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Ação do Governo do Estado de castração atinge 10 mil animais no primeiro mês

A RJPET, uma iniciativa do Governo do Estado do Rio de Janeiro lançada no começo do mês de dezembro de 2021, possibilita a castração gratuita de cães e gatos abandonados e abrigados por protetores e ONGs.

Em menos de trinta dias, o projeto já alcançou a marca de 10.000 animais cadastrados e com as castrações realizadas.

Foram 2.200 procedimentos realizados na capital fluminense e outros 7.800 em cidades no interior do estado.

A expectativa do projeto RJPET é atingir a marca de 100.000 animais castrados em todo o Estado do Rio de Janeiro até o fim deste ano de 2022.

Um dos locais beneficiados foi a colônia do Estádio do Maracanã, onde quinze protetores fixos, além de outros voluntários, atendem mais de 200 gatos abrigados na localidade.

Em dois municípios do Estado, Cabo Frio, cidade da Região dos Lagos, e Quatis, localizada no Vale do Paraíba, a fila dos animais que aguardavam a realização do procedimento de castração foi zerada graças ao auxílio dessa iniciativa do Governo do Estado.

O próximo passo da RJPET é levar as castrações para a região da Baixada Fluminense. Os procedimentos serão realizados em clínicas particulares credenciadas junto ao programa do Governo.

Cada pessoa física pode castrar um animal por mês. Os protetores independentes de animais podem castrar até oito animais por mês, mediante a comprovação da sua atividade. Já as ONGs podem realizar as castrações de acordo com a quantidade de protetores que compõem a organização.

O cadastro para participar do projeto RJPET é realizado através do seguinte e-mail: rjpet@agricultura.rj.gov.br.

Os interessados deverão enviar os seguintes documentos: documento de identidade com foto, comprovante de residência no Estado do Rio de Janeiro, documentos que comprovem a prática de protetor, declaração de um médico veterinário reconhecendo o trabalho de protetor do interessado em questão.

Vale ressaltar que a castração é um procedimento cirúrgico seguro que contribui com o controle populacional dos animais e a consequente redução do número de animais abandonados nas ruas e ajuda a evitar a proliferação de doenças de cães e gatos.

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Cães da Guarda Municipal do Rio podem ser adotados pela população

Três cães servidores do Grupamento de Cães de Guarda (GCG) da Guarda Municipal do Rio estão prestes a se aposentar e em busca de um novo lar. São eles Bob, um labrador retriever preto de cinco anos; Morfeu, um belga de malinois de quatro anos; e Lady, uma pastora alemã de quatro anos. Os interessados em proporcionar o merecido descanso para os animais podem se candidatar diretamente no Canil da GM-Rio, na Avenida Bartolomeu de Gusmão, nº 1200, fundos, na Mangueira, de segunda a sexta-feira, de 9h às 14h.

Bob e Lady têm no currículo profissional diversas apresentações do Showdog. Ele é um cão ativo e sociável, já Lady é tranquila e carinhosa. E Morfeu atuava no patrulhamento, em ações de guarda e proteção, e é um cão equilibrado e fiel. Para levar os cães veteranos para casa os interessados passam por um processo de seleção rigoroso, avaliados por guardas que convivem com os cães desde os primeiros anos de vida e querem o bem deles.

São realizadas entrevistas com os possíveis novos donos, em que são avaliadas as condições da casa e o perfil do candidato. Depois, são realizados encontros com os cães para verificar se haverá entrosamento entre os dois. Os escolhidos assinam um termo de responsabilidade e terão que dar garantias de que eles não trabalharão mais. Após esse processo, os cães são encaminhados para os novos donos.

Os cães da Guarda Municipal começam a trabalhar a partir do primeiro ano de vida e se aposentam, em geral, ao completar sete anos. Após a aposentadoria, a prioridade na fila é do guarda que trabalhou com o animal. Mas muitos, por já terem três, quatro, cinco cachorros de grande porte em casa, não têm condições de adotar. Depois, o processo é aberto para guardas do GCG ou de outras unidades da GM-Rio e também para cidadãos.

Sobre o canil da GM-Rio

O Grupamento de Cães de Guarda (GCG) foi criado em 24 de março de 1994 com a finalidade de auxiliar patrulhas em ruas, monumentos e prédios públicos da cidade. No início, eram 17 guardas municipais e apenas seis pastores alemães, sem pedigree. Hoje, o efetivo conta com 38 cães, que recebem treinamento frequente para atuar no patrulhamento e em ações de interação social com os cidadãos cariocas, por meio de apresentações de Showdog.

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Entenda por que fogos de artifício assustam cachorros e gatos

Da Agência Brasil

Toda virada de ano a história se repete: donos de cães e gatos divulgam, em cartazes nas ruas ou postagens nas redes sociais, a fuga de seus bichinhos de estimação, que sumiram assustados durante a queima de fogos no réveillon. O problema é tão grave que motivou a proibição de fogos de artifício com som alto em cidades como São Paulo, Cuiabá, Campo Grande, Curitiba e Rio de Janeiro, além do Distrito Federal. A medida beneficia não só animais, mas também idosos, autistas, bebês e enfermos.

Os cães têm a capacidade auditiva maior que a dos humanos e, para eles, barulhos acima de 60 decibéis, que equivale a uma conversa em tom alto, podem causar estresse físico e psicológico, segundo o Conselho Federal de Medicina Veterinária (CFMV). O ouvido canino é capaz de perceber uma frequência maior de sons, se comparado a humanos, e podem detectar sons quatro vezes mais distantes. Por esse motivo, a queima de fogos com barulho, em comemorações como o réveillon, torna-se um momento de desespero para os animais, silvestres e domésticos.

“Esse é um problema seríssimo”, diz o médico-veterinário Daniel Prates, proprietário de uma clínica no Distrito Federal. “Já atendi um cão que atravessou uma vidraça [durante a queima de fogos]. Chegou aqui cheio de cacos de vidro enfiados na região de rosto, peito e pescoço. Por sorte não cortou a jugular ou entrou vidro nos olhos. Também atendi o caso de um cão que morreu de infarto”, conta.

Além disso, Prates adverte sobre os riscos de fuga do animal e de acidentes. “Já recebemos um cachorro que saiu pelo portão assustado, atravessou a rua e o carro pegou”. Ele recomenda aos donos de animais muito sensíveis uma atenção especial na hora da queima de fogos. “Aconselho deixá-los à vontade perto dos donos, que é onde eles se sentem mais seguros. Se forem presos sozinhos ou deixados do lado de fora da casa pode ocorrer acidentes horríveis”.

Segundo a médica-veterinária Kellen Oliveira, presidente da Comissão de Bem-Estar Animal do CFMV, muitos filhotes acabam sofrendo um “erro de sociabilização”, que precisa ocorrer no período entre 21 a 90 dias de vida dos cães e gatos, e desenvolvem fobias, sobretudo a sons altos como fogos de artifício e trovoadas.

“Para isso, alguns animais devem passar por um processo de dessensibilização ou contracondicionamento. E muitos que infelizmente não passam por esse processo podem vir a óbito por vários motivos. Aos tutores que sabem que seus animais têm fobia a ruídos a gente pede uma atenção especial agora no final do ano”, orienta.

Dicas

Mesmo com leis municipais proibindo fogos com estampido (sons de tiro), eles ainda podem ser ouvidos em grandes comemorações ou dias de final de campeonato de futebol. Por isso, é importante que as pessoas tomem algumas providências para atenuar o impacto do barulho excessivo nos seus bichinhos de estimação. “Nesse momento não dá para fazer uma dessensibilização, mas a gente tem outras técnicas que podem ser utilizadas que amenizam o sofrimento dos animais”, lembra Kellen Oliveira. O CNMV oferece algumas dicas importantes.

Primeiro, é importante manter o animal identificado, com plaquinha na coleira contendo número de telefone e e-mail. Em caso de fuga do bichinho, a chance de recuperá-lo é maior.

Outra dica está na preparação de um ambiente acolhedor para o animal. “Prepare o ambiente e acostume seu animal a um espaço fechado, que abafe o som dos fogos. Pode ser um quarto, a lavanderia ou a garagem. Não deixe seu pet em sacadas, perto de piscinas ou em correntes”, aconselha a entidade. Vale lembrar que os pássaros criados em gaiolas também devem ser protegidos.

Esse espaço deve conter “tocas”, como espaços debaixo da cama ou caixas de transporte. Essas tocas devem ter objetos com o cheiro do dono, principalmente se os donos forem passar a virada do ano longe de seus animais. Os gatos, por sua vez, gostam de se esconder em lugares altos, como no alto de armários ou prateleiras.

Outra dica do CNMV é não deixar comida à vontade para seu animalzinho. Se você alimenta seu cão duas vezes por dia, o alimente pela manhã normalmente e prepare brinquedos recheáveis com as comidas preferidas dele para fornecer próximo da hora de maior intensidade dos fogos. Ossos naturais bem grandes, para evitar engasgamentos, podem ser opções. O objetivo é ele estar motivado a se entreter com os brinquedos e ficar menos preocupado com o barulho.

Caso seu animalzinho fique muito estressado, desesperado e tenha convulsões ou tente fugir por portas e janelas, uma alternativa é usar medicamentos calmantes. Converse com um veterinário a respeito. O importante é chegar em 2022 com seus bichinhos de estimação seguros e acolhidos.

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Animais de estimação viram modelos fotográficos para estimular adoção

Da Agência Brasil

As festividades de fim de ano inspiraram a equipe da Fazenda Abrigo de Fauna a fotografar animais de estimação disponíveis para adoção com tema natalino. Os bichinhos como os cães Caramelo, Roliço e Berlim e o gato Beto, alguns dos impactados pelo rompimento da barragem B1 em Brumadinho, no estado de Minas Gerais, em 2019. Eles foram resgatados em áreas de obras ou que estavam em situação de risco nas comunidades e participaram de um ensaio como forma de sensibilizar famílias interessadas em dar a eles um novo capítulo para suas histórias.

De acordo com a Vale, dos animais domésticos resgatados desde 2019, 371 (244 cães e 127 gatos) já foram adotados. Outros 270 (230 cães e 40 gatos) ainda esperam novo lar. Segundo a supervisora da Fazenda Abrigo de Fauna, Magda Castro, houve uma queda significativa no número de adoções. Outros 17 animais resgatados foram devolvidos aos antigos donos.

“No início da pandemia as adoções aumentaram, mas em períodos de fim de ano os números caem consideravelmente e encontramos uma quantidade ainda maior de animais abandonados. Os traumas de um abandono deixam várias cicatrizes na vida de um pet, muitas vezes é necessário a ajuda de um veterinário para reverter esse quadro” explicou.

Segundo Magda Castro, o abrigo segue recebendo animais, desde que tenham alguma relação com o rompimento da barragem ou provenientes de áreas de risco. Por outro lado, o número de adoções, a devolução de animais ao abrigo tem sido pequena.

“As devoluções são bem baixas, as que ocorreram foi por falta de adaptação do animal ao novo lar, ou mudança da família para um local onde não era permitido ter animais”, contou a supervisora do abrigo.

Em função da pandemia de covid-19, os eventos presenciais de adoção permanecem suspensos. No entanto, os interessados podem conhecer cada um dos animais na página “Me leva pra casa” (www.vale.com/melevapracasa), que já recebeu cerca de 20 mil visitas. Em 2021, 95 animais foram adotados. Por ter todo processo on-line, permite a adoção de animais de estimação por pessoas de todo país, desde que possam buscar o bichinho na Fazenda Abrigo de Fauna, em Brumadinho (MG).

“O acompanhamento tem sido de forma online, por meio de fotos, vídeos  do animal e entrevista com o tutor e quando ocorre visitas presencias seguidos todos protocolos sanitários recomendados pelas autoridades é órgãos ambientais”, disse Magda Castro.

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A moda controversa do gambá de estimação

Com as mudanças climáticas e o desmatamento, os bosques e florestas não fornecem mais alimento suficiente para os animais silvestres. Uma das consequências é que micos, esquilos, capivaras e gambás se aproximam das áreas residenciais em busca de comida.

Os gambás ou saruês têm aparecido cada vez mais em quintais e varandas de casas e apartamentos. Apesar da fama de fedorentos e de serem muitas vezes confundidos com ratos, têm conquistado simpatia.

Recentemente, têm aparecido campanhas para que as pessoas não ataquem os gambás, que são muito úteis, já que se alimentam de animais nocivos como escorpiões, pequenas cobras, baratas e aranhas. Com a divulgação de sua importância, muitas pessoas resgatam gambás e acabam criando-os como pets. E isto é muito fácil, porque estes animais, principalmente os filhotes, ficam domesticados e mansos muito rapidamente. O problema é que, depois que se acostumam com os humanos, não conseguem mais sobreviver na natureza.

Nas redes sociais há grupos de admiradores de gambás, onde os membros exibem fotos de seus bichinhos e trocam informações sobre os cuidados com animais resgatados. Mas é importante ressaltar que manter animais silvestres como pets é proibido por lei. Uma pessoa pode se registrar junto aos órgãos de proteção e atuar como voluntário para o resgate e cuidados, mas o objetivo é reintroduzir na natureza todos os animais que tiverem condições de sobrevivência.

Os gambás se reproduzem na primavera e as fêmeas cuidam sozinhas de seus filhotes. Em busca de alimento, se arriscam entrando nas casas e apartamentos e acabam sendo atacadas por cachorros ou por pessoas que não compreendem sua importância.

A gestação dos gambás é muito curta, vai de 12 a 14 dias, e os filhotes nascem cegos, sem pêlos e muito frágeis. Por isso, precisam ficar no marsúpio da fêmea – aquela bolsa na barriga, semelhante à dos cangurus. Depois que crescem um pouco, eles passam a ficar agarrados às costas da mãe.

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Niterói usa aplicativo para disponibilizar vagas para castração de cães e gatos

A Coordenadoria Especial de Direitos dos Animais da Prefeitura de Niterói (Ceda) vai disponibilizar mais 340 vagas para castração de cães e gatos no aplicativo Niterói Animal. As vagas são para 140 cães machos, 60 cadelas, 70 gatos e 70 gatas. As cirurgias serão agendadas para os meses de novembro e dezembro.
O aplicativo está disponível para download nas lojas do Google e da Apple. Após a instalação, o usuário faz o cadastro na plataforma para ter acesso à área de agendamento de castração. Os interessados precisam ser moradores de Niterói (comprovante de residência em nome de quem fizer o agendamento) e maiores de 18 anos. Cada pessoa terá direito a até duas vagas.
Entre as funcionalidades da plataforma, está o agendamento para esterilização de forma intuitiva, com escolha das opções pré-determinadas; protocolo para identificação segura e controle de agendamento/procedimento; notificação com lembrete sobre o dia da cirurgia; controle para o usuário cancelar procedimentos. Em caso de cancelamento, a vaga volta ao sistema para ser aproveitada por outro usuário.
O app também terá uma galeria de fotos de animais que estão disponíveis para adoção, com informações detalhadas sobre os bichinhos. Os interessados podem acessar e fazer contato direto com os protetores responsáveis pelos animais. “Quando abrimos as primeiras 500 vagas, elas foram preenchidas em 50 minutos. Como a demanda por castração é grande, acredito que as novas vagas irão se esgotar rapidamente. O aplicativo é um sucesso. Isso demonstra que acertamos em lançar uma ferramenta para agilizar o agendamento das castrações e o interesse da população de Niterói em cuidar bem dos animais”, afirma o coordenador Marcelo Pereira.
O Niterói Animal está em atividade desde o dia 10 de setembro e já conta com 3.337 pessoas cadastradas. Com as 340 novas vagas, a Ceda fechará 2021 com 840 castrações de animais domésticos agendadas pela ferramenta.
Além de trazer benefícios para a saúde dos cães e gatos, contribuindo para que os animais tenham uma vida mais saudável, a castração também ajuda a salvar a vida de muitos, que não tem a oportunidade de ter um lar. De acordo com a Organização Mundial de Saúde, só no Brasil existem mais de 30 milhões de animais abandonados, sendo um total de 10 milhões de gatos e 20 milhões de cães. Em cidades de grande porte, por exemplo, em cada cinco habitantes um tem cachorro, sendo que 10% estão abandonados. A castração também previne algumas doenças como câncer de mama, útero, próstata, testículos e infecções na bexiga.

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Vacinação antirrábica avança pela Zona Norte do Rio no dia 9 de outubro

A campanha de vacinação antirrábica de cães e gatos da Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro (SMS), por meio do Instituto Municipal de Vigilância Sanitária, Vigilância de Zoonoses e de Inspeção Agropecuária (Ivisa), avança pela Zona Norte do Rio no sábado 9 de outubro.

Nesta etapa serão contemplados os bairros da Abolição, Água Santa, Bonsucesso, Brás de Pina, Cachambi, Colégio, Cordovil, Encantado, Engenho da Rainha, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Irajá, Jacarezinho, Jardim América, Lins de Vasconcelos, Manguinhos, Méier, Olaria, Parada de Lucas, Penha, Penha Circular, Piedade, Pilares, Ramos, Rocha, Tomás Coelho, Turiaçu, Vaz Lobo, Vigário Geral, Vila Kosmos, Vila da Penha, Vicente de Carvalho e Vista Alegre.

Esse será o segundo dia da campanha, que acontece sempre a cada dois sábados, escalonada por bairros divididos em cinco grupos. Haverá mais de 120 postos de vacinação funcionando de 9h às 17h e a lista completa está disponível no link bit.ly/AntirrabicaRio. No primeiro dia da campanha, em 25 de setembro, foram vacinados 52.470 cães e gatos. A meta da SMS é imunizar 80% desses animais no Município até 27 de novembro, como preconizam a OMS e o Ministério da Saúde, estimados em cerca de 670 mil.

– A raiva é uma doença sem cura, mas que pode ser prevenida com a vacinação. Temos total confiança no imunizante ofertado, que tem a qualidade e segurança comprovadas. A campanha deste ano já começou com uma ótima adesão dos cariocas e esperamos manter essa tendência para garantir a proteção e saúde dos nossos cães e gatos – aponta o presidente do Ivisa, Rodrigo Prado.

Poderão ser imunizados cães e gatos a partir de três meses de idade e adultos saudáveis, além daqueles que expiraram o ciclo de doze meses da última dose. A vacina antirrábica deve ser administrada anualmente e é a principal forma de prevenção e controle da raiva, que não é notificada em cães e gatos no Município do Rio desde 1995 (26 anos) e, em humanos, desde 1986 (35 anos).

Além da campanha anual promovida pelo Ivisa, a vacinação antirrábica está disponível ao longo de todo ano no CCZ, em Santa Cruz, e no Centro de Medicina Veterinária Jorge Vaitsman, na Mangueira, para garantir o cumprimento da recomendação da aplicação de uma dose de vacina a cada doze meses para cães e gatos domésticos.

DATAS E BAIRROS DAS PRÓXIMAS ETAPAS DA CAMPANHA DE VACINAÇÃO ANTIRRÁBICA

09/10 – 2º grupo
Abolição, Água Santa, Bonsucesso, Brás de Pina, Cachambi, Colégio, Cordovil, Encantado, Engenho da Rainha, Engenho de Dentro, Engenho Novo, Irajá, Jacarezinho, Jardim América, Lins de Vasconcelos, Manguinhos, Méier, Olaria, Parada de Lucas, Penha, Penha Circular, Piedade, Pilares, Ramos, Rocha, Tomás Coelho, Turiaçu, Vaz Lobo, Vigário Geral, Vila Kosmos, Vila da Penha, Vicente de Carvalho, Vista Alegre

23/10 – 3º grupo
Acari, Anchieta, Barra da Tijuca, Bento Ribeiro, Cascadura, Cavalcanti, Cidade de Deus, Coelho Neto, Costa Barros, Engenheiro Leal, Guadalupe, Honório Gurgel, Jacarepaguá, Madureira, Marechal Hermes, Oswaldo Cruz, Quintino, Pavuna, Recreio dos Bandeirantes, Ricardo de Albuquerque, Vargem Grande, Vargem Pequena

06/11 – 4º grupo
Bangu, Campo Grande, Cosmos, Deodoro, Inhoaíba, Magalhães Bastos, Padre Miguel, Realengo, Santíssimo, Senador Camará, Sulacap, Vasconcelos, Vila Kennedy

27/11 – 5º grupo
Guaratiba, Ilha de Guaratiba, Paciência, Pedra de Guaratiba, Santa Cruz, Sepetiba

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Campanha de adoção será realizada no sábado na Praça Saens Pena, na Barra e no Recreio

A Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais realiza a Campanha Municipal de Adoção no sábado (02) em três locais do Rio de Janeiro: Praça Saens Pena-Tijuca, na Barra e no Recreio.

O objetivo é identificar tutores para cães e gatos abrigados da Fazenda Modelo. As campanhas de adoção contam com parcerias externas e o apoio de órgãos municipais.

A campanha municipal faz parte do programa “Adote um Amigo”, que é um conjunto de ações promovidas pela Prefeitura do Rio, por meio da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (SMPDA) e entidades parceiras para enfatizar a importância da adoção consciente e também valorizar a proteção aos animais.

Os animais da campanha estão abrigados na Fazenda Modelo e em ONGs parceiras. Todos são vacinados, vermifugados e possuem identificação por microchip. Os animais adultos estão devidamente esterilizados.

Atualmente, a Fazenda Modelo abriga cerca de 950 animais, a maioria deles é vítima de maus tratos, violência, abandono ou foram resgatados em ações da SMPDA.

Adote também pelo WhatsApp

Também é possível contato via Whatsapp, como mais uma opção de atendimento ao cidadão. O número do WhatsApp da Central 1746 é: (21) 3460-1746.

Agenda

– Praça Saens Pena:  Campanha de Adoção da ANIDA, das 10h as 16h.

– Barra, em dois locais: Casa do Bicho do Jardim Oceânico (Avenida Olegário Maciel 390),  das 10 as 15 h, e no Freeway (Avenida das Américas 2.000, Kings Pets Boutique, loja 15), das 10h às 17h.

– Recreio Shopping: Casa do Bicho (Avenida das Américas 19.019, loja 104), das 10h as 15h.

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Campanha de adoção de animais terá 2ª etapa no sábado em praça de Ipanema

A Prefeitura do Rio promove no sábado (18), em Ipanema, a segunda etapa da campanha Adote um Amigo, conjunto de ações da Secretaria Municipal de Proteção e Defesa dos Animais (SMPDA) e entidades parceiras para enfatizar a importância de dar um lar e proteger animais.

O evento, em parceria com o RJPET, vinculado à Secretaria Estadual de Agricultura, será na Praça Nossa Senhora da Paz, das 13h às 17h. Os cães e gatos da campanha vivem na Fazenda Modelo e em ONGs parceiras. Todos são vacinados, vermifugados e possuem identificação por microchip. Os animais adultos estão esterilizados.

Atualmente, a Fazenda Modelo conta com cerca de 950 animais abrigados, e a maioria deles é vítima de maus tratos, violência, abandono ou foram resgatados em ações da SMPDA.

Adote também pelo WhatsApp

Também é possível contato via Whatsapp, como mais uma opção de atendimento ao cidadão. O número do WhatsApp da Central 1746 é: (21) 3460-1746.

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Rio adia início da campanha contra raiva para 25 de setembro após morte de animais

O início da Campanha de Vacinação Antirrábica 2021 no município do Rio, previso inicialmente para começar neste sábado (11), foi adiado para o dia 25 de setembro, após pelo menos 10 cachorros que foram vacinados e morrerem em Magé, na Baixada Fluminense. A Prefeitura informou que alterou a data enquanto aguarda os resultados das análises feitas em cães e gatos que sofreram reações após serem imunizados contra a raiva em Magé.

Um laudo da investigação vai apontar se houve falha humana ou se há erro no lote distribuído pelo Ministério da Saúde. Segundo a Prefeitura, a vacinação de todos os casos de reações e mortes dos animais aconteceram em um único posto de Magé, na unidade do bairro Santo Aleixo. Além dos 10 cachorros que morreram, outras dezenas de animais tiveram reações fortes depois de receber a vacina antirrábica no posto.

A Prefeitura de Magé disse que um processo administrativo foi instaurado para apurar o ocorrido, que cerca de 35 mil animais foram vacinados e que nos demais bairros do município a vacinação não houve registro de problemas. A administração anunciou ainda a equipe envolvida no processo de vacinação foi afastada até a conclusão da investigação. A Secretaria Estadual de Saúde (SES) do Rio informou que notificou o Ministério da Saúde sobre o caso.

No Rio, a prefeitura disse que a aplicação será sempre das 9h às 17h, de forma escalonada, em cinco grupos de bairros do município, com mais de 700 pontos de vacinação no total. Os endereços de todas as unidades estão no site bit.ly/AntirrabicaRio. Os locais, no entanto, podem ser alterados até as datas marcadas. A meta é imunizar 80% dos animais, totalizando 670 mil cães e gatos. Poderão ser vacinados na campanha cães e gatos a partir dos três meses de idade e adultos saudáveis, e também aqueles que expiraram o ciclo de 12  meses da última vacinação.

A vacinação é uma das principais ferramentas utilizadas no controle da raiva, doença que não é notificada em animais domésticos no município do Rio desde 1995.