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Estilista cria looks de festa junina para pets

Chegou aquela época do ano que deixa o nosso coração quentinho: o período de festa junina. Esse ano, por causa da pandemia, as comemorações precisam ser restritas, em casa, em família. Mas as tradições podem ser mantidas, como as comidas e as roupas típicas. E falando em roupas, os pets não poderiam ficar de fora. Isso mesmo, até eles podem ser vestidos a caráter.

Pensando nisso, uma estilista teve a ideia de desenvolver looks exclusivos para cães e gatos curtirem o arraiá com muito estilo e fofura. Tem camisa xadrez, vestido e, claro, o chapéu de palha.

Foto: Divulgação

“Entrei com tudo nesse mundo pet e estou amando a infinidade de ideias que surgem na minha cabeça (risos), e para o mês de junho resolvi criar uma coleção de festa junina que conta com dois modelos, a camisa e o vestido, cheio de estampas e recortes temáticos e com uma dose extra de fofura”, conta Bárbara Jordano, que, além estilista, é empresária da Fashion Puppies.

Ela conta que os looks são feitos de tecido “Ana Ruga” xadrez e, para os donos de pets que decidirem comprar as roupinhas, tem até promoção: ganha um chapéu de palha todo personalizado.

Além disso, nesse período de friozinho, o Kit Inverno que compõe pijama e manta combinando, é um dos favoritos para a estação, segundo a estilista. Mas Bárbara criou também a linha Tal Mãe, Tal Pai, Tal Pet, que traz a opção do pijama de adultos com estampas iguais, e ela diz que tem feito muito sucesso.

Foto: Divulgação
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Cadelinha é resgatada após cair dentro do Rio Joana, no Maracanã

Guardas municipais do Grupamento Especial de Trânsito (GET) da Zona Norte resgataram na tarde de quarta-feira (26) uma cadela que caiu no Rio Joana, no bairro do Maracanã. Os agentes realizavam fiscalização na Avenida Professor Manoel de Abreu e avistaram a cachorrinha da raça poodle, de aproximadamente 10 anos, desesperada dentro do rio.

Com auxílio de uma escada e de um morador da região, o GM Santana entrou no rio, acalmou o animal e conseguiu fazer o resgate. Como a cadelinha estava debilitada, os GMs a colocaram na viatura e foram em direção a uma clínica veterinária da região.

Porém, no meio do caminho, eles receberam a ligação de colegas, que ficaram no local para dar fluidez ao trânsito, informando que os donos tinham sido localizados e estavam à procura do animal. Os guardas municipais voltaram e entregaram a cachorrinha, que se chama Belinha, aos donos, um casal de moradores do bairro.

Emocionados, os donos agradeceram aos guardas pelo resgate. Além do GM Santana, participaram da ação os agentes Washington, S. Oliveira, Matos e Nobre.

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Primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa termina na segunda no RJ

A primeira etapa da campanha de vacinação contra a febre aftosa termina na próxima segunda-feira (31). A imunização de bovinos e bubalinos de todas as idades deve ser feita por todos os pecuaristas fluminenses em conjunto com a Secretaria de Estado de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento para erradicar a doença no estado do Rio de Janeiro.

“A obtenção de altos índices de imunização dos animais é importante para seguir avançando rumo à retirada da vacina. Desta forma será possível ampliar significativamente o mercado. Em razão da pandemia, tomamos todos os cuidados para que a vacinação ocorra corretamente e sem colocar em risco a saúde dos produtores rurais e dos servidores do serviço veterinário oficial”, disse o secretário de Agricultura, Marcelo Queiroz.

Segundo o governo, os estabelecimentos agropecuários que comercializam as vacinas e os produtores rurais estão sendo orientados quanto às normas para venda e aquisição de vacinas. Os locais de revenda são orientados a facilitar o acesso dos criadores à vacina e auxiliar na entrega da declaração de vacinação.

Declaração de vacinação

A Secretaria de Estado de Agricultura, por meio da Defesa Agropecuária, permite que o pecuarista faça o lançamento da sua própria declaração de vacinação utilizando o Sistema de Integração Agropecuária (Siapec3). Neste período da pandemia, também foram disponibilizados os e-mails dos Núcleos de Defesa Agropecuária (veja link abaixo) e WhatsApp (21 98605-1198) para envio da declaração e esclarecimentos de dúvidas sobre a campanha.

O formulário de declaração está disponível para o preenchimento no site https://bit.ly/3tGkMYg, devendo ser enviado junto da nota fiscal, de forma digitalizada ou por foto, para um dos contatos apresentados.

“O produtor poderá contar com o apoio dos sindicatos rurais, lojas agropecuárias e prefeituras no recebimento de declarações, que serão repassadas aos escritórios do serviço oficial, evitando, assim, a aglomeração nesses postos”, destacou o superintendente da Defesa Agropecuária, Paulo Henrique de Moraes.

Os contatos de e-mails dos Núcleos de Defesa Agropecuária podem ser acessados por meio deste link: https://bit.ly/2FUeQqT.

Os números abaixo são regionais e estão disponíveis para envio das declarações direto para os escritórios locais pelo WhatsApp:

(24) 2445-4539 – Barra do Piraí
(24) 3328-2479 – Barra Mansa
(22) 2731-5928 – Campos dos Goytacazes
(22) 2778-4568 – Casimiro de Abreu
(22) 2551-1673 – Cordeiro
(24) 2222-9883 – Petrópolis
(22) 2789-1397 – São Francisco do Itabapoana
(21) 2747-2185 – Tanguá
(24) 2251-5690 – Três Rios
(24) 2438-3331 – Valença

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Agente resgata coruja no meio da Estrada Grajaú-Jacarepaguá

Um agente da CET- Rio resgatou, na manhã desta terça-feira (25), uma coruja que estava no meio da pista da Estrada Grajaú-Jacarepaguá, na altura do km 5. O animal foi salvo e devolvido para aquela região da mata pelo agente de trânsito Alexandre Araújo Silva, que passava de moto pelo local, em sua primeira ronda do dia.

“Quando avistamos o animal no outro lado da pista, no sentido Grajaú, na hora achamos que era um gavião. Só quando cheguei perto vi que era uma coruja. Pensei que estivesse machucada, mas assim que a levei para o carro, ela abriu os olhos. Quando soltei o bichinho, ali perto da Cabana da Serra, ele logo bateu asas e voou para a mata”, disse Alexandre.

O agente de trânsito Alexandre fez o resgate da coruja. (Foto: Prefeitura do Rio)

O agente de trânsito trabalha há 10 anos na ronda da Grajaú-Jacarepaguá. Alexandre conta que, além de corujas, é comum resgatar cobras, quatis, gaviões. Quando o animal está ferido, o Centro de Operações Rio (COR) é avisado para acionar um órgão que possa ajudar no tratamento e posterior devolução ao habitat natural.

“Estou acostumado em atuar nos acidentes de trânsito e carros enguiçados. Então, é gratificante quando a gente consegue salvar um animal de ser atropelado”, contou o agente da CET-Rio.

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‘Save Ralph’: Curta-metragem comove público fazendo crítica aos testes em animais

*Por Fabiana Santoro

A The Humane Society International divulgou em seu canal no Youtube, um comovente curta-metragem intitulado ‘Save Ralph’. A animação em stop-motion dirigida por Spencer Susser, faz parte da campanha de conscientização em prol dos direitos dos animais, criada pela organização desde 1991.

Com um pouco mais de três minutos, o curta acompanha a história de Ralph, um simpático coelho que ‘trabalha’ como cobaia de testes de cosméticos. Cego de um olho e surdo de um ouvido por conta da exposição a agentes químicos, Ralph afirma que seus irmãos, pais, tios, esposa e filhos, também passaram pelo mesmo procedimento e acabaram falecendo, assim como ele irá em breve. O coelho acredita que o esforço que faz são positivos para chegar aos melhores resultados na criação de produtos de beleza para humanos. Confira:

Você pode ajudar a causa divulgando o curta e usando as redes sociais com a tag #SaveRalph.

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Lei que proíbe tatuagens e piercings em animais é aprovada na Alerj

Uma lei que proíbe tatuagens e piercings em animais domésticos foi aprovada nesta semana pela Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj). Quem for flagrado descumprindo a norma poderá pegar até três anos de prisão. A norma estipula multa também para estabelecimentos comerciais, que podem ter que pagar multas de até R$ 150 mil. Além disso, em caso de reincidência, a loja pode ser fechada.

A nova lei, assinada pelos deputados Carlos Minc (PSB) e Delegado Carlos Augusto (PSD), será incorporada ao Código de Defesa Animal. Eles disseram que viram imagens de cães e gatos tatuados circulando na internet, além de denúncias de ambientalistas, e que, por conta disso, decidiram elaborar a lei.

“Tatuar animais é um horror. Crueldade! Temos que amar os animais, defender a posse responsável e lutar contra o abandono, crueldade e maus-tratos. Uma sociedade que maltrata os seus bichinhos, cães e gatos, maltrata meninos de rua, é condescendente com racismo e com a cultura do estupro. Toda a crueldade leva a quebra do sentimento humano e solidário. Vamos amar os animais”, disse Carlos Minc, em post em sua rede social.

Os autores do projeto lembram que a prática de tatuar animais começou principalmente com a marcação feita na pele de animais de rebanho, com a finalidade de identificar os bichos. Bois e cabras, por exemplo, podem ser identificados com uso de brincos ou chips eletrônicos. Mas a tatuagem em animais domésticos como gatos e cães é meramente estética e pode causar danos à saúde dos bichos.

Há um projeto parecido sendo discutido pelos deputados federais no Congresso Nacional e, se aprovado, valerá para o país inteiro.

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Estudo relaciona variante britânica da Covid-19 com doença cardíaca em cães e gatos

Pesquisadores do “The Ralph Veterinary Referral Centre”, no Reino Unido, e das universidades francesas de Montpellier e de Lyon identificaram uma possível relação entre a variante britânica da covid-19 com uma doença cardíaca em cães e gatos. A pesquisa teve versão prévia publicada no site científico bioRxiv.

Os pesquisadores constataram que alguns pets contaminados com a variante, conhecida como B.1.1.7, desenvolveram miocardite, inflamação grave no coração. Essa condição é considerada rara nos animais.

A pesquisa relata 11 casos de animais doentes, em Londres, e aponta que os pets afetados ficaram bastante debilitados, mas não tiveram problemas respiratórios. O estudo aponta ainda que eles tiveram boa recuperação após um tratamento intensivo.

A pesquisa foi realizada após relatos de veterinários sobre um aumento atípico de casos da doença cardíaca e saúde geral debilitada em um hospital veterinário em South-East. Além disso, foi constatado que a maioria dos donos dos animais tinham sido diagnosticados com covid-19 nas semanas anteriores.

No artigo publicado, os pesquisadores afirmam ainda que o coronavírus original, sem a variação, não parecia causar doenças graves em animais de estimação, o que reforça, segundo eles, a relação entre a doença cardíaca e a mutação identificada no vírus. Os cientistas ainda reafirmam que a transmissão de pessoas para os animais ainda permanece muito mais provável do que a transmissão do vírus dos animais para as pessoas.

Cuidados

A OMS informou que monitora pesquisas sobre a relação entre animais de estimação e a Covid-19. A recomendação das autoridades de saúde é que pessoas infectadas limitem o contato com seus cães e gatos. Além disso, cuidados básicos de higiene devem ser seguidos pelos humanos ao manusear animais, como lavar as mãos antes e depois de tocar nos pets, alimentos, fezes ou urina. Além disso, o tutor deve evitar beijar, lamber ou compartilhar alimentos com seus pets e usar máscara facial.

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Excesso de urina, sede e perda de peso podem indicar diabete em pets

O diabetes é uma doença que preocupa muita gente, mas também é um problema para os pets, já que, ainda que poucos saibam, também é bastante comum nos animais. Por conta disso, tutores de cães e gatos devem ficar alertas a possíveis sintomas, entre eles excesso de sede e urina, aumento de apetite e perda de peso, mesmo com o aumento da ingestão de alimentos.

“O que acontece é que, assim como nós, o organismo para de produzir ou produz insulina em pouca quantidade para as necessidades do pet. Sem o hormônio, a glicose não entra nas células e se acumula-se no sangue”, diz Silvana Badra, médica-veterinária e gerente de produtos pet da MSD Saúde Animal.

A doença nos pets é consequência de alterações no pâncreas e são diversos os fatores que podem contribuir para a sua manifestação, entre eles a obesidade, uso excessivo de medicamentos que inibem a ação da insulina (como corticosteroides), doenças hormonais (como hipertireoidismo e hipotireoidismo) e excesso de gordura no sangue.

“O tutor deve estar atento à medicina preventiva, que inclui consultas de rotina, vacinação, vermifugação, prevenção contra pulgas, carrapatos e insetos, alimentação saudável, exercícios, e medicamentos só administrados sob recomendação do médico-veterinário”, afirma Silvana.

A especialista orienta que, diante de qualquer um dos sintomas, o tutor procure um profissional para avaliação. A doença não tem cura, mas tem tratamento. “A insulinoterapia, que é a aplicação de insulina, juntamente com um manejo adequado, com engajamento do tutor, permite ao pet ter uma boa qualidade de vida”.

A veterinária afirma ainda que a escolha da insulina também é essencial para obter melhores resultados e que a aplicação do medicamento pode ser feita pleo próprio tutor em casa. “Há insulina que promove um pico mais rápido e mais duradouro conferindo menor chance de crises de hipoglicemia e resistência à medicação. Ter uma insulina desenvolvida especialmente para as necessidades do animal proporciona um tratamento seguro e eficaz”.

Foto: Pixabay

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Bicho-preguiça é resgatado por agentes na Estrada Grajaú-Jacarepaguá

Uma equipe da CET-Rio resgatou, no início da tarde desta quinta-feira (25/03), um bicho-preguiça, na Estrada Grajaú-Jacarepaguá.

O animal estava na altura do km 6,5 da rodovia, no sentido Grajaú, e foi resgatado quando tentava atravessar as pistas.

O animal foi colocado de volta à mata existente no local, que é seu habitat natural, com árvores e um córrego de água de nascente. Segundo a prefeitura, toda a operação de resgate foi realizada em 15 minutos.

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Parque aquático para cães no Rio faz sucesso no verão

Verão, sol, calor… Essa é a combinação perfeita para um dia de praia ou piscina, não é mesmo? E se a gente sofre com as temperaturas altas da estação mais quente do ano e procura logo meios de se refrescar, imagine os animais de estimação. A boa notícia é que no Rio tem espaço também propício para os Pets aliviarem o calor e ainda se divertir.

Um “parque aquático” para cães (e também para os seus donos) tem ficado lotado neste verão na cidade. Montado no Recreio dos Bandeirantes, o Park Clube do Totó possui uma piscina de 400 metros quadrados e em formato de rampa (com 10cm a 1,30m de profundidade) para fazer a alegria de cachorros de todos os tamanhos. Eles podem andar, nadar e brincar com os donos, que são permitidos a entrar na água também.

O parque foi fundado há seis anos na Zona Oeste do Rio e nunca esteve tão movimentado. São em média 60 cães por dia de diferentes raças. A única exigência é que o animal seja dócil — raças consideradas mais agressivas são proibidas no local, como pit bull, american staffordshire, american bully, rottweiler, doberman, dogo argentino, fila e mastife.

Parque aquático fica no Recreio dos Bandeirantes. (Foto: Divulgação/Park Clube do Totó)

O idealizador do espaço é o Marco Antônio Marinho, mais conhecido como “Totó”. “O parque surgiu quando eu comecei a ir à praia com os meus cachorros e sempre tinha confusão. Tinha banhista que brigava e chamava a guarda municipal. Aí eu resolvi criar a piscina para os cachorros e me juntei com uns amigos pra montar o negócio”, destaca.

O clube abre em dias de sol, de terça a domingo, incluindo feriados, das 09h às 17h. O valor do ingresso para um cão com dois humanos acompanhantes é R$ 60. Para cada cão extra do mesmo dono, o preço fica R$ 40 mais caro. E um humano extra paga R$ 10.

Calor faz mal aos pets

As temperaturas muito altas fazem mal aos pets e, segunda a veterinária Mariana Santos, algumas das consequências bastante comuns são desidratação, diarreia e náusea. Há risco ainda da chamada intermação, aumento da temperatura corporal que pode levar até a morte.

A especialista diz que alguns cuidados devem ser adotados, sobretudo no verão, para evitar problemas com a saúde dos bichinhos de estimação. Afirma que as piscinas são muito bem-vindas, mas que também é possível improvisar para refrescar o calor dos animais.

“É preciso sempre oferecer bastante água fresca, evitar passeios ou exercícios muito extenuantes nos momentos de sol forte, não deixar os animais dentro do carro, viajar, de preferência, com ar condicionado ligado, não deixar os animais em quintais ou terrenos sem cobertura ou abrigo do sol. E, claro, uma piscina pode ser bem interessante, mas os donos podem colocar também uma bacia com água que eles também vão gostar muito”, diz.