer de mama. Alguns têm desenvolvimento rápido, enquanto outros crescem mais lentamente.

Esses comportamentos distintos se devem às características próprias de cada tumor.

Exame clínico das mamas:

É o exame realizado por médico ou enfermeiro treinado para essa atividade. Neste exame poderão ser identificadas alterações e, se necessário, será indicado um exame mais específico, como a mamografia, um raio X que permite descobrir o câncer quando o tumor ainda é bem pequeno.

O câncer de mama pode apresentar diversos sintomas, mas pode também ser assintomático para muitas mulheres. É importante, portanto, que a mulher conheça bem o seu corpo e possa analisar com frequência qualquer alteração nas mamas e procurar o médico ao notar alguma anormalidade.

 

Foto: Ministério da Saúde – Divulgação

Possíveis sinais e sintomas:

– Alterações no tamanho ou forma da mama;

– Nódulo único e endurecido;

– Vermelhidão, inchaço, calor ou dor na pele da mama, mesmo sem a presença de nódulo;

– Nódulo ou caroço na mama, que está sempre presente e não diminui de tamanho;

– Sensação de massa ou nódulo em uma das mamas;

– Sensação de nódulo aumentado na axila;

– Espessamento ou retração da pele ou do mamilo;

– Secreção sanguinolenta ou aquosa nos mamilos;

– Assimetria entre as duas mamas;

– Presença de um sulco na mama, como se fosse um afundamento de uma parte da mama;

– Endurecimento da pele da mama, semelhante a casca de laranja;

– Coceira frequente na mama ou no mamilo;

– Formação de crostas ou feridas na pele junto do mamilo;

– Inversão do mamilo;

– Inchaço do braço;

– Dor na mama ou no mamilo.

O aparecimento dessas anormalidades pode ocorrer de forma isolada ou simultânea. É importante lembrar que esses sinais nem sempre indicam a presença de um câncer, sendo necessário consultar um médico para ter o correto diagnóstico.

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Cristo Redentor recebe a iluminação cor de rosa – cor universal da luta contra o câncer de mama

Estamos vivendo um ano atípico, mas a causa do câncer de mama não pode ser esquecida. Para lembrar aos brasileiros que essa é uma doença que não faz quarentena e não espera, a Fundação Laço Rosa iluminou, na noite desta quinta-feira, o dia 1º de outubro, o Cristo Redentor, abrindo a programação do Outubro Rosa 2020. A instituição é reconhecida nacionalmente pelo seu empenho contínuo para diminuir as desigualdades de acesso e tratamento do câncer. Como nesta edição não será possível reunir presencialmente no monumento as pacientes em tratamento, o evento contará com uma ação online pelas plataformas da Laço, cujo tema este ano é #DoarSalva! Além de uma cerimônia que teve por objetivo celebrar a vida e renovar a fé, a apresentadora Ana Furtado, que recentemente venceu a doença e passou pelo tratamento, esteve presente no monumento e foi a madrinha da campanha pela Fundação Laço Rosa neste ano.

Adriane Galisteu Foto: Mariama Prieto

Uma live musical pós-iluminação aconteceu logo em seguida diretamente do terraço do hotel Fasano, em Ipanema – de lá é possível avistar o Cristo -, com um show da cantora Maria Rita e apresentação de Adriane Galisteu. Foi uma noite calorosa. Maria Rita cantou músicas do repertório de sua mãe, Elis Regina. A cantora também contou que uma de suas melhores amigas teve câncer de mama e dividiu ali momentos que emocionaram a todos. Foi a primeira vez na história do hotel Fasano, que a icônica piscina de borda infinita deles ficou totalmente rosa, e permanecerá durante todo o mês de outubro. A live contou ainda com a participação em depoimento de famosas como Adriana Esteves, Cláudia Raia, Fernanda Motta, Ingrid Guimarães, Flávia Alessandra, Maria Fernanda Cândido, Sheron Menezzes e Heloísa Périssé. Vinícius Belo foi o relações públicas responsável pelo evento.

Daniela Oscar (Vice Presidente Laço Rosa), Ana Furtado (Madrinha), Marcelle Medeiros (Presidente Laço Rosa). Credito Daniel Enbending

“A pandemia escancarou a fratura exposta que vivemos diariamente na saúde brasileira e acordou a sociedade para a importância do terceiro setor no dia a dia do país. Nunca antes na história do Brasil tivemos tantas doações financeiras ajudando as pontas mais vulneráveis e esse é um movimento que não tem mais volta. Doar precisa estar na cultura da população porque vimos que #doarsalva. Por isso lançamos esse movimento e convidamos todos que puderem para doar e arrastar outras pessoas pelo exemplo. Também lançamos o “selo rosa” para as empresas comprometidas com a Laço Rosa. O câncer não vai esperar a COVID passar e os números que já eram feios, agora são mais alarmantes. Mais do que nunca, é necessário e urgente que todos ajudem a salvar vidas!”, alerta Marcelle Medeiros, presidente da Fundação Laço Rosa.

Maria Rita. Credito Mariama Prieto