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Ideias empreendedoras: onde empreender sendo mulher?

Olá Leitor do Jornal DR1, como vai?

Mulheres empreendedoras servem de inspiração para que outras adentrem no mundo dos negócios, e por isso é tão importante o incentivo a essa prática. O sexo feminino conta com mão de obra muito qualificada, e seria um desperdício enorme não aproveitar isso.

Por essa razão, separei em meu texto algumas ideias de empreendimentos para mulheres que querem se aventurar no mundo dos negócios. Para descobrir alguns dos modelos de negócios mais proveitosos, não deixe de ler o resto do artigo!

Salão de beleza

ramo da beleza está sempre em alta em nosso país, e investir em salões pode ser uma boa forma de conseguir se destacar. A clientela não vai faltar, independente da região do país onde seu empreendimento comece a atuar.

Roupas íntimas

Quem é mulher sabe o quão difícil é encontrar uma boa vendedora de roupas íntimas em sua região, e você pode explorar essa oportunidade. Assim como no caso do salão de beleza, o número de clientes vai ser alto, independente da região.

Farmácia

Se você tem um pouco mais de poder financeiro, uma farmácia seria um bom investimento para ser feito. Contando com clientes de ambos os gêneros e de todas as idades, esses empreendimentos dificilmente podem dar errado.

Venda de joias

Joias e semijoias agradam homens e mulheres, e essa oportunidade é excelente para quem quer conseguir vendas fáceis. Tornar-se revendedora de uma grande marca, ou ainda produzir suas próprias bijuterias, pode trazer excelentes resultados.

Decoração de festas

Festas acontecem a todo o momento, todos os anos, em todas as regiões do nosso país. E investir esforços para a sua decoração pode fazer com que uma grande quantidade de oportunidades apareça para mulheres de todos os locais.

Restaurantes

Se você tem talento na cozinha e recursos financeiros suficientes, não hesite em abrir um restaurante. Só não se esqueça de, além de atuar presencialmente, também oferecer opções de delivery para os que se interessarem por seus pratos!

Se gostou do conteúdo, não deixe de seguir o meu perfil @janainacalvo no Instagram!

Bjocas carinhosas!

Profª Janaina Calvo

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Está na hora da sua empresa mudar!

Olá, querido leitor do Jornal DR1! Como vai?

Você conhece o impacto dos processos internos na sua empresa?

Todas as empresas lidam cotidianamente com uma série de processos. E, se algum deles não acontecer de maneira eficaz, pode comprometer todo o fluxo de trabalho. 

Para solucionar os impasses que prejudicam o seu desempenho, existe uma prática comum no mercado e que é bastante efetiva: a otimização de processos.

Isso significa realizar a auditoria dos processos para aumentar a harmonia entre as atividades. Como resultado, se ganha em eficiência, redução de erros e melhor uso de recursos.

Em um mercado tão dinâmico, manter os seus processos em pleno funcionamento é essencial para garantir a competitividade e a produtividade!

Mas como fazer a otimização de processos?

Para colocar a otimização em prática, é preciso contar com técnicas e estratégias que garantem o sucesso. Alguns passos são:

  • mapear os processos — primeiramente, compreenda quais são e como acontecem os processos em sua empresa;
  • identificar as falhas — ao analisar os processos, identifique as falhas que comprometem o desempenho;
  • fazer as correções — perceba o que precisa ser feito para corrigir as falhas que encontrou;
  • acompanhar os resultados — as métricas são suas grandes aliadas para perceber se as mudanças foram efetivas, então tenha atenção para esse aspecto;
  • consolidar os novos processos — se a estratégia demonstrar um impacto positivo, envolva toda a equipe e consolide as mudanças.

Todas as empresas precisam passar por otimizações ao longo da sua trajetória para manter ou impulsionar o desempenho. Por isso, esse é um tema essencial para os gestores.

Se você quer alavancar o crescimento, certamente a otimização de processos é uma estratégia poderosa — potente e com baixo custo para implementação.

Se ficou com alguma dúvida sobre o tema, converse comigo pelo Instagram @janainacalvo que eu te ajudo!

Bjocas carinhosas.

Profª Janaina Calvo 

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Educação Financeira: o caminho para a sua tranquilidade!

Olá, tudo bem? Professora Janaina aqui

Hoje, vamos falar de um assunto que pode ser motivo de aborrecimento: o seu relacionamento com o dinheiro!

Ter preocupações com contas, dívidas e falta de controle das finanças é um cenário comum para muitas pessoas, mas que pode ser contornado com a educação financeira.

A educação financeira é uma característica essencial para aqueles que desejam estar com as contas em dia e com algum dinheiro sobrando. Mas ela vai além: envolve planejamento financeiro, organização e o seu futuro a curto, médio e longo prazo.

Estamos falando de estabelecer uma relação saudável e equilibrada com as suas finanças. Para isso, é necessário ter clareza sobre o seu orçamento, entendendo suas receitas e despesas.

A partir dessa fotografia das suas contas, você pode elaborar estratégias, como:

  • gastar menos do que ganha;
  • reduzir e eliminar as dívidas;
  • cortar ou reduzir despesas;
  • modificar hábitos;
  • entre outras ações.

Como você pode perceber, a partir desse processo você adquire um novo comportamento em relação às suas finanças

Assim, você pode adequar seu estilo de vida de acordo com as suas receitas ou deixar de comprar por impulso. 

Dessa forma fica também mais fácil entender importância de compor uma reserva de emergência, separando uma quantia que deixará você amparado em caso de imprevistos.

Com a educação financeira, você dá um passo importante para fazer seu dinheiro trabalhar a seu favor! Já pensou nisso?

Este é o primeiro passo para realizar projetos de curto, médio e longo prazo e ter um futuro mais tranquilo.

Enfim, conhecer sobre Educação Financeira é benéfico para todas as pessoas. Afinal, graças a tais conhecimentos, as crianças poderão desde muito jovens entender melhor a relação entre o trabalho e a conquista de um salário. Bem como, saberão como é possível controlar gastos e fazer planos para gastar o dinheiro de forma assertiva e controlada.

Além disso, conforme o trabalho autônomo aumenta, o uso de Bancos Digitais via celular cresce e o mercado financeiro muda, é primordial que os jovens saiam da escola com informações corretas para evitarem endividamento e frustrações econômicas. Viu como a educação financeira, além de trazer tranquilidade para o seu dia a dia, pode ajudar a realizar seus sonhos

Não deixe de me acompanhar nas redes sociais @janainacalvo

Até breve.

Profª Janaina Calvo

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Tenha disciplina e faça o impossível acontecer na sua vida!

O mundo está uma loucura… Eleições, pandemia, mercado financeiro, uma correria sem fim, com informações cada vez mais rápidas nos atropelando o tempo todo, fica complicada a manutenção da disciplina. Entretanto, se quisermos crescer pessoal ou profissionalmente devemos quebrar as regras e pensar de forma inovadora. 

O foco para definir o seu objetivo deve ser constante e este deve ser coerente com suas habilidades e limitações. Sendo assim, uma das questões fundamentais a serem cuidadas é o autoconhecimento. Sem a capacidade de saber dos seus pontos fortes e fracos ficará difícil a otimização do tempo e a manutenção da disciplina. 

O tempo está cada vez mais escasso e desta forma é necessária a utilização mais eficaz deste recurso. Com a globalização e seus aparatos tecnológicos temos a impressão que tudo está passando com uma agilidade fora do comum, além de termos diversos “ladrões de tempo”. Você sabe reconhecer quais são os seus ladrões? 

Uma maneira eficaz de fazer este controle é anotar tudo o que vai fazer no dia e acompanhar esta lista para ver o seu cumprimento. Qualquer atividade que saia do seu “script” deve ser anotada para que você consiga mapear o que “te tira da sua rota de ação”. 

A partir da sua lista organize-se: determine prazos, priorize, fuja das distrações (como redes sociais e mensagens). Desabilite no celular o aviso de mensagens destas redes e deixe um horário na parte da manhã e outro à tarde para verificar estas mensagens. 

Nós dedicamos tempo a tudo, não é verdade? Que tal você retirar um tempinho para pensar em você? 

Ter consciência de suas fortalezas e suas fraquezas é um grande passo para desenvolver um apurado autoconhecimento. 

Além de todos os fatores mencionados, cuide da administração do seu tempo, controle-o, pois hoje é o bem mais precioso que temos. Uma boa maneira de controlar o seu tempo é fazer uma lista de tudo o que precisa ser feito durante ao menos 3 dias. Eu gosto de organizar a semana, então utilizo de segunda a sábado. Depois ir categorizando cada atividade com notas representadas pelas letras da análise ABCDE. 

A: Alto impacto. Atividades importantes que afetam os resultados.

B: Médio impacto. Atividades importantes ou urgentes que têm pequeno impacto sobre os resultados.

C: Baixo impacto. Atividades que poderiam ser feitas com pouca consequência sobre os resultados.

D: Delegáveis. Tarefas que você poderia delegar.

E: Elimináveis. Atividades que desperdiçam tempo.

Após esta análise cuidadosa das suas atividades, reorganize a agenda. Avalie se seu tempo tem sido gasto principalmente com tarefas que te aproximam dos seus objetivos. A partir deste cenário, você vai conhecer as suas próprias características e assim irá se organizar com relação às limitações. Este é o ponto de partida para melhorar a sua produtividade. Com mais produtividade, certamente terá mais rentabilidade.

Me acompanhe no Instagram @janainacalvo.

Bjocas carinhosas!!!

Janaina

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Como melhorar as chances de obtenção de crédito para a micro, Pequena e média empresa (MPME)?

Segundo Serasa, pequenas e médias empresas bateram recorde de CNPJs negativados. A inadimplência das operações de crédito dá os primeiros sinais de melhora, mas a situação das pequenas e médias ainda preocupam. 

No Brasil existem ativos 19,6 milhões de estabelecimentos. Desse total, 67,45% são Micro, Pequenas e Médias Empresas (MPMEs), as quais respondem por aproximadamente 31,98% do faturamento total das empresas. Este fato demonstra a importância das MPMEs para a economia brasileira, como amplas impulsionadoras do crescimento e do emprego.

A questão da predominância das MPMEs no cenário econômico não ocorre somente no Brasil. Nos Estados Unidos e União Europeia, mais de 95% das empresas são de micro, pequeno e médio portes e empregam entre 60% e 70% pessoas, na maioria dos países.

Olhando para a pequena e média indústria, o mercado de trabalho registrou queda no número de postos de trabalho. O saldo líquido (admissões menos demissões) chegou a 4.435 vagas encerradas no mês de agosto de 2016. Ampliando para os últimos três meses de 2016 (julho, agosto e setembro), verificou-se que o mercado de trabalho da indústria paulista continua eliminando vagas formais, total de 18.816 vagas encerradas.

Pesquisa feita pelo SEBRAE-RJ, 38% dos empreendedores, a razão para solicitar o dinheiro é injetá-lo no capital de giro. Na versão das instituições financeiras, esse é o motivo para 87% dos que as procuram. Mesmo só buscando crédito em último caso, quando o fazem, 52% dos empresários esperam receber dos bancos muitas opções de crédito. Encerrada a conversa, cai para 24% a parcela dos que tiveram a expectativa confirmada. Do total de empreendedores entrevistados, 78% chegam ao banco esperando um atendimento detalhado, e ao final, se reduz para 61% os que dizem ter recebido esse tratamento. Também foi revelado que, em 25% dos casos, a causa da mortalidade das MPME apontou como principal fator a falta de capital.

Outro ponto que vem sendo bastante percebido pelas empresas é a questão da sintonia de informações entre a empresa e a instituição financeira. Esta é umas das principais razões pela qual um consultor externo, especializado em obtenção de recursos, consegue crédito para a empresa de uma maneira bem mais eficiente: ele sabe o que a instituição financeira solicitará de informações, como a instituição financeira prefere que essa informação seja entregue e quando é o momento certo para entregar tal informação.

Concluindo, o cenário atual de crise, pelo qual passamos, na maioria dos casos é adverso às empresas de menor porte, logo as MPMEs devem se esforçar para estarem contabilmente preparadas e sintonizadas com as Instituições Financeiras, caso elas venham precisar de sua parceria.

Dúvidas? Me sigam no Instagram: @janainacalvo

Bjocas carinhosas!

Janaina Calvo

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Retrospectiva do mercado financeiro 2021 e 2022

Olá, leitor do Jornal DR1.Como vai?

O ano de 2021 foi intenso, e os primeiros meses de 2022 também se seguiram a todo vapor, não é mesmo?

Assim, é possível tirar muitas lições para 2022, inclusive no campo dos investimentos.

Vamos recapitular os principais acontecimentos de 2021 e dos primeiros meses de 2022 que afetaram o mercado financeiro e descobrir o que eles podem nos ensinar?

Aumento da taxa de juros — a Selic, taxa básica de juros da economia brasileira, iniciou o ano de 2021 em patamares baixos, mas avançou forte no ano passado, alcançando 9,25% em dezembro. Em março de 2022, ela chegou a 11,75%;

Alta da inflação — a alta da inflação revelou uma subida nos preços de itens básicos para os brasileiros em 2021 — e o movimento segue em 2022. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), que é a referência utilizada para esse cálculo, fechou o ano passado em uma alta de 10,06%;

PIB baixo — o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro encerrou 2021 em baixa. A previsão do Banco Central, no mês de março, era para uma alta de apenas 1% do PIB em 2022;

recorde de investidores na bolsa de valores — a bolsa de valores brasileira (B3) registrou em outubro de 2021 um recorde de 4 milhões de contas de pessoas físicas investindo em renda variável. Em fevereiro de 2022, esse número superava 5 milhões.

Cenário de instabilidade — o ano de 2021 trouxe inúmeros desafios devido à pandemia de covid-19. E, apesar do maior controle dos riscos da pandemia no mundo, os primeiros meses de 2022 trouxeram novas dificuldades, como a guerra da Ucrânia e instabilidades geopolíticas.

Ufa, foram muitos momentos marcantes, concorda?

A partir desses acontecimentos — que afetaram e seguem influenciando o mercado financeiro —, podemos tirar grandes aprendizados para que os próximos meses de 2022 tragam bons resultados para suas finanças e seus investimentos.

O primeiro deles é a importância de ter uma reserva de emergência. Como vimos, a economia mundial está sempre sujeita a instabilidades, então, se preservar é fundamental!

Também aprendemos a importância da paciência e da resiliência. O mercado tem movimentos de queda e de recuperação, que exigem cautela para tomar boas decisões.

Por fim, é importante considerar os benefícios de investir, mas é fundamental que isso seja feito a partir dos seus objetivos e respeitando seu perfil de investidor.

Para que 2022 e consequentemente 2023 sejam bons para você, vale a pena adotar novas práticas que o levam ao sucesso financeiro, não é mesmo?

Não se esqueça de me seguir no Instagram @janainacalvo, para acompanhar todas minhas dicas e conteúdos sobre finanças e muito mais.

Bjocas Carinhosas!!

Janaina

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Inflação em alta: como ficam os seus investimentos?

Olá, Leitor do Jornal DR1. Como vai?

Hoje venho falar sobre um tema que tem preocupado muitos brasileiros: a alta da inflação!

A inflação representa o aumento dos preços nos produtos e serviços. O principal indicador para acompanhar a sua movimentação no Brasil é o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

Em 2021, a inflação alcançou 10,06%. Em março de 2022, o índice ficou em 1,62% — o maior número para o mês em 28 anos.

Os efeitos da escalada da inflação são sentidos por todas as pessoas — físicas e jurídicas. Afinal, ela reduz o poder de compra do dinheiro.

Com as incertezas econômicas, é preciso avaliar as suas decisões com cautela para não perder dinheiro — o que inclui os seus investimentos.

Em alguns casos, os investimentos podem apresentar resultados inferiores à inflação, fazendo você ter prejuízos. Por outro lado, existem alternativas atreladas ao IPCA, que ajudam a ter uma rentabilidade acima do indicador.

Na classe da renda fixa, você encontra títulos híbridos, que geralmente oferecem um rendimento prefixado mais a variação do IPCA para o período. Assim, é importante consultar as condições de rendimento na hora de investir, combinado?

Alguns exemplos de títulos da renda fixa que podem acompanhar o IPCA são:

  • Tesouro IPCA+;
  • Certificado de depósito bancário (CDB),
  • Letra de crédito imobiliário (LCI) e do agronegócio (LCA);
  • Debêntures;
  • Certificado de recebíveis imobiliários (CRI) e do agronegócio (CRA).

A renda variável também tem investimentos que podem superar a inflação, então é importante comparar a rentabilidade e as condições de cada ativo para fazer uma boa escolha.

Ainda, é relevante ter atenção para outro indicador econômico: a taxa Selic, que é a taxa básica de juros da economia brasileira.

Em momentos de inflação alta, uma das políticas monetárias que pode ser adotada é a elevação da Selic para tentar trazer mais equilíbrio. Com isso, o rendimento de alguns títulos da renda fixa tende a subir.

Deu para perceber que existem muitas formas de obter rentabilidade mesmo nos momentos de crise, não é? Para se proteger da inflação, é preciso escolher os investimentos com inteligência!

Se você quiser saber mais sobre como tomar boas decisões com o seu orçamento, te indico o meu perfil do Instagram @janainacalvo, estou sempre postando dicas imperdíveis por lá!

Bjocas carinhosas,

Janaina

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Mulheres investidoras: 5 exemplos para se inspirar!

Olá, Leitor do Jornal DR1! Como vai?

A presença de mulheres investidoras no mercado é crescente, apesar de ainda representarem uma minoria.

Nesse sentido, é importante conhecer mulheres que encorajam os públicos a alcançarem seus objetivos financeiros e aprenderem mais sobre finanças. Por isso separei 5 exemplos de grandes mulheres investidoras que podem servir como referência para você!

Geraldine Weiss

Geraldine Weiss é um grande exemplo de mulher investidora, pois se apropriou desse espaço em um período que o mercado financeiro era mais hostil ao público feminino do que atualmente.

Foi a co-fundadora da Investment Quality Trends durante os anos de 1966 e 2002, se baseava em avaliar boas oportunidades de investimentos, com um grande foco nos dividendos, motivo pelo qual ganhou o apelido “Grande Dama dos Divindendos”.

Eufrásia Teixeira Leite

Podemos encontrar ótimos exemplos de investidoras também em nosso país. Uma dessas mulheres que escreveu seu nome na história é Eufrásia Teixeira Leite. Ela foi a primeira mulher a investir na bolsa de valores brasileira, ainda no século 19.

Seu grande destaque foi a velocidade com a qual multiplicou sua fortuna inicial. Seu portfólio foi tão complexo e extenso que seu inventário demorou 22 anos para ser concluído.

Cristina Junqueira

Cristina Junqueira é uma mulher investidora que está em plena atividade em 2021. Pode não ter um nome reconhecido, mas você com certeza já ouviu falar sobre o Nubank, startup que Cristina é co-fundadora.

Além de ser uma grande investidora, ela também acredita no incentivo de outras pesssoas, especialmente as mulheres. Atualmente sua empresa possui uma iniciativa de diversidade com um objetivo de ter uma equipe composta 50% por mulheres.

Nathalia Arcuri

As pessoas que buscam aprender mais sobre como administrar bem as finanças pessoais podem encontrar bons conteúdos com Nathalia Arcuri. Ela é jornalista e educadora financeira, pioneira no conceito de entretenimento financeiro.

Após ter suas propostas de programa de TV negadas, Arcuri apostou em seu canal no Youtube chamado “Me Poupe! ”, onde aborda diversos temas relacionados à educação financeira. A sua ideia foi um sucesso e atualmente seu canal possui milhões de inscritos, e hoje é considerada uma das maiores influencers digitais do Brasil.

Oprah Winfrey

A ex-apresentadora Oprah Winfrey é mundialmente famosa por seu talk show. Mas poucas pessoas conhecem o lado investidor da celebridade. Com os ganhos que obteve no ramo do entretenimento somada às suas habilidades no mercado financeiro, alcançou uma fortuna multibilionária.

Tornou-se então a primeira mulher afro americana a entrar na lista da Forbes de maiores bilionários do mundo!

Seguindo estes grandes exemplos, você poderá se tornar um investidor ou investidora de sucesso. Se deseja mais dicas de educação financeira me siga no Instagram @janainacalvo, sempre compartilho dicas por lá!

Bjocas Carinhosas,

Janaina

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A gestão pública também precisa de planejamento estratégico?

Olá, querido leitor do Jornal DR1! Como você está?

Hoje venho falar sobre um assunto muito importante: o planejamento estratégico na gestão pública.

Como o setor público geralmente não tem concorrentes e funciona de forma distinta do mercado, é comum que as pessoas se perguntem se a gestão também precisa de planejamento estratégico.

E a resposta é sim!

Para entender a importância dessa ferramenta, primeiramente vamos definir o que é um planejamento estratégico, certo?

Trata-se da elaboração das ações a serem realizadas pelo órgão em determinado intervalo de tempo. O plano é responsável por melhorar a atuação e gerar mais reconhecimento perante a população.

Mas, qual a importância de contar com esse instrumento?

Na prática, um planejamento bem elaborado otimiza o trabalho e garante o uso mais eficiente do tempo e dos recursos.

Além disso, ele melhora o contato com o público, trazendo mais prestígio. Afinal, os serviços devem ser realizados com o foco em oferecer a melhor experiência para a população, não é mesmo?

Mas, apesar de ser possível implementar um projeto desse tipo no setor público, o processo também pode ter desafios.

O principal deles é a dificuldade para realizar planejamentos de longo prazo, que são essenciais para a continuidade das ações. Isso acontece por conta das mudanças de gestão e das alterações que elas podem gerar nos projetos.

Outro problema comum é a distribuição dos recursos — que deve ser dividido entre diferentes setores. Assim, o cumprimento do que foi planejado fica ameaçado.

Tendo em mente a importância de se planejar e os desafios da implementação, é fundamental elaborar o planejamento estratégico na gestão pública.

Ele deve considerar:

  • a missão do órgão;
  • a visão de futuro;
  • os princípios que norteiam o trabalho.

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Bjocas Carinhosas!

Janaina

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Sua empresa sabe elaborar um planejamento estratégico?

Olá leitor do Jornal DR1. Tudo bem?

A longevidade é o objetivo da maioria das empresas, independentemente do seu tamanho, certo?

Mas é importante ter um bom planejamento para que os negócios sejam duradouros e atinjam as metas estabelecidas.

Por isso, o planejamento estratégico tem um papel tão relevante no meio corporativo. Você já ouviu falar sobre ele?

Muitos gestores ainda não conhecem essa ferramenta. Outros entendem a importância, mas não sabem como elaborá-lo — e colocá-lo em prática — de maneira eficiente.

Sem esse norteador das ações, uma organização não consegue compreender as suas fragilidades, o potencial de crescimento e os recursos disponíveis para concretizar os seus sonhos.

A falta de um planejamento pode resultar em inúmeros problemas. Por exemplo:

  • gastos desnecessários;
  • ineficiência nos processos internos;
  • vulnerabilidade diante de fatores externos;
  • estagnação.

Por outro lado, quando uma empresa desenvolve o seu autoconhecimento e determina como alcançará os seus objetivos, pode otimizar as atividades e melhorar o desempenho.

Mas, como fazer um planejamento estratégico efetivo?

O primeiro passo para elaborar o planejamento da sua empresa é compreender o mercado e como sua marca se posiciona nele. Isso abrange concorrentes, oportunidades, sazonalidades e valor oferecido ao público.

Também é preciso conhecer o seu cliente ideal, ou seja, o perfil das pessoas que realmente têm interesse no que você oferece. Saiba quais são as suas dores e como a empresa pode ajudar.

O planejamento deve definir, ainda, as metas de crescimento — tendo como fundamento o mercado e o cliente ideal.

Por fim, é importante determinar como os objetivos serão concretizados. Preze pela objetividade, deliberando sobre prazos, tarefas de cada colaborador, recursos necessários etc.

Percebeu como o planejamento estratégico é importante e complexo?

Cada empresa tem as suas particularidades e o instrumento deve sempre ser individualizado para alcançar bons resultados.

Além disso, não basta focar apenas na parte estratégica. É preciso evoluir para o planejamento operacional.

Assim, será possível usufruir dos benefícios que um bom plano pode oferecer ao negócio.

Quer entender melhor essa ferramenta e descobrir como colocá-la em prática na sua empresa?

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Bjocas carinhosas,

Janaina