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Prefeitura em parceria com Cisco inicia cursos de tecnologia gratuitos

Programação que começa dia 28 é recomendada para jovens que buscam qualificação para o mercado de trabalho

A Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT), em parceria com a Cisco Networking Academy, promove a partir de 28 de junho os cursos gratuitos online de tecnologia: Introdução ao Mundo Digital (Get Connected) e Introdução ao Empreendedorismo. As inscrições estarão abertas a partir de segunda-feira (21/06). As aulas começam dia 28 de junho e são recomendadas para jovens que buscam qualificação para o mercado de trabalho.

Fotos Divulgação: SMCT

Os dois cursos fazem parte da programação de sete módulos que serão oferecidos ao longo deste segundo semestre. Estão programados outros conteúdos: Introdução à Internet das Coisas, NDG linux Unhatched, Introdução a Cibersegurança, Fundamentos em Cibersegurança e Networking Essentials.

A SMCT tem adotado ações permanentes através de parcerias para que as pessoas se adaptem às novas ferramentas tecnológicas que estimulem a criatividade e o processo de aprendizagem – reforçou o secretário municipal de Ciência e Tecnologia, Willian Coelho.

O curso Introdução ao Mundo Digital oferece um primeiro passo aos alunos que desejam se inserir no mundo digital e contribuirá para adquirir qualificação profissional no futuro. Já o curso Introdução ao Empreendedorismo é voltado para os
jovens que desejam transformar suas ideias em um negócio que gere trabalho e renda.

Tive a oportunidade de fazer os cursos gratuitos de tecnologia. Eles deram uma guinada na minha carreira e ajudaram a me recolocar no mercado de trabalho – explicou Eleazar Albino, 34 anos, ex-aluno dos cursos e hoje, Analista de Infraestrutura.

A carga horária é de 30 horas para o módulo Introdução ao Mundo Digital (Get Connected) e de 15 horas para o de Introdução ao Empreendedorismo. Ao final do curso os alunos recebem seu certificado de conclusão. Os interessados podem se inscrever até 27 junho por meio dos links:

https://www.netacad.com/portal/web/self-enroll/m/course-578272
(Introdução ao Mundo Digital), e https://www.netacad.com/portal/web/self-enroll/m/course-513097
(Introdução ao Empreendedorismo)

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Aisha Raquel Ali | Tecnologia Notícias do Jornal Tecnologia

Primeiro caso de sequestro com resgate em criptomoedas

Dez pessoas foram indiciadas, no último dia 3 de junho, no primeiro caso de sequestro com pedido de resgate em criptomoedas no Brasil. Segundo a Polícia Civil de Pernambuco, o crime aconteceu no dia 10 de março na cidade de Recife, capital pernambucana. Os criminosos escolheram como alvo um empresário do mercado financeiro e sócio de banco digital que frequentemente negocia bitcoins e outras criptomoedas.

A polícia pernambucana afirma que o líder da quadrilha de sequestradores é um ex-estagiário da Caixa Econômica Federal e, por isso, havia experiência com o tipo de economia utilizada no crime. Especificamente, o empresário foi sequestrado nos arredores de um edifício empresarial conhecido como Excelsior, sede de uma startup de investimentos.

O delegado Paulo Berenguer, do Grupo de Operações Especiais de Pernambuco (GOE-DRACCO), disse que os criminosos “pediram uma quantidade absurda de criptomoedas durante o sequestro e negociaram com os sócios da empresa e com os familiares do empresário (…) Eles vendem as criptomoedas por um valor abaixo do mercado e começam a negociar dessa forma. Supondo que eles conseguiram o valor de um milhão de reais, por exemplo, eles venderiam por R$ 500 mil na darknet”.

A Polícia Civil de Pernambuco acredita que este foi o primeiro resgate exigido em criptomoedas mediante sequestro no Brasil, contudo não foi o primeiro crime da quadrilha — uma vida de ostentação era revelada nas redes sociais.

Não confunda

Este foi um caso de sequestro físico. Na internet, temos o ransomware: um tipo de vírus que sequestra os arquivos do seu computador e exige uma quantidade em criptomoedas como resgate. Até que ponto a tecnologia pode se voltar contra nós? O problema seria a tecnologia ou a pessoa que a utiliza? Fica a questão para pensarmos.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

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Aisha Raquel Ali | Tecnologia Diário do Rio Notícias do Jornal Rio

Primeira tela ‘esticável’ do mundo

A desconhecida marca chinesa Royole foi a primeira empresa do mundo a apresentar um smartphone com tela dobrável, o FlexPai, que foi lançado em 2018. Três anos depois, ela volta a ser pioneira na indústria, agora com outro formato de display. Desta vez, a fabricante revelou o primeiro painel micro-LED compatível com padrões da indústria que é esticável.

Isso significa que ele é não apenas flexível, mas também capaz de assumir outras formas em três dimensões: a tela pode ser puxada, dobrada, torcida, amassada ou deformada de forma côncava e convexa.

Segundo a Royole, isso abre uma série de possibilidades para setores como o de dispositivos vestíveis (wearables), como na criação de tecidos inteligentes, até eletrônicos de formas menos convencionais e com telas, como aparelhos esféricos.

O painel esticável da Royole tem extensibilidade de 130% de acordo com níveis do mercado, o que significa uma angulação de até 40º. A resolução do display é de 120 ppi e a transparência é vista como melhor do que materiais OLED similares.

Por enquanto, a tecnologia é apenas uma prova feita em laboratório e o protótipo não tem previsão de ser transformado em produto comercial.

Há pouco tempo estamos vendo grandes empresas como a Samsung apostando em telas dobráveis, como por exemplo, celulares que se transformam em tablet. Com toda essa novidade vem também o ônus de ter um produto caro, não sendo acessível a todas as classes e de certa forma frágil, onde ouvimos diversas reclamações de displays dos tais aparelhos queimando, apenas pelo seu artifício de dobrar.

É válido lembrar que em 2020 a empresa LG, estaria finalizando o formato de seu smartphone esticável e estava com lançamento previsto para 2021, contudo, o que presenciamos até aqui foi à saída da gigante sul-coreana do mercado de smartphones e sua ideia “tomando forma” em outra empresa.

O que sabemos é que o futuro da tecnologia é muito incerto e, em contrapartida, muito promissor. Ideias novas nascem todos os dias, esperemos novidades.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

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Aisha Raquel Ali | Tecnologia Diário do Rio Notícias Notícias do Jornal Tecnologia

Google lança novo Android 12

O Google revelou na última terça-feira (18) todas as novidades do Android 12, que já está disponível no formato beta. Entre as principais novidades está a mudança no visual do sistema, que, inclusive, já havia sido alvo de vazamentos nos últimos dias. As atualizações foram divulgadas durante o evento Google I/O 2021, que também revelou mudanças para os aplicativos do Workspace, para o Google Meet, Google Fotos e avanços na IA da empresa.

Para a surpresa, o Android 12 conta com uma grande mudança em relação à nova interface. Alguns ícones e widgets estão com design redesenhado, incluindo o player de mídia, indicador de clima, horário — que deve ganhar um relógio analógico na tela inicial — e o ajuste de brilho. Além disso, a tela de bloqueio colocará as notificações “empilhadas”.

A nova linguagem chamada Material You, criada pelas equipes de software e design, garante um visual muito mais personalizado. Isso porque será possível criar sua própria paleta de cores para utilizar no sistema operacional. Para isso, a Inteligência Artificial detecta quais são as cores predominantes das fotos e atualiza todos os ícones e widgets com os tons da imagem.

Além do novo visual, o sistema operacional ganhou mais recursos para a proteção de privacidade do usuário. Com a atualização, a empresa promete ser mais transparente na hora de mostrar quais funções cada aplicativo costuma acessar.

A novidade que lidera este objetivo é o novo centro de controle totalmente redesenhado do Android 12. Nele, será possível ver a hora exata e a duração em que os apps tiveram acesso às informações como a localização, câmera ou microfone do usuário. Além disso, o usuário poderá compartilhar apenas a localização próxima e não exata com os aplicativos do dispositivo.

Outras novidades:

  • Será possível tirar capturas de tela (prints) de telas completas – o sistema vai automaticamente rolar uma janela para pegar todo o conteúdo;
  • O Google prometeu melhorar a integração com lojas de aplicativos de outras empresas;
  • Mais integração com Chrome OS, o sistema da empresa presente nos Chromebooks;
  • O sistema também ganhou um controle remoto integrado para sistemas com Android TV, como as novas gerações do Chromecast e TVs;
  • Os smartphones Pixel, fabricados pelo próprio Google, ganharão melhorias na câmera para representar com mais fidelidade fotos com pessoas negras.
  • Google e Samsung se uniram para desenvolver novo sistema operacional para os relógios Galaxy.

Por enquanto, o Google não deu novas informações quanto à disponibilidade, portanto, o antigo cronograma ainda deve valer. O período do Android Beta já está disponível para smartphones da linha Pixel e outros dispositivos. O formato final é esperado para agosto e em setembro a sua estreia. Quanto aos dispositivos que receberão o sistema, somente futuros anúncios definirão essa lista. É importante ficar atento à movimentação de fabricantes parceiras do Google e ao tempo de suporte de cada aparelho para ter certeza de que o Android 12 chegará.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

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Brasil Tecnologia

O desafio da inteligência artificial no reposicionamento de pequenos e médios negócios

 

 

A pandemia da Covid-19 trouxe uma série de desafios para as pequenas e médias empresas, cerca de 90% de todos os negócios em atividade no Brasil. Com o crescimento do trabalho remoto, o uso da tecnologia se tornou imprescindível para o empreendedor oferecer seus produtos e serviços e se comunicar com os clientes. Diante disso, muitos tiveram de se reinventar e imergir no universo on line: estudo do SEBRAE revelou que, em março de 2021, 69% das PMEs utilizavam pelo menos um canal digital em suas estratégias de comercialização, aumento de 10% em relação ao mesmo período do ano passado.

Nesse contexto, o reposicionamento no mercado para obter vantagem competitiva passa, cada vez mais, pelo bom relacionamento da marca com o cliente. Segundo levantamento da McKinsey & Company, 70% da experiência de compra são avaliadas pela forma como o cliente é tratado. Entre os consumidores brasileiros, 80% esperam empatia dos agentes de atendimento; 70% buscam valores como diversidade, igualdade e inclusão das empresas, e 78% cobram delas responsabilidade social.

Quando se fala em pequenas e médias empresas, a necessidade de reposicionamento se torna ainda mais célere. Mesmo com a operação e o orçamento mais enxutos, elas também precisam entregar uma experiência de excelência, de ponta a ponta, aos clientes – tudo isso em um país de alto consumo, porém ainda de “baixa maturidade digital”.

Para estabelecer essa relação, uma vez que, com a pandemia, os consumidores estão mais longe do ambiente físico e mais atuantes no e-commerce, a Alana AI, startup brasileira de Inteligência, oferece um SaaS (Software as a Service) com inteligência artificial proprietária capaz de tornar os departamentos de Marketing e CX autônomos, substituindo parte das ferramentas, processos e força de trabalho operacional por uma solução de computação cognitiva super-humana.

O resultado reúne o melhor dos dois mundos: escalabilidade, por meio de automação de volume rápida, e qualidade, por meio de linguagem natural em interações personalizadas – afirma o CEO da Alana AI, Marcel Jientara.

Focada em desempenho e com grandes clientes em seu portfólio, a empresa de tecnologia quer, assim, automatizar os médios e pequenos negócios. Com uma plataforma acessível e sem burocracia, a startup oferece um novo conceito de comunicação entre marca e consumidor. Para junho, está previsto o lançamento de um blog post que aborda os desafios na perspectiva do consumidor. Além disso, está sendo preparado um eBook AI & Customer Service que vai abordar exatamente essas questões de personalização e humanização na automação do atendimento a clientes.

Novos horizontes

A Alana cresceu sua operação três vezes durante a pandemia com a digitalização de processos. Em 2021, a tendência é crescer ainda mais, com a captação de recursos. Recentemente, a empresa recebeu um round de investimentos e projeta, com isso, a ampliação no seu quadro de colaboradores até o fim do ano, bem como um recálculo em sua rota. Com operação concentrada no Brasil, Estados Unidos, Porto Rico e Reino Unido, o objetivo da startup é expandir a operação na América Latina, se consolidando como líder do mercado na região. Nascida em português (e recriada em espanhol), a Inteligência Artificial da Alana tem muito a oferecer a um mercado que tem uma base de operação predominantemente baseada na língua inglesa, com produtos traduzidos. O propósito da Alana é ter a melhor solução digital em língua não inglesa para atender a mercados que não falam inglês no ocidente.

Sobre a Alana:

A Alana Ai, startup brasileira de Inteligência, se apresenta como uma das melhores opções do mercado em língua não inglesa e usa a tecnologia para automatizar o atendimento ao cliente de pequenas, médias e grandes empresas. Fundada em 2015 pelo publicitário Marcel Jientara e pelo cientista da computação Marcellus Amadeus, a Alana cresceu sua operação três vezes durante a pandemia com a digitalização de processos. Com operação concentrada no Brasil, Estados Unidos, Porto Rico e Reino Unido, o objetivo da startup é expandir a operação na América Latina, se consolidando como líder do mercado na região.

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Rio Tecnologia

Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia e Secretaria Especial da Juventude querem atrair mais jovens para treinamento em tecnologia

 

Crédito: Divulgação SMCT

Incluir um contingente ainda maior de jovens para os programas gratuitos de tecnologia promovidos pela Prefeitura do Rio. Com esta finalidade, teve início nesta semana, a primeira fase de encontros entre o secretário municipal de Ciência e Tecnologia, Willian Coelho; o secretário especial da Juventude, Salvino Oliveira; e a equipe técnica das duas pastas. O objetivo foi elaborar as metas que vão possibilitar, no futuro, a inclusão de um contingente ainda maior de jovens nos programas de treinamento e capacitação promovidos pela SMCT e JUV-Rio.

Parceria é fundamental para introduzir mais jovens no mercado de trabalho. Estamos
trabalhando em conjunto para estimular e fortalecer o uso da
tecnologia. Essa é uma área que vem avançando velozmente em razão da pandemia de Covid-19 – afirmou Willian Coelho, secretário de Ciência e Tecnologia.

O secretário ressalta que a SMCT vem trabalhando para fomentar cada vez mais a utilização das ferramentas tecnológicas e colocá-las ao alcance de todos.

A JUV-Rio é uma secretaria criada nessa gestão para olhar mais de perto os jovens de 15 a 29 anos, que representam quase 25% da população carioca. Trata-se de uma pasta que vai fazer ações em parceria com quase todas as demais da Prefeitura já que os jovens estão inseridos em diversos temas e cenários.

Juventude, Ciência e Tecnologia têm tudo a ver. Vamos trabalhar juntos para mudar a realidade da juventude carioca, que hoje encontra dificuldades para conseguir o primeiro emprego, por exemplo. A capacitação na área da tecnologia é essencial para preparar melhor esses jovens pro mercado de trabalho – explicou o secretário da JUV-Rio, Salvino Oliveira.

Na última semana, a SMCT em parceria com a Cisco Networking Academy iniciou dois cursos gratuitos online
de tecnologia: Introdução à Cibersegurança e Fundamentos do Sistema
Operacional Linux. Para participar dos cursos, não há limite de idade, basta ter noção de informática. Até o início desta semana, já foram realizadas 500 inscrições nos dois cursos.

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Educação Rio Tecnologia

FrancoDroid se prepara para novo torneio de Robótica

 

 

Além de conquistas e novas descobertas, a FrancoDroid é movida a desafios. E, no próximo dia 12/06, a equipe de Robótica do Colégio Franco-Brasileiro disputa a Seletiva Nacional do Torneio First Lego League. A vaga nessa competição veio graças à vitória em duas categorias na fase regional, no início de maio.

Tem bem pouco tempo entre o regional e o nacional para se preparar, mas a gente tá se dedicando bastante para conseguir aprimorar nosso robô, projeto e apresentações da melhor forma possível. Tudo isso seguindo o feedback que a gente conseguiu na etapa regional e sempre dando o nosso melhor – conta Daniel Gudin, aluno do terceiro ano do Ensino Médio do Franco.

Praticamente todo dia, Daniel se prepara para disputar a nova competição:

A gente muda nossa estratégia em busca de alcançar mais pontos e mais eficiência e, em função disso, muda os anexos que são usados pelo robô para fazer as missões – explica.

No último dia 9, a FrancoDroid venceu duas categorias (pontuação do robô e o projeto robô) da etapa regional do Torneio FLL.

A disputa foi online, mas nem por isso o tempo e os esforços investidos foram menores, muito pelo contrário. Nesses tempos atípicos, nós tivemos que nos adaptar em relação à forma que treinamos, e é muito gratificante ver toda essa dedicação sendo reconhecida e também saber que vamos continuar representando a escola na próxima etapa, recebendo mais uma chance para nos aprimorar em todos os aspectos. O nacional já está próximo, então não podemos nos acomodar – recorda Gudin.

Fonte: Reprodução

No total, 35 escolas do Estado do Rio estavam na disputa por cinco vagas para o torneio nacional.

Prêmio internacional em 2019

O time de robótica do Franco coleciona troféus, inclusive de FLL. Mas o destaque foi para a vitória no Global Innovation Award, em 2019, na Califórnia, que reuniu 20 equipes com as melhores pesquisas da temporada, avaliando diversos fatores. Na ocasião, os alunos do colégio desenvolveram o CosmoCup para astronautas. Tratava-se de um coletor menstrual especial com uma membrana na parte superior que impede que o sangue se espalhe pela aeronave. O prêmio foi de 20 mil dólares, e a equipe do Franco foi a única do país a deter esta conquista. Por esse feito, ganhou o título de embaixadora de inovação do Brasil.

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Aisha Raquel Ali | Tecnologia Diário do Rio Notícias do Jornal Tecnologia

Amazon e o esquema de comentários falsos

A equipe de segurança da empresa Safety Dectectives descobriu um golpe elaborado na Amazon que tem como objetivo fazer avaliações falsas em produtos, dando a eles maior destaque nas pesquisas com elogios e recomendações após um pagamento.

O processo é bastante simples: um vendedor contrata o serviço de falsas análises e envia o produto para os participantes a partir de uma compra comum na Amazon. O comprador, por sua vez, deixa um comentário bastante elogioso e pede reembolso do item para receber o dinheiro de volta. Como pagamento pela participação, ele pode ficar com o que foi comprado e ainda receber um valor adicional via PayPal.

A descoberta só foi possível após um vazamento de dados que expôs todos os participantes do golpe – mais de 200 mil – em um arquivo de 7 GB de informações que faz parte de um vazamento maior. Esses dados podem servir em investigações criminais ou até serem usados para a aplicação de outros golpes virtuais, já que contêm endereços de e-mail, números de telefone e nomes de usuário.

Um levantamento conduzido pela empresa de análise de mercado Fakespot constatou que, de 720 milhões de reviews de produtos vendidos pela Amazon entre março e setembro de 2020, 42% – ou 302,4 milhões – são completamente falsos.

A Amazon sempre enfrentou problemas com testemunhos falsos de consumidores que dizem ter testado um produto, quando na verdade não o fizeram. Hoje, o ato de publicar uma falsa análise de uma determinada oferta constitui um mercado paralelo próprio. Um review falso pode levantar ou destruir a credibilidade de uma marca, e vem afetando diversas plataformas como acontece no mercado de jogos eletrônicos.

A Amazon, por sua vez refutou os números publicados e declarou: “Empresas como a Fakespot ou a ReviewMeta, que dizem fazer checagens de reviews, não podem determinar com precisão a autenticidade destas informações porque eles não têm acesso aos dados legítimos da Amazon. Eles não têm acesso aos consumidores, vendedores ou o histórico dos produtos”.

Aisha Raquel Ali
Webdesigner, assessoria em social media e marketing
aisha.raquel@jornaldr1.com.br

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Educação Rio Tecnologia

Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia e Cisco oferecem cursos de tecnologia gratuitos

 

 

A Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia da Prefeitura do RJ, em parceria com a Cisco Networking Academy, disponibilizará a partir de 17 de maio, dois cursos de tecnologia on line e gratuitos: Introdução à Cibersegurança e Fundamentos do Sistema Operacional Linux. Não há limite de idade para participar e basta ter noção de informática. Ao final dos cursos, os alunos recebem seu certificado de conclusão.

De acordo com Willian Coelho, secretário de Ciência e Tecnologia, a pasta que comanda tem como meta incentivar cada vez mais o uso das ferramentas tecnológicas oferecendo permanentemente cursos de aprimoramento através de parcerias.

Nas aulas de Introdução à Cibersegurança, serão abordados temas como ataques à rede, proteção da privacidade online, as vulnerabilidades, entre outros temas. O curso de Linux, abordará a parte superficial deste sistema operacional, usado atualmente por muitas empresas globais de tecnologia, com orientações detalhadas através de uma série de atividades práticas.

A carga horária é de 15 horas para o módulo Cibersegurança e de 8 horas, para o Linux. As inscrições estão abertas até o dia 16 de maio e podem ser feitas por meio dos links:

https://www.netacad.com/portal/web/self-enroll/m/course-500372  (Cibersegurança)

https://www.netacad.com/portal/web/self-enroll/m/course-397413 (Linux)

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Notícias do Jornal Sérgio Vieira | Entre Colunas Tecnologia

Diferença entre Robótica, Inteligência Artificial e Automação

A Robótica envolve a construção de robôs, a Inteligência Artificial envolve inteligência de programação e a Automação é a execução automática de tarefas sem intervenção humana.

Os robôs virtuais, ou bots, são softwares programados para operar pela internet pequenas tarefas repetitivas. Os chatbots, são programados para interagir em conversas com os humanos, nas empresas são também chamados bots. É um programa de computador que simula um ser humano na conversação com as pessoas. O objetivo é responder as perguntas de forma que as pessoas tenham a impressão de estar conversando com outra pessoa e não com um programa de computador. Após o envio de perguntas, o programa fornece uma resposta plagiando o comportamento humano.

É uma ferramenta para conversar com o cliente por meio de aplicativos de mensagens, sites e outras plataformas digitais. Ele pode responder por diretrizes pré-programadas ou inteligência artificial. Ou seja, os bots são nada mais do que robôs virtuais programados para exercer determinadas funções com mais eficiência, seja por meio de voz ou texto. Basicamente, eles automatizam processos, realizam inúmeras tarefas em um curto período de tempo e até atendem às dúvidas de clientes sem grandes dificuldades.

Os robôs modernos são máquinas que estão em constante desenvolvimento e podem aprender sozinho com seus erros. Ter uma inteligência artificial operando nesses serviços significa respostas imediatas, precisas e uma operação regular 24 horas por dia.

Pode parecer estranho, mas é bem provável que você já tenha conversado com um robô pela internet. Os chamados chatbots, simuladores de atendentes em sites e redes sociais, são bastante populares em uma série de funções. Esses programas são utilizados principalmente como substitutos no atendimento ao consumidor, tirando dúvidas, resolvendo pendências e dando informações gerais sobre um assunto.

Podemos encontrar a inteligência artificial em Assistentes virtuais, Medicina, Segurança, Transporte, Alimentação, Entretenimento, Mercado de trabalho ou em casa inteligente.

O Engenheiro de Robôs desenvolve tecnologias para os mais diversos ramos de indústrias e serviços. O curso de Engenharia de Robôs é uma novidade no Brasil e trata-se de uma opção para os estudantes que desejam ter uma formação mais sólida na área de robótica.

Esse sistema pode variar entre os 5 mil reais a mais de 80 mil reais com uma manutenção mensal de 2 mil a 17 mil reais dependendo daquilo que esse sistema faz.

Apesar da analogia de que tempo é dinheiro, o desenvolvimento da sua solução poderá ser feito via linguagem de programação (códigos), ou no Builder na plataforma Take Blip, você mesmo pode criar um chatbot grátis. Mas cuidado você pode cair numa cilada, veja na próxima edição deste jornal.

Sérgio Vieira
Engenheiro e jornalista
sergio.vieira@jornaldr1.com.br