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Seu pet tem olho de cereja? Conheça e saiba como tratar essa infecção que pode causar doenças oculares graves

Tutor, olhe com atenção se o seu pet tem uma pequena bolinha vermelha na região ocular. Em alguns casos, trata-se de um prolapso da glândula da terceira pálpebra do animal – ou, como é mais conhecido, de um “olho de cereja”. O problema é bastante comum em cães e não pode ser prevenido, mas deve ser tratado. Afinal, sua evolução pode levar a doenças mais graves, causando até mesmo cegueira.

“O olho de cereja ocorre quando a glândula da terceira pálpebra aumenta de tamanho, projeta-se para fora e gera uma bolinha vermelha. Essa bolinha pode variar de tamanho, chegando ao tamanho de uma cereja, daí o nome popular. Como a glândula fica exposta para fora do olho, ela pode infeccionar afetando a proteção da superfície do globo ocular, já que é responsável por produzir porção significativa da fração aquosa da lágrima”, explica a médica veterinária Suzana Melo.

A estatística é contundente: pelo menos 67% da população pet do país já teve problemas oculares, que vão desde simples alergias e olho seco até graves problemas, como úlcera da córnea, informa a Comissão de Animais de Companhia (Comac), do Sindicato Nacional da Indústria de Produtos para a Saúde Animal (Sindan). E a causa mais comum para o aparecimento de problemas como o prolapso é a flacidez dos tecidos adjacentes aos olhos dos animais de companhia.

“Com a fragilidade do tecido de sustentação, ocorre obstrução do ducto da glândula da terceira pálpebra, fazendo com que haja acúmulo de secreção nesse órgão. Consequentemente, ele aumenta de volume e se exterioriza. Com o edema e irritação das pálpebras, a mucosa que reveste a glândula fica avermelhada”, esclarece Suzana Melo.

O problema é mais comum em animais braquicefálicos, com focinho achatado, olhos grandes e, por vezes, arregalados. Essa formação genética, em que o crânio apresenta largura menor e desproporcional ao comprimento do animal, aumenta o risco de deslocamento ocular, encurtamento da glândula lacrimal e de pálpebras que nem sempre são envolvidas corretamente, gerando maior predisposição a ressecamento e ulcerações.

“A solução para o olho de cereja é única: cirurgia. No entanto, o procedimento é simples e pode ser feito em clínicas veterinárias”, afirma Suzana Melo. “Em razão da falta de tratamentos alternativos, é importante alertar que, ao menor sinal do problema, os tutores devem procurar ajuda profissional, pois quanto mais tempo demorar o diagnóstico e o tratamento mais séria a doença pode se tornar, causando, inclusive, cegueira no pet.”

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Bangu Shopping recebe Feira de Adoção RJPET neste sábado

Neste sábado, 18 de junho, das 11h às 15h, o Bangu Shopping, vai receber mais uma edição da Feira de Adoção RJPET. O evento vai reunir cerca de 20 cães e gatos que estão em busca de um lar.

A campanha é uma iniciativa do Governo do Estado do Rio, por meio da Secretaria de Agricultura, Pecuária, Pesca e Abastecimento, que é responsável pelas políticas públicas de proteção e bem-estar animal. Além de incentivar a adoção, a Feira RJPET tem como objetivo conscientizar a população sobre a importância dos cuidados necessários para garantir maior qualidade de vida dos animais adotados.

“Nossas campanhas de adoção acontecem mensalmente no Bangu Shopping e são um sucesso, desde a sua primeira edição. Depois de 12 eventos realizados, centenas de animais já ganharam um novo lar. Contamos com o apoio de todos para continuar a promover a adoção responsável e a garantir muito amor para os pets e suas novas famílias”, disse o Secretário Estadual de Agricultura, Alex Grillo.

Os interessados em adotar um pet durante a campanha deverão apresentar identidade, CPF e comprovante de residência, além de passar por uma entrevista e assinar um termo de responsabilidade.

Serviço

Feira de Adoção RJPET no Bangu Shopping
Data:18 de junho – sábado
Horário: das 11h às 15h
Bangu Shopping (Portaria 1, próximo à loja Polishop)
Endereço: Rua Fonseca, 240 – Bangu – Rio de Janeiro

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Grupo Petz realiza campanha de controle populacional de felinos em 9 Estados e castra 3 mil gatos que vivem em colônias

O Grupo Petz, maior ecossistema pet do Brasil, vai realizar por meio do seu programa Adote Petz, a campanha de controle populacional de felinos em 9 Estados.

A ação irá castrar 3 mil gatos que vivem em colônias, muitos considerados semi-ferais e transmissores de doenças, como a esporotricose, por exemplo.

A campanha acontecerá nos Estados do Mato Grosso, Mato Grosso do Sul, Rio de Janeiro, Paraná, Bahia, Ceará, Santa Catarina, Minas Gerais e em São Paulo no interior e na capital, e tem por objetivo controlar a população felina e mantê-la estável e saudável.

O controle populacional vai ajudar na diminuição de zoonoses. Com a participação de ONGs parceiras, a primeira rodada de castrações começou no dia 12/6 e a campanha terá duração de 3 meses.

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5 mitos e verdades sobre alergia a animais domésticos

Apesar da fofura, tem gente que sofre com alergia a cachorros e gatos e chega até mesmo a pensar em doar os bichinhos. Os pets eliminam pelos, resíduos e têm descamações da pele, as quais não são identificados a olho nu. Desse modo, por meio do contato do tutor com o pet, ocorre a inalação das substâncias durante a respiração.

No entanto, na grande maioria das vezes, ao seguir algumas orientações e tomando medicações de controle da alergia prescritas por um médico a inflamação é controlável!

Principais mitos e verdades sobre reações alérgicas a pets e dicas para conviver com os animais sem sofrimento

Animais de pelo curto são mais indicados para quem tem alergia?

Mito! O alérgeno dos animais não está no “pelo” propriamente dito, mas sim nas células mortas da pele do animal. Também podem estar na saliva e urina do pet.⁠ ⁠

Existem raças que causam menos reação alérgica?

Mito! Não existe um animal de estimação verdadeiramente hipoalergênico.

Gatos causam mais alergia do que cachorros?

Verdade! As alergias a gatos são duas vezes mais comuns do que as alergias a cães, pois os felinos liberam muito mais alérgenos do que cachorros.

Evitar o contato com o pet resolve problemas de alergias?

Em partes verdade. Um animal dentro de casa acumula ácaros. Os ácaros também se alimentam da pele do animal. O ácaro é muitas vezes o grande vilão da alergia respiratória. ⁠A dica da médica para alérgicos é: “independente da raça do animal, limite o contato, por exemplo, mantenha-o fora do quarto e principalmente da cama. Lave as mãos depois de acariciar o pet.⁠ Use um limpador de ar particulado de alta eficiência (HEPA) para reduzir alérgenos na superfície.⁠ Aspire pisos e móveis com frequência.⁠ Dê banhos frequentes no pet – pelo menos uma vez por semana. ⁠Tome medicação para alergias conforme as instruções médicas e antes que os sintomas se desenvolvam, considere  a imunoterapia (vacina de alergia).” Explica a médica.

Apenas gatos ou cachorros podem provocar reações alérgicas?

Mito! Qualquer animal de pelo ou pena pode causar alergias: pássaros, hamsters, porquinho-da-índia. Além do alérgeno específico do animal, a presença de animais no ambiente interno da casa aumenta a quantidade de ácaros.

Importante destacar que é possível sim um alérgico conviver com animais de estimação. Não é necessário se desfazer do animal. Ter um bichinho de estimação tem muitos benefícios para saúde.

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Não é boa ideia dar coelhos de Páscoa

Chegou a Páscoa! E, com ela, as lojas enfeitam suas vitrines com coelhos de todos os tipos e por toda a parte. Mas esses animais fofinhos não ficam restritos as decorações ou aos feitos de chocolate. Nesta época, muitas crianças pedem aos pais coelhinhos de presente e os lojistas aproveitam para colocar animais filhotes e adultos à venda.

Sempre tem os pais que acabam cedendo e comprando coelhos vivos como se fossem bichinhos de pelúcia, o que poucos de são conta é de que coelhos são animais que precisarão de cuidados para o resto da vida, da mesma forma que um cachorro ou um gato.

O problema é que essa visão de serem apenas fofinhos já causa problema aos coelhos nas próprias lojas. Alguns vendedores optam por colorir a pelagem dos animais para atrair mais o público e aumentar suas vendas, em outras ocasiões filhotes são vendidos como ‘coelhos anões’ e muitos acabam morrendo por falta de cuidados específicos ou por cuidados inadequados, além das mortes causadas pela ausência da mãe.

Coelhos são animais que vivem relativamente pouco, mas para os tutores que resolvem não cuidar dos bichinhos da forma adequada, acabam por se tornar um peso e o animal acaba sendo tratado como mais uma mercadoria ou objeto, sendo muitas vezes renegado, deixado de lado ou simplesmente jogado fora.

Apesar de não parecer, esses animais fofinhos também possuem um esqueleto frágil e delicado. E apesar de adorados pelas crianças, eles precisam ser manipulados com extremo cuidado, pois costumam fraturar os ossos mesmo em pequenas quedas ou pisões. Outra ideia que jamais deve ser executada é carregá-los pelas orelhas.

Se você tem consciência do que é criar um coelho ou qualquer outro animal em casa, parabéns! Caso o contrário, ou não se sinta preparado, evite comprar qualquer animal por impulso.

Antes de comprar um coelho de Páscoa, conheça mais sobras necessidades da espécie: alimentação apropriada, instalações amplas e adaptadas, visitas regulares ao veterinário, ter acesso a jardins ou locais onde possam expressar comportamentos naturais, como cavar buracos, carinho, tempo disponível para ele e atenção e sempre que possível, uma companhia da mesma espécie.

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Abril Laranja, mês de combate a crueldade contra os animais

O mês de abril é dedicado ao combate em relação à crueldade contra os animais. A campanha Abril Laranja foi criada no ano de 2006 pela Sociedade Americana para a Prevenção da Crueldade contra os Animais (ASPCA) e defende que todo e qualquer animal tem direito a tratamento gentil e respeitoso sob os cuidados dos humanos e deve ser protegido pela lei.

No Brasil, existe uma legislação que protege animal contra a crueldade, a Lei Federal n.º 9.605, de 1998. De acordo com o artigo 32 desta lei, qualquer ato de abuso, maus-tratos, ferimentos ou mutilações contra animais silvestres, domésticos ou domesticados, nativos ou exóticos, é considerado crime e pode ser penalizado de três meses a um ano de prisão e multa. Caso a prática de maus-tratos ocorra especificamente em cão ou gato, conforme atualização da Lei 14.064/2020, a pena será de reclusão, de dois a cinco anos, multa e proibição da guarda (§1-A).

O bem-estar animal é baseado no comportamento natural da espécie. As “Cinco Liberdades” foram identificadas por um comitê científico e é uma ferramenta mundialmente reconhecida que abrange os principais aspectos que afetam a qualidade de vida dos animais.

Abraçar as Cinco Liberdades é apoiar o bem-estar desses seres vivos que merecem receber amor e carinho.

Liberdade da fome e sede: todo animal merece ter acesso à água e comida de qualidade, na quantidade e frequência adequada;

Liberdade do desconforto: deve-se proporcionar um ambiente de descanso apropriado, confortável e com temperatura adequada;

Liberdade da dor, lesão ou doença: deve-se prevenir, diagnosticar e tratar os animais de quaisquer lesões ou doenças, fornecendo medicamentos adequados com acompanhamento profissional;

Liberdade da expressão do comportamento natural: deixar o animal livre, em uma instalação com espaço suficiente para o seu desenvolvimento e expressão de comportamentos naturais. O tamanho do ambiente não pode limitar o seu comportamento;

Liberdade do medo e da angústia: livrar o animal de qualquer sofrimento, oferecendo um ambiente tranquilo, sem castigos e punições.

Vale ressaltar que “maus-tratos” não significa apenas violência física. Animais vivendo em más condições, sem água ou alimento; animais mal cuidados, como os infectados com parasitas; e animais abandonados também são vítimas de maus-tratos.

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Outono – alerta para a prevenção de doenças respiratórias

O período do outono deixa as pessoas em alerta em relação aos cuidados com a saúde e isso não é diferente no caso dos pets, principalmente quando pensamos nas doenças respiratórias.

A vacinação é o ponto mais importante para a prevenção. Os tutores devem estar atentos à carteira de vacinação do seu animal, a qual precisa estar em dia para maior segurança. Além do mais, é preciso ficar atento aos sinais relacionados a estas doenças.

Uma das doenças comuns nesse período é a gripe canina, também chamada de traqueobronquite infecciosa canina. Ela é altamente contagiosa e bastante comum em cães. Pode ser provocada por diversos agentes etiológicos. É transmitida por meio de secreções respiratórias e se caracteriza por provocar um quadro súbito de tosse e presença de secreção nasal e ocular.  Outra doença que atinge os cães é a cinomose. Ela é muito grave, contagiosa e pode ser fatal. Representa um risco não só para os filhotes, mas também para os cães adultos e os idosos. A sua transmissão acontece por meio de secreções respiratórias. A cinomose pode atingir os sistemas digestivo, respiratório e nervoso, muitas vezes acarretando em sequelas que comprometem a qualidade de vida do animal. Em alguns casos mais graves, a doença pode levar o pet à morte.

Em relação aos felinos o cuidado deve ser com a rinotraqueíte felina, que é uma doença respiratória grave e contagiosa, muito frequente em locais onde há aglomeração de animais. Ela é transmitida através das secreções respiratórias, oculares e orais. Os felinos podem apresentar apatia, espirros, conjuntivite, secreção nasal e ocular, em alguns casos essas alterações podem ser crônicas.

Não só contra as doenças mais comuns na época do outono, mas contra qualquer malefício na vida dos pets, é melhor prevenir o aparecimento de moléstias. Para isso é importante que os tutores realizem corretamente as visitas periódicas ao médico veterinário e que mantenham a carteira de vacinação dos pets sempre em dia, seguindo as recomendações médicas prescritas ao animal.

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Veterinário faz alerta referente ao descarte de máscaras

Desde o início da pandemia do coronavírus as máscaras se tornaram essenciais para proteção da população, porém o seu descarte de maneira incorreta traz sérias consequências ao meio ambiente e aos animais.

Dados do Instituto Akatu revelam que somente no Brasil foram descartadas mais de 12 bilhões de máscaras desde o início da pandemia e esse número deve subir ainda mais, já que o uso desse utensílio continua obrigatório.

O veterinário e coordenador do curso de Medicina Veterinária da Anhanguera, Adolfo Santos, explica que o descarte irregular das máscaras se tornou uma ameaça a milhares de animais, entre eles aves, peixes, cães, gatos, pinguins, entre outros. “O fato de os resíduos plásticos estarem lá indica que os animais estão tendo uma exposição evidente e abrangente em relação a esses resíduos. É preciso incentivar a conscientização das pessoas para o descarte em locais apropriados e evitar os impactos gerados por essa ação no meio ambiente”, orienta.

Adolfo alerta que além das máscaras, as luvas cirúrgicas de látex também podem afetar os animais, principalmente os marinhos. “Todo material descartado incorretamente na natureza representa um corpo estranho e consequente risco. Esse fato é responsável pela morte de milhares de animais todos os anos. Eles podem confundir com alimento, se machucarem ou até mesmo ficarem presos, o que põe em risco suas vidas e a biodiversidade”, pontua.

Para auxiliar no correto descarte o veterinário separou algumas dicas:

  • Usar máscaras de tecido reutilizáveis, sempre que possível.
  • Cortar as alças dos EPIs antes de reciclar para evitar que os animais fiquem emaranhados;
  • Embalar os EPIs usados em um saco plástico, fechá-lo e jogá-lo em lixeiras próprias;
  • Utilizar os materiais no prazo máximo orientado pelo fabricante;
  • Cortar luvas descartáveis para evitar que os animais fiquem enroscados;
  • Descartar os materiais no lixo de maneira correta.
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Ação do Governo do Estado de castração atinge 10 mil animais no primeiro mês

A RJPET, uma iniciativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro lançada no começo do mês de dezembro de 2021, possibilita a castração gratuita de cães e gatos abandonados e abrigados por protetores e ONGs.

Em menos de trinta dias, o projeto já alcançou a marca de 10.000 animais cadastrados e com as castrações realizadas.

Foram 2.200 procedimentos realizados na capital fluminense e outros 7.800 em cidades no interior do estado.

A expectativa do projeto RJPET é atingir a marca de 100.000 animais castrados em todo o Estado do Rio de Janeiro até o fim deste ano de 2022.

Um dos locais beneficiados foi a colônia do Estádio do Maracanã, onde quinze protetores fixos, além de outros voluntários, atendem mais de 200 gatos abrigados na localidade.

Em dois municípios do Estado, Cabo Frio, cidade da Região dos Lagos, e Quatis, localizada no Vale do Paraíba, a fila dos animais que aguardavam a realização do procedimento de castração foi zerada graças ao auxílio dessa iniciativa do Governo do Estado.

O próximo passo da RJPET é levar as castrações para a região da Baixada Fluminense. Os procedimentos serão realizados em clínicas particulares credenciadas junto ao programa do Governo.

Cada pessoa física pode castrar um animal por mês. Os protetores independentes de animais podem castrar até oito animais por mês, mediante a comprovação da sua atividade. Já as ONGs podem realizar as castrações de acordo com a quantidade de protetores que compõem a organização.

O cadastro para participar do projeto RJPET é realizado através do seguinte e-mail: rjpet@agricultura.rj.gov.br.

Os interessados deverão enviar os seguintes documentos: documento de identidade com foto, comprovante de residência no Estado do Rio de Janeiro, documentos que comprovem a prática de protetor, declaração de um médico veterinário reconhecendo o trabalho de protetor do interessado em questão.

Vale ressaltar que a castração é um procedimento cirúrgico seguro que contribui com o controle populacional dos animais e a consequente redução do número de animais abandonados nas ruas e ajuda a evitar a proliferação de doenças de cães e gatos.

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Cães da Guarda Municipal do Rio podem ser adotados pela população

Três cães servidores do Grupamento de Cães de Guarda (GCG) da Guarda Municipal do Rio estão prestes a se aposentar e em busca de um novo lar. São eles Bob, um labrador retriever preto de cinco anos; Morfeu, um belga de malinois de quatro anos; e Lady, uma pastora alemã de quatro anos. Os interessados em proporcionar o merecido descanso para os animais podem se candidatar diretamente no Canil da GM-Rio, na Avenida Bartolomeu de Gusmão, nº 1200, fundos, na Mangueira, de segunda a sexta-feira, de 9h às 14h.

Bob e Lady têm no currículo profissional diversas apresentações do Showdog. Ele é um cão ativo e sociável, já Lady é tranquila e carinhosa. E Morfeu atuava no patrulhamento, em ações de guarda e proteção, e é um cão equilibrado e fiel. Para levar os cães veteranos para casa os interessados passam por um processo de seleção rigoroso, avaliados por guardas que convivem com os cães desde os primeiros anos de vida e querem o bem deles.

São realizadas entrevistas com os possíveis novos donos, em que são avaliadas as condições da casa e o perfil do candidato. Depois, são realizados encontros com os cães para verificar se haverá entrosamento entre os dois. Os escolhidos assinam um termo de responsabilidade e terão que dar garantias de que eles não trabalharão mais. Após esse processo, os cães são encaminhados para os novos donos.

Os cães da Guarda Municipal começam a trabalhar a partir do primeiro ano de vida e se aposentam, em geral, ao completar sete anos. Após a aposentadoria, a prioridade na fila é do guarda que trabalhou com o animal. Mas muitos, por já terem três, quatro, cinco cachorros de grande porte em casa, não têm condições de adotar. Depois, o processo é aberto para guardas do GCG ou de outras unidades da GM-Rio e também para cidadãos.

Sobre o canil da GM-Rio

O Grupamento de Cães de Guarda (GCG) foi criado em 24 de março de 1994 com a finalidade de auxiliar patrulhas em ruas, monumentos e prédios públicos da cidade. No início, eram 17 guardas municipais e apenas seis pastores alemães, sem pedigree. Hoje, o efetivo conta com 38 cães, que recebem treinamento frequente para atuar no patrulhamento e em ações de interação social com os cidadãos cariocas, por meio de apresentações de Showdog.