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Fica a Dica Rio

Primeira feira com expositores de plantas e decoração tem início nesta semana

A feira que tem como objetivo a exposição de plantas e decoração tem início nesta sexta-feira (20) indo até o dia 22 deste mês.

No Botafogo Praia Shopping se dará a primeira feira de Plantas e Decor do Rio. Os dois segmentos que mais cresceram na pandemia. Serão diversas marcas. No Botafogo Praia Shopping entre os dia 20 e 22 de agosto, de 10h às 21h na sexta e no sábado, de 13h às 21h no domingo.

Idealizada por Ítalo Lourenço, engenheiro de produção, que trabalha com varejo desde que se entende por gente (14 anos).  Ama economia criativa e sustentável. Fez festivais gastronômicos (de boteco a nordestino), fez parte do processo de criação da primeira loja colaborativa do Rio, voltada para moda. Tem espírito de inovação em tudo que faz, e é sonhador e responsável.

A ideia do projeto surgiu dessa inquietação de fazer a diferença nos lugares onde passa. Sempre vê oportunidade em tudo.
“Têm muitos lugares inexplorados ainda”, finaliza Ítalo. E promete que terão mais três eventos criados pela Vibe Produções, ainda este ano!
Siga o Instagram da feira: Plantei

As marcas participantes:

Concretizee – Design Botânico

Jardim Werdan – faz da planta acessórios

FornelloStore

Cocobamboo

Daverdinha – pintam todos os vasos a mão

Macreziando

Madu – Aromas

PetMobill – produtos para pet

Casa Rose – Vasos de cimento branco feitos a mão e terrários

Arte no Forno – Cerâmicas feitas a mão

Lumi Point – Luminárias de material ecológico e design exclusivo

Jardim de Imagens – Flores e objetos decorativos

Eucalipto Atelier – Artigos feitos a mão

DM Mística – Pedrarias e artigos esotéricos

3D Rio Decor – Artigos feitos em impressão 3D

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Brasil Fica a Dica

Helena Grillo revela detalhe do segundo livro da trilogia Espadas e Pistolas

 

 

Autora já iniciou a escrita da continuação e afirma que a história segue com novo protagonista

Lançado pelo Grupo Editorial Coerência em março de 2021, o livro “Hona Pirata” marca o início da trilogia Espadas e Pistolas, um novo projeto de Helena Grillo. Recentemente a artista anunciou para seus seguidores que iniciou a escrita do segundo título e revelou alguns detalhes sobre a sequência.

“O protagonista da segunda história é diferente da primeira”, segundo a autora alguns leitores já levantaram essa hipótese após concluírem a leitura do primeiro título, mas essa mudança de perspectiva vai fazer muita diferença dentro da trilogia.

A ideia do universo de Espadas e Pistolas surgiu durante o isolamento social, foi por meio da escrita que Helena Grillo conseguiu suprir toda paixão que tem pela praia e o primeiro título pode concorrer ao Coerência Choice Awards 2021 na categoria Melhor Fantasia.

“Honra Pirata” gira em torno de Marina voltando no tempo após uma experiência científica. A jovem servia como cobaia de um projeto do seu pai, mas após ele perder o controle de uma máquina do tempo, ela volta ao passado diretamente para o navio do Barba Negra. Como uma garota do século XXI conviveria ao lado dos piratas? Nessa jornada recheada de descobertas, a personagem precisará lutar por sua vida e conhecer os verdadeiros prazeres da vida.

Os exemplares de “Honra Pirata”, primeiro livro da trilogia, já estão à venda na loja do Grupo Editorial Coerência e na Shopee. O segundo livro tem data prevista para lançamento no dia 07 de Agosto, com início às 12h na Festa Literária de São Paulo (Flisp) que acontecerá O evento acontece na Associação Osaka Naniwa-Kai (Rua Domingos de Morais, 1581 – Vila Mariana / SP) e será uma tarde de autógrafos e brindes.

 

Sinopse:

Durante toda sua vida, Marina foi usada como cobaia nas experiências do pai cientista. Somente as visitas escondidas de sua irmã gêmea, Mônica, traziam-lhe algum conforto. Tudo parece perdido até que seu pai perde o controle de um experimento e Marina viaja no tempo diretamente para o navio do Barba Negra. Diante dessa nova realidade, é obrigada a amadurecer e lutar por sua sobrevivência, mas também tem a oportunidade de enxergar o mundo pela primeira vez: conhecer os verdadeiros prazeres da vida, descobrir sobre o amor e entender o sentido da amizade.

Sobre a autora:

Filha de João Luiz e Maria Alice, Helena Grillo Miranda já nasceu complicada. Mesmo com um grande coração, acabou tendo um problema cardíaco, que foi curado por Deus logo depois de completar um ano de idade. Por isso, agarrou-se à vida, dando tudo de si em cada tarefa. Quando não está lendo ou escrevendo, Helena dá aulas de judô na equipe Força Jovem Judô, vê filmes de ação ou anime com o marido Hugo e brinca de lutinha no sofá com os irmãos mais velhos, Thalita e Thiago, que partilham o DNA do esporte. Após se formar em Jornalismo, conquistou seu MBA em Jornalismo Esportivo. Atualmente mora no Rio de Janeiro, onde nasceu e foi criada.

Saiba mais:

@comunicahype

@grupoeditorialcoerencia

@autorahelenagrillo

www.editoracoerencia.com.br

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Destaque Fica a Dica Rio

Espetáculo PANÇA estreia, nesta quinta-feira, no Teatro Arthur Azevedo

Com dramaturgia e direção de Cecilia Ripoll, espetáculo se inspira no surgimento da máquina de imprensa, inventada por Gutenberg no século 15, para refletir sobre a comunicação humana, a noção de verdade e a manipulação de discursos na sociedade contemporânea

Não é raro nos sentirmos perdidos e confusos diante da quantidade de informações (verdadeiras e falsas) a que temos acesso diariamente pelos meios de comunicação e redes sociais. A circulação de notícias, obras e ideias está em profunda transformação no mundo atual, passando por fenômenos como os da “fake news”, mas também ampliando em nível vertiginoso nossa possibilidade de acesso ao conhecimento. Com dramaturgia e direção de Cecilia Ripoll, o espetáculo “PANÇA”, que estreia esta quinta-feira, dia 1º de julho, no Teatro Arthur Azevedo, constrói uma fábula para tratar da reprodutibilidade da notícia e das falhas da comunicação humana. Quais os efeitos que o poder de circular ideias pelo mundo gera na sociedade? O espetáculo foi selecionado pelo edital Prêmio de Montagem Teatral, da Fundação Anita Mantuano de Artes do Estado do Rio de Janeiro (FUNARJ).

Fonte: Reprodução

Com estrutura cômica e farsesca, a peça acompanha a história de um talentoso e endividado escritor que, de seu pequeno vilarejo, escuta falar sobre a mais nova invenção da capital: a famosa máquina de imprensa. Com desejo de ampliar a venda de seu mais recente romance, o autor se endivida ainda mais para conseguir comprar a copiadora mecânica. Cheia de peripécias e reviravoltas, a trama faz referência ao surgimento histórico da máquina de tipos móveis (a primeira versão ocidental de copiadora mecânica), divisor de águas na história da humanidade que permitiu a produção em série dos livros, até então copiados um a um a mão. No elenco, estão André Marcos (Escritor), Clarisse Zarvos (Josefina), Diogo Nunes (Rei), Julia Pastore (Padeiro, Sputnik e Fisco) e Ademir de Souza (Máquina – voz).  

Fonte: Reprodução

“Sem compromissos rígidos em dar conta de contexto ou fatos históricos, a fábula está mais preocupada em se perguntar o que acontece com a sociedade quando surgem avanços que transformam a capacidade de reprodutibilidade de obras e ideias. Como a ampliação dos meios de reproduzir discursos impacta na transformação social e no imaginário dos indivíduos?”, questiona a autora e diretora Cecilia Ripoll, que escreveu a peça no ano passado. “De uma hora para a outra, ficamos sabendo da opinião de todo mundo sobre todas as coisas. E há uma dificuldade de aceitar que podem existir diferentes narrativas de uma mesma história. A minha aposta é de que um livre invencionismo acerca do passado nos permita construir metáforas para pensar sobre nossos tempos”, acrescenta.

Para criar a dramaturgia, a autora também se inspirou em clássicos como “O inspetor geral”, de Nikolai Gogol; “Arlequim, servidor de dois patrões”, de Carlo Goldoni; e “Galileu Galilei”, de Bertolt Brecht. “São três textos que eu já li várias vezes e que tocam em temas que eu tinha vontade de desenvolver. “Galileu Galilei” me instiga a refletir sobre os artifícios usados por artistas que desejam pesquisar, sem precisarem ficar à mercê de esquemas engessados. “O inspetor geral” é uma peça que deixa em evidência o ridículo do ser humano a partir de um equívoco, revela o patético por trás de algumas instituições e relações de poder. E “Arlequim, servidor de dois patrões” me inspirou no aspecto formal. A estrutura da trama, com encadeamentos muito precisos, me encanta”, explica Cecilia.

Com estética inspirada no estilo das trupes de comédia dell’arte, “PANÇA” vai contar com linguagem das máscaras teatrais. “Em cena, brincamos o tempo todo com a ideia de que mudanças sutis podem criar uma outra narrativa, uma outra ideia. Também investimos em uma linguagem ágil, que busca unir a ideia do antigo com o contemporâneo”, explica Cecilia. Na equipe criativa, também estão Eduardo Vaccari (supervisor artístico), Carlos Alberto Nunes (cenógrafo), Nívea Faso (figurinista), Tania Gollnick (mascareira), Ana Luzia de Simoni (iluminadora) e Charles Kahn (colaboração musical).

O Teatro Arthur Azevedo e o Teatro Glaucio Gill são espaços da FUNARJ e estão funcionando com a capacidade reduzida, seguindo o Protocolo de Segurança Sanitária da Fundação. Os locais foram equipados com totens de álcool em gel. É obrigatório o uso de máscaras de proteção, de preferência PFF2, e manter o distanciamento. Após as apresentações presenciais faremos uma temporada online para as pessoas que não se sintam seguras possam assistir de casa.

 

Sobre Cecilia Ripoll

É dramaturga, diretora e atriz, formada em Licenciatura Plena em Artes Cênicas pela UNIRIO. Indicada ao Prêmio Shell (RJ) pela dramaturgia ROSE (direção de Vinicius Arneiro) em 2018, publicada pela Editora Cobogó e composta por Cecilia Ripoll em 2017 no Núcleo de Dramaturgia Firjan SESI, coordenado por Diogo Liberano. Fundadora do Grupo Gestopatas, que tem projetos pedagógicos e montagens cênicas adultas e infanto-juvenis, dentre elas PACO E O TEMPO (texto e direção de Ripoll), uma das dramaturgias vencedoras do III Concurso Jovens Dramaturgos do Sesc 2013 e premiada no FENATA por Melhor Texto e Melhor Espetáculo infanto-juvenil. Também como dramaturga, participou da residência BETSUD/Primavera Dei Teatri, Castrovillari, Itália. Além da formação pela UNIRIO, considera igualmente importante sua formação através do teatro de grupo, iniciada em 2000 na Companhia do Gesto, com a qual participou de diversas montagens como atriz e assistente de direção.

FICHA TÉCNICA

 

Dramaturgia e Direção: Cecilia Ripoll

Elenco: André Marcos, Clarisse Zarvos, Diogo Nunes, Julia Pastore e Ademir de Souza (voz).

Supervisão Artística: Eduardo Vaccari

Cenografia: Carlos Alberto Nunes

Figurino: Nívea Faso

Costura: Madalena Lourette

Máscaras: Tania Gollnick

Colaboração nas máscaras: Ademir de Souza

Costura das máscaras: Silvia Maria Gonçalves

Iluminação: Ana Luzia de Simoni

Composições musicais: Julia Pastore

Colaboração musical: Charles Kahn

Programação visual: Fernando Nicolau

Fotos: Thaís Grechi

Vídeo: Diogo Nunes e Felipte Dutra

Intérprete de Libras: Jadson Abraão (JDL Traduções)

Mídias sociais e Planejamento de divulgação: Lyana Ferraz e Gabriel Innocencio

Assessoria de imprensa: Rachel Almeida (Racca Comunicação)

Produção executiva: Clarissa Menezes

Gerência Financeira: Estufa de Ideias

Direção de produção: Cecilia Ripoll e Clarissa Menezes

Grupo parceiro: Gestopatas

 

Serviço:

Pança

Primeira Temporada: 1º a 4 de julho

Teatro Arthur Azevedo: Rua Vitor Alves, 454 – Campo Grande

Telefone: (21) 2332-7516

Dias e horários: 5ª a dom., às 19h.

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)

Tempo de duração: 50 minutos

Classificação etária: 14 anos

Capacidade: 83 pessoas

Vendas de ingressos: na bilheteria do teatro e pelo Sympla (www.sympla.com.br)

Redes sociais do espetáculo: Instagram: @panca.teatro

Facebook: https://www.facebook.com/panca.teatro

Youtube: http://bit.ly/PANÇA-YouTube

Segunda Temporada: 30 de julho a 2 de agosto

Teatro Glaucio Gill: Praça Cardeal Arcoverde, s/nº – Copacabana.

Telefone: (21) 2332-7904

Dias e horários: 6ª a seg., às 19h. Haverá uma apresentação com intérprete de Libras, no dia 31 de julho (sábado).

Ingressos: R$ 10 e R$ 5 (meia)

Tempo de duração: 50 minutos

Classificação etária: 14 anos

Capacidade: 36 pessoas

Vendas de ingressos: na bilheteria do teatro e pelo Sympla (www.sympla.com.br)

Redes sociais do espetáculo: Instagram: @panca.teatro

Facebook: https://www.facebook.com/panca.teatro

Youtube: http://bit.ly/PANÇA-YouTube

 

Temporada 3 online: 5 a 9 de agosto

Canal do Youtube do espetáculo PANÇA

Dias e horários: 5ª a seg., às 19h.

Gratuito

Tempo de duração: 50 minutos

Classificação etária: 14 anos

Redes sociais do espetáculo: Instagram: @panca.teatro

Facebook: https://www.facebook.com/panca.teatro

Youtube: http://bit.ly/PANÇA-YouTube

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Brasil Fica a Dica

Oportunidade de estágio em todo grande Rio

 

 

O CEINEE – Centro de Integração Nacional de Estágios para Estudantes é uma instituição autônoma, de âmbito nacional, por prazo indeterminado, de caráter filantrópico, apolítica e não discriminatória que objetiva desenvolver e aplicar modalidades de atuação capazes de promover integração entre estudantes, instituições educacionais, públicas, empresariais, comunitárias e sociais.

Atuando desde 2004, em seu papel de Agente de Integração, o CEINEE já colocou mais de 46 mil estudantes em estágio, contribuindo com o processo de formação profissional e com o desenvolvimento sócioeconômico. Constituindo-se em ponto de referência em matéria de estágio supervisionado de estudantes, por força de sua larga folha de bons serviços prestados à comunidade.

O CEINEE – Centro de Integração Nacional de Estágios para Estudantes, atua nos estados do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rio de Janeiro, São Paulo e Espírito Santo. No Rio de Janeiro, a sede fica em Angra dos Reis. Os escritórios físicos contam com o site ceinee.org.br para atender o maior número de estudantes. Além de estudantes, empresas e instituições também podem fazer cadastramento.

Para fazer parte dos programas, os jovens interessados deverão realizar cadastro no site www.ceinee.org.br e acompanhar as oportunidades. Além deste canal, o polo realiza atendimento pessoal de segunda a sexta-feira, das 9h00 às 12h00 e das 13h00 às 18h00 pelo fone: (21) 99303-3422.

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Fica a Dica Música Rio

Franco-Brasileiro promove tradicional Festival da Música neste sábado

Foto: Divulgação

Os 24 idosos que vivem na casa de repouso Bela Flor, no Andaraí, vão ter um presente neste sábado, a partir das 15h. A entidade vai exibir o projeto Festa da Música (Fête de La Musique), promovido pelo Franco-Brasileiro e transmitido pelo Youtube do colégio.

A apresentação ficará por conta da professora Heloisa Helena Azevedo, coordenadora de Francês da escola, e da aluna Sophia Dahmouche, da 2ª Série do Ensino Médio. Por conta da pandemia, o evento promovido pelo Franco será virtual.

Esta é uma tradição francesa que trouxemos para o colégio há mais

Foto: Divulgação

de 20 anos. Inicialmente eram apenas músicas francesas. Mas o conceito foi mudando, há algum tempo temos alguns gêneros, mas sempre priorizando o francês. Sempre tentamos trazer músicas francesas atuais, porque sabemos que agrada mais ao nosso público jovem. Ao mesmo tempo, a gente nunca esquece das canções clássicas, que agradam aos responsáveis – explica Heloisa.

A Festa da Música é uma verdadeira celebração à cultura francesa.

Além dos alunos, recebemos nossos professores que são músicos e cantores. Teremos professores e seus filhos cantando, temos uma banda com esses meninos. Quanto aos instrumentos, o violão, piano e a guitarra são, normalmente, os preferidos dos alunos – conta a coordenadora de Francês e organizadora do evento.

O link para acompanhar a Festa da Música é este: https://www.youtube.com/channel/UCquX2i8JG0dK3pFgSz5pF1w

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Cultura Fica a Dica Música

Dupla Fabricio & Henrique lança música com Japinha Conde

 

 

A dupla sertaneja Fabricio & Henrique acaba de lançar o seu mais novo trabalho. Estourado em todas as plataformas digitais, o clipe de “Adeus mundo cruel”, conta com a participação da cantora Japinha Conde, vocalista da banda Conde do Forró, e tem cerca de 700 mil visualizações no YouTube e o mesmo número de streams no Spotify.

Foto: Reprodução

“Amor Volta, Amor Volta! Se não eu vou beber leite com manga, eu vou chupar Mentos com Coca-Cola, cometo uma loucura se você não volta!” é daqueles refrões impossíveis de tirar da cabeça. “A música está dando o que falar e já é a mais baixada da nossa playlist”, diz Fabrício.

“Japinha é uma grande artista e amamos nossa parceria. Estamos com uma grande expectativa para esse trabalho”, afirma Henrique.

Os cantores Fabricio & Henrique já se conhecem há muito tempo, mas nunca tinham pensado em formar uma dupla, até que em 2019, por ideia de um amigo em comum, decidiram se juntar e iniciaram a carreira em alto estilo, apadrinhados pelo sertanejo Marrone, parceiro de Bruno. A estreia foi com a gravação do DVD ´Relógio de Saudade´, em janeiro de 2020, em Goiânia, berço do sertanejo, onde ambos nasceram.

Antes de brilhar no mundo da música, Fabrício trabalhou em várias áreas. Começou cedo, aos nove anos, como engraxate, não desistiu e virou um conceituado empresário do ramo da moda e da construção civil, em Goiás. Já Henrique sempre trilhou o caminho musical. Conhecido no meio como Ronny, ele foi a primeira voz da extinta dupla Ronny e Max, que durou por 14 anos e teve destaque no cenário sertanejo.

Além de Marrone e Japinha, a dupla também fez parceria com as irmãs Maiara e Maraísa, na canção “Pra Quê Namorar?”. O clipe foi visto por quase um milhão e trezentas mil pessoas.

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Cultura Fica a Dica

Quarta edição do Alafiá Mundo contará com o dançarino Carlinho de Jesus

 

 

O dançarino Carlinhos de Jesus é o convidado da quarta edição do “Alafiá Mundo”, evento internacional que promove o resgate histórico da arte negra e da cultura afro-brasileira. O encontro, será conduzido pela Dra. Helena Theodoro com tradução simultânea em português e inglês, dia 09 de junho, às 19h30, na plataforma Zoom.

Foto: Reprodução

Referência mundial da dança de salão, o coreógrafo nascido em Marechal Hermes e criado em Cavalcanti, bairro do subúrbio do Rio de Janeiro, vai falar dos mais de 30 anos de carreira, paixão e dedicação ao ritmo que ganhou o mundo através da sua representação. O artista foi o pioneiro na campanha pela valorização, respeito e profissionalização do gênero no país.
Para uma das idealizadoras do projeto, Helena Theodoro, Doutora em filosofia (UFG), Mestre em Educação (UFRJ), Pós-Graduação em Tecnologia Educacional – Fundação Konrad Adenauer (Alemanha); Especialista em Cultura Negra e Carnaval a participação do coreógrafo  no “Alafiá Mundo” enriquece a história e a cultura do povo brasileiro: “Vamos falar sobre a sua experiência nas Comissões de Frentes de diversas conceituadas Escolas de samba como: GRES Portela, Porto da Pedra e Mangueira ( por onde ficou onze anos consecutivos).
Dra. Helena Theodoro também vai revelar a história da Comissão de Frente jamais contada nas escolas de ensino tradicional. Já parou para pensar que a ESCOLA de samba oferece uma grande aula para mais 30.000 pessoas ao mesmo tempo?
Ambos tem muito para compartilhar. Carlinhos complementa que o significado da palavra alafiá,  que quer dizer confirmação de algo positivo, reflete o que ele transmite através da dança: “Em cada passo, percorremos diversos caminhos. Em cada giro, viajamos o mundo”.
Juntos Carlinhos, Helena e os participantes do projeto convidam a todos para “Alafiá Mundo!”

Serviço:
Alafiá Mundo
Quando: 09 de junho
Hora: 19h30
Onde adquirir o ingresso: https://linktree.com.br/new/alafiamundo
Instagram: https://www.instagram.com/alafiamundo/

Alafiá Mundo
Surgiu em 2020 no encontro de Jana Guinond (RJ/Brasil), Zakiya Carr Johnson (Atlanta-EUA), e a conteudista Dra. Helena Theodoro ( RJ / Brasil) que acreditam na importância do diálogo entre gerações e transnacionais, com a fé num mundo fraterno, pleno de alianças que ajudam na superação de momentos difíceis como os que estamos vivendo.
A iniciativa promove o resgate das memórias e a valorização do Patrimônio Cultural do Brasil: O Alafiá Mundo no ano de 2020 reuniu através de um encontro online, representatividades como: Martinho da Vila, Selminha Sorriso (Porta-bandeira da GRES Beija Flor), Tia Glorinha do Salgueiro (Presidente da ala das baianas do GRES Salgueiro), Mãe Meninazinha de Oxum, Bira Presidente do GR Cacique de Ramos e Vovô do Ilê Aiyê, Salvador – Bahia.
No ano de 2021, o Alafiá Mundo é composto por Dra Helena Theodoro, Jana Guinond, Kiratiana Freelon e Tainá Almeida que reúne diversas pessoas que compartilham conosco a sua trajetória e conhecimento. E contamos com as presenças de: Dra. Sheila Walker (EUA), Juan Angola Maconde (Bolívia), Lucia Molina (Argentina), Mara Salgado (Chile), Raul Platicon (Colômbia), Fernanda Felisberto, Rubem Confete, Carlinhos de Jesus, Danielle Almeida, Milton Cunha, Dudu Nobre, Lucinha Nobre, Marcos Moura do Amazonas, João Jorge do Olodum, Salvador – Bahia e Awurê (Brasil).
Carlinhos de Jesus

Carlinhos de Jesus
De acordo com o site do artista: www.carlinhosdejesus.com.br são mais de 30 anos dedicados à arte da dança de salão. Foi pioneiro na campanha pela valorização, respeito e profissionalização do gênero no país. A história de Carlinhos de Jesus já virou biografia “Vem dançar comigo”. Morador de Copacabana, sua rotina de trabalho segue o compasso do dois pra lá, dois pra cá em ritmo acelerado. Já foi inúmeras vezes convidado a representar o país no exterior. E o amor pela dança também vem de longe: começou aos 4 anos de idade. Formado em Pedagogia, preferiu a arte para vencer na vida e com toda a certeza não se arrependeu. Ele recebe de braços abertos novos e atuais alunos na sua Casa de Dança Carlinhos de Jesus no Rio de Janeiro e São Paulo.

Foto: Reprodução

Helena Theodoro
Bacharel em Direito e Pedagoga, Mestre em Educação, Doutora em Filosofia, Pós-Doutora em História Comparada. Pesquisadora da história e da cultura afro-brasileira, escolas de samba, religiões e espiritualidade de matriz africana, educação, processos culturais, sexualidade. Foi jurada do Estandarte de Ouro (Jornal O Globo) por vinte e sete anos. Foi Professora Auxiliar da Universidade Estácio de Sá, Coordenadora da Pós-Graduação de Figurino e Carnaval da Universidade Veiga de Almeida, Coordenadora do Núcleo de Estudos Afro-brasileiros (NEAB) da FAETEC/RJ e Professora no Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IFRJ/UFRJ). Tem vários artigos e livros publicados – “Mito e Espiritualidade: Mulheres Negras”, “Os Ibéjis e o Carnaval”, “Caderno de Cultura Afro-Brasileira”, “Iansã, Rainha dos Ventos e Tempestades” e, o mais recente, “Martinho da Vila: Reflexos no Espelho”, em 2019. Atualmente é Presidente do Conselho Deliberativo do Fundo Elas e Coordenadora do grupo de pesquisa de carnaval LUPA do IFCS/UFRJ.

Para conhecer um pouco mais da obra de Helena na internet, sugerimos seus blog, site e Instagram. Como também seu artigo “Mulheres Negras Sempre Guerreiras” para a Revista da ABPN em que trata das estratégias de resistências desde o combate à escravidão, passando pela violência cotidiana e a força da religiosidade. O texto completo está no link: www.bit.ly/artigohelena

Outros links:
Site – www.historiasdatheodoro.com.br
Blog – www.blogdatheodoro.blogspot.com
Instagram – @helenatheodoro_

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Esportes Fica a Dica Social

Quilômetros percorridos em atividades do dia a dia se transformam em apoio financeiro para ONGs

 

 

App promove cultura de doação e impacta positivamente o terceiro setor

Em meio a tantas dificuldades que o Brasil vem passando e o crescimento da fome e da miséria devido a pandemia, ações de solidariedade se multiplicaram em todo o país. Diversas redes foram construídas para captar recursos, combater a crise sanitária e econômica e ajudar famílias em situações de vulnerabilidade.

De acordo com dados do monitor da Associação Brasileira dos Captadores de Recursos (ABCR), o número de doações chegou a R$6 bilhões no início da pandemia. Porém, a média mensal vem diminuindo. Em junho de 2020, a arrecadação ficou 88% abaixo do que foi registrado em maio.

Aromeiazero doou 21 bicicletas através da”Bike Parada Não Rola” para duas aldeias indígenas. Foto: Reprodução

Pensando em contribuir com as Organizações Não Governamentais (ONGs), os empresários André Kok e Saulo Marchi lançaram em fevereiro de 2021, o Km Solidário. Trata-se de um aplicativo gratuito cujo objetivo é desenvolver a cultura de doação, transformando quilômetros percorridos nas atividades do dia a dia em apoio financeiro para mais de 10 ONGs cadastradas.

O  Aromeiazero é uma delas. O Instituto promove mudanças no modo de vida das pessoas, combate a desigualdade social e torna  as cidades mais verdes e resilientes através de projetos relacionados à bicicleta. O apoio financeiro desta e de outras campanhas colaboram com as ações desenvolvidas pelo Aro.

O desafio é grande, mas é muito bonito o que a gente se propôs. Temos que dar 3 voltas ao mundo pedalando, todo mês, para bater nossa meta de arrecadação. Parece impossível, mas com a ajuda de cada um, rola – explica Murilo Casagrande, sócio fundador e diretor do Aromeiazero.

Os interessados em contribuir com o Instituto, precisam fazer download do app no celular, escolher o Aromeiazero e o tipo de atividade que vão realizar e clicar em concluir ao finalizar. A partir daí, as distâncias percorridas em bike, caminhada, natação ou corrida são convertidas em doações financeiras. Vale informar que nada é cobrado do usuário, todo o dinheiro vem por meio dos patrocínios e anúncios existentes dentro do aplicativo. Caso queira ajudar, mas não pode praticar exercícios é possível doar um valor no próprio app. As doações podem ser por cartão de crédito, boleto ou pix.

O aplicativo está disponível em Android e IOS e ocupa menos espaço no celular do que um vídeo de dois minutos. Além disso, pode ser sincronizado com FitBit, Garmin, Polar, Strava ou Apple Saúde. Para quem já tem histórico de resultados e rankings nesses programas, não precisa se preocupar, nenhuma informação será perdida. Para saber mais, confira a página do Km Solidário no site do Aro: http://bit.ly/kmsolidario.

Sobre o Aro

O Instituto Aromeiazero é uma organização sem fins lucrativos que utiliza a bicicleta para reduzir as desigualdades sociais e contribuir para tornar as cidades mais resilientes. Os projetos contam com patrocínio de empresas e pessoas físicas, além de leis de incentivo, sendo grande parte das ações em periferias e comunidades vulneráveis. Desde 2011, as iniciativas do Aro promovem uma visão integral da bicicleta, potencializando expressões culturais e artísticas, geração de renda e hábitos de vida saudáveis. Para saber mais informações, entre em contato:

Assessoria de Imprensa

E-mail: imprensa@aromeiazero.org.br

Whatsapp: (21) 981832288

Redes Sociais

Instagram: Aromeiazero

Facebook: Aromeiazero

Youtube: Aromeiazero

 

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Fica a Dica Mulher Rio

Mulheres in Rio realiza evento sobre impacto feminino na sociedade

 

 

Com vagas limitadas, rodas de conversa serão realizadas na Cidade das Artes, na próxima sexta-feira (21/05), das 15h às 17h

Em parceria com o setor de Arte e Conhecimento da Cidade das Artes, a rede Mulheres in Rio realiza rodas de conversa com o tema “O Feminino Atemporal” na próxima sexta-feira (21/5), destacando nomes que trazem a força e o impacto da mulher na sociedade. O evento será realizado das 15h às 17h, na Sala de Leitura. Devido à necessidade de distanciamento social, as vagas são limitadas. As inscrições devem ser feitas pelo site .

Somos um hub de empreendedorismo e queremos mais mulheres liderando negócios inovadores e sustentáveis. Com esse evento queremos inspirar mulheres de todas as idades a serem protagonistas de suas vidas, hoje e sempre. Falaremos da empreendedora de hoje, que se desenvolve através de uma rede de apoio e parcerias – destaca a engenheira e mentora de negócios Márcia Thimóteo, uma das fundadoras da rede Mulheres in Rio.

 

Márcia Thimoteo (à esquerda) e Veronique Sales são as fundadoras da rede Mulheres in Rio. Crédito: Reprodução

Entre os temas abordados está o papel da mulher “ageless” que, independentemente da idade, busca espaço para continuar atuando e contribuindo com um futuro inclusivo. A presença feminina na ciência e na tecnologia também terá espaço na mesa “Mulher do Futuro”. Já os debates sobre a condição da mulher que é mãe e empreendedora, e busca reforçar sua marca pessoal e a visibilidade de produtos e serviços que oferece ao mercado vão acontecer na mesa intitulada “Empreendedora do agora”.

Para Veronique Sales, também idealizadora e fundadora da rede Mulheres in Rio, “os principais objetivos do evento são promover a cultura empreendedora, compartilhar conhecimento e fortalecer a comunidade de mulheres, oferecendo ainda a oportunidade de networking.”

Serviço:

O FEMININO ATEMPORAL

Data: 21 de Maio de 2021

Horário: 15h às 17h

Local: Cidade das Artes – Sala de Leitura – Avenida das Américas, 5.300, Barra da Tijuca

Ingresso Solidário: lata de leite em pó ou kit higiene feminino (sabonete, absorvente e creme dental) para doação das comunidades Quilombo do Camorim e Mulheres de Pedra.

Programação:

“Mulher do futuro” – Márcia Monteiro, Lindália Sofia, Veronique Sales e Márcia Thimóteo.

“Empreendedoras do Agora” – Renata Freire, Fátima Fernandes, Fábia de Carvalho e Karla Fassini.

Inscrições: https://mulheresinrio.com.br/inscricao-em-eventos/ (Vagas limitadas)

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Fica a Dica Rio

Obra de estreia de Bert Jr., “Fict-Essays e contos mais leves”, escrita em apenas dois meses, aborda situações inusitadas da vida contemporânea

 

 

Inteligente, leve e bem-humorado. Esses são alguns dos adjetivos que ilustram muito bem o conteúdo de “Fict-Essays e contos mais leves”, livro de estreia de Bert Jr., escrito em apenas dois meses, durante a quarentena causada pela pandemia do novo coronavírus. Lançado pela editora Labrador, o livro está disponível nas versões impressa e digital, trazendo sete contos instigantes sobre vários temas contemporâneos.

Os textos abordam situações inusitadas da vida comum, enfrentadas por personagens peculiares que estão às voltas com assuntos tão diferentes quanto a descoberta da sincronicidade como ferramenta para a compreensão da realidade sociopolítica do país, a elaboração de uma peça autoral para um recital de violão erudito e as consequências psicológicas da invenção de uma dieta diferente. Há, ainda, uma narrativa bem-humorada e provocativa em torno da apresentação de quatro teses sobre a personalidade divina.

O livro tem muito de entretenimento, embora também tenha alguma qualidade reflexiva nele. Como o próprio título indica, tem dois tipos básicos de contos: os fict-essays, que considero mais densos, tendo essa característica de se apoiarem bastante na viagem intelectual do personagem principal, e os contos mais leves – ressalta o autor.

Bert Jr. explica uma das curiosidades despertadas pela obra logo no título. Afinal, o que são os fict-essays?

Tirei essa expressão do inglês ‘fictional essay’. Tal como entendo, um ‘fictional essay’, ou ensaio fictício, seria um ensaio sobre um assunto imaginário, ou utilizando argumentos fantasiosos, mas pretensamente científicos. Desdobrando essa ideia, imaginei um tipo de conto que tivesse como eixo o universo intelectual do personagem e sua visão sobre determinado tema. Esse tema poderia ser fictício, ou mesmo real, mas analisado, e compreendido, mediante conceitos imaginários – destaca.

 

Leitor exigente, mas sem preconceitos

A poesia já ocupou bastante espaço na preferência de Bert Jr., como leitor, especialmente em sua juventude. Romances de grandes autores brasileiros e latino-americanos, como Guimarães Rosa, Gabriel García Márquez, Mario Vargas Llosa e Jorge Luís Borges também fizeram parte de sua formação. Hoje, a atenção está mais voltada aos temas de não-ficção. Seja qual for o estilo, entretanto, ele ressalta o que desperta e prende a atenção dos leitores. Uma dica, aliás, para quem está dando os primeiros passos na escrita literária.

Sou um leitor exigente, não é qualquer texto que captura minha atenção. O escritor ter um bom domínio da linguagem é fundamental. E a história tem que ser criativa, ter elementos que inovem em relação ao tema, ou à maneira de narrar, de contar a história, ou ao tipo de personagem. Acho que isso é algo que prende o leitor – indica.

 

Em abril, a editora Chiado Books incluiu o poema “Silogismo Poético”, de Bert Jr., na V Antologia de Poesia Brasileira Contemporânea. A obra reúne 450 poemas em língua portuguesa.

Sobre Bert Jr.

Gaúcho de Porto Alegre, Bert Jr. tem 58 anos, é graduado em História pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul, e em Diplomacia pelo Instituto Rio Branco.

A arte sempre esteve presente em sua trajetória. Além de escrever poesia, é violonista amador, compositor e letrista. Aos 18 anos, dois de seus poemas foram premiados em um concurso do qual faziam parte do júri Mário Quintana e Lya Luft. Lançar um livro de poesias, aliás, é um dos planos do escritor para o futuro.

Recentemente, a paixão pelas palavras resultou, além do primeiro livro de contos, em um projeto desenvolvido no canal Bert Jr., no Youtube. A série “Fora da Cartilha” apresenta a visão do autor sobre temas relacionados ao universo literário.