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Últimas manifestações de um arteiro

 

O espetáculo “Arteiro em Manifesto” faz, neste domingo (28) suas últimas apresentações,em duas sessões: às 18h e 20h. Uma montagem linda, idealizada e encenada pelo ator Roberto Rodrigues. Ele dá vida a Mestre Palito, que pretende ampliar a criatividade como ferramenta necessária para transformação social, abrindo espaço para reflexões através do riso e do absurdo. A produção pode ser vista, de forma gratuita, pela plataforma Sympla.

“A arte é a única ferramenta, na qual acredito, vislumbrar novos mundos possíveis, onde sejamos mais generosos, empáticos e equitativos. Essa obra abarca com sutileza e acidez assuntos contundentes, como a desigualdade e o capitalismo. E como disse Manoel de Barros: É preciso transver o mundo”, reflete Roberto Rodrigues

Com profissionais de grande reconhecimento nacional que assinam a equipe técnica, “Arteiro em Manifesto” ganha tom cômico e ácido, permeado de teatro e comédia física. E Roberto Rodrigues idealizou o personagem impregnado dessa arte manifestada através do riso, da comunhão democrática da rua, do teatro, do circo, do encantamento da música, da transcendência do espírito pelas artes plásticas, dos questionamentos a partir da filosofia e o poder através da troca de saberes. E, por tudo isso, Arteiro em Manifesto será encenado, e transmitido, diretamente da calçada da casa do ator.

“O caos está na obra como, está em todos nós neste momento. O tempo, as políticas, os colapsos, a obra poderia muito bem se tratar de um universo distópico, porém é presente, está no presente. E é sobre esse momento de mudança que ela aponta, a necessidade de mudar. Acho que é isso”, destaca Roberto Rodrigues

Vale ressaltar que a realização de Arteiro em Manifesto só foi possível através da Lei Aldir Blanc e o incentivo do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

Serviço:

Espetáculo: Arteiro em Manifesto

Data: 28 de março de 2021

Horário: 18h e 20h | duas sessões

Intérprete: Roberto Rodrigues

Gênero: Monólogo

Classificação etária: 14 anos

Capacidade: 300 participantes por sessão

Capacidade: 300 participantes por sessão

Local: Sympla/Zoom | Online e gratuito

https://www.sympla.com.br/produtor/arteiroemmanifesto?tab=proximos-eventos

Foto: Leo Bandeira

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#Fica a dica…

 

Por: Claudia Mastrange

Biquíni celebra 36 anos de carreira

O Biquíni Cavadão completou 36 anos de carreira. O grupo elegeu o dia 16 de março de 1985 como seu ‘marco Zero’, pois foi quando se apresentaram profissionalmente pela primeira vez, no festival “Medidas de Impacto” no Circo Voador, no Rio.

A data casa também com a marca de 87 milhões de execuções de seu disco ao vivo “Me Leve Sem Destino”, lançado no final de 2014.  Disco de platina do álbum em que estão presentes seus principais sucessos, como “Tédio”, “Vento”, “Ventania”, “Dani”, “Janaína”, “Timidez”, “Roda-Gigante”, “Quando eu Te Encontrar”, entre outros.

Biquíni Cavadão coleciona grandes sucessos na carreira Foto: Divulgação

Neste momento, eles seguem reclusos e gravando seu novo trabalho “Através dos Tempos”, que terá nove composições inéditas, algumas em  parcerias com Dudy Cardoso, Manno Góes, Rodrigo Coura, Marcelo Hayena e Eric Silver.

Moby Dick cai na rede

Após a interrupção da turnê nacional, por conta da pandemia, “Eu, Moby Dick :: na rede” volta em nova versão: digital. A peça fica em cartaz gratuitamente até 04 de abril no canal de YouTube do Centro de Artes da UFF – https://youtube.com/c/CentrodeArtesUFFOficial.

Foto: Caio Gallucci

No elenco, Gabriel Salabert, KelzyEcard, Márcio Vito e Noemia Oliveira vivem o Capitão Ahab, Ismael, Moby Dick e o próprio navio Pequod, levando a questionamentos sobre os caminhos escolhidos e confrontados.

 

Explosão de cores

A tão esperada exposição Cores & Formas chega ao Rio, com obras dos artistas plásticos, Dirce Cavalcanti, Mary Cordeiro, Nancy Pitta, Elsie Paiva, Helenita Teixeira, Sandrelles, Rosina Villela, Maria Torres, Samoradelcio, Flávia Almeida e Lyla Melo.

Foto: Divulgação

Sob curadoria de Thaysa Souza, a mostra vai até o dia 5 de abril no Novotel, localizado na Praia de Botafogo, 330,- Botafogo.

 

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#Fica a dica…

 

Por: Claudia Mastrange

Dançando pelo Rio

Até o dia 28 de março, a dança toma conta de teatros, praças, ruas, em diversos pontos do Rio de Janeiro e de Niterói. Trata-se da edição especial MÓVERÂO, que conta com bailarinos de várias partes do mundo, que precisaram atuar na rua, durante a pandemia, e agora vão se apresentar em lugares abertos e em patrimônios históricos, como Parque Lage, Teatro João Caetano, Aterro do Flamengo, entre outros.

As atividades são on-line e presenciais. Audições, workshops, oficinas, mesas de debates, palestras, apresentação de danças populares, aulas a céu aberto, intervenções urbanas artísticas, mostra competitiva e de cinema ao ar livre de vídeodança, residência artística, tudo de graça, exceto o Teatro João Caetano que terá preços populares.

Foto: Divulgação

Toda a programação em https://www.moviriofestival.com

 

Misturas do confinamento

A cantora, compositora e artista visual Pilar está lançando o videoclipe ‘Junto e misturando’ (Zago Remix). O clipe foi produzido e gravado no apartamento da cantora, em São Paulo. O vídeo conta a história de uma pessoa confinada, que cansada da solidão, acaba se deparando com seus próprios alter egos.

O clipe fala de amor próprio, ao reconhecer as múltiplas facetas que existem dentro de cada um de nós, e acolhê-las. Como bônus, a produção apresenta um filtro do Instagram inspirado em umas das múltiplas personalidades que a artista exibe.

‘Junto e misturando’ (Zago Remix) foi fotografado e editado por Sarah Outeiro, com direção da própria Pilar em parceria com a multi-artista Alice Hellman. Já o roteiro envolveu as três profissionais. Vale e muito conferir.

 

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Fica a dica…

 

Por: Claudia Mastrange

No picadeiro da pandemia

O elenco de atores veteranos das artes, como Dedé Santana, Liza Vieira, Francisco Carvalho e Roberto Rowntree, além do jovem ator Pedro Pauleey estrelam o longa metragem “Corona Circus”. O filme é assinado pela produtora Animal Filmes e conta a vida de um circo em uma pequena cidade do interior, que é pego de surpresa pela pandemia do Covid-19.

Foto: Divulgação

A produção aborda as agruras da equipe, durante a quarentena, tudo com leveza e bom humor, focando na amizade, nos valores éticos e no amor ao próximo. A direção é de Roberto Rowntree, fotografia de Paulo Furtado, o roteiro de Reinaldo Guedes e Roberto Rowntree. O filme foi realizado com todos os protocolos de segurança do Covid19.

 

Marcus Menna lança single

Após um período em recuperação de um acidente, o cantor Marcus Menna está e volta à ativa e com força total. Ele retoma sua carreira como cantor solo e lança o seu primeiro single em 2021 pelo selo Bazuca. A canção “Quem Você É” conta com um feat impactante: Marcos & Belutti.

Foto: Divulgação

Marcus Menna foi cantor e líder da banda LS Jack, da qual foi fundador nos anos 2000, tendo emplacado inúmeros hits nacionais. Certamente um belo recomeço.

 

Mergulho necessário

Espetáculo “Cavalos”, que visa provocar questionamentos sobre a masculinidade através da figura paterna, faz curta temporada online e gratuita partir de 6 de março, sábados e domingos, até 28 de março, pelo Sympla – Zoom, com acessibilidade de libras e legendas. O monólogo estrelado por Alexandre Paz tem direção de Nina da Costa Reis, tem dramaturgia assinada pelo ator e diretora com Pedro Emanuel. “Fazer Cavalos é mergulhar num poço profundo, para através do amor perdoar a própria masculinidade”, sugere Alexandre Paz.

Foto: Thiago Santos
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Três espetáculos infantis premiados ganham temporada online e gratuita em março

 

 

Governo FederalGoverno do Estado do Rio de JaneiroSecretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam:

TRILOGIA DO AMORcomposta pelos musicais A GaiolaContos Partidos de Amor e Vamos Comprar um Poeta, é apresentada em temporada on-line e gratuita no mês de março. Com direção de Duda Maia, os espetáculos abordam temas presentes no dia a dia das crianças, dos pais e das mães.

 

Nesta situação de isolamento, estamos nos distanciando dos amigos e parentes. O lugar onde moramos se tornou o local de trabalho, escola e espaço de lazer.

Muitas vezes, esse convívio intenso se torna repetitivo e cansativo. Pensando em levar alegria e poesia, a Palavra Z Produções Culturais irá proporcionar um delicioso encontro com a arte.

Durante três fins de semana de março, de 13 a 28, adultos e crianças poderão, de suas casas, assistir a três musicais premiadíssimos. São espetáculos que provocam o pensamento, atiçam a criatividade e estimulam o diálogo entre pessoas de todas as idades.

A temporada, com patrocínio da Lei Aldir BlancGoverno Federal e Governo do Estado do Rio de Janeiro e Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa, será transmitida gratuitamente através do canal youtube.com/palavraz. Todas as sessões têm início às 16h. Reúna a família para assistir e se deleitar com essas três histórias amorosas.

Os espetáculos:

A Gaiola conta a história de amor e de separação entre uma menina e um passarinho, interpretados por Carol Futuro e Pablo Áscoli. No palco, os personagens iniciam uma história de amor e amizade quando o passarinho cai, ferido, na varanda da casa da menina.

Na trama, a menina se dedica a cuidar do pequeno bicho e, à medida que vão convivendo, se apegam um ao outro até se apaixonarem. Ele fica curado e na hora da despedida se deparam com a vontade de ficar juntos. Um dia, a menina flagra o passarinho na gaiola encantado com a beleza do dia lá fora e uma crise se instala entre os dois. Venha conhecer como a história termina. Uma história de Amor e Liberdade.

À Adriana Falcão, autora do livro de mesmo nome e que inspirou a peça, rendeu uma indicação ao Prêmio Jabuti.

Serviço:

A Gaiola

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 13 e 14 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 50 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia (sáb e dom), Eduardo Rios (sáb) e Carol Futuro e Pablo Áscoli (sáb e dom)

A Gaiola foi o destaque da 3ª Edição do Prêmio CBTIJ 2016, ao conquistar sete estatuetas: Melhor Espetáculo; Melhor Texto Adaptado – Adriana Falcão e Eduardo Rios; Melhor Direção – Duda Maia; Melhor Atriz – Carol Futuro; Melhor Cenário – João Modé; Melhor Iluminação – Renato Machado; e Música Original – Ricco Viana, Eduardo Rios e Adriana Falcão. E no 11º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, venceu nas categorias: Melhor Espetáculo; Melhor Direção – Duda Maia; e Melhor Cenário – João Modé. A Gaiola foi também o espetáculo vencedor do Prêmio Botequim Cultural 2016, levando todos os prêmios, sendo eles: Melhor Espetáculo; Melhor Direção – Duda Maia; Melhor Atriz – Carol Futuro; Melhor Ator – Pablo Áscoli; e Melhor Texto – Eduardo Rios e Adriana Falcão.

Contos Partidos de Amor apresenta a história de quatro pessoinhas apaixonadas e ciumentas, que discutem sobre relações possessivas e amorosas. A encenação se dá através de diálogos bem-humorados, uma sofisticada linguagem de movimento e uma direção musical que alinhava toda a encenação, as músicas em alguns números são tocadas pelo próprio grupo de intérpretes – Diego de AbreuIsadora MedellaJuliana Linhares e Tiago Herz. A obra apresenta canções e contos originais de Eduardo Rios, inspirados na obra de Machado de Assis.

“Esbarrei com ‘Contos de Amor e Ciúme’, gostei do título e só depois vi que era do Machado de Assis. Fiquei entusiasmada em criar uma peça para crianças sobre o ciúme, a partir do universo do escritor”, lembra Duda Maia. “Todos nós sentimos ciúme e a criança também é muito ciumenta”.

Para ela “teatro para o público infantil não tem que ser apenas uma história legal, precisa ser necessário, trazer reflexões para quem assiste. É preciso não subestimar nem a inteligência das crianças e nem a capacidade de elas travarem diálogos importantes com os adultos”, acredita.

Serviço:

Contos Partidos de Amor

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 20 e 21 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia, Eduardo Rios e elenco

Contos Partidos de Amor foi espetáculo vencedor do 11º Prêmio Zilka Sallaberry de Teatro Infantil, nas seguintes categorias: Melhor Direção – Duda Maia; e Melhor Figurino – Kika Lopes.

Vamos Comprar um Poeta, inspirado em livro homônimo de Afonso Cruz, narra a chegada de um poeta à casa de uma família comum. Nesse lar, moram um pai, que só pensa em ganhar dinheiro; uma mãe, que organiza todos os dias os trabalhos domésticos; uma menina esperta e curiosa que gosta de entender o significado das coisas; e um menino apaixonado, que adora fazer contas.

O Poeta ensina os pequenos a observarem borboletas, escreverem os próprios poemas e a darem abraços. A montagem cria uma divertida reflexão sobre a nossa capacidade de invenção, o significado de produtividade e a importância da amizade. O espetáculo mistura música, poesia e dança em um cenário que traz elementos de um parque, tornando a encenação lúdica e dinâmica.

A peça, dirigida por Duda Maia, tem adaptação de Clarice Lissovsky, direção musical de Ricco Viana e elenco formado por Letícia MedellaLuan Vieira e Sergio Kauffmann.

Serviço:

Vamos Comprar um Poeta

Canal: youtube.com/palavraz

Sessões: Dias 27 e 28 de março de 2021

Horário: 16h*

Classificação: Livre

Duração: 60 minutos

* Ao final da sessão, haverá bate-papo com a diretora Duda Maia e elenco

“Vamos Comprar um Poeta” arrematou o prêmio de Melhor Espetáculo Infanto-Juvenil de 2019, pela APCA (Associação Paulista de Críticos de Arte), e Prêmio CBTIJ foi vencedor nas categorias Texto Adaptado, para Clarice Lissovsky; Direção, para Duda Maia; Coletivo de Atores e Atrizes, para Letícia Medella, Luan Vieira e Sergio Kauffmann; Cenário, para André Cortez; Iluminação, para Renato Machado; além das indicações de melhor Música Original, para Ricco Viana, Clarice Lissovsky e Juliana Linhares; e Direção de Produção, para Bruno Mariozz.

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Cultura Fica a Dica Rio

Sarau em Casa Com Vida recebe Muato e Reinaldo Amâncio

Projeto da Casa com a Música promove lives semanais com artistas de diferentes gerações, países e estilos        

A Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e a Secretaria Municipal de Cultura, através da Lei de Emergência Cultural Aldir Blanc, apresentam o Sarau em Casa Com Vida, projeto de shows online que promove nesta terça, 9 de março, às 21h, o encontro dos cantores, músicos e compositores Muato e Reinaldo Amâncio. Realizada pela Casa com a Música em parceria com o Sindicato Nacional dos Compositores Musicais, a iniciativa tem o propósito de abrir espaço para a diversidade e a riqueza das manifestações artísticas e é uma extensão virtual do evento Sarau ComVida, paralisado por causa da pandemia de Covid-19. A apresentação é de Robertinha Villas e Ricardo Moreno. 

Muato – Foto: Reprodução

Cantor, ator, diretor e produtor musical, Muato é de Vila Isabel, bairro do subúrbio carioca famoso por revelar ícones da nossa cultura, como Noel Rosa e Martinho da Vila, e iniciou sua trajetória no estudo da música de concerto e tem se destacado pela sua atuação em diversas funções artísticas. Diretor musical de espetáculos teatrais, recebeu o prêmio APTR pela canção de “OBORÓ, Masculinidades Negras”, ao lado de César Lira. A sua linguagem é marcada pela utilização de recursos expressivos, como percussão vocal e corporal e arranjos vocais com sonoridades não convencionais. Fundou a Orquestra de Pretxs Novxs, que estreou em 2019 com o espetáculo “Reza”, realizando as composições, arranjos e direção musical da peça, dirigida por Carmen Luz, além de estar em cena como ator. Atuou em produções aclamadas por público e crítica, como “Andança – Beth Carvalho”, “Cartola – O Mundo é um Moinho”, “Rio Mais Brasil – O Nosso Musical”, “Dona Ivone Lara – Um Sorriso Negro” e “Quando a Gente Ama”. Como produtor musical, foi premiado na Europa pelo Awards Deutscher Rock & Pop Preis 2019, ganhando em sete categorias, entre elas, “Melhor Disco de World Music”, “Melhor Disco de Pop Latino” e “Melhor Arranjo”.  

O seu mais recente trabalho é a série de videoclipes Afrolove Songs ou A Canção Urbana de Amor Política”, exibida no seu canal no Youtube, que expressa o amor dentro do contexto social vivido pela população preta. O single “Nossa História” é o terceiro da sequência e encerra a primeira parte do projeto. Em abril, ele entra numa nova fase: uma série de cinco músicas apresentadas em performances audiovisuais ao vivo com convidados. live session, gravada no Teatro Firjan – SESI, no Centro do Rio de Janeiro, será disponibilizada nas principais mídias digitais de forma gratuita e amplifica a perspectiva, trazendo outros artistas negros para interagirem com as questões abordadas e utilizarem suas expressividades artisticamente. O projeto foi selecionado pelo “Bossa Nova”, programa de fomento à cultura idealizado pela plataforma Benfeitoria e viabilizado pela Lei Municipal de Incentivo do ISS-RJ, com patrocínio da Prefeitura do Rio de Janeiro, a Secretaria Municipal de Cultura, Globo, Kappamakki, PSR e Rede D’or.

Reinaldo Amâncio – Foto: Reprodução

Natural de Japeri, município da Baixada Fluminense, Reinaldo Amâncio tem a música no DNA. Com pai violonista e mãe cantora, absorveu influências de diversos estilos, como o choro, o samba, o soul, o rock e o baião. Ainda criança, começou a frequentar com o pai os saraus musicais e, aos 15 anos, formou, com amigos, sua primeira banda para participar de festivais, chamada “Flor da Pele”. Na sequência, integrou o grupo “Desaguada”, que mais tarde trocou o nome para “KMD5”. Com o “KMD5”, fez sua primeira gravação, no antigo estúdio Havaí. Participou de muitos projetos e shows no Sesc de São João de Meriti, município onde passou a atuar na animação cultural depois de romper com o KMD5. Passou por diversos conjuntos de samba da Baixada até ser convidado pela nova geração de músicos de Belford Roxo para compor uma banda que carregava o nome “Sou do Beco”, mudando posteriormente para “Cabeça de Nego”.

Essa formação foi mais longe, participando do Rock in Rio e do Free Jazz Festival. Como compositor, coleciona parcerias com nomes como Serginho Meriti, Renato Biguli, Ronnie Marruda e Nilo Romero. Após o aprendizado adquirido em duas viagens à Europa, Amâncio tornou-se um ativista ambiental, tendo lançado dois clipes sobre a causa, “Eu quero plantar” e “Nosso planeta é a nossa casa”, e desenvolvido, em parceria com a escritora e poetisa Ana Carolina, uma iniciativa sustentável para conscientizar as pessoas sobre a importância de cuidar do planeta. Atualmente, está envolvido em um projeto da prefeitura que proporciona atividades artísticas a idosos, transformando a vida de diversas pessoas.

    

Sarau em Casa         

O Sarau em Casa Com Vida realiza lives semanais, sempre às terças-feiras, com o propósito de abrir espaço para a diversidade e riqueza das manifestações artísticas, além abordar temas relevantes para a cultura. É a versão online do Sarau Com Vida, evento por onde já passaram mais de 150 artistas, de nomes de peso da música brasileira, como Jane Duboc, Carlos Dafé, Azymuth, Gerson King Combo, Kiko Continentino, Renato Piau, Mauro Senise e Reppolho, à nova geração, como Abufela, Beraderos, Soul Guanabara, Luciane Dom, ChelleMuato, Nana Kozak e Lílian Bonard.         

Ao longo da transmissão, o público poderá participar com perguntas e comentários. Para assistir, acesse www.facebook.com/casacomamusica

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Brasil Fica a Dica Mulher

Mara Luquet media série que destaca inclusão das mulheres no mercado financeiro

Com apresentação da jornalista e escritora, a série de 3 episódios do podcast “Papo Na Nuvem” traz convidadas dos setores de tech e finanças para debater o papel da mulher no setor e soluções financeiras focadas no público feminino
Para celebrar o mês da mulher, a Zoop, fintech líder em tecnologia para serviços financeiros, convidou a jornalista Mara Luquet, fundadora do canal MyNews, apontado pelo Google como benchmark de jornalismo na plataforma, para mediar uma série de três episódios de seu podcast, o “Papo na Nuvem”. No especial denominado “Mulheres”, a jornalista recebe convidadas dos setores de tecnologia e serviços financeiros, para debater o papel das profissionais nestes segmentos e destacar soluções financeiras criadas para atender demandas do público feminino. O primeiro episódio já está no ar e os demais serão publicados nesta semana, até 12 de março, nas principais plataformas de áudio e em vídeo no canal da Zoop no Youtube .

Em cada episódio, Luquet recebe duas profissionais com destaque por suas atuações no mercado financeiro, abordando o papel da mulher neste mercado e destacando soluções financeiras focadas no público feminino. As participantes são Aline Fróes, cofundadora do Vai na Web; Ana Leoni, superintendente de Educação Financeira na ANBIMA; Carolina Cavenaghi, cofundadora do Fin4She; Fernanda Ribeiro, cofundadora da Conta Black; Lorena Louisy, CEO do TPM Bank; e Mellissa Penteado, CEO do Bancoin.

Fonte: Reprodução

Mara Luquet ressalta a importância do debate sobre o espaço para as mulheres que atuam no mercado financeiro, historicamente dominado, setor ainda predominantemente masculino. “Isso não é só uma questão no Brasil, o mercado financeiro é um mercado muito masculino. Há muitos homens em postos chaves, e mesmo no Brasil ainda vemos poucas mulheres como gestoras – há mais do que já teve no passado, quando eu comecei a cobrir nesse mercado era bem menos, está avançando. E vemos isso no mundo inteiro”.

A proposta da série é destacar o protagonismo das mulheres na transformação e democratização do setor de serviços financeiros, que vem crescendo no Brasil nos últimos anos. “O objetivo desta campanha é reunir profissionais bem sucedidas e empreendedoras para debater a inserção profissional da mulher no mercado financeiro, bem como destacar novas soluções financeiras pensadas para atender demandas específicas do público feminino”, afirma Patrícia Esteves, VP de Marketing da Zoop.

O primeiro episódio reuniu as executivas Lorena Louisy, CEO do TPM Bank, e Mellissa Penteado, CEO do Bancoin, para apresentar serviços financeiros criados especificamente para mulheres. As convidadas comentam as oportunidades e desafios vistos ao tirarem do papel soluções e serviços de pagamento focados em atender demandas femininas. A conversa já pode ser ouvida nas principais plataformas de áudio, clique aqui.
Os dois outros episódios, com lançamento agendado para os dias 10 e 12 de março, abordarão outras perspectivas sobre a inclusão e participação das mulheres nos mercados de finanças e tecnologia. O segundo conteúdo, com a participação da Aline Fróes, cofundadora do Vai na Web, e da Fernanda Ribeiro, cofundadora da Conta Black, trará para o centro da discussão a inclusão de desbancarizados para serviços financeiros, grupo do qual ainda fazem parte uma grande quantidade de mulheres.

O último episódio será focado em carreira no mercado financeiro, ao reunir duas mulheres que diariamente trabalham para quebrar as barreiras do setor e atrair outras profissionais para o segmento: Ana Leoni, superintendente de Educação Financeira na ANBIMA (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiro e de Capitais), e Carolina Cavenaghi, cofundadora do Fin4She, iniciativa que promove a inclusão de mais mulheres no mercado de trabalho da área. As duas especialistas contaram sobre suas trajetórias e detalharam como as iniciativas lideradas por elas estão apresentando o mercado para as mulheres mais jovens e despertando o interesse delas em ocuparem esses espaços.
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Cultura Fica a Dica Rio

“Invisíveis” – Espetáculo do Coletivo Pé na Porta estréia dias 06 e 07 de março

 

 

Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro, através da Lei Aldir Blanc apresentam “Invisiveis” .

Com tradução em Libras, espetáculo do Coletivo Pé na Porta aborda racismo em reestreia online dias 06 e 07 de março, às 20h, na plataforma Sympla.

Invisíveis conta a história de três pessoas pretas que trabalham como auxiliar de serviços gerais num mesmo lugar e como se dá a manutenção da invisibilidade desses profissionais.

Esse recorte apresenta o resumo de suas vidas repletas de camadas e também mostra suas trajetórias até chegarem nesse momento.

O texto inédito, escrito por Renata Tavares, que também dirige o espetáculo, aborda como o racismo é fundamental para a base estrutural econômica-política-social no Brasil.

É através da perspectiva das histórias que os personagens contam, que se percebe como qualquer outro fator como a conservação desenfreada do capitalismo, a exposição da pessoa como lgbtqi+ e a subjugação de alguém que cumpriu pena, se torna mais um recurso na utilização da depreciação da vida humana preta.

A cor evidencia essa complexa relação desses trabalhadores com os seus superiores que na grande maioria, nem percebem que eles existem, nem sabem seus nomes, e se aproveitam hierarquicamente por estarem acima para estereotipá-los.

A abordagem realizada pelos atores de forma descontraída e intensa, provoca uma reflexão sobre o racismo, desigualdade social, homofobia, humilhação e demais situações enfrentadas cotidianamente  por esses profissionais invisibilizados  pela sociedade.

Sinopse

Invisíveis  conta a história de três pessoas pretas que trabalham como auxiliar de serviços gerais num mesmo lugar e como se dá a manutenção da invisibilidade desses profissionais.
Esse recorte apresenta o resumo de suas vidas repletas de camadas e também mostra suas trajetórias até chegarem nesse momento.
A obra relata como o racismo reflete na base estrutural econômica-política-social no Brasil.  E como fatores como a conservação desenfreada do capitalismo, a exposição da pessoa como lgbtqi+ e a subjugação de alguém que cumpriu pena, se torna mais um recurso na utilização da depreciação da vida humana preta.
Retratos Invisíveis tem o objetivo de promover a reflexão  sobre o racismo estrutural e suas consequências sociais  e o quanto é preciso lutar para que  pretos e pretas tenham os seus direitos respeitados.

Ficha Técnica:

Texto e Direção: Renata Tavares
Elenco:Cridemar  Aquino, Milton Filho e Raphael Rodrigues.
Produção:Camila Lima
Editor de Imagens :Flávio Vidaurre
Assessoria de Comunicação: Isabel Ludgero

Serviço:

Invisíveis  – Exibições Virtuais
Dias: 06 e 07 de março
Hora: 20h
Onde comprar e assistir:  Plataforma Sympla

Ingressos para o dia 06 (clique aqui)

Ingressos para o dia 07(clique aqui)

Classificação Etária: 16 anos
Redes Social/Instagram: @coletivopenaporta 

Sobre o Coletivo Pé na Porta

O coletivo Pé na Porta surgiu em 2016 com o intuito de criar dramaturgias em que o lugar do artista preto pudesse ser acessado em todas as suas potencialidades.
A Cia traz uma percepção diaspórica dos fazeres artísticos pretos em seu lugar de protagonismo e conecta para além de suas plataformas, o acesso às subjetividades que somente podem ser contadas através de vivências do povo preto.
O grupo tem o objetivo de promover o resgate histórico e cultural de danças de matrizes africanas e composição de espetáculos teatrais com temáticas pretas, todas essas, ligadas diretamente na luta contra o racismo e no entendimento da arte como ferramenta política-social no Brasil.
A dramaturgia “Invisíveis” foi criada a partir das experiências vividas pelos atores, pela troca de conversa, pelos questionamentos levantados e debatidos durante a concepção do texto inédito, escrito por Renata Tavares.

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Cultura Fica a Dica Rio

Festival Corpos da Terra estreia on-line no MAM Rio

Em sua terceira edição, evento gratuito sobre povos indígenas no cinema brasileiro terá exibição de filmes, debates e apresentações musicais.

Após passar pela Caixa Cultural do Rio de Janeiro e pelo Espaço Front, o Festival Corpos da Terra chega a sua terceira edição, desta vez totalmente on-line, entre os dias 5 e 14 de março, com exibições gratuitas no canal do Vimeo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio) (@mamrio) durante todo o período do evento.

O projeto realizado pela Lúdica Produções com patrocínio da Secretaria de Estado da Cultura e Economia Criativa (SECEC), por intermédio da Lei Aldir Blanc, conta com a curadoria da jornalista, produtora e roteirista Renata Tupinambá, que selecionou 12 curtas-metragens e quatro longas, a maioria deles dirigidos por mulheres indígenas. Em destaque “Equilíbrio” (2020), da cineasta Olinda Muniz Silva Wanderley, que com um olhar sensível mostra problemas ambientais e uma crítica ao antropoceno. Já “Fôlego Vivo” (2021), da Associação dos Cariris do Poço de Dantas, apresenta uma realidade indígena cultural que desconstrói estereótipos. O curta “Kunhangue – Universo de um Novo Mundo” (2020), de Graciela Guarani, e o longa “Yãmĩyhex: As Mulheres-Espírito” (2019), de Isael Maxakali e Sueli Maxakali, foram aclamados em diversas mostras brasileiras, entre elas o Festival do Filme Documentário e Etnográfico de Belo Horizonte (forumdoc.bh) e a Mostra de Cinema de Tiradentes.

Além dos filmes, o festival vai promover ao vivo, sempre às 19h, no corposdaterra.com.br, uma série de debates mediados pela curadora Renata Tupinambá e pelo antropólogo Idjahure Kadiwel: “Protagonistas na pedagogia da mãe terra”, com Yakuy Tupinambá (BA), Juma Xipaya (PA), Avelin Bunicá Kambiwá (MG) e Daiara Tukano (DF), na sexta-feira, dia 5; “Decolonização do corpo, arte e moda”, com Dayana Molina (RJ) e Sallisa Rosa (GO), no sábado, dia 6; “Cinematografia indígena feminina”, com Olinda Muniz Tupinambá (BA), Graciela Guarani (PE) e Lian Gaia (RJ), no domingo, dia 7; “Uma conversa sobre arte”, com Uyra Sodoma (AM) e Juão Nÿn (SP), na quinta-feira, dia 11; “Territórios e direitos originários”, com Arassari Pataxó (BA) e Tereza Arapium (PA), na sexta-feira, dia 12; e “Música contemporânea e etnotransmídia nas redes”, com Katu Mirim (SP) e Kaê Guajajara (MA), no sábado, dia 13.

Fechando a programação no domingo, dia 14, às 16h, o site do Festival Corpos da Terra vai transmitir sets da DJ e curadora Renata Tupinambá, além de shows com a cantora e compositora Kaê Guajajara e a rapper Katu Mirim. Tanto os debates como as apresentações musicais serão interativas, e o público poderá fazer perguntas e comentários através do facebook (@corposdaterra) do evento.

“Preparamos para essa terceira edição uma programação valorizando a pluralidade brasileira indígena de diferentes regiões e contextos. O público vai poder conhecer esses vários Brasis invisíveis em um panorama contemporâneo. Mostraremos a energia feminina matriarcal com destaque para realizadoras e lideranças mulheres, além de um feminino que todos possuem além dos gêneros, como filhos e corpos da natureza”, comenta a curadora Renata Tupinambá.

A identidade visual desta terceira edição do Corpos da Terra foi desenvolvida pelo artista Denilson Baniwa, que buscou refletir sobre a cosmologia indígena, onde tudo está conectado ao corpo do planeta. Em 2019, Baniwa foi indicado ao Prêmio Pipa, a principal premiação de arte contemporânea do Brasil, sendo vencedor na categoria on-line. O ilustrador coleciona oito exposições individuais, além de participações em mais de 30 coletivas e cinco internacionais.

Mais informações sobre o Festival Corpos da Terra podem ser obtidas através do site  corposdaterra.com.br.

SERVIÇO:

Festival Corpos da Terra 

Data: 5 a 14 de março

Local da exibição dos filmes: Vimeo do Museu de Arte Moderna do Rio de Janeiro (MAM Rio)

Local dos debates e shows: corposdaterra.com.br

Horário dos debates: 19h

Horários dos shows: 16h, 17h e 18h30

Ingresso: Gratuito

Informações: corposdaterra.com.br / facebook.com/corposdaterra / instagram.com/corposdaterra

PROGRAMAÇÃO:

FILMES

Sessão 1 

Jeroky Gwasu – Grande Canto (2021), de Michele Perito Concianza, Brasil, 12 min, Digital, Livre.

Teko Haxy – ser imperfeita (2018), de Patrícia Ferreira Pará Yxapy e Sophia Pinheiro, Brasil, 40 min, Digital, Livre.

Mãtãnãg, a Encantada (2019), de Shawara Maxakali e Charles Bicalho, Brasil, 14 min, Digital, Livre.

Sessão 2 

Equilíbrio (2020), de Olinda Muniz Silva Wanderley, Brasil, 11 min, Digital, Livre.

Kunhangue – Universo de um Novo Mundo (2020), de Graciela Guarani, Brasil, 20 min, Digital, Livre.

Yãmĩyhex: As Mulheres-Espírito (2019), de Isael Maxakali e Sueli Maxakali, Brasil, 76 min, Digital, 12 anos.

Sessão 3

Yarang Mamin (2019), de Kamatxi Ikpeng, Brasil, 21 min, Digital, Livre.

Opy’i Regua (2019), de Júlia Gimenes e Sérgio Guidoux, Brasil, 20 min, Digital, Livre.

Mitos Indígenas em Travessia (2019), de Julia Vellutini e Wesley Rodrigues, Brasil, 21 min, Digital, Livre.

Mandayaki e Takino (2020), de Yariato e Dadiwa Juruna, Brasil, 10 min, Digital, Livre.

Sessão 4

Fôlego Vivo (2021), de Associação dos Índios Cariris do Poço do Dantas, Brasil, 28 min, Digital, Livre.

O último sonho (2019), de Alberto Alvares, Brasil, 60 min, Digital, 12 anos.

Sessão 5

Ka’a zar ukyze wà – Os donos da floresta em perigo (2019), de Flay Guajajara, Edivan dos Santos Guajajara e Erisvan Bone Guajajara, Brasil, 14 min, Digital, 14 anos.

Nũhũ yãgmũ yõg hãm: essa terra é nossa! (2020), Isael Maxakali, Sueli Maxakali,

Carolina Canguçu e Roberto Romero, Brasil, 70 min, Digital, Livre

Sessão 6

Apiyemiyekî? (2020), de Ana Vaz, Brasil, 27 min, Digital, Livre.

O índio cor de rosa contra a fera invisível: a peleja de Noel Nutels (2019), de Tiago Carvalho, Brasil, 80 min, Digital, 12 anos.

DEBATES

Sexta-feira, dia 5 de março 

19h – Protagonistas na pedagogia da mãe terra, com Yakuy Tupinambá (BA), Juma Xipaya (PA), Avelin Bunicá Kambiwá (MG), Daiara Tukano (DF) e mediação de Renata Tupinambá

Sábado, dia 6 de março 

19h – Decolonização do corpo, arte e moda, com Dayana Molina (RJ), Sallisa Rosa (GO) e mediação de Idjahure Kadiwel

Domingo, dia 7 de março 

19h – Cinematografia indígena feminina, com Olinda Muniz Tupinambá (BA), Graciela Guarani (PE), Lian Gaia (RJ) e mediação de Renata Tupinambá

Quinta-feira, dia 11 de março 

19h – Uma conversa sobre arte, com Uyra Sodoma (AM), Juão Nÿn (SP) e mediação de Renata Tupinambá

Sexta-feira, dia 12 de março 

19h – Territórios e direitos originários, com Arassari Pataxó (BA), Tereza Arapium (PA) e mediação de Idjahure Kadiwel

Sábado, dia 13 de março 

19h – Música contemporânea e etnotransmídia nas redes, com Katu Mirim (SP), Kaê Guajajara (MA) e mediação de Renata Tupinambá

APRESENTAÇÕES MUSICAIS

Domingo, dia 14 de março 

16h – DJ Renata Tupinambá

17h – Kaê Guajajara

18h30 – Katu Mirim

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Cultura Diário na Folia Fica a Dica

VI Rio Harp Festival a todo vapor no carnaval

 

Nem mesmo a pandemia do novo coronavírus no mundo impediu que o XV Rio Harp Festival fosse realizado em 2020. E o seu sucesso de crítica, mídia e público determinou na sua continuidade em 2021, que segue firme em pleno Carnaval. Graças à Lei Aldir Blanc, o XVI Rio Harp Festivla – versão latino-americana-virtual está sendo realizado desde o dia 29 de janeiro e segue até 22 de fevereiro com sua programação, tendo como foco os harpistas do nosso continente. A ideia é que a edição completa possa voltar a ser feita ainda em 2021, incorporando harpistas do mundo todo.

Esta versão virtual e compacta servirá de abertura e manutenção do evento, mas destacando os harpistas latino-americanos. Além do Brasil, Argentina, Chile, Paraguai, Colombia, Venezuela, Peru, Equador e México estarão representados no evento.

São 15 músicos de 9 países, incluindo importantes artistas brasileiros e orquestras de projetos sociais.Apoiado pela Lei Aldyr Blanc da Secretaria Estadual de Cultura e Economia criativa, o evento está inserido no projeto “Música no Museu”, que em 24 anos de atividades ininterruptas de janeiro a dezembro de cada ano atinge o Brasil de norte a sul, além de sua vertente internacional, e há 16 anos dedica um mês à harpa.

                                      PROGRAMAÇÃO

17 de fevereiro – quarta-feira – 13hs.

Palestra: A história da harpa.

Newton Nazareth, pianista e pesquisador.

País: Brasil

18 de fevereiro – quinta-feira – 13hs.

Músico: Trio D`Ambrosio: Maria Helena Andrade, piano, Maria Célia Machado, harpa e Aizik Geller, violino.

País: Brasil.

 19 de fevereiro – sexta-feira – 13hs.

Músico:Lucas Petroni, harpa.

País: Argentina

20 de fevereiro – sábado – 13hs.

Músico: Clarp Ensemble/ Ecos Latinos, Patrice Fischer, harpa e Carlos Valadares, percussão.

País: Colombia, Guatemala

21 de fevereiro – domingo – 13hs.

Músico: Yns Even, harpa -Camerata do Uerê. Yins Even, harpa.

País: Peru/Brasil.

22 de fevereiro – segunda –  13hs.

Burning Symphony. Jonathas Faganello, harpa.,

País: Brasil

Por onde os concertos serão transmitidos:

www.musicanomuseu.com.br

www.radiomusicanomuseu.com

– Cedro Rosa Youtube
https://www.youtube.com/channel/UC25sT7ofudoMWTDOx5T2DdQ

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Foto: Divulgação