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A Cia. Ballet do Rio de Janeiro retorna aos palcos com “Tempo para dançar” neste fim de semana

A tradicional Companhia BALLET DO RIO DE JANEIRO, de Dalal Achcar, retorna as atividades com repertório eclético, do clássico ao contemporâneo mais avançado, em obras de importantes coreógrafos nacionais e internacionais no palco do Teatro Riachuelo Rio, nos dias 11 e 12 de setembro em “Tempo para dançar”.

O espetáculo “TEMPO PARA DANÇAR”, marca o retorno da cia às suas atividades e permite ao público descobrir jovens talentos brasileiros da atualidade da dança. Encenando clássicos e contemporâneos, a cia irá apresentar um espetáculo único, capaz de atingir um público amplo e variado. Como convidada, o espetáculo conta com a participação da artista Márcia Jaqueline, Primeira Bailarina do Theatro Municipal. As apresentações acontecem nos dias 11 e 12 de setembro, no Teatro Riachuelo Rio.

 

TEMPO PARA DANÇAR – repertório

GENTE QUE PASSA

Música: Philip Glass / Coreografia: Éric Frédéric

 

VALSA SEM NOME

Música: Baden Powell / Coreografia: Ivonice Satie

 

AS HORAS

Música: Philip Glass/Montserrat Caballé / Coreografia: Éric Frédéric

 

IRMÃOS

Música:   Maurane (sobre um prelúdio de J. S. Bach) / Coreografia: Éric Frédéric

 

ARANJUEZ

Música: Joaquim Rodrigo / Coreografia: Éric Frédéric

 

VALSE À MILLE TEMPS

Música: Jacques Brel / Coreografia: Éric Frédéric

 

SLOW DANCE

Música: Boz Scaggs – Chie Ayado / Coreografia: Éric Frédéric

 

SHOGUM

Música: Milton Nascimento/Fernando Brant / Arranjo: Uakti / Coreografia: Ivonice Satie

 

SWING   SYMPHONY

Música:   Nino Rota – Wynton Marsalis / Coreografia: Éric Fréderic

 

SERVIÇO:

 

Local: TEATRO RIACHUELO RIO

Endereço: Rua do Passeio, 38/40 – Cinelândia – Rio de Janeiro

Datas: 11 e 12 de setembro

Horário: Sábado, 20h | Domingo, 18h

Ingressos:

Plateia VIP – R$60,00

Plateia e Balcão Nobre – R$40,00

Balcão Superior – R$20,00

Vendas online: https://bileto.sympla.com.br/event/68764/d/107162

Duração: 1h40m com intervalo

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Cultura Destaque Rio

Estreia hoje espetáculo ‘Proibido Elefantes’ da Fundação Nacional de Artes

A Fundação Nacional de Artes lança, nesta quarta-feira, dia 8 de setembro, às 20h, o espetáculo Proibido Elefantes, do Rio Grande do Norte.

A montagem, da Companhia Gira Dança, encerra a terceira fase do

Foto: Brunno Martins

Festival Funarte Acessibilidança, que tem sete espetáculos da Região

Nordeste. Segundo a companhia, proporcionar acesso do público em geral a uma montagem como Proibido Elefantes é colocar a sociedade em frente a um espelho.

Mesmo no campo subjetivo que é a criação em dança, a obra absorve diversas vivências, sejam elas dos corpos dançantes que estão no vídeo ou de pessoas que passaram pela vida deles – diz o grupo.

As sessões do Festival Funarte Acessibilidança, em vídeos com

Foto: Brunno Martins

audiodescrição e Libras, ficam disponíveis no canal da Funarte no
YouTube  logo após o lançamento. A programação gratuita teve início em junho e vai até o final de outubro, com a publicação dos 25 projetos contemplados.

A obra desta semana fala sobre o olhar como via de acesso; porta de
entrada e saída de significados.

O modo como percebemos a realidade é resultante do diálogo que estabelecemos com ela. Nosso olhar é constituído pela realidade, assim como a realidade é constituída pelo nosso olhar — a construção do sentido transita em via de mão dupla. O olhar enquanto apreensão subjetiva do mundo é, neste trabalho, apontado como elemento potencializador do sujeito diante dele – frisa o coletivo.

Proibido Elefantes tem concepção, direção geral e coreografia
assinadas por Clébio Oliveira, e a direção artística fica a cargo de
Alexandre Américo. O vídeo da montagem tem 55 minutos de duração e é indicado a maiores de 16 anos.

Proibir elefantes, neste espetáculo, é proibir o olhar que ressalta as limitações, os impedimentos e que duvida da capacidade do sujeito frente à adversidade. Proibir elefantes, aqui, é apostar no olhar do sujeito sobre si e sobre o mundo em que vive como elemento ressignificador einstaurador de realidade – reforça a Gira Dança.

Sobre a Cia. Gira Dança

Companhia de dança contemporânea, formada por bailarinos com e sem deficiência, a Gira Dança tem como proposta artística ampliar o
universo da dança por meio de uma linguagem própria, voltada para o
conceito do corpo como ferramenta de experiências. O coletivo busca
instigar nos espectadores a discussão sobre os limites do corpo,
rompendo preconceitos e limites preestabelecidos, com foco nas
relações entre corpos com e sem deficiência.

Com sede em Natal, no Rio Grande do Norte, a Gira Dança foi fundada em 2005, pelos artistas da dança Anderson Leão e Roberto Morais. O grupo desenvolve ações sociais como palestras e oficinas em instituições de ensino e organizações.

O Festival Funarte Acessibilidança

O Festival Funarte Acessibilidança, em estreia na instituição, foi
criado a partir das ações do Prêmio Festival Funarte Acessibilidança
Virtual 2020. No concurso público, foram premiados 25 projetos de
vídeos de espetáculos, que promovem o acesso de todas as pessoas à
arte.

Com a iniciativa, a Funarte busca realizar novas ações a partir do uso
das mais recentes tecnologias, estendendo, desse modo, um novo modelo para todo o Brasil. Assim, a Fundação reforça seu compromisso de promover e incentivar a produção, a prática, o desenvolvimento e a difusão das artes no país; e de atuar para que a população possa cada vez mais usufruir das manifestações artísticas. Criada em 1975, a Funarte segue, portanto, empenhada em acompanhar as transformações no cenário artístico e social.

O coordenador de Dança da entidade, Fabiano Carneiro, destaca a
importância de se levar essa linguagem artística à população,
durante o período de distanciamento social. “Estamos estreando o
Festival Funarte Acessibilidança, um projeto inédito com foco na
acessibilidade e na inclusão. Ao longo dos próximos meses, serão
apresentados espetáculos de dança das cinco regiões do Brasil,
plenamente acessíveis ao público, contemplando uma enorme diversidade na sua programação”, explica o coordenador.

O festival foi lançado no dia 16 de junho, com _Lua de Mel_, da Cia.
Lamira Artes Cênicas (Tocantins). Na semana seguinte, foi exibido
Maculelê: Reconstruindo o Quilombo, do Grupo de Dança Reconstruindo o Quilombo (Rondônia). Solatium encerrou a agenda das companhias da Região Norte. A segunda fase teve montagens premiadas da Região Sul. Flamenco Imaginário, da Cia. Del Puerto (Rio Grande do Sul), deuinício à programação. Em seguida, _Convite ao Olhar, da Cia. de Dança Lápis de Seda (Santa Catarina), foi disponibilizado. Do Avesso, do Grupo Nó Movimento em Rede (Paraná), fechou a temporada da
região.

A terceira fase divulga os trabalhos da Região Nordeste. A estreia foi
com _Estado de Apneia_, do Grupo Movidos Dança Contemporânea, do Rio Grande do Norte. Depois, foi a vez da montagem _Ensaio sobre o Silêncio, de Pernambuco; de Maré – Versão virtual e acessível, do Rio Grande do Norte; de Rio sem Margem, da Bahia; de Plenitude, do Piauí; e de Ah, se eu fosse Marilyn!, da Bahia. A programação segue
agora com a montagem Proibido Elefantes, do Rio Grande do Norte, que encerra a etapa Nordeste do evento.

Os projetos contemplados nas demais regiões do País serão exibidos em seguida, até outubro, por meio do canal da Funarte no YouTube
(bit.ly/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca). No decorrer das
apresentações, o coordenador de Dança da Fundação, Fabiano
Carneiro, participará de uma “live” com diretores e artistas de
dança, além de convidados.

Festival Funarte Acessibilidança

Acesso gratuito, no canal: bit.ly/FunarteYouTubeFestivalAcessibiliDanca

Com audiodescrição e Libras

Espetáculo Proibido Elefantes, da Companhia Giradança (Rio Grande
do Norte)

Dia 8 de setembro, quarta-feira, às 20h

Classificação indicativa: 16 anos
Duração: 55 minutos

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Arte Cultura Dança Destaque Rio Samba

Inscrições abertas para o Congresso Nacional do Samba

 O evento, marcado para acontecer no dia 02 de dezembro, trará quatro eixos temáticos com inscrições abertas para a apresentação de trabalhos.

A quinta edição do Congresso Nacional do Samba vai tratar da “genealogia” desse ritmo de matriz africana encontrado em várias regiões do país. Organizado pelo Laboratório de Preservação e Gestão de Acervos Digitais (LABOGAD) da UNIRIO, através do programa de extensão “Memorável Samba”, e o Centro de Referência e Informação em Artes e Cultura Brasileira (CRIAR), o evento será realizado no dia 02 de dezembro, Dia Nacional do Samba. Os interessados podem inscrever seus trabalhos até o dia 20 de setembro, podendo ser artigos acadêmicos, crônicas e performances em vídeo que estejam afinados com a missão de refletir sobre a genealogia, a cartografia e a cronologia dessa manifestação cultural brasileira.

O objetivo é reunir estudiosos, pesquisadores e praticantes em quatro eixos temáticos: “Batuques, Congadas e Músicas Sacras Afro-Brasileiras”, “Sambas Rurais”, “Sambas Urbanos Tradicionais” e “Sambas Urbanos Contemporâneos”. Cada um desses eixos têm uma infinidade de ritmos que compõem a Árvore Genealógica do Samba. Com transmissão pelo YouTube, o evento vai abrir inscrições no sistema de doação solidária no valor de R$ 30,00, com o objetivo de cobrir os custos mínimos da iniciativa. Embora seja aberto ao público, aqueles que desejarem receber o certificado de participação, precisam estar inscritos no Congresso, marcado para ocorrer das 8h às 20h, e pagar uma taxa simbólica de R$ 10,00, também destinado à parte operacional.

Para inscrever os trabalhos a serem apresentados durante o Congresso, os interessados devem acessar o site para se inscrever. Outras informações podem ser conferidas com o professor Jair Martins de Miranda, do LABOGAD, no e-mail jairmm@unirio.br. No site também é possível participar da enquete Família do Samba, destinada a alimentar a Árvore Genealógica do Samba e, com isso, criar uma memória social do samba, que envolvem os sambistas e suas obras. Por esse motivo, a enquete afetiva circula em torno de uma única pergunta: “Da grande família do samba no Brasil, quais sambas, sambistas e gêneros são mais familiares a você?”.

Retrocedendo na história

A primeira edição do Congresso Nacional do Samba foi organizada por um dos maiores etnólogos brasileiros, Edison Carneiro, em 1962. Criado com o objetivo de preservar as tradições do samba, entre elas, a autenticidade, o estilo e a adaptação, a iniciativa também visava garantir a evolução do gênero no futuro. Desse encontro surgiu a Carta do Samba, que não só garantia a perenidade da memória do ritmo trazido da África para o Brasil, como também valorizava as aspirações de estudiosos, sambistas, intérpretes, folcloristas e amantes desse ritmo.

Passados 50 anos, os professores da UNIRIO, Jair Miranda e Martha Tupinambá decidiram resgatar o importante encontro e nessa segunda edição emblemática, realizada em 2012, comemoraram o centenário de Edison Carneiro e o cinquentenário da Carta do Samba. Debates e homenagens às personalidades do gênero marcaram o encontro, ocorrido em modelo presencial no Palácio Pedro Ernesto e no Museu da República. Intitulado “50 Anos da Carta e do Dia Nacional do Samba” discutiu sobre o samba e o carnaval no contexto da economia criativa e como patrimônio cultural e imaterial do país, promovendo ainda uma revisão da Carta do Samba.

Desse tempo até hoje, já ocorreram mais duas edições: em 2014 e 2020. Essa última, em função da pandemia, foi realizada no formato on-line, enquanto a primeira teve o Museu de Arte Moderna como local do evento. Na terceira edição, a temática foi “Samba & Carnaval: atores, visões e realização” (2014) e “Genealogia do Samba” (2020), quando foram criados os eixos temáticos – Samba (Batuques, Congadas e Músicas Sacras AfroBrasileiras); Sambas Rurais; Sambas Urbanos Tradicionais, e Sambas Urbanos Contemporâneos

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FURNAS incentiva projetos culturais em todo o país

Empresas Eletrobras lançam Programa Cultural 2021
Eletrobras Furnas participa da iniciativa com investimento de R$ 5 milhões

As empresas Eletrobras estão selecionando até o dia 17 de setembro projetos de diferentes manifestações culturais para participarem do Programa Cultural das Empresas Eletrobras 2021.Com essa iniciativa, as empresas Eletrobras disponibilizarão até 9 milhões de reais à cultura brasileira. Desse total, a Eletrobras Furnas entrará com o investimento de 5 milhões. A inscrição é gratuita e poderá ser realizada através do link.

A Eletrobras Furnas integra o esforço das empresas Eletrobras de fomentar a produção cultural e democratizar o acesso dos cidadãos às diferentes manifestações culturais, além de permitir que artistas possam apresentar o seu pensar e fazer cultural para as comunidades onde a empresa está presente – ressalta Clovis Torres, presidente da companhia.

Serão patrocinados projetos de quatro áreas da Lei Rouanet: artes cênicas (dança, teatro e teatro musical); patrimônio cultural material e imaterial; música (erudita e instrumental); e museus e memória.

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Cultura Rio

NOVA PRODUTORA CULTURAL TRÁS JOVENS ARTISTAS DA ZONA NORTE

 

 

Hoje sexta-feira (25) oficialmente a BELFORT PRODUÇÕES apresenta sua equipe para os próximos espetáculos.

Foto: Reprodução

A frente da nova produtora cultural temos o jovem artista Isaac Belfort, como produtor geral. Com apenas 19 anos tem um longo currículo artístico, desde muito cedo começou seu caminho no Núcleo de Artes Grécia até o ano de 2016, onde fez vários espetáculos como “O Gato de Botas” entre outros títulos. Durante sua trajetória no Núcleo fez cursos de dança (ballet, contemporâneo e jazz) e canto. Foi assistente de produção na DelRio produções, por um curto período. A partir de 2018 ele assinou seus primeiros trabalhos como produtor geral dos espetáculo “O Monstro do Sertão de Notre Dame”, “O Rei Leão” no mesmo ano assinou como produtor e um dos curadores do Festival de Inverno CCSP, na zona norte do Rio. Em 2019 Isaac assina sua primeira direção no musical infantil “Criando Asas”, onde é também é ator e produtor do espetáculo. Foi produtor e ator do espetáculo “Aladdin e a lâmpada mágica” em Outubro de 2019. Trabalhou como Coreógrafo da comissão de frente da G.R.E.S Chatuba de Mesquita, dando pontapé no mundo do carnaval carioca.
Atualmente, Isaac Belfort é produtor geral da Belfort Produções e coordenador da Oficina de Artes Paulo Benjamin de Oliveira (Paulo da Portela), ao lado da rainha de bateria da Portela, Bianca Monteiro.

Ao lado de Isaac o time de profissionais escolhidos para compor sua produtora conta com Gabriel Barbosa (Produtor Executivo) também coordenador da Oficina de Artes Paulo da Portela, Layla Santos (Marketing), Nakiska Muniz (Direção musical), Manuel Neto (Logística), Rebeca Bittencourt (autora) e o jovem carnavalesco da G.R.E.S Em Cima da Hora Alex Carvalho (Diretor criativo). A equipe promete muitos lançamentos para 2022 e alguns ainda para o segundo semestre deste ano.

Para mais informações sigam o perfil da produtora nas redes sociais: @belfortproducoes

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Cultura Destaque Notícias Rio

Escola de Dança do Theatro Municipal do Rio completa 94 anos

Da Agência Brasil

A Escola Estadual de Dança Maria Olenewa do Theatro Municipal do Rio de Janeiro completa hoje (27) 94 anos com o lançamento do e-book Professores que Construíram Nossa História. Com depoimentos de diversos docentes da mais antiga e tradicional escola de formação em balé clássico no Brasil, o e-book está disponível nas redes sociais do Theatro Municipal.

Também para lembrar a data, a instituição fez um evento ao vivo, na tarde de hoje, para falar sobre a trajetória da escola, a partir da pesquisa feita por Paulo Melgaço, professor de História da Dança desde 1993.

“Para comemorarmos o aniversário de 94 anos da Escola Estadual de Dança Maria Olenewa, estamos homenageando todos os mestres que por aqui passaram e contribuíram para o desenvolvimento e a formação de milhares de alunos ao longo dos tempos”, reconhece Melgaço

A bailarina e também professora Liana Vasconcelos destacou três palavras fundamentais para uma escola de formação em balé clássico: memória, tradição e evolução. “Nós, professores, ensinamos aos nossos alunos, ao longo dos seus nove anos de formação, a importância da valorização da memória de nossa escola e de todos aqueles que fizeram parte dessa história.”

Disciplina

Todos os anos, de 30 a 40 novos alunos ingressam na Escola de Dança do Theatro Municipal. Entretanto, nem todos concluem os estudos. São seis anos de curso preparatório e mais três anos de curso técnico. O diretor da escola, Hélio Bejani, destaca que a jornada exige muita disciplina, treino e aptidão física.

“O estudo é duro. É preciso ter aptidão física, apesar de ela ser uma escola pública. Mas por ser técnica, ela exige aptidão física.”

Com a desistência de muitos alunos, cerca de 20 se formam por ano, em média. “Nesses 94 anos, você imagina o número de bailarinos formados pela escola”, contabiliza.

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Workshops gratuitos de dança on-line nos dias 10 e 17 de Abril para os alunos da rede municipal e estadual do Rio

A Laurent Produções & Eventos foi contemplada pelo Subsídio – Inciso II, da Lei Aldir Blanc e, realiza workshops gratuitos de dança, em versão totalmente on-line, por causa da pandemia de Covid-19, nos dias 10 e 17 de abril, para alunos da Rede Municipal e Estadual de Ensino do Rio de Janeiro, também para bailarinos em geral, pela plataforma Zoom.

Fonte Reprodução

Serão três modalidades de dança: Street Dance, das 10 às 12h com o professor Michael Baes; Funk Carioca, das 12h às 14h (somente dia 10) com Mac Rodrigues e Dança Afro e Danças Populares com percussão, das 12h às 14h (somente dia 17) com Kátia Bezerra e Alexandre Pires.

Você que é aluno (a) da Rede Municipal ou Estadual do Rio, ou bailarino (a) pode se inscrever pelo Instagram @laurentproducoes ou pelo WhatsApp da diretora da Laurent, Benita Góes (97625-2188). Participe!

Fonte: Reprodução
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Brasil Cultura

Até o dia 03/03 acontece o ciclo de palestras gratuitas “Lab Corpo Palavra”

 

 

O ciclo virtual de palestras “Lab Corpo Palavra” reúne, até 3 de março, artistas e pesquisadores da dança, das escritas, das artes cênicas e dos estudos do corpo no canal do Youtube Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp). A proposta é conversar sobre os pensamentos e práticas que envolvem a dança contemporânea na relação entre o corpo e a palavra. Nesta quinta-feira, dia 18/02, às 14h, a convidada é a bailarina e pesquisadora Maria Alice Poppe, cujo trabalho investiga as relações poético-políticas entre corpo, chão, peso, gravidade e queda em uma perspectiva híbrida de gesto e pensamento. As palestras ficam disponíveis no canal após o evento.

A atividade é um desdobramento do Laboratório Corpo Palavra: coreografias e dramaturgias cartográficas, trabalho artístico-pedagógico desenvolvido pela bailarina, coreógrafa, professora e pesquisadora da dança Aline Bernardi há seis anos. O projeto contempla curso de formação e criação artística virtual, que segue até março, lançamento de livros, podcasts e as palestras, que ficarão disponíveis no canal após cada evento. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal através do Prêmio Fomento a Todas as Artes.

Participam das palestras: Hélia Borges (Psicanalista, professora da graduação e da pós-graduação da Faculdade Angel Vianna. Pesquisadora de arte, psicanálise e processos de subjetivação); Katya Gualter (artista da dança, Professora do Departamento de Arte Corporal e Diretora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ); Sandra Benites (antropóloga indígena da etnia guarani, curadora do Museu de Arte de São Paulo, arte-educadora e artesã); Maria Alice Poppe (Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de graduações em dança da UFRJ); Ondjaki (Poeta e escritor angolano. É também autor de roteiros cinematográficos); Ana Kfouri (Diretora teatral, atriz e pesquisadora, especialista em arte e filosofia, professora da PUC-Rio, Departamento de Letras, Curso de Artes Cênicas); e Ciane Fernandes (Performer e professora titular da Escola de Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA).

Programação:

Palestras LAB Corpo Palavra

  • 18/02: 14h às 15h – Palestra com Maria Alice Poppe – Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de graduações em dança da UFRJ.
  • 23/02: 16h às 17h – Palestra com Ondjaki – Poeta e escritor angolano. É também autor de roteiros cinematográficos.
  • 28/02: 11h às 12h – Palestra com Ana Kfouri – Diretora teatral, atriz e pesquisadora, especialista em arte e filosofia, professora da PUC, Departamento de Letras, Curso de Artes Cênicas.
  • 03/03: 16h às 17h – Palestra Performática com Ciane Fernandes -Performer e professora titular da Escola d Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO de Dança-Teatro da UFBA

Serviço:

Palestras – Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas

Temporada: De 29 de janeiro a 03 de março

Programação:

29/01: 13h às 14h – Palestra com Hélia Borges. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

03/02: 15h às 16h – Palestra com Katya Gualter. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

09/02: 15h às 16h – Palestra com Sandra Benites. Disponível no Canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

18/02: 14h às 15h – Palestra com Maria Alice Poppe

23/02: 16h às 17h – Palestra com Ondjaki

28/02: 11h às 12h – Palestra com Ana Kfouri

03/03: 16h às 17h – Palestra Performática com Ciane Fernandes

Exibição: no canal do Youtube do Celeiro Moebius (https://bit.ly/3q9zULp)

Ingressos: gratuitos

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Cia Livre de Dança, da Rocinha, promove colônia de férias para crianças da comunidade

Cia Livre de Dança, da Rocinha, promove até 29 de janeiro a colônia de férias “Fazendo Arte nas Férias” para 20 crianças e adolescentes (de 5 a 15 anos) da comunidade localizada na Zona Sul do Rio de Janeiro. As atividades são gratuitas e acontecem de segunda a sexta-feira, das 15h às 18h, na sede da Cia, localizada na Via Ápia 44/301. Todas as aulas – Hip Hop, Mix Dance, Jazz, Tiktok, Now United, Circo, Artesanato, Oficina Teatral, Danças Urbanas, Musicalização, Percussão e Dança Afro – são voltadas para a linguagem da dança, ministradas pelos professores, coreógrafos e dançarinos Ana Lúcia Silva, Mikael David, Hanna Guimarães, Alexandre Pires, Gleyce Lima e Yara Batista.

É uma colônia de férias com foco na dança, em que as crianças vivenciam diversas atividades artísticas, criativas e lúdicas que contribuem para a formação de um dançarino”, explica a professora e coreógrafa Ana Lúcia Silva, idealizadora da Cia Livre de Dança, escola e Ponto de Cultura criado por ela na comunidade da Rocinha, na Zona Sul do Rio de Janeiro, em 1999.

Todas as medidas de prevenção ao novo coronavírus estão sendo seguidas na colônia de férias. Além de as atividades serem simultâneas e restritas a três crianças por vez, cada participante fica em uma área limitada por uma marcação no piso que restringe o espaço. Além disso, não é permitida a entrada com calçados da rua e todos devem levar sua própria garrafa de água, além de máscara e álcool gel.

 

1 - Colônia Fazendo Arte nas Férias - Cia. Livre de Dança - crédito da foto_Nara Raboredo.jpg

Ana Lúcia e a Cia Livre de Dança

Nascida e criada na Rocinha, Ana Lúcia Silva está à frente da Cia Livre de Dança, escola e Ponto de Cultura que criou na comunidade em 1999. Graduada em Licenciatura Plena em Dança pela Universidade Cândido Mendes e pós-graduada em Psicomotricidade Clínica e Relacional, ela acredita na dança como veículo transformador, e por isso a importância de sempre estudar. Valorizando suas origens, Ana Lúcia Silva tem orgulho de  ter representado a Rocinha em eventos nacionais e internacionais, como também ter sua biografia apresentada em uma exposição para mulheres negras nos Estados Unidos.

Mais informações:

www.instagram.com/cialivrededanca

www.facebook.com/cialivrededancadarocinha

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Cultura Rio

Inscrições gratuitas para o Laboratório Corpo Palavra, com Aline Bernardi, estão abertas até sexta-feira

O “Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas”, 

com a artista e pesquisadora de dança Aline Bernardi, 

está com inscrições abertas e gratuitas até sexta-feira

 

Durante sete semanas, a coreógrafa, bailarina e professora vai ministrar curso virtual de formação e criação artística que investiga a relação entre corpo e palavra. 

Com início em 25 de janeiro, as aulas contarão com a presença de convidados e especialistas na área. Uma mostra artística vai ser organizada no fim do processo, em março.

 

Qual a implicação do corpo no ato de escrever? É possível escrever enquanto nos movemos? Quais são os afetos percebidos entre razão e sensibilidade? Como a poesia do corpo pode interferir no ato criativo? Essas são algumas das perguntas que guiam o Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas, trabalho artístico-pedagógico desenvolvido pela bailarina, coreógrafa e professora de dança Aline Bernardi há seis anos. Estão abertas até sexta-feira, dia 22 de janeiro (no link https://bit.ly/2XseblL), as inscrições gratuitas para uma nova etapa do laboratório, com início no dia 25, que vai investigar também os novos hábitos que nosso corpo está vivenciando durante a pandemia com quarentena estendida. As aulas virtuais serão oferecidas a 35 participantes, a partir da seguinte divisão: 3 vagas para mulheres, 3 vagas para pessoas negras, 3 vagas para indígenas, 3 vagas para lgbtqia+, 3 vagas para pessoas com deficiência, 5 vagas para estudantes de Ensino Médio e Técnico, 5 vagas para estudantes de graduação e pós-graduação em Artes e 10 vagas para ampla concorrência — 70% das vagas serão destinadas ao município do Rio de Janeiro e 30% destinadas ao Brasil e América Latina. O projeto tem patrocínio da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal através do Prêmio Fomento a Todas as Artes.

O intuito do projeto é oferecer um ambiente de experimentação para investigar as coreografias e dramaturgias do movimento, compreendidas como escritas do corpo no espaço em uma perspectiva cartográfica. A cartografia parte do pressuposto e do reconhecimento de que estamos continuamente em processo. Serão organizadas dinâmicas somáticas e de consciência corporal para o reconhecimento da estrutura do corpo físico e seus aspectos sensoriais, e jogos criativos de escritas cartográficas “As dinâmicas do laboratório vão oferecer um campo de experimentação entre práticas somáticas corporais junto a leituras, conversas e escritas. Queremos experimentar coletivamente gestos integrados entre corpos e palavras que possam nos impulsionar aos processos de criação artística”, explica Aline. “Construir um corpo cartográfico pressupõe que a gente se permita estar disponível para se relacionar com o que vai aparecer no processo, afetar e ser afetado pela presença de cada pessoa que vai compor esse coletivo”, acrescenta.

As aulas começam no dia 25 de janeiro e terão duração de sete semanas. No final do processo, será organizada uma mostra artística a partir do trabalho desenvolvido. O laboratório será dividido em dois módulos teóricos e práticos junto aos encontros criativos sob o comando de Aline Bernardi (diretora artística do Celeiro Moebius e propositora do Lab Corpo Palavra), com acompanhamento dramatúrgico de Lígia Tourinho (artista da dança e do teatro e Professora do Departamento de Arte Corporal da UFRJ).

Haverá também palestras e vivências com convidados como Hélia Borges (psicanalista, professora da graduação e da pós-graduação da Faculdade Angel Vianna. Pesquisadora de arte, psicanálise e processos de subjetivação); Ondjaki (poeta e escritor angolano); Sandra Benites (antropóloga indígena da etnia guarani, curadora do Museu de Arte de São Paulo, arte-educadora e artesã); Soraya Jorge (Pesquisadora, artista do movimento e do gesto palavra. Introdutora do Movimento Autêntico no Brasil); Maria Alice Poppe (Bailarina, pesquisadora e professora dos cursos de dança da UFRJ); Ciane Fernandes (Performer e professora da Escola de Teatro da UFBA, uma das fundadoras do PPGAC/UFBA e diretora do Coletivo A-FETO); Ana Paula Bouzas (atriz, bailarina, diretora de movimento e pesquisadora das artes do corpo em cena); Ana Kfouri (diretora teatral, atriz, professora de Artes Cênicas e coordenadora da Pós-Graduação Relações entre Corpo e Palavra nas Artes da Cena da PUC-Rio); Katya Gualter (artista da dança, Professora do Departamento de Arte Corporal e Diretora da Escola de Educação Física e Desportos da UFRJ); Ruth Torralba (professora da Graduação e Mestrado em Dança da UFRJ, coordena o Núcleo de Pesquisa, Estudos e Encontros em Dança) e Lídia Laranjeira (Artista do corpo, pesquisadora, coordenadora do Núcleo de Pesquisa, Estudo e Encontro em Dança e professora da graduação em dança da UFRJ) e Pedro Sá Moraes (cantor, compositor e ator).

Uma aula introdutória sobre o projeto pode ser vista no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=9G89pDxvwqw&t=2s.

Sobre Aline Bernardi

 

Performer, bailarina, coreógrafa, preparadora corporal, professora e pesquisadora das artes do corpo, Aline Bernardi investiga os trânsitos entre dança e escrita no processo de criação, além de atuar com ênfase nos estudos da improvisação e contato improvisação. Mestranda em Dança no Programa PPGDan/UFRJ e Pós-Graduada no Programa de Especialização PCA (Preparação Corporal nas Artes Cênicas) da Faculdade Angel Vianna, ambos com a pesquisa LAB CORPO PALAVRA. Aperfeiçoamento em Performance através do Programa F.I.A. (Formação Intensiva Acompanhada) do c.e.m. (centro em movimento), de Lisboa. Graduada em Licenciatura Plena em Dança na Faculdade Angel Vianna e Formada em Técnica de Dança Contemporânea pela Escola Angel Vianna. Criadora e propositora do LAB CORPO PALAVRA, atuando desde 2015 em diversos espaços privados e públicos. Autora do Livro-performance “Decopulagem”, que teve circulação nacional e internacional em 2019 e 2020. Em 2020 inicia um novo processo de criação autoral, assinando direção e atuando como performer, sobre o gesto da escrita feminina a partir de escritas com a tinta do sangue da menstruação das artistas envolvidas no projeto, no desenvolvimento de videoarte, performances e instalações; e abre o selo editorial Cadernos Sensórios Corpo Palavra, lançando nacional e internacionalmente o e-book “Vertigem Infinita”.

Ficha técnica

Direção Artística e Concepção: Aline Bernardi

Dramaturgia: Ligia Tourinho

Direção de Arte, Assistência de Direção e Ilustrações: Lia Petrelli

Direção de Produção: Aline Bernardi

Produção Executiva: Laura Addor

Assessoria de Imprensa: Racca Comunicação

Direção de Comunicação: Rachel Almeida

Podcast: Lia Petrelli

Direção de Fotografia e Montagem Audiovisual: Julio Stotz

Palestrantes: Hélia Borges, Ciane Fernandes, Sandra Benites, Maria Alice Poppe, Katya Gualter, Ana Kfouri e Ondjaki

Professores Convidados: Soraya Jorge, Ruth Torralba, Lidia Laranjeira, Ana Paula Bouzas e Pedro Sá Moraes

Projeto Gráfico: Emerson Ferreira e Nativu Design

Site: Pedro Sá Moraes

Fotos: Helena Cooper

Mediação do Lançamento Oficial: Richard Riguetti

Tradutores de Libras: Atanael Weber e Cíntia Santos

Patrocínio: Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro/Secretaria Municipal de Cultura, Secretaria Especial de Cultura, Ministério do Turismo e do Governo Federal

Realização: Celeiro Moebius e Lab Corpo Palavra

Apoio Institucional: Centro Coreográfico da Cidade do Rio de Janeiro, Faculdade Angel Vianna, PPGPDAN/FAV, EEFD/UFRJ, PPGDan/UFRJ, Sindicato de Dança, ETEAB – Escola Técnica Estadual Adolpho Bloch

Parcerias: CIMA, ESLIPA, Nativu Design, Racca Comunicação, Zingareio, Clipes

 

Serviço:

Laboratório Corpo Palavra – Coreografias e dramaturgias cartográficas

Período de inscrições: de 13 a 22 de janeiro de 2021, no link https://bit.ly/2XseblL

Serão 35 vagas, divididas da seguinte maneira: 3 vagas para mulheres; 3 vagas para pessoas negras, 3 vagas para indígenas, 3 vagas para lgbtqia+, 3 vagas para pessoas com deficiência, 5 vagas para estudantes de Ensino Médio e Técnico, 5 vagas para estudantes de graduação e pós-graduação em Artes e 10 vagas para ampla concorrência — 70% das vagas serão destinadas ao município do Rio de Janeiro e 30% destinadas ao Brasil e América Latina.

Divulgação dos selecionados e dos suplentes: 23 de janeiro de 2021.

Início do laboratório: 25 de janeiro de 2021

Duração do projeto: de janeiro a março de 2021

Mostra artística: 17 a 20 de março

Redes Sociais do Projeto:

Youtube: https://bit.ly/3q9zULp

Facebook: https://bit.ly/2JWhdeQ

Instagram: @celeiromoebius