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Netflix anuncia documentário em homenagem ao ator Chadwick Boseman

*Por Fabiana Santoro

A Netflix anunciou, nesta terça-feira (13), o documentário “Chadwick Boseman: Portrait of an Artist”, homenageando a trajetória da carreira e vida do ator Chadwick Boseman.

Chadwick faleceu em agosto de 2020, aos 43 anos, devido a complicações que enfrentava pelo câncer de cólon diagnosticado em 2016. Ele nunca havia falado sobre a doença publicamente. 

“Chadwick Boseman: Portrait of an Artist” conta com depoimentos de artistas, diretores e amigos que trabalharam ao lado de Boseman em diferentes momentos de sua carreira. Entre os convidados estão Viola Davis, Danai Gurira, Denzel Washington, Spike Lee e Phylicia Rashad. Confira:

A produção é um relato íntimo de como a vida do artista impactou em personagens transformadores e importantes para o mundo cinematográfico. Além de ator, Chadwick também foi diretor e roteirista, deixando um legado de figuras brilhantes que representam a forte luta do movimento negro. 

O especial estreia dia 17 de abril na Netflix e ficará disponível 30 dias na plataforma.

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Cultura Fica a Dica Rio

Últimas manifestações de um arteiro

 

O espetáculo “Arteiro em Manifesto” faz, neste domingo (28) suas últimas apresentações,em duas sessões: às 18h e 20h. Uma montagem linda, idealizada e encenada pelo ator Roberto Rodrigues. Ele dá vida a Mestre Palito, que pretende ampliar a criatividade como ferramenta necessária para transformação social, abrindo espaço para reflexões através do riso e do absurdo. A produção pode ser vista, de forma gratuita, pela plataforma Sympla.

“A arte é a única ferramenta, na qual acredito, vislumbrar novos mundos possíveis, onde sejamos mais generosos, empáticos e equitativos. Essa obra abarca com sutileza e acidez assuntos contundentes, como a desigualdade e o capitalismo. E como disse Manoel de Barros: É preciso transver o mundo”, reflete Roberto Rodrigues

Com profissionais de grande reconhecimento nacional que assinam a equipe técnica, “Arteiro em Manifesto” ganha tom cômico e ácido, permeado de teatro e comédia física. E Roberto Rodrigues idealizou o personagem impregnado dessa arte manifestada através do riso, da comunhão democrática da rua, do teatro, do circo, do encantamento da música, da transcendência do espírito pelas artes plásticas, dos questionamentos a partir da filosofia e o poder através da troca de saberes. E, por tudo isso, Arteiro em Manifesto será encenado, e transmitido, diretamente da calçada da casa do ator.

“O caos está na obra como, está em todos nós neste momento. O tempo, as políticas, os colapsos, a obra poderia muito bem se tratar de um universo distópico, porém é presente, está no presente. E é sobre esse momento de mudança que ela aponta, a necessidade de mudar. Acho que é isso”, destaca Roberto Rodrigues

Vale ressaltar que a realização de Arteiro em Manifesto só foi possível através da Lei Aldir Blanc e o incentivo do Governo Federal, Governo do Estado do Rio de Janeiro, Secretaria de Estado de Cultura e Economia Criativa do Rio de Janeiro.

Serviço:

Espetáculo: Arteiro em Manifesto

Data: 28 de março de 2021

Horário: 18h e 20h | duas sessões

Intérprete: Roberto Rodrigues

Gênero: Monólogo

Classificação etária: 14 anos

Capacidade: 300 participantes por sessão

Capacidade: 300 participantes por sessão

Local: Sympla/Zoom | Online e gratuito

https://www.sympla.com.br/produtor/arteiroemmanifesto?tab=proximos-eventos

Foto: Leo Bandeira

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Entrevistas

“O mundo precisa mudar”

 

Por Claudia Mastrange

Não é à toa que o ator Deo Garcez tem orgulho de sua trajetória. O menino que viveu uma infância pobre em São Luiz do maranhão viu seu sonho virar realidade ao tornar-se um ator nacionalmente reconhecido.  Nada foi fácil: ele fez acontecer. Começou a fazer teatro ainda menino e lá se vão mais de 40 anos e muita história para contar. Representatividade também o define, já que  procura sempre abordar a temática do racismo em seus trabalhos e há 5 anos  encena  ‘Luiz Gama ─ Uma Voz pela Liberdade’. O espetáculo conta a trajetória do ex-escravo, jornalista, poeta, político, advogado autodidata, que foi responsável pela libertação de mais de 500 escravos. Deo está em cartaz  também com o espetáculo online “Anjo Negro”, baseado no texto de Nelson Rodrigues. Em entrevista ao Diário do Rio, ele fala de como se reinventou na pandemia e o que espera para o país e o mundo em 2021.

Diário do Rio-  Quando iniciou o trabalho com Luiz Gama, imaginava esse estrondoso sucesso e essa longevidade do espetáculo?

Deo Garcez – Não imaginava não. Mas de imediato vimos que a aceitação era muito grande e que iríamos fazer esse espetáculo por um bom tempo. Não que fosse vir até aqui, são 5 anos. Sei que continuará a ser feito. Me vejo velhinho de bengala interpretando Luiz Gama (risos). Porque sempre haverá necessidade de se contar a história dele. A importância dele para o Brasil e para o  mundo.

– Qual a importância de abordar esse tema para o país e os negros?

Deo Garcez – A peça recupera a importância fundamental, na construção desse país, da luta por direitos, da luta em especial pela libertação dos escravos no Brasil. Espetáculos como esse trazem pra hoje e faz ecoar a voz dos nossos ancestrais negros e negras que foram invisiblizados ao longo da história brasileira. História que é sempre manipulada do ponto de visa do opressor, do colonizador, dos poderosos…. Há tantos heróis e heroínas que precisam ser recuperados, como Esperança Garcia, no Piauí; Negro Cosme, no Maranhão…. Líderes que tiveram importância fundamental na luta pela abolição. Quem os conhece? Quase ninguém.

– O racismo é um mal que nunca se acabará?

Deo Garcez – Não sei se acabará. Mas torço que minimize. O mal sempre vai existir, mas nós, do bem, estamos aí para combatê-lo.. Me sinto péssimo diante de tantos acontecimentos relacionados ao racismo.a matança da população negra dentro e fora do país. É traumático ser negro no Brasil porque as mazelas da escravidão continuam até hoje. Cada 23 minutos um jovem brasileiro entre 12 e 19 anos é assassinado. Nos presídios, mais de 70% da população é negra. As muheres negras são duplamente marginalizadas., discriminadas. É urgente que esse genocídio acabe. É preciso que falarmos uma revolução, no melhor dos sentidos, para acabar com essa crueldade que é o racismo.

– Porque decidiu encarnar o “Anjo Negro”? 

Deo Garcez – Decidi encarnar  Ismael porque é uma forma diferente de abordar o racismo, na linguagem de Nelson Rodrigues. Fala do auto- preconceito, é bastante polêmico.  Meu personagem é capitão do mato de si mesmo. Remete as pessoas que, diante de tanta crueldade, se sentem inferiores e renegam sua própria etnia. Sabemos que existem os “Sérgios camargos” (atual presidente da Fundação Palmares) da vida que renegam sua ancestralidade, seus heróis negros. É atual. Nelson bota o dedo na ferida, não tem meias palavras, fala do pior dos sentimentos e da maldade humana.

– Qual a função do artista na sociedade e no Brasil  atual?

Deo Garcez – Além de levar entretenimento, o artista tem uma função educativa muito grande. No sentido de desalienar, politizar as pessoas e a sociedade. No Brasil, além da pandemia e da vulnerabilidade que vivemos, há um momento de negação de direitos, da saúde, da educação, da cultura, das relações exteriores… Nós artistas temos que fomentar esse debate e ver que atitudes políticas  possam ser implementadas para que possamos ter direitos iguais, direito à vida.

– São mais de 40 anos de carreira… Como avalia sua trajetória ?

Deo Garcez – Avalio com orgulho, uma felicidade muito grande por ter realizado meu sonho e ter essa trajetória, essa representatividade. Eu que venho de um subúrbio, negro, com dificuldades, que nunca deixei  que fossem obstáculos para realizar meu sonho. Ser artista não é fácil, ainda mais no Brasil. Sempre  procurei, nos meus trabalhos, abordar a temática afrobrasileira , a luta antiracismo. Isso me dá grande reconhecimento, como a medalha Pedro Ernesto, que recebi na Câmara de Vereadores do Rio, por conta de Luiz Gama.

– Como lidou com a pandemia?  O que reavaliou com tudo que o mundo esta enfrentando?

Deo Garcez – Tenho conseguido produzir de forma  proveitosa, através de leituras, reflexões, experimentações artísticas –  como os dois espetáculos em formato online. Estamos nos adequando a tudo. Nesse momento, chega-se à conclusão que o mundo precisa mudar. Cuidar da natureza, da própria vida, da saúde, sermos menos individualistas, pensarmos no bem comum. Deixar o capitalismo um pouco de lado e pensar no bem coletivo.

– Quais os planos e o que espera para 2021, para você, o nosso país e o mundo?

Deo Garcez – Continuarei Luiz Gama, claro. Anjo Negro continua em janeiro, terceiro ato. Tenho outro texto, que é um monólogo, de Ricardo Torres, diretor de Luiz Gama, para o qual já procuro patrocinador. Fala das minorias, da luta pelos direitos, o preconceito de diversas formas; temática necessária. Tem dois curtas e ainda uma outra peça de cunho histórico…. Muitos planos !( risos). Em janeiro também volta ao ar a novela Salve-se que Puder, em que vivo o médico Emir.

Para o Brasil, espero, que nossos governantes pensem e coloquem em prática políticas públicas que favoreçam aqueles que estão à margem e são uma grandíssima maioria. E também combater o racismo que mata nossa população negra. Que nas nossas escolas se conte a verdadeira História do Brasil, que a Lei 10.639  (que obriga o ensino da história da África e a importância dos negros na formação do Brasil) seja colocada em prática. Que se pense realmente num Brasil para todos, com saúde e educação de qualidade, moradia digna e igualdade de direitos de modo geral.

Foto: Vivian Fernandez 

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Notícias do Jornal TV & Famosos

Marcelo Serrado canta de Frank a Wando

O Teatro Prudential retoma suas atividades com o Festival Grandes Clássicos da MPB ao Ar Livre. Nesta edição recebe o ator Marcelo Serrado em seu show Marcelo Serrado canta de Frank a Wando. A direção musical é de Claudia Elizeu. O evento acontece no período entre 30 de outubro a 1 de Novembro. Na Sexta e Sábado o horário é às 20h00 e no Domingo às 18h00

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Cultura Destaque

Ator Flávio Migliaccio é encontrado morto em sítio

O ator Flávio Migliaccio, 85 anos, foi encontrado morto, vítima de suicídio,  no sítio que morava, em Rio Bonito, na serra do Sambê, no Rio de Janeiro.O caseiro do sítio foi quem encontrou o corpo do ator, que chamou o 35º Batalhão de Polícia Militar.
Flávio teve uma carreira dedicada à televisão e em trabalhos na rede Globo. O último trabalho na TV foi em 2019, em ‘Órfãos da Terra’, onde ele fazia o Mamede Aud.
Ele participou de novelas como ‘Rainha da Sucata’, ‘Perigosas Peruas’, ‘A Próxima Vítima’, ‘Senhora do Destino’ e ‘Passione’, entre muitos outros trabalhos.

Foto: Reprodução

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Entrevistas

Alexandre Lino

Nascido em Gravatá /PE,  ALEXANDRE LINO muda-se para o Rio de Janeiro em 1993. Fala italiano, pois morou na Itália em 1999. Ator, documentarista e produtor de Arte há 15 anos. Tem formação em artes. É Bacharel em Cinema pela UNESA e pós graduado em Artes Cênicas pela mesma instituição. Atuou durante anos na Resistência Cia. de Theatro, Cia de Teatro Artesanal e integrou a Cia de Ópera popular.

 

Como é nascer em Gravatá e hoje ser Alexandre Lino, o artista multifacetado?

É ter a certeza das escolhas certas que fiz até aqui, mesmo tendo errado muito no percurso. Mas foi esse se levantar e cair, que fizeram de um menino o homem que sou agora. Tenho orgulho do Artista, mas muito mais do menino de Gravatá.

Teve muito perrengue?

Muitos. Os primeiros 2 anos foram muito difíceis. É um período de adaptação, descobertas e escolhas. Sendo um menino do interior do Nordeste a realidade de uma cidade como o Rio de Janeiro assusta. Conheci de perto a fome, a hostilidade e a disputa. No entanto, tudo foi importe, mesmo que doloroso.

 Alexandre, você é ator, documentarista e produtor de arte. O que te moveu para esse universo?

A arte é o que move. Tenho formação em Cinema e especialização em Artes Cênicas. No cinema o documentário foi meu objeto de estudo e pesquiso essa linguagem no Teatro até hoje. A produção de arte foi uma descoberta, uma oportunidade e um presente que vida me deu. Ganhei uma outra profissão, que exerci por 7 anos, e agradeço imensamente ao Diretor de Arte Alexandre Farias que me ensinou tudo sobre esse ofício. Faço todas as outras coisas para alimentar o Ator que sou.

Uma referência artística?

Antônio Abujamra. O Mestre, o Sábio e o maior Homem de Teatro com quem tive o privilégio de conviver. Ouvi ele falar repetidas vezes, as frases que nortearam e dão apoio a minha trajetória:

“O fracasso e o sucesso são igualmente impostores na vida de um artista”.

“Qualquer mente medíocre tem uma ideia brilhante. O genial é realizá-la”.

 

 

No Cinema, “Lady Christiny””, “Ensaio Chopin”, “Amor Puro” e “Simplesmente”. Embora com roteiros diferentes, qual deles você curtiu mais? Por quê?

Lady Christiny, certamente. Meu primeiro filme, uma história extraordinária e uma personagem incrível. Esse filme só me trouxe felicidade. Não que os outros não tenham promovido, mas Lady foi um encontro. Ganhei alguns prêmios com esse curta e acabei fazendo a transposição para o Teatro com texto final de Daniel Porto e direção de Maria Maya. Um sucesso de crítica e público. Impulsionado por esses 3 curtas acabei filmando meu primeiro longa documentário. SAUDADES ETERNAS. Inédito no Brasil, mas foi exibido no 7º FESTIVAL INTERNACIONAL DE CINEMA DE LUANDA.

As produções infantis realizadas por você, vem ganhando bastante reconhecimento pela forma diferenciada na comunicação com as crianças. Foi um processo de pesquisa ou espontâneo?

Foi uma preocupação. Um percentual significativo do Teatro feito para crianças é de produções sem qualquer esmero estético, conteúdo ou linguagem. Busquei, junto com o autor Daniel Porto, resgatar clássicos e apresentá-los de uma forma que prestigiasse a inteligência dos pequenos, mas também dos pais ou adultos que as acompanham. Criamos o título de TEATRO PARA TODA FAMÍLIA que o Jornal do Brasil reconheceu em 2018. Hoje somamos quase 10 produções e mais de 100 mil espectadores. A partir dessa busca nasceu o projeto MÚSICA CLÁSSICA NO TEATRO PARA TODA FAMÍLIA.

Me conta um pouco desse projeto solidário em prol dos nordestinos durante a pandemia do coronavírus?

No meu trabalho artístico, em momentos pontuais, resgato as questões da migração nordestina. Foi assim com a trilogia: Domésticas (2012), Nordestinos (2015) e O Porteiro (2018). Para mim trata-se de um compromisso moral com o meu povo e minhas origens. E por dialogar com muitos conterrâneos vi o tamanho da dificuldade que inúmeras famílias estão passando. É fome mesmo. Não podia ficar apenas observando. Lancei a campanha NORDESTINOS CONTRA A PANDEMIA para ajudar com cestas básicas as famílias mais necessitas. É muita gente solicitando esse apoio e outros nordestinos ajudando como: Wal Schneider do projeto No Palco da Vida e Gilberto Teixeira do Comitê dos Nordestinos.  Estamos contando com a solidariedade de colaborações de amigos e anônimos no https://benfeitoria.com/nordestinos  

Analisando sua trajetória, a gente percebe que você é um artista empreendedor. Como você analisa o Brasil após essa pandemia?

O empreendedorismo torna-se cada vez mais fundamental para o artista. Num momento como esse, por exemplo, existem apenas duas opções: esperar passar e a outra estar preparado para quando passar. Serão dias difíceis, mas piores para quem não se organizou e fez qualquer planejamento.

No teatro, espetáculos como “Nordestinos”, “O Porteiro”, “Acabou o Pó”, e muito mais. Tens algum carinho especial por qual?

Você citou 3 sucessos de crítica e público. Ambos ocupam o mesmo lugar. O lugar do prazer, da escolha acertada e do reconhecimento. Não há como atribuir maior ou menor carinho. Já os fracassos…. Esses a gente esquece.

Esse comportamento discreto e muito simples teria alguma relação com infância nordestina?

Sim. Às vezes, pensamos que não há mais espaço para o simples, para a honestidade, para a gentileza, para a discrição… Aí vejo o mundo passando por tudo isso e agradeço todos os dias por preservar em mim, os valores mais essenciais que aprendi na infância.

Uma frase?

“Eu não sou exemplo, sou uma exceção na sociedade brasileira, que é extremante compartimentada e coloca dificuldades para que você consiga subir degraus dentro dela”.  Luiz Rufatto – Autor.

 

Nessa turbulência que o Brasil vive, qual a sua percepção atual?

Como bem diz o ditado da sabedoria popular: Não há bem que dure para sempre, nem mal que não tenha fim.

Você acredita que esse processo de quarentena seria capaz de mudar alguma coisa na humanidade? Em você, o que mudou?

Estamos sempre evoluindo. Acredito nisso. Evidente que não será uma transformação generalizada e revolucionária, mas alguns serão afetados positivamente e isso é muito bom. Eu estou aprendendo a ouvir mais, saber esperar com paciência e fazer minha própria comida.

Após essa pandemia, certamente a cultura levará um bom tempo para se reerguer. Já pensou em alguma nova possibilidade? O que você acha que poderá acontecer?

Acredito que haverá um desejo mútuo para esse reencontro (público e artistas), mas sofreremos os reflexos de uma crise econômica muito grande.  Tenho estudado muito sobre infoproduto e isso tem sido muito interessante. No mais, é o risco, o medo, e a descoberta que estarão sempre presentes na vida de qualquer pessoa. O que pode acontecer nunca saberemos, mas que artistas não esmorecem jamais, isso é certo. A história diz isso e irá registrar mais esse capítulo que iremos vencer.

Fotos: Reprodução

 

 

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Destaque TV & Famosos

Ator de Blue Bloods tem a perna amputada devido a complicações de covid-19

O ator e cantor Nick Cordero, que foi indicado ao Tony (o Oscar do teatro) e trabalhou no filme “Despedida em Grande Estilo” e nas séries “Blue Bloods” e “Law & Order: SVU”, teve a perna amputada após complicações decorrentes de sua infecção pela covid-19. Ele se encontra sedado numa UTI de Nova York desde 1º de abril.

A esposa de Cordero, Amanda Kloots, compartilhou as notícias em um vídeo de Stories no Instagram na tarde deste sábado (18/4).

“Recebemos notícias difíceis ontem”, ela contou, sobre a luta do ator de 41 anos contra o coronavírus. “Basicamente, tivemos problemas na perna direita com a coagulação e a circulação de sangue nos dedos dos pés, que não está acontecendo com a cirurgia e tudo mais. Então, eles o colocaram em anticoagulantes para a coagulação e, infelizmente, os anticoagulantes causaram outros problemas – pressão arterial e algum sangramento interno no intestino -, então tiramos o diluente de sangue, mas isso causou novamente coagulação na perna direita. Portanto, a perna direita será amputada hoje”.

Foto: Reprodução

 

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TV & Famosos

Ághata Moreira estreia na Sapucaí e beija muito

A atriz Ághata Moreira esbanjou animação em sua estreia na Sapucaí, desfilando em um carro na Grande Rio, no domingo (23).Com o samba na ponta da língua, ela evoluiu visivelmente emocionada. Boa parte do público comentava que ‘Josiane’ da novela estava linda, numa referência à sua personagem-vilã na novela “A Dona do Pedaço’.

Paixão total com o namorado Rodrigo Simas (Foto: Roberto Teixeira)

E se na Passarela do Samba as energias de Ághata estavam focadas na escola de Caxias, em um dos camarotes mais badalados do Sambódromo a atriz curtiu mesmo foi o chamego do namoradão, o ator Rodrigo Simas. Os dois chegaram juntinhos no maior clima, nesta segunda (24). E beijaram muito!

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Cultura Destaque

Morre o ator Kirk Douglas

O ator Kirk Douglas morreu nesta quarta-feira, 5 de fevereiro, aos 103 anos. A comunicação da morte foi feita pelo filho, o ator Michael Douglas, à revista norte-americana People. “É com enorme tristeza que eu e os meus irmãos anunciamos que Kirk Douglas nos deixou hoje, aos 103 anos”, disse Michael Douglas.

Kirk e o filho, o também ator Michael Douglas,

“Para o mundo inteiro, ele era um lenda, um ator da era de ouro dos filmes que viveu bem os seus anos dourados, um humanitário

cujo compromisso com a justiça e as causas em que acreditava estabeleceram um padrão para todos nós aspirarmos”, escreveu o ator de 75 anos na sua página de Facebook.

Kirk Douglas, cujo verdadeiro nome é Issur Danielovitch Demsky, nasceu em 1916 em Amsterdam, uma pequena cidade no estado de Nova Iorque. Filho de imigrantes russos, estudou na Academia de Artes Dramáticas.

Com 70 anos de carreira, é considerado um dos melhores atores da história do cinema. Apesar de nunca ter levado o prêmio para casa, Kirk Douglas foi três vezes nomeado para um Oscar com os filmes O Invencível (1949), Assim Estava Escrito (1952) e Sede de Viver (1956), mas em 1996 foi homenageado pela Academia com um Oscar honorário em 1996.

Em ‘Spartacus’, um dos clássicos do cinema: atuação memorável

O ator norte-americano também recebeu o Cecil B. DeMille, em 1968, que reconhece os artistas que tiveram um grande impacto no mundo do entretenimento. Com uma filmografia de mais de 80 obras, Kirk Douglas também se destacou em filmes como ‘Spartacus’, ‘‘A Montanha dos Sete Abutres’ e ‘Duelo de Titãs’.

“A vida de Kirk foi bem vivida e ele deixou um legado que vai durar por gerações, e uma história como um filantropo que trabalhou para ajudar o público e trazer paz ao planeta. Termino com palavras que disse no último aniversário dele, que nunca deixarão de ser verdade. Pai, te amo muito e sou muito orgulhoso de ser seu filho”, escreveu ainda Michael Douglas.

Uma das últimas aparições de Kirk Douglas em público foi durante a cerimónia dos Globos de Ouro de 2018.

Kirk encarnou o pintor Van Gogh em ‘Sede de Viver’

O ator esteve casado com Diana Douglas, entre 1943 e 1951, com quem teve os filhos Michael e Joel. Desde 1954 e casado com Anne Buydens, com quem teve dois filhos, Eric e Peter. “Viver com meu marido é como sentar em um lindo jardim ao lado de um vulcão que pode entrar em erupção a qualquer momento”, escreveu Anne a respeito do marido.

Fotos:Reprodução Internet