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Manifestantes participam de atos contra o governo federal no Rio e outros estados

Da Agência Brasil

Manifestantes foram às ruas neste sábado (29) no Rio de Janeiro e em várias outras cidades do país para protestar contra o governo do presidente Jair Bolsonaro.

Pessoas ligadas a partidos de oposição, movimentos sociais e de estudantes saíram em passeata em defesa do pagamento de R$ 600 de auxílio emergencial, verbas para universidades públicas e ampliação da vacinação contra a covid-19. Também houve protestos contra a privatização de estatais e a reforma administrativa.

Na capital fluminense, manifestantes se reuniram em frente ao monumento de Zumbi dos Palmares, no centro da cidade, a partir das 10h. Organizações sociais, movimentos estudantis, centrais sindicais e partidos de oposição ocuparam três das quatro pistas da Avenida Presidente Vargas e caminharam pela via em direção à Candelária. Depois seguiram por outras vias do centro.

Em Brasília, a concentração foi em frente ao Museu da República e seguiu para a Esplanada dos Ministérios. Em frente ao Congresso Nacional, os manifestantes gritaram palavras de ordem e exibiram faixas e cartazes. A Polícia Militar não divulgou o número de participantes do ato.

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ONG Rio de Paz faz manifestação em frente ao Congresso Nacional pela aprovação de Projeto de Lei para prorrogar auxílio emergencial

O Rio de Paz, filiado ao Departamento de Informação Pública da ONU, realizará manifestação pública na próxima terça-feira (02/02), das 6h às 16h, em frente ao Congresso Nacional.

Voluntários do Rio de Paz/Brasília e membros da equipe do Rio de Paz do Rio de Janeiro espalharão pelo gramado da Esplanada dos Ministérios 594 pratos brancos pintados com cruzes vermelhas (número de deputados federais e senadores). Dois balões de oxigênio e uma cruz de dois metros de altura, sobre a qual será depositada a bandeira brasileira, farão também parte da instalação.

O objetivo do ato público é cobrar do Congresso Nacional a aprovação célere de um Projeto de Lei cujo objetivo seja prorrogar o auxílio emergencial e mantê-lo enquanto a pandemia e a crise de desemprego durarem.

O Governo Federal abandonou os despossuídos no meio de gravíssima crise humanitária, causadora de consequências catastróficas para a economia do país, que remeteu milhões de brasileiros para o desemprego. Como o necessitado não foi ouvido pelo presidente da República, decidimos apelar para a chamada Casa do Povo a fim de que nossos representantes no parlamento aprovem Projeto de Lei que prorrogue o auxílio emergencial. Somente assim o espectro da fome será afastado de milhões de lares no nosso país. Antônio Carlos Costa – Presidente da ONG Rio de Paz.
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Plebiscito no Chile decidirá sobre alteração da Constituição

Da Redação

O presidente chileno, Sebastián Piñera, convocou, em 27 de dezembro e através de decreto supremo, um plebiscito para abril. Considerado histórico, o plebiscito decidirá se a Constituição herdada da ditadura de Augusto Pinochet será alterada – uma das demandas dos movimentos sociais.

“Quero convocar com muita alegria e entusiasmo todos nossos compatriotas a participar do plebiscito a ser realizado em 26 de abril de 2020”, anunciou o presidente, que chegou ao governo em março de 2018 com uma postura contrária à alteração da Constituição, algo que havia sido considerado no governo de sua antecessora, a socialista Michelle Bachelet.

Na consulta, os chilenos devem responder a duas perguntas: se querem ou não uma nova Constituição e que tipo de órgão deve escrever essa nova Carta Magna. Uma alternativa é “uma convenção constitucional inteiramente composta por pessoas eleitas” pelo povo, detalhou Piñera. Outra é “uma convenção constitucional mista, na qual haverá metade eleita diretamente e a outra metade eleita pelo Congresso”.

Obrigatoriedade do voto

O presidente indicou que a Constituição deveria ser o grande marco de unidade e estabilidade para a sociedade “porque as sociedades têm diferenças legítimas”. “Mas as sociedades civilizadas as resolvem dentro da estrutura da Constituição, e não fora”, disse ele, insistindo na importância de votar.

A eleição presidencial do fim de 2013, vencidas por Bachelet, foram as primeiras com votação voluntária. Ela registrou uma forte queda na taxa de participação eleitoral, sobretudo entre os jovens, que hoje protagonizam o movimento social que abala o Chile.

Segundo dados eleitorais, menos de 50% participaram de eleições presidenciais e menos de 40% nas de prefeitos e vereadores. Na eleição de 2017, quando Piñera ganhou seu mandato, houve abstenção de 60%. Por esta razão, além das campanhas pelo Sim ou Não sobre a mudança constitucional, há outra, favorável a reinstaurar o voto obrigatório no país, que tem quase 18 milhões de habitantes.

Foto: Reprodução da internet