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Workshops gratuitos de dança on-line nos dias 10 e 17 de Abril para os alunos da rede municipal e estadual do Rio

A Laurent Produções & Eventos foi contemplada pelo Subsídio – Inciso II, da Lei Aldir Blanc e, realiza workshops gratuitos de dança, em versão totalmente on-line, por causa da pandemia de Covid-19, nos dias 10 e 17 de abril, para alunos da Rede Municipal e Estadual de Ensino do Rio de Janeiro, também para bailarinos em geral, pela plataforma Zoom.

Fonte Reprodução

Serão três modalidades de dança: Street Dance, das 10 às 12h com o professor Michael Baes; Funk Carioca, das 12h às 14h (somente dia 10) com Mac Rodrigues e Dança Afro e Danças Populares com percussão, das 12h às 14h (somente dia 17) com Kátia Bezerra e Alexandre Pires.

Você que é aluno (a) da Rede Municipal ou Estadual do Rio, ou bailarino (a) pode se inscrever pelo Instagram @laurentproducoes ou pelo WhatsApp da diretora da Laurent, Benita Góes (97625-2188). Participe!

Fonte: Reprodução
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Brasil Cultura

Até o dia 03/03 acontece o ciclo de palestras gratuitas “Lab Corpo Palavra”

 

 

O ciclo virtual de palestras “Lab Corpo Palavra” reúne, até 3 de março, artistas e pesquisadores da dança, das escritas, das artes cênicas e dos estudos do corpo no canal do Youtube Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp). A proposta é conversar sobre os pensamentos e práticas que envolvem a dança contemporânea na relação entre o corpo e a palavra. Nesta quinta-feira, dia 18/02, às 14h, a convidada é a bailarina e pesquisadora Maria Alice Poppe, cujo trabalho investiga as relações poético-políticas entre corpo, chão, peso, gravidade e queda em uma perspectiva híbrida de gesto e pensamento. As palestras ficam disponíveis no canal após o evento.

A atividade é um desdobramento do Laboratório Corpo Palavra: coreografias e dramaturgias cartográficas, trabalho artístico-pedagógico desenvolvido pela bailarina, coreógrafa, professora e pesquisadora da dança Aline Bernardi há seis anos. O projeto contempla curso de formação e criação artística virtual, que segue até março, lançamento de livros, podcasts e as palestras, que ficarão disponíveis no canal após cada evento. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal através do Prêmio Fomento a Todas as Artes.

Participam das palestras: Hélia Borges (Psicanalista, professora da graduação e da pós-graduação da Faculdade Angel Vianna. Pesquisadora de arte, psicanálise e processos de subjetivação); Katya Gualter (artista da dança, Professora do Departamento de Arte Corporal e Diretora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ); Sandra Benites (antropóloga indígena da etnia guarani, curadora do Museu de Arte de São Paulo, arte-educadora e artesã); Maria Alice Poppe (Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de graduações em dança da UFRJ); Ondjaki (Poeta e escritor angolano. É também autor de roteiros cinematográficos); Ana Kfouri (Diretora teatral, atriz e pesquisadora, especialista em arte e filosofia, professora da PUC-Rio, Departamento de Letras, Curso de Artes Cênicas); e Ciane Fernandes (Performer e professora titular da Escola de Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA).

Programação:

Palestras LAB Corpo Palavra

  • 18/02: 14h às 15h – Palestra com Maria Alice Poppe – Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de graduações em dança da UFRJ.
  • 23/02: 16h às 17h – Palestra com Ondjaki – Poeta e escritor angolano. É também autor de roteiros cinematográficos.
  • 28/02: 11h às 12h – Palestra com Ana Kfouri – Diretora teatral, atriz e pesquisadora, especialista em arte e filosofia, professora da PUC, Departamento de Letras, Curso de Artes Cênicas.
  • 03/03: 16h às 17h – Palestra Performática com Ciane Fernandes -Performer e professora titular da Escola d Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA

Serviço:

Palestras – Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas

Temporada: De 29 de janeiro a 03 de março

Programação:

29/01: 13h às 14h – Palestra com Hélia Borges. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

03/02: 15h às 16h – Palestra com Katya Gualter. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

09/02: 15h às 16h – Palestra com Sandra Benites. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

18/02: 14h às 15h – Palestra com Maria Alice Poppe

23/02: 16h às 17h – Palestra com Ondjaki

28/02: 11h às 12h – Palestra com Ana Kfouri

03/03: 16h às 17h – Palestra Performática com Ciane Fernandes

Exibição: no canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

Ingressos: gratuitos

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Cidade Cultura Rio

Cia Livre de Dança, da Rocinha, promove colônia de férias para crianças da comunidade

Cia Livre de Dança, da Rocinha, promove até 29 de janeiro a colônia de férias “Fazendo Arte nas Férias” para 20 crianças e adolescentes (de 5 a 15 anos) da comunidade localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro. As atividades são gratuitas e acontecem de segunda a sexta-feira, das 15h às 18h, na sede da Cia, localizada na Via Ápia 44/301. Todas as aulas – Hip Hop, Mix Dance, Jazz, Tiktok, Now United, Circo, Artesanato, Oficina Teatral, Danças Urbanas, Musicalização, Percussão e Dança Afro – são voltadas para a linguagem da dança, ministradas pelos professores, coreógrafos e dançarinos Ana Lúcia Silva, Mikael David, Hanna Guimarães, Alexandre Pires, Gleyce Lima e Yara Batista.

É uma colônia de férias com foco na dança, em que as crianças vivenciam diversas atividades artísticas, criativas e lúdicas que contribuem para a formação de um dançarino”, explica a professora e coreógrafa Ana Lúcia Silva, idealizadora da Cia Livre de Dança, escola e Ponto de Cultura criado por ela na comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em 1999.

Todas as medidas de prevenção ao novo coronavírus estão sendo seguidas na colônia de férias. Além de as atividades serem simultâneas e restritas a três crianças por vez, cada participante fica em uma área limitada por uma marcação no piso que restringe o espaço. Além disso, não é permitida a entrada com calçados da rua e todos devem levar sua própria garrafa de água, além de máscara e álcool gel.

 

1 - Colônia Fazendo Arte nas Férias - Cia. Livre de Dança - crédito da foto_Nara Raboredo.jpg

Ana Lúcia e a Cia Livre de Dança

Nascida e criada na Rocinha, Ana Lúcia Silva está à frente da Cia Livre de Dança, escola e Ponto de Cultura que criou na comunidade em 1999. Graduada em Licenciatura Plena em Dança pela Universidade Cândido Mendes e pós-graduada em Psicomotricidade Clínica e Relacional, ela acredita na dança como veículo transformador, e por isso a importância de sempre estudar. Valorizando suas origens, Ana Lúcia Silva tem orgulho de  ter representado a Rocinha em eventos nacionais e internacionais, como também ter sua biografia apresentada em uma exposição para mulheres negras nos Estados Unidos.

Mais informações:

www.instagram.com/cialivrededanca

www.facebook.com/cialivrededancadarocinha

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Cultura Rio

Inscrições gratuitas para o Laboratório Corpo Palavra, com Aline Bernardi, estão abertas até sexta-feira

O “Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas”, 

com a artista e pesquisadora de dança Aline Bernardi, 

está com inscrições abertas e gratuitas até sexta-feira

 

Durante sete semanas, a coreógrafa, bailarina e professora vai ministrar curso virtual de formação e criação artística que investiga a relação entre corpo e palavra. 

Com início em 25 de janeiro, as aulas contarão com a presença de convidados e especialistas na área. Uma mostra artística vai ser organizada no fim do processo, em março.

 

Qual a implicação do corpo no ato de escrever? É possível escrever enquanto nos movemos? Quais são os afetos percebidos entre razão e sensibilidade? Como a poesia do corpo pode interferir no ato criativo? Essas são algumas das perguntas que guiam o Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas, trabalho artístico-pedagógico desenvolvido pela bailarina, coreógrafa e professora de dança Aline Bernardi há seis anos. Estão abertas até sexta-feira, dia 22 de janeiro (no link https://bit.ly/2XseblL), as inscrições gratuitas para uma nova etapa do laboratório, com início no dia 25, que vai investigar também os novos hábitos que nosso corpo está vivenciando durante a pandemia com quarentena estendida. As aulas virtuais serão oferecidas a 35 participantes, a partir da seguinte divisão: 3 vagas para mulheres, 3 vagas para pessoas negras, 3 vagas para indígenas, 3 vagas para lgbtqia+, 3 vagas para pessoas com deficiência, 5 vagas para estudantes de Ensino Médio e Técnico, 5 vagas para estudantes de graduação e pós-graduação em Artes e 10 vagas para ampla concorrência — 70% das vagas serão destinadas ao município do Rio de Janeiro e 30% destinadas ao Brasil e América Latina. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal através do Prêmio Fomento a Todas as Artes.

O intuito do projeto é oferecer um ambiente de experimentação para investigar as coreografias e dramaturgias do movimento, compreendidas como escritas do corpo no espaço em uma perspectiva cartográfica. A cartografia parte do pressuposto e do reconhecimento de que estamos continuamente em processo. Serão organizadas dinâmicas somáticas e de consciência corporal para o reconhecimento da estrutura do corpo físico e seus aspectos sensoriais, e jogos criativos de escritas cartográficas “As dinâmicas do laboratório vão oferecer um campo de experimentação entre práticas somáticas corporais junto a leituras, conversas e escritas. Queremos experimentar coletivamente gestos integrados entre corpos e palavras que possam nos impulsionar aos processos de criação artística”, explica Aline. “Construir um corpo cartográfico pressupõe que a gente se permita estar disponível para se relacionar com o que vai aparecer no processo, afetar e ser afetado pela presença de cada pessoa que vai compor esse coletivo”, acrescenta.

As aulas começam no dia 25 de janeiro e terão duração de sete semanas. No final do processo, será organizada uma mostra artística a partir do trabalho desenvolvido. O laboratório será dividido em dois módulos teóricos e práticos junto aos encontros criativos sob o comando de Aline Bernardi (diretora artística do Celeiro Moebius e propositora do Lab Corpo Palavra), com acompanhamento dramatúrgico de Lígia Tourinho (artista da dança e do teatro e Professora do Departamento de Arte Corporal da UFRJ).

Haverá também palestras e vivências com convidados como Hélia Borges (psicanalista, professora da graduação e da pós-graduação da Faculdade Angel Vianna. Pesquisadora de arte, psicanálise e processos de subjetivação); Ondjaki (poeta e escritor angolano); Sandra Benites (antropóloga indígena da etnia guarani, curadora do Museu de Arte de São Paulo, arte-educadora e artesã); Soraya Jorge (Pesquisadora, artista do movimento e do gesto palavra. Introdutora do Movimento Autêntico no Brasil); Maria Alice Poppe (Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de dança da UFRJ); Ciane Fernandes (Performer e professora da Escola de Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO); Ana Paula Bouzas (atriz, bailarina, diretora de movimento e pesquisadora das artes do corpo em cena); Ana Kfouri (diretora teatral, atriz, professora de Artes Cênicas e coordenadora da Pós-Graduação Relações entre Corpo e Palavra nas Artes da Cena da PUC-Rio); Katya Gualter (artista da dança, Professora do Departamento de Arte Corporal e Diretora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ); Ruth Torralba (professora da Graduação e Mestrado em Dança da UFRJ, coordena o Núcleo de Pesquisa, Estudos e Encontros em Dança) e Lídia Laranjeira (Artista do corpo, pesquisadora, coordenadora do Núcleo de Pesquisa, Estudo e Encontro em Dança e professora da graduação em dança da UFRJ) e Pedro Sá Moraes (cantor, compositor e ator).

Uma aula introdutória sobre o projeto pode ser vista no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=9G89pDxvwqw&t=2s.

Sobre Aline Bernardi

 

Performer, bailarina, coreógrafa, preparadora corporal, professora e pesquisadora das artes do corpo, Aline Bernardi investiga os trânsitos entre dança e escrita no processo de criação, além de atuar com ênfase nos estudos da improvisação e contato improvisação. Mestranda em Dança no Programa PPGDan/UFRJ e Pós-Graduada no Programa de Especialização PCA (Preparação Corporal nas Artes Cênicas) da Faculdade Angel Vianna, ambos com a pesquisa LAB CORPO PALAVRA. Aperfeiçoamento em Performance através do Programa F.I.A. (Formação Intensiva Acompanhada) do c.e.m. (centro em movimento), de Lisboa. Graduada em Licenciatura Plena em Dança na Faculdade Angel Vianna e Formada em Técnica de Dança Contemporânea pela Escola Angel Vianna. Criadora e propositora do LAB CORPO PALAVRA, atuando desde 2015 em diversos espaços privados e públicos. Autora do Livro-performance “Decopulagem”, que teve circulação nacional e internacional em 2019 e 2020. Em 2020 inicia um novo processo de criação autoral, assinando direção e atuando como performer, sobre o gesto da escrita feminina a partir de escritas com a tinta do sangue da menstruação das artistas envolvidas no projeto, no desenvolvimento de videoarte, performances e instalações; e abre o selo editorial Cadernos Sensórios Corpo Palavra, lançando nacional e internacionalmente o e-book “Vertigem Infinita”.

Ficha técnica

Direção Artística e Concepção: Aline Bernardi

Dramaturgia: Ligia Tourinho

Direção de Arte, Assistência de Direção e Ilustrações: Lia Petrelli

Direção de Produção: Aline Bernardi

Produção Executiva: Laura Addor

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação

Direção de Comunicação: Rachel Almeida

Podcast: Lia Petrelli

Direção de Fotografia e Montagem Audiovisual: Julio Stotz

Palestrantes: Hélia Borges, Ciane Fernandes, Sandra Benites, Maria Alice Poppe, Katya Gualter, Ana Kfouri e Ondjaki

Professores Convidados: Soraya Jorge, Ruth Torralba, Lidia Laranjeira, Ana Paula Bouzas e Pedro Sá Moraes

Projeto Gráfico: Emerson Ferreira e Nativu Design

Site: Pedro Sá Moraes

Fotos: Helena Cooper

Mediação do Lançamento Oficial: Richard Riguetti

Tradutores de Libras: Atanael Weber e Cíntia Santos

Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal

Realização: Celeiro Moebius e Lab Corpo Palavra

Apoio Institucional: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Faculdade Angel Vianna, PPGPDAN/FAV, EEFD/UFRJ, PPGDan/UFRJ, Sindicato de Dança, ETEAB – Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch

Parcerias: CIMA, ESLIPA, Nativu Design, Racca Comunicação, Zingareio, Clipes

 

Serviço:

Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas

Período de inscrições: de 13 a 22 de janeiro de 2021, no link https://bit.ly/2XseblL

Serão 35 vagas, divididas da seguinte maneira: 3 vagas para mulheres; 3 vagas para pessoas negras, 3 vagas para indígenas, 3 vagas para lgbtqia+, 3 vagas para pessoas com deficiência, 5 vagas para estudantes de Ensino Médio e Técnico, 5 vagas para estudantes de graduação e pós-graduação em Artes e 10 vagas para ampla concorrência — 70% das vagas serão destinadas ao município do Rio de Janeiro e 30% destinadas ao Brasil e América Latina.

Divulgação dos selecionados e dos suplentes: 23 de janeiro de 2021.

Início do laboratório: 25 de janeiro de 2021

Duração do projeto: de janeiro a março de 2021

Mostra artística: 17 a 20 de março

Redes Sociais do Projeto:

Youtube: https://bit.ly/3q9zULp

Facebook: https://bit.ly/2JWhdeQ

Instagram: @celeiromoebius

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Cultura Rio

Cia Livre de Dança, da Rocinha, realiza audição para selecionar bailarinos para espetáculo de dança afro brasileira

“Brasileirices” será apresentado em março no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro

Hoje (15 de janeiro), a professora dança e coreógrafa Ana Lúcia Silva realizará uma audição para selecionar cinco dançarinos para o espetáculo “Brasileirices”, da Cia Livre de Dança, que será apresentado em março no Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro. A seleção, que acontecerá a partir das 18h na sede da Cia., na Rocinha, está aberta para dançarinos maiores de 18 anos que tenham base de jazz, dança afro e teatro musical. A Cia Livre de dança foi contemplada pela Lei Aldir Blanc.

Com coreografia de Ana Lúcia Silva, “Brasileirices” é um espetáculo de dança afro brasileira que reúne canto, dança, interpretação e percussão ao vivo para contar a história de um jovem que descobre de nasceu no dia em que a Lei do Ventre Livre foi promulgada, mas que passou a vida inteira como escravo.

“A audição será uma aula de dança afro brasileira, com percussão ao vivo; portanto descansem na véspera”, recomenda a professora e coreógrafa Ana Lúcia Silva. “É para levantar a poeira do chão!”, adianta.

Para a audição, os interessados devem comparecer à sede da Cia Livre de Dança (Via Ápia 44, sala 301 – Rocinha) às 18h desta sexta-feira. Devido a medidas de prevenção ao novo corona vírus, não será permitida a entrada com calçados da rua e todos dançarinos devem levar sua própria garrafa de água, além de máscara e de álcool gel.

Ana Lúcia e a Cia Livre de Dança

Nascida e criada na Rocinha, Ana Lúcia Silva está à frente da Cia Livre de Dança, escola e Ponto de Cultura que criou na comunidade em 1999. Ela desenvolve uma série de produtos sociais com o objetivo de lecionar danças para crianças e jovens da comunidade. Graduada em Licenciatura Plena em Dança pela Universidade Cândido Mendes e pós-graduada em Psicomotricidade Clínica e Relacional, ela acredita na dança como veículo transformador, e por isso a importância de sempre estudar. Valorizando sempre suas origens, Ana Lúcia Silva tem orgulho de  ter representado a Rocinha em eventos nacionais e internacionais, como também ter sua biografia apresentada em uma exposição para mulheres negras nos Estados Unidos.

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Destaque Rio

Crivella libera permanência de banhistas na areia da praia e pistas de dança em alguns estabelecimentos

O prefeito do Rio de Janeiro, Marcelo Crivella, anunciou que dará início a sétima fase de flexibilização do município em meio à pandemia de Covid-19. Com isso, está permitida a permanência dos banhistas na areia da praia. E os Ambulantes de praia poderão vender bebidas alcoólicas e alugar guarda sol e cadeiras.

Em relação á educação, a volta às aulas de todas as séries das escolas e creches privadas estão autorizadas. De acordo com a prefeitura, a reabertura da rede municipal de educação será feita voluntariamente, com cada instituição tomando a decisão após reunião do conselho de pais com os professores, onde será decidido se a escola  atende os pré-requisitos para garantir segurança para alunos e profissionais.

A prefeitura libera também, o uso de pistas de dança em lanchonetes, bares, restaurantes, food parks e eventos sociais. Em casas de show e boates, ainda vale a regra de reserva de lugar numerado, com 2/3 da capacidade do ambiente.

De acordo com o último levantamento da Secretaria do Estado do Rio de Janeiro, os números registravam, 311.308 casos confirmados e 20.636 óbitos por Covid-19 no estado. Há 472 óbitos em investigação e 2.163 foram descartados. Entre os casos confirmados, 286.181 pacientes se recuperaram da doença.

 

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Notícias do Jornal

DJ Diego Fábio dos Santos de Jesus, o Zulu Tec Nykko – Uma história de superação, amor pela dança e bons projetos

Antes de se tornar um jovem rebelde, segundo sua própria definição, Zulu passou parte da infância preso à cama. Durante três longos anos conviveu com uma bronquite asmática seguida de sopro cardíaco (uma anormalidade do fluxo sanguíneo que passa pelo coração).

Com o passar do tempo, Zulu frequentou outros grupos de dança até descobrir o movimento hip hop. A passagem por ONGs e projetos sociais fez com que criasse uma metodologia própria de ensino a ser aplicada a crianças, o que o qualificou como educador.

Em pouco tempo já estava ministrando aulas no projeto que ajudou a criar, o Cypher da Rua. Na linguagem do hip hop, “cypher” é a roda de amigos que se forma nas batalhas de MC’s ou em outras atividades ligadas ao movimento. Funcionando desde 2015, hoje o projeto atende cerca de 40 crianças de várias classes sociais e acumula inúmeras histórias de superação.

Zulu, também é ganhador de 6  grandes prêmios, incluindo o de melhor gestor de Cultura do Estado Rio de Janeiro em 2017 e 2019, melhor evento da Baixada projeto Cypher Na Rua,  ministrou  vários workshop de Dança    Urbanas em Vários Estados do Brasil, participou de show e programa Tv , hoje é membro Representante da Zulu Nation INSTITUIÇÃO Organizadora do Hiphop Mundo ,(internacional) e membro do Conselho internacional de Dança o CID- UNESCO.

Ele também é…

Dançarino (Danças urbanas-breaking) , Coreógrafo, Art -Educador , Pesquisador de danças Urbanas ,Treinador de Breaking , DJ, Beat Maker (formado pela RedBull Favela Beat) , Presidente do Centro de Desenvolvimento de Atributos Urbanos (URBANOS BF), instituição com  atuação nacional e internacional. Diretor do curso de dança do Teatro Municipal de Duque de Caxias, Conselheiro Municipal de Juventude de Duque de Caxias , Conselheiro Municipal de Cultura de Duque de Caxias ,  criador do kit de mobilização de jovem negro periféricos o (Quilombox) da Anistia Internacional campanha Jovem negro Vivo ,  Produziu e coordenou diversos eventos e projetos artísticos dentro e fora da cidade de Duque de Caxias.

Atualmente participa da Comissão Técnica da (CNDDS – Conselho Nacional de Dança Desportiva e de Salão), organizando diretrizes da Dança Breaking no seu possível enquadramento no território braseiro.

Em 2019, Cypher foi contemplado com o Diploma Heloneida Studart, uma forma de reconhecimento e estímulo às boas práticas culturais promovida pela Comissão de Cultura da Alerj. Também esteve entre os sete vencedores do edital ” Apoio a Ações Locais Enfrentamento ao Racismo com Enfoque na Segurança Pública”. A chamada pública visa fornecer suporte para iniciativas, coletivos e organizações sediadas na Baixada Fluminense.

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Fica a Dica

FESTLIP_On

De 18 a 23 de junho, o FESTLIP_On reúne artistas de Angola, Brasil, Cabo Verde, Guiné-Bissau, Guiné Equatorial, Moçambique, Portugal, São Tomé e Príncipe e Timor Leste para shows, leituras dramáticas, espetáculos teatrais, exibição de filmes, debates, exposição e mostra gourmet.

O FESTLIP – Festival Internacional das Artes da Língua Portuguesa antecipa sua 12ª edição para o 1º semestre e promove, de 18 e 23 de junho, a união de quatro continentes por meio de conteúdos artísticos transmitidos via internet, neste período da quarentena mundial.

Com toda a sua programação online e ao vivo, disponível gratuitamente em seus canais digitais (facebook.com/festlip e youtube.com/festlip

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Destaque Fica a Dica

Não deixe a dança morrer

Pensando em uma forma de mostrar a força da cultura neste momento de isolamento social por conta da pandemia do coronavírus, o diretor/coreógrafo Caio Nunes criou o festival de dança X Dance Fest Online, que acontece no dia 25 de abril, reunindo profissionais da dança de todo o país em prol da valorização e união do segmento.

Sem fins lucrativos, o evento, que está sendo realizado em parceria com o Magical Dance Tour, da empresária Fabiana Carvalho, tem como objetivo promover uma maior conexão entre escolas de dança, professores e alunos em tempos de quarentena. Trata-se de um movimento da cultura brasileira que levará entretenimento e arte online durante este período, mostrando a necessidade da cultura em nossas vidas.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Colunas

Oficina de Congado Mineiro acontece na Casa do Jongo, neste domingo

O mês de fevereiro certamente remete carnaval, dança, ritmos. E é nesse embalo de muita alegria, que no próximo domingo (16), na Casa do Jongo, das 10h às 13h, acontece a Oficina de Congado Mineiro, ministrada por Katia Arracelle, atriz, dançarina e Capitã da guarda de congo de Nossa Senhora do Rosário.

Ritualmente essas duas expressões culturais, o congado e o jongo são diferentes, mas com o olhar mais atento elas revelam inúmeros diálogos concordantes, especialmente referente às memórias da África, da escravidão e as lutas políticas contra a desigualdade social e ao preconceito racial.  É visível a força da oralidade e também os conhecimentos que se pode obter sobre essas festas e seus integrantes através dos pontos. Estes fazem parte da história desses grupos sociais e alguns são cantados há muito tempo.

O congado é uma manifestação cultural de origem afro-brasileiro, que ocorre especialmente no Estado de Minas Gerais, realizando uma conexão entre as culturas africana, europeia e indígena. Dos diversos elementos que compõem o Congado, a música ocupa importante papel, dando movimento e forma ao ritual, promovendo o contato do mundo físico com o mundo sagrado. As vestes coloridas fazem referências aos seus santos devocionais, por empatia e beleza ou por estarem associadas à religiosidade afro-brasileira.

O jongo, por sua vez, é uma forma de expressão que integra percussão de tambores, dança coletiva e elementos mágico-poéticos, que tem suas raízes nos saberes, ritos e crenças dos povos africanos, sobretudo os de língua Bantu. O Jongo consolidou-se entre os escravos que trabalhavam nas lavouras de café e cana de açúcar, localizadas no Sudeste brasileiro. É um elemento de identidade e resistência cultural para várias comunidades e também espaço de manutenção, circulação e renovação do seu universo simbólico.

 “Cada um tem as suas particularidades e encantos. O Congado e o Jongo na verdade caminham lado a lado conscientizando as suas comunidades sobre a necessidade de conhecerem suas histórias da África, do tráfico e do cativeiro, para que assim continuem a lutar por melhores condições de vida e também orgulharem-se de serem negros. É através das danças, dos festejos, que as lutas políticas se concretizam. O congado e o jongo são elementos importantes para a luta contra o racismo”, finaliza a Capitã da guarda de congo de Nossa Senhora do Rosário, Katia Aracelle.

O domingo será de muito aprendizado, de muita troca. A entrada do evento vai contar com uma contribuição consciente no valor sugerido de R$30,00.

SERVIÇO:
Quando: Domingo, das 10h às 13h
Endereço:
 Rua Silas de Oliveira, 101, Madureira
Telefone: (21) 3457-176
Site: http://www.jongodaserrinha.org.br