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Gérson: o grande canhotinha de ouro

 

Por: Luhan Alves (com supervisão de Claudia Mastrange) 

Integrante da histórica Seleção Brasileira de 1970 e ídolo de Fluminense e Botafogo, Gérson “Canhotinha de Ouro” (80 anos) é o nosso “brasileiro com muito orgulho” desta edição. Ele nasceu em Niterói (RJ), no dia 11 de janeiro de 1941. Inteligente, dono de passes e lançamentos precisos, Gérson foi um dos melhores meias da história do futebol brasileiro.

Gérson começou sua carreira nas categorias de base do Flamengo, onde jogou entre 1960 e 1962, mas foi no Botafogo, jogando de 1962 e 1969, que ele fez mais sucesso. Pelo Glorioso, conquistou os cariocas de 1967 e 1968. Após sua passagem pelo alvinegro carioca, o canhota defendeu o São Paulo. Já experiente, o meia, ao lado de Toninho Guerreiro, Roberto Dias e companhia, ajudou o clube a sair da fila no Campeonato Paulista. De quebra, comemorou dois estaduais pelo Tricolor do Morumbi: 1970 e 1971.

Deixou o time paulista em 1972 para realizar um antigo sonho: jogar pelo Fluminense, o clube de coração. Pelo clube das Laranjeiras, Gérson levantou o Carioca de 1973 e encerrou a carreira em 1974. Para o seu lugar, o Flu contratou Rivelino, então do Corinthians.

Fora dos gramados, Gérson construiu uma carreira que até hoje vem atuando, que é a de comentarista esportivo. Passou pela Rádio Globo, de onde saiu em 2012, foi comentarista da Band nos anos 90 participou do programa “Os Donos da Bola” na Band Rio, esteve também no programa Mesa Redonda Rio da Rede CNT.

Ao lado dos amigos Gilson Ricardo e José Carlos Araújo, o canhota trabalhou na Bradesco Esportes FM e na Transamérica. Em agosto de 2014, deixa a Band e se transfere para o SBT Rio ao lado de Garotinho, Gilson e Dé, o Aranha. Em 2015 Gérson passou a integrar a equipe de esportes da Super Rádio Tupi ao lado de Garotinho e Gilson.

Atualmente, ele conta também com um canal no Youtube chamado “CANHOTINHA 70”, criado em junho de 2019. Lá, ele faz comentários após os jogos, resenhas com convidados, lives, aborda curiosidades sobre o futebol, sorteios, entre outros conteúdos. Para quem não sabe, o canhotinha de ouro também comanda um projeto social esportivo em Niterói que recebe e ajuda crianças de sete comunidades diferentes. Gerson é personagem de muitas histórias, conquistas, emoções, gols, passes certeiros e merece o total respeito dos brasileiros.

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Brasileiro com muito Orgulho Notícias do Jornal

Zagallo: uma lenda brasileira

 

Por Luhan Alves (Com supervisão de Claudia Mastrange)

Se tem um brasileiro que deu muito orgulho para o povo brasileiro esse foi Mário Jorge Lobo Zagallo. Ex-futebolista e técnico, Zagallo fez história no futebol e marcou seu nome como um dos maiores no esporte. Ele detém o recorde de títulos das Copas do Mundo em geral, sendo duas como jogador (1958 e 1962), uma como treinador (1970) e outro como coordenador técnico (1994).

Zagallo nasceu em Atalaia, Alagoas, no dia 9 de agosto de 1931. A carreira do Velho Lobo começou em 1948, no juvenil do América Futebol Clube. Vestindo a camisa 10, jogou os torneios de 1948 e 1949, quando se transferiu para o Flamengo. E em 1950, passou a integrar as categorias de base do rubro-negro carioca.

Pelo Fla, foi tricampeão carioca em 1953, 1954 e 1955.  Em 1958 foi para o Botafogo, onde conquistou o bicampeonato carioca em 1961 e 1962 e jogou ao lado de grandes nomes do futebol, como Nilton Santos, Garrincha e Didi.

Foi convocado para a Seleção Brasileira e disputou a Copa do Mundo na Suécia, em 1958, vencida pelo Brasil em 29 de junho de 1958, na final contra a anfitriã, a Suécia. Em 1962, na Copa do Mundo no Chile, mais uma vez integrou a equipe que junto com muitos outros jogadores da Copa de 1958, conquistou o bicampeonato brasileiro.

Em 1970, faltando dois meses para a Copa do México, Zagallo foi convidado para ser o treinador da Seleção Brasileira, substituindo João Saldanha, que tinha dirigido o Brasil nas eliminatórias. Na final, o Brasil derrotou a Itália por 4 x 1, com uma equipe considerada por muitos como a melhor de todos os tempos.

Em 1991, Zagallo foi convidado pelo técnico Carlos Alberto Parreira para ser o coordenador técnico da Seleção Brasileira para a Copa do Mundo que seria realizada nos Estados Unidos em 1994, onde o Brasil conquistou o tetracampeonato.

O número 13 esteve sempre presente na vida de Zagallo. Ele revelou que deve essa obsessão à sua mulher que era devota de Santo Antônio, comemorado no dia 13 de junho. Seu casamento com a professora Alcina foi realizado no dia 13 de janeiro de 1955.

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Seleção Brasileira feminina é convocada para treinos em Portugal

A treinadora da Seleção Brasileira feminina, Pia Sundhage, divulgou a lista de convocadas para um período de treinamentos entre os dias 19 a 27 de outubro, em Portimão, Portugal. Entre os nomes, além de contar com o retorno de Marta à seleção, muitas novidades aparecem na convocação. Foram chamadas pela primeira vez no comando da sueca: a goleira Daniele Neuhaus, a defensora Rayanne, as meias Laís, Giovana e Ana Vitória, além das atacantes Mylena, Valéria e Nycole.

Vale ressaltar que Pia chamou apenas atletas que atuam em países da Europa, na China e também Estados Unidos. A medida foi tomada em razão das barreiras sanitárias ainda válidas pela pandemia de coronavírus. O período é válido pela Data Fifa e tem como objetivo seguir a preparação aos Jogos Olímpicos de Tóquio, que ocorrerão em julho de 2021.

Essa é a terceira convocação da treinadora sueca. Em setembro, a seleção brasileira esteve na Granja Comary, em Teresópolis (RJ), para um período de treinamentos com atletas que atuam no Brasil. E em março, a equipe participou do Torneio Internacional da França disputado com Holanda, Canadá e as donas da casa.

 

Lista de convocadas:

 

Goleiras:

Aline Reis – UD Granadilla Tenerife (Espanha)

Daniele Neuhaus – Benfica (Portugal)

Natascha – Paris FC (França)

 

Defensoras:

Antonia – Madrid CFF (Espanha)

Kathellen – Internacional de Milão (Itália)

Jucinara – Levante UD (Espanha)

Rafaelle – Changchun Dazhong (China)

Rayanne – Sporting Club Braga (Portugal)

 

Meio-campistas:

 

Ana Vitória – Benfica (Portugal)

Andressa Alves – Roma (Itália)

Debinha – North Carolina Courage (EUA)

Formiga – Paris St Germain (França)

Giovana – Barcelona (Espanha)

Laís Araújo – Apollon Limassol (Chipre)

Luana – Paris St Germain (França)

Maria – Juventus (Itália)

Millene – Wuhan Xinjiyuan (China)

Atacantes:

Bia Zaneratto – Wuhan Xinjiyuan (China)

Ludmila – Atlético de Madrid (Espanha)

Marta – Orlando Pride (Estados Unidos)

Mylena – FC de Familicão (Portugal)

Nycole Raysla – Benfica (Portugal)

Raquel – Sporting Lisboa (Portugal)

Valéria – Madrid CFF (Espanha)