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O medo do cancelamento e a pandemia transformaram BBB 21 em um sucesso sem precedentes

Da Redação

O Big Brother Brasil de 2021 se tornou um dos maiores sucessos da televisão atualmente – e talvez de toda a franquia – por causa de uma série de fatores que culminaram de forma decisiva no “Big dos Bigs”. O primeiro de todos foi o medo geral do chamado cancelamento, por todos os participantes, somados a pandemia da Covid-19, que obriga as pessoas, em sua maioria, a ficarem dentro de casa e dar audiência para o reality da Rede Globo.

Com nomes de peso em seu casting, a produção do BBB 21 apostou em influenciadores para colocar sua marca ainda mais forte no país. Contudo, todos os selecionados entraram com o chamado medo de serem cancelados aqui. Isto influencia diretamente na forma de jogo de cada participante. Por não conseguirem expor de forma clara e direta, sempre com receio de julgamentos, a edição de 2021 acabou chamando a atenção de forma massiva do público em geral, que criou uma enxurrada de críticas e elogios vindos pelas redes sociais. Dessa forma, nomes mais autênticos, como a paraibana Juliette, acabaram caindo nas graças do público por saber se expor de uma forma “politicamente correta”, com imposições e sem ofender alguma parcela dos telespectadores. Já os que foram “cancelados”, acabaram cometendo deslizes não perdoados, aumentando ainda mais a audiência, já que estes geram engajamento na hora de serem eliminados, como Karol Konka, Projota, Nego Di e Rodolffo.

Por outro lado, o fenômeno aumentou ainda mais devido à pandemia. Isto porque, muitos que sequer eram fãs do programa acabaram aproveitando o conforto de suas casas para dar audiência ao programa. Foi “uma chance” dada por essas pessoas, que em sua maioria engajaram de forma efetiva e entenderam as mazelas de cada participante. O BBB 21 mudou o comportamento de algumas pessoas, que antes não entendiam o sucesso do programa. A Rede Globo acabou pegando o “novo normal” para evidenciar ainda mais um de seus produtos, que não andava tão bem das pernas até a edição 20.

A edição tem como principal apoio a mudança comportamental das pessoas desde a primeira edição, em 2000, para os dias de hoje. O que fez do programa um fenômeno de audiência e rendendo milhões aos cofres da emissora.

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Zeca Pagodinho recebe a primeira dose da vacina e declara: “Vai vacinar, vai vacinar!”

O cantor e compositor Zeca Pagodinho recebeu, nesta sexta-feira (16/04), a primeira dose da vacina contra a Covid-19. Com uma máscara da Portela no rosto, o consagrado artista, de 62 anos, chegou animado ao posto drive-thru do Parque Olímpico, na Barra da Tijuca, Zona Oeste da cidade.

Zeca Pagodinho sendo vacinado na Barra da Tijuca. (Foto: Reprodução Prefeitura do Rio)

O cantor não escondeu que está ansioso para voltar a fazer shows assim que a pandemia acabar e aproveitou para deixar um aviso:

Vou fazer como o meu médico falou, o doutor Marcelo: “Vai vacinar, vai vacinar!” E não esquece a segunda dose – cantarolou Zeca, numa adaptação de “Vai vadiar”, um dos seus grandes sucessos.

Nesta sexta, a vacina é destinada a homens de 62 anos e profissionais de saúde de 50 anos. De acordo com a última atualização do painel Rio Covid-19, às 12h15, já foram vacinadas com a primeira dose 1.192.152 pessoas, o que representa 17,7% da população carioca. Se for levado em consideração somente quem tem 60 anos ou mais, esse percentual sobe para 81,8%.

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Secretaria de Estado de Saúde amplia leitos para tratamento de Covid-19

Em menos de um mês, o Estado do Rio passou a contar com mais 736 leitos para tratamento da Covid-19. O objetivo da abertura dessas vagas é ampliar o atendimento neste momento em que o Rio de Janeiro atravessa a terceira onda de casos de coronavírus. Os números foram apresentados na tarde desta terça-feira (13), durante coletiva do secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Chaves. As vagas foram abertas nas redes federal (293), estadual (280) e municipais (163).

Além da ampliação, Chaves falou ainda sobre a redução de 32% nos últimos sete dias nas solicitações de internação para casos de Covid-19. A queda também ocorreu na fila de espera, que recuou 31%.

“Temos trabalhado diariamente para ampliar o número de leitos e tornar mais eficaz o processo para internação dos pacientes. Este é um trabalho conjunto do Estado com o Ministério da Saúde e municípios, que recebem recursos para manter esses leitos. É uma força-tarefa para enfrentarmos este momento. Além disso, estamos vendo uma redução nas solicitações por internações e na fila de espera”, afirma o secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Chaves.

Ao todo, o Estado do Rio conta com mais de 3.550 leitos (1.580 de enfermaria e 1.970 de UTI) específicos para tratamento da Covid. Todos estão disponíveis na rede pública de Saúde (estadual, federal e municipais) e são gerenciados pelo Sistema Estadual de Regulação. Além desses, o Estado do Rio tem ainda outros 355 leitos de UTI e 1.239 de enfermaria, que não foram inseridos pelos municípios na Regulação Unificada, criada por decreto no início deste ano.

“É necessário destacar que o quantitativo de leitos pode ter pequenas oscilações devido a restrições momentâneas. Além disso, o número de pacientes na fila de espera e de solicitações de leitos é flutuante”, explica Luciane Vellasques, coordenadora de Informações em Saúde, da Subsecretaria de Vigilância em Saúde.

Agora, a secretaria trabalha para diminuir o tempo de espera entre a disponibilização de leito e a chegada do paciente na unidade. Para o secretário, esse é um dos principais desafios de agora e pode ser decisivo no tipo de atendimento que a pessoa vai receber.

“Temos visto demora de até oito horas para que um paciente chegue ao hospital mesmo após a liberação do leito. Isso pode significar o agravamento do quadro do paciente. O foco agora é diminuir esse tempo em articulação com as prefeituras e unidades de saúde”, destaca Chaves.

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Municípios do Rio estão com risco muito alto para covid-19

Da Agência Brasil

A 25ª edição do Mapa de Risco da Covid-19, elaborado pela Secretaria de Estado de Saúde (SES), mostra que a situação da pandemia se encontra em risco muito alto (roxo) nas regiões serrana e metropolitana I, como a Baixada Fluminense, Niterói e São Gonçalo, incluindo o município do Rio.

As regiões do Médio Paraíba, Centro-Sul, Norte, Baixada Litorânea saem da bandeira roxa para a vermelha, o que aponta para uma melhora nos parâmetros epidemiológicos. As regiões da Baía da Ilha Grande, Noroeste e Metropolitana II seguem com bandeira vermelha (risco alto). A análise compara a semana epidemiológica 12 (21 a 27 de março) com a 10 (7 a 13 março) de 2021.

Óbitos

O estado apresentou aumento de 44% no número de óbitos e de 7% nos casos de internações por síndrome respiratória aguda grave (SRAG) na comparação do período analisado. As taxas de ocupação de leitos pelo Sistema Único de Saúde (SUS) no estado, com dados desta sexta-feira (9), estão em 90% para leitos de UTI e em 75% para leitos de enfermaria.

Cada bandeira representa um nível de risco: roxa (risco muito alto), vermelha (risco alto), laranja (risco moderado), amarela (risco baixo) e verde (risco muito baixo).

Vacinas

A SES realizou ontem (9) a 12ª entrega de vacinas contra covid-19 aos 92 municípios do estado. Foram distribuídas 431.500 doses, sendo 195.400 da coronaVac e 236.500 da Oxford/AstraZeneca.

Kit intubação

A secretaria  também realizou uma nova entrega de medicamentos do chamado “kit intubação” a 74 unidades de saúde de todo o estado que atendem pacientes em tratamento de covid-19. Entre os itens distribuídos, estão: atracúrio, propofol e morfina, medicações fundamentais para o tratamento de pacientes internados em estado grave em UTI. Em reunião com o Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Rio e Defensoria Pública do Estado e da União a SES informou que está entregando todo o estoque de medicação do “kit intubação” aos municípios e hospitais.

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Secretaria de Saúde realiza em seis horas a entrega de 431.500 doses de vacina contra Covid-19

A Secretaria de Estado de Saúde (SES) realizou, nesta sexta-feira (09.04), a 12ª entrega de vacinas contra Covid-19 aos 92 municípios do estado. Em apenas seis horas, foram distribuídas 431.500 doses, sendo  195 mil de CoronaVac e 236.500 de Oxford/Astrazeneca.

As cidades do Rio, Niterói, São Gonçalo e Maricá retiraram as doses em caminhões e vans, na Coordenação Geral de Armazenagem (CGA) da SES, em Niterói. Já para os outros 88 municípios, a distribuição foi realizada por cinco helicópteros, sendo dois do Governo do Estado, um da Secretaria de Estado de Polícia Civil, um do Corpo de Bombeiros e um da Secretaria de Estado de Polícia Militar. 

A Subsecretaria de Vigilância em Saúde (SVS) esclarece que segue cumprindo as recomendações preconizadas no Programa Nacional de Imunizações (PNI). De acordo com a Nota Técnica 297, divulgada pelo Ministério da Saúde no último dia 31.03, fica recomenda a vacinação dos “segmentos das forças de segurança e salvamento que vêm atuando diretamente nas ações de controle da pandemia”.

A nota orienta ainda que o quantitativo de vacinas destinado às forças de segurança será enviado de forma escalonada e proporcional, destinado exclusivamente para a vacinação destes grupos. As doses enviadas aos municípios não sofrerão impacto com a inclusão destas categorias, uma vez que continuam sendo separadas de forma proporcional para cada grupo a ser vacinado.

A SES reforça a importância do Calendário Único de Vacinação, estabelecido em decreto do Governo do Estado, que tem como objetivo unificar as ações de imunização contra a Covid-19 e evitar o contágio e a propagação do vírus em grupos que atuam em ações de enfrentamento à pandemia.

Vacinas aplicadas – Até as 9h desta sexta-feira (09), o estado registrava 1.523.538 de pessoas vacinadas com a primeira dose e 433.198 com a segunda. O vacinômetro pode ser acessado pelo site: https://vacinacaocovid19.saude.rj.gov.br/

Liberação de vacina – As vacinas contra Covid-19 do laboratório Oxford/Astrazeneca serão liberadas de forma mais rápida ao Estado do Rio de Janeiro. A partir da solicitação do Governo do Estado, a próxima remessa dos imunizantes produzidos na Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), ficará diretamente na capital para serem distribuídas aos 92 municípios. O pedido foi aceito pelo ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, durante encontro com o secretário de Estado de Saúde, Carlos Alberto Chaves, nesta quinta-feira (08). Com essa decisão, os lotes destinados ao Rio de Janeiro não precisarão mais passar pelo Centro de Distribuição do Ministério da Saúde, em São Paulo.

Entrega Kit intubação – Nesta sexta-feira (09), a SES realizou uma nova entrega de medicamentos componentes do chamado “kit intubação” a 74 unidades de saúde de todo o estado que atendem pacientes em tratamento de Covid-19. Entre os itens distribuídos, estão: atracúrio, propofol e morfina, medicações fundamentais para o tratamento de pacientes internados em estado grave em UTI. Em reunião com o Ministério Público Federal, Ministério Público do Estado do Rio e Defensoria Pública do Estado e da União, a SES informou que está entregando todo o estoque de medicação do “kit intubação” aos municípios e hospitais. De acordo com o Ministério da Saúde, uma nova remessa chega ao Rio nesta sexta-feira e será imediatamente distribuída pela SES.

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Prefeitura libera auxílios para famílias pobres e pequenas empresas no “superferiadão”

Apenas serviços essenciais podem funcionar no Rio no superferiadão de 10 dias (de 26 de março a 4 de abril), decretado para tentar frear a covid-19. Na capital, para reduzir os impactos nas famílias mais pobres, a prefeitura passou a disponibilizar o Auxílio Carioca para 900 mil pessoas. Conforme o prefeito Eduardo Paes, são cerca de R$ 100 milhões destinados ao benefício – R$ 70 milhões da prefeitura e R$ 30 milhões da Câmara.

Inscritos no Cartão Família Carioca recebem R$ 244 (por família). Estudantes da rede municipal com Cartão Alimentação ganham R$ 108,50 cada. Famílias pobres incluídas no cadastro único da prefeitura e no CadÚnicorecebem R$ 200 cada. O auxílio também comtempla ambulantes, com R$ 500 para cada. Quem quiser saber se tem direito ao benefício tem que acessar o site www.carioca.rio.

A Prefeitura ainda anunciou dois programas para auxiliar micro e pequenas empresas: os Auxílio Empresa Carioca e Crédito Carioca. A expectativa é beneficiar 100 mil pessoas. O Auxílio Empresa Carioca prevê repasse de até um salário-mínimo por funcionário que ganhe, no máximo, três salários-mínimos. Em contrapartida, o empresário se compromete a não demitir por dois meses. Já o Crédito Carioca é uma linha de financiamento que a Prefeitura vai abrir aos pequenos empresários usando recursos privados. De início, serão disponibilizados R$ 4 milhões para empresas com faturamento entre R$ 10 mil e R$ 400 mil.

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Prefeitura anuncia novo calendário de vacinação contra covid-19 que contempla pessoas a partir de 66 anos

A Prefeitura do Rio divulgou na noite desta terça-feira (23) novo calendário de vacinação que prevê imunizar mulheres e homens a partir de 66 anos, até o dia 10 de abril. O anúncio de novas medidas restritivas, entre elas a adesão ao superferiado de 10 dias, não interfere na vacinação no município do Rio, segundo o executivo municipal.

A vacinação, ainda segundo a prefeitura, acontece sempre de acordo com a chegada de doses enviadas pelo Ministério da Saúde.

Homens e mulheres continuarão sendo vacinados em dias diferentes, para evitar aglomeração nos postos. Nesta quarta-feira (24/03) são vacinadas mulheres de 73 anos.

Confira a seguir o calendário completo com as novas datas:

 

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Covid-19: 18 cidades do Rio não têm mais vagas para leitos de UTI

Da Agência Brasil

Um painel da Secretaria Estadual de Saúde indica que 18 municípios do estado do Rio de Janeiro estão com 100% de ocupação em seus leitos de tratamento intensivo (UTI) para covid-19. Entre as cidades com UTIs lotadas, figuram algumas com considerável número de leitos, como Petrópolis (77 leitos), Vassouras (50), Bom Jesus do Itabapoana (45) e Teresópolis (23).

Há ainda municípios grandes que estão com mais de 90% dos leitos de covid-19 ocupados, como Volta Redonda, que tem 158 leitos e está com ocupação de 91%, e Duque de Caxias: 110 leitos e taxa de ocupação de 95%.

Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde e se referem a informações prestadas entre 17 e 22 de março.

Ocupação

No Rio de Janeiro, capital, segundo informações de ontem (22), 83% de seus 744 leitos de UTI para covid-19 estão ocupados.

Em todo o estado, 493 pacientes aguardam vagas em leitos de UTI, segundo dados de ontem da Secretaria Estadual de Saúde.

Sete dos 92 municípios do estado estão com risco muito alto para a covid-19: Itaguaí, Mesquita, Nilópolis, Belford Roxo e Duque de Caxias. Outras 39 cidades estão com risco alto, entre elas, a capital – Rio.

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Reviver Centro permite opinião da população sobre proposta de revitalização para atrair moradores

A população do Rio poder dar a sua opinião sobre o Plano Urbano Reviver Centro, que visa a recuperação urbanística, social e econômica do Centro do Rio e bairros do entorno e para atrair mais moradores à região. A terceira pesquisa sobre a moradia na área central foi lançada e traz essa possibilidade de participação popular sobre o Projeto de Lei Complementar que institui o plano e que será analisado na Câmara de Vereadores.

A Secretaria Municipal de Planejamento Urbano diz que o objetivo é tornar o debate mais participativo. Para opinar e deixar contribuições, basta acessar o site: www.prefeitura.rio/revivercentro.

O centro tem abundante comércio e serviços, facilidade de acesso a transportes e possui rica diversidade cultural, além de patrimônio histórico cultural relevante, que inclui museus, teatros e centros culturais. Ainda assim, possui baixa densidade residencial, o que faz com que muitas áreas fiquem desertas fora dos dias e horários comerciais. Com a pandemia, a situação se agravou, contribuindo para o enfraquecimento das atividades econômicas.

O Reviver Centro tem na construção de novas moradias e no retrofit (conversão de imóveis comerciais em residenciais ou de uso misto) o carro-chefe da iniciativa de atrair moradores, aproveitando o potencial já construído e terrenos vazios, sem uso há décadas. O Centro já possui núcleos de moradias no Castelo, Cruz Vermelha, Bairro de Fátima e Lapa, e o objetivo é avançar, trazendo novos habitantes de várias faixas de renda e movimentação social e econômica.

O projeto propõe, por exemplo, isenção de dívida ativa, IPTU, ITBI e ISS, além de liberação de taxas de licenciamento, para projetos de residenciais ou uso misto. A exploração do andar térreo dos prédios com lojas, com objetivo de trazer vitalidade e movimento às ruas da região também foi incluído. Ele propõe ainda o aproveitamento das coberturas dos prédios com áreas de uso coletivo, mirantes, restaurantes ou áreas de lazer.

A concessão de benefícios a quem aderir ao programa de Locação Social que a Prefeitura pretende criar, com público-alvo de estudantes universitários, estudantes cotistas e servidores públicos, também foi incluída no projeto.

A revitalização do espaço público é outra meta, com melhorias nas ruas, passeios e áreas públicas para estimular a caminhada ou a mobilidade limpa, com o uso de veículos não motorizados ou motorizados com tecnologia limpa, integração entre os modais de transporte e a preservação da paisagem cultural.

Há previsão de criação de ciclorrotas, de manter e ampliar estações de compartilhamento de bicicletas, ampliar espaços de circulação de pedestres, estimular a criação de áreas com vegetação, que contribuam para o sombreamento, redução da temperatura, redução de emissões de gases de efeito estufa e melhoria da qualidade do ar, e a criação de jardins de chuva em áreas coletivas, áreas de recuo, galerias de pedestres, largos e praças, de modo a reduzir a área impermeabilizada da região e contribuir com a microdrenagem urbana.

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BioParque do Rio é inaugurado com mais de 1 mil animais

O BioParque do Rio, o antigo Jardim Zoológico da cidade, foi inaugurado pela prefeitura após uma remodelagem. O parque, que abre as portas ao público na segunda (22), possui mais de mil bichos de 140 espécies, espalhados por uma área de visitação de 60 mil m², na Quinta da Boa Vista, Zona Norte.

Entre as principais atrações do espaço, gerido pela iniciativa privada, estão áreas como a Ilha dos Primatas, a Savana Africana, a Vila dos Répteis, o Jardim de Burle Marx e a Alameda Macaco Tião. O visitante pode ver de perto o leão Simba, o tigre William, a elefanta Koala e o casal de hipopótamos Bocão e Tim, além de araras azuis, jacarés-do-papo-amarelo e muitas outras espécies.

Um dos macacos da Ilha dos Primatas (Foto: Beth Santos/Prefeitura do Rio)

A prefeitura disse que os ambientes passaram por reformulação para garantir condições de bem-estar aos animais e que o público poderá ter uma interação maior com os bichos.

O BioParque funcionará, diariamente, de 9h às 17h. A venda de ingressos avulsos começará na segunda (22), pelo site www.bioparquedorio.com.br. A entrada custa R$ R$ 39,75, com meia a R$ 19,87. Quem aderir ao programa de sócio anual tem acesso ilimitado pelo período de um ano a R$ 80, podendo incluir até sete dependentes a R$ 60, cada.

O tucano TucTuc pode ser observado no local (Foto: Marluci Martins/Prefeitura do Rio)