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Parque Bondinho Pão de Açúcar comemora o mês com programação junina

Parque traz músicas, comidas típicas e desconto especial para cariocas até o dia 30 de junho

O Parque Bondinho Pão de Açúcar vai finalizar o mês de junho com uma programação para lá de especial e em tema junino. Para celebrar as tradicionais festas, o Parque preparou uma série de atrações e uma promoção especial com ingressos a R$49,90 para que todos os cariocas possam curtir os últimos dias do mês de junho.

A programação do Arraiá Parque Bondinho tem início no dia 23, às 16h, com um trio de forró levando tradicionais músicas juninas ao Morro da Urca. Na sexta, dia 24, será a vez de um DJ ambientar o parque com músicas no tema a partir das 16h. Já o final de semana, dias 25 e 26, será animado com a Feira Carioquíssima na Roça, das 09h às 19h, no Morro da Urca, contando com barraquinhas de brincadeiras, acessórios, itens de decoração, comidas típicas e também com recreação infantil.
Arraiá Parque Bondinho
Data:

23/06 — Trio de forró às 16h no Morro da Urca

24/06 — DJ às 16h no Morro da Urca

25/06 — Feira Carioquíssima na Roça — das 9h às 19h no Morro da Urca –barraquinhas de brincadeiras e comidas típicas, acessórios, itens de decoração, show de forró e recreação infantil

26/06 – Feira Carioquíssima na Roça – das 9h às 19h no Morro da Urca — barraquinhas de brincadeiras e comidas típicas, acessórios, itens de decoração, show de forró e recreação infantil

Horário de funcionamento: Todos os dias, das 9h às 19h, com entrada de visitantes no Parque permitida até as 18h.

Valor dos ingressos: R$ 130 (inteira) e R$ 65 (meia entrada). Bilhete promocional de R$49,90 para nascidos ou moradores do Rio e Grande Rio*

Crianças até 5 anos não pagam.

Para a visita, a orientação é adquirir o bilhete antecipadamente no site.

Todas as informações estão disponíveis no perfil oficial do parque no Instagram (@parquebondinho).

Endereço: Avenida Pasteur, 520 — Urca.

*Abrangência de municípios do Grande Rio para promoção Carioca Maravilha: Belford Roxo, Duque de Caxias, Guapimirim, Itaboraí, Itaguaí, Japeri, Magé, Maricá, Mesquita, Nilópolis, Niterói, Nova Iguaçu, Paracambi, Queimados, São Gonçalo, São João de Meriti, Seropédica e Tanguá, Petrópolis, Cachoeira de Macacu e Rio Bonito.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca

Grupo Corpo volta à cena no diapasão da renovação e da delicadeza com primavera

Tempos extraordinários pedem novos olhares. O Grupo Corpo volta à cena no diapasão da renovação e da delicadeza com primavera, coreografia inédita de Rodrigo Pederneiras sobre música da dupla Palavra Cantada, com 14 de suas canções adaptadas para uma trilha instrumental. É tempo, assim, de recomeçar, com a ideia da estação das semeaduras, em que um novo ciclo se apresenta. A temporada no Rio de Janeiro acontecerá entre 15 e 19 de junho, no Teatro Multiplan – VillageMall. O Grupo Corpo tem patrocínio premium do Instituto Cultural Vale e patrocínio master da ArcelorMittal, através da Lei Federal de Incentivo à Cultura.

“Estávamos presos nas nossas casas”, conta Rodrigo Pederneiras, “sem poder ensaiar, reunir o grupo, programar um espetáculo, projetar uma temporada, com os bailarinos fazendo aulas remotas”. Havia, claro, o horizonte das lives pelas plataformas digitais; e, nos últimos 18 meses, o grupo veio liberando gravações de balés e fazendo diversos eventos nas plataformas digitais, para o público. Nesse viés, em dezembro de 2020, começou a nascer a ideia de criar peças curtas, montar novas coreografias para a internet. E foi bem nesse ponto que uma conversa casual pelo whatsapp alinhou, num tedioso domingo à noite, o coreógrafo mineiro e o compositor Paulo Tatit, conhecidos de longa data.

“Foram quatro horas de mensagens pra cá e pra lá”, lembra, rindo, Tatit. “E surgiu a ideia de selecionarmos e adaptarmos os playbacks da Palavra Cantada. Enviamos, Sandra e eu, dezenas de playbacks dos nossos 27 anos de carreira. Rodrigo selecionou 14 deles e começamos a trabalhar”, diz o compositor.

Foto: José Luiz Perderneiras

O conjunto foi se ajustando, se complementando, ganhando uma feição, traduzida em módulos que fluíam. Florescendo, por assim dizer; e deixando de remeter ao universo infantil. Saíram as vozes, as melodias praticamente desapareceram, entraram novos instrumentos. O projeto que nascera em forma de peças curtas e independentes para a internet ganhou unidade – foi virando um conjunto. Emergiu uma continuidade. “Prelúdios, de 1985, parte de uma ideia assim: são peças soltas unidas pela coreografia”, complementa Rodrigo. Dessa vez, o romântico Chopin deu lugar ao sofisticado som do trabalho de Tatit e Peres para as crianças. “Eu diria que são divertissements”, avança o diretor artístico Paulo Pederneiras, referindo-se ao gênero que define pequenas peças de música ou dança abordado por grandes criadores. De novo, a necessária leveza em tempos tão difíceis.

Com as adaptações, a remixagem e alguns acréscimos, a trilha emergiu – e seu conjunto encadeia uma gama de estilos musicais às vezes bem contrastantes, indo de um jazz light à percussão afro, em seus 36 minutos de duração. “Construímos um balé completamente diferente, singular, com a música de alta qualidade da Palavra Cantada”, define Rodrigo. “Diferente também porque é, como uma Primavera, uma antecipação de dias melhores. Conjuramos assim um futuro mais ameno e, por que não?, mais feliz”.

TRÊS PAS-DE-DEUX E DISTANCIAMENTO

Assim, nascido na pandemia, o balé incorpora – e, de certo modo, abraça – as interdições do momento. “Há somente três pas-de-deux”, comenta Rodrigo Pederneiras. “Só se tocam os bailarinos que são casais, vivem juntos” – Agatha e Lucas, Mariana e Elias, Karen e Rafael. “O restante do espetáculo se desenvolve em duos, trios, quartetos e todos mantêm distância entre si; há somente uma cena com oito bailarinos”.

Apesar do distanciamento físico entre os bailarinos, curiosamente a sensação de proximidade é forte – e os destaques individuais, mais constantes. “Em primavera, temos a chance de ver cada elemento da companhia de maneira mais focada, mais íntima”, ressalta Rodrigo

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Destaque

Novo podcast apresenta ideias de intelectuais renomados e polêmicos

O podcast “No Alvo com Eron Falbo”,  já trouxe vários entrevistados polêmicos, como uma ex-modelo de propaganda da cervejaria Brahma que se tornou guerrilheira voluntária na Síria e o renomado intelectual e presidente da Biblioteca Nacional, Rafael Nogueira.

Ativistas, intelectuais, políticos e grandes empresários brasileiros já foram convidados do programa. Com um crescente número de seguidores, que participam enviando suas perguntas, Eron está rapidamente se tornando referência no mundo de podcasts e lives de instagram.

Neste mês de outubro, Eron entrevistou Massimo Pigliucci ,detentor de quatro doutorados e considerado o maior especialista em estoicismo do mundo. Eron também conversou com Bruno Logan, autoridade em dependência química, sobre o polêmico assunto da legalização das drogas.

Uma conversa extrovertida acontecerá com o mixologista Marco de La Roche, que criou tendência em São Paulo, sobre a arte de fazer drinques em casa na pandemia no próximo 20 de outubro às 21h.

Eron Falbo se espelha em podcasts intelectuais, como o do comediante stand-up americano Joe Rogan e do psicólogo canadense Jordan B. Peterson. As conversas são sutis, cheias de humor, porém inspiradoras e profundas.

Encontre No Alvo com Eron Falbo em todos os maiores fornecedores de podcasts, como Spotify, Google e iTunes.

 

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“A Cigarra e a Formiga – O musical

Inspirado na fábula de La Fontaine, a versão musical do clássico infantil adaptada e dirigida por Allan Ragazzy, ganha novos personagens e músicas originais. Dona Formigana, que vive para o trabalho e os filhos: Formigalha e Formiguel, mora em um formigueiro administrado por um Zangão e assegurado por um grillo. Um dia, o formigueiro recebe uma inesperada visita que torna o local uma verdadeira confusão: Uma Cigarra cantora, vinda da cidade, chega de surpresa para passar alguns dias na região.

Incomodada com a preguiça da cigarra, que só pensa em cantar, Dona Formigana, diz a ela que se não colocar a mão na massa passará fome e frio no inverno. O frio chega, com direito a neve cenográfica caindo sobre o palco, e a Cigarra, desamparada, pede ajuda para a formiga. Após muita resistência, a dona do formigueiro decide abrigar a Cigarra, desde que ela anime e aqueça os outros hóspedes com sua bela voz.

Os arranjos musicais trazem a influência das canções africanas, criando o clima perfeito para o ambiente da peça. Há também jazz, R&B e funk para os números musicais, acompanhados de grandiosos arranjos vocais.

Elenco:

Gabi Rocha – Formigana

Lola Mora – Cigarra

Alanna Bergano – Formigalha

Hugo Faro – Formiguel

 

Ficha Técnica: 

Texto, Direção e Canções Originais – Allan Ragazzy

Assistente de Direção – Kelly Maurelli
Direção e Produção Musical – Denis Goursand
Coreografia – Pablo Ventura
Cenário – Mario Pereira

Adereços – Márcio Menta
Figurino – Paulo Kandura
Iluminação – Allan Ragazzy

Caracterização – Susana Cardoso

Arranjos Instrumentais – Denis Goursand e Nélio Jr.
Fotografia – Helmut Hossmann

Produtor Associado – Allan Ragazzy
Direção de Produção – Deise Reis e Leandro Bispo

Serviço:

17 de outubro a 29 de novembro

Dias: sábados e domingos

Horário: 17 horas.

Ingressos: entre R$ 20,00 e R$ 60,00

Sympla:  https://bileto.sympla.com.br/event/64404/d/89303

Classificação etária LIVRE

Duração 60 minutos.

Teatro Miguel Falabella -Norte Shopping

Endereço: Av. Dom Hélder Câmara, 5474, Rio de Janeiro – Rio de Janeiro

“A cigarra e a Formiga” estava em temporada (7 de março a 5 de abril), interrompida em 13 de março, devido à Pandemia.

O Teatro Miguel Falabella entende o fundamental papel da cultura e do entretenimento, principalmente em tempos de pandemia. Por este motivo, as medidas de enfrentamento à Covid-19 e os protocolos sanitários de segurança são muito importantes e devem ser seguidos rigorosamente.

Seguiremos as orientações constantes das Regras de Ouro da Prefeitura do Rio de Janeiro, do Estado do Rio de Janeiro, além das recomendações do Ministério da Saúde: – Nesse primeiro momento o teatro funcionará com até 30% da capacidade, seguindo as medidas de higienização entre as sessões; – NÃO SERÁ PERMITIDO ENTRAR SEM MÁSCARA (a máscara não pode ser retirada dentro do teatro); Não será permitido entrada no teatro com temperatura igual ou superior a 37,8 graus; e outras.

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No mês da criança, projeto “Que História Contar?” oferece entretenimento educativo em plataforma online

Estreia em 12 de outubro o projeto “Que História Contar”, uma série de sessões de contação de histórias infantis apresentadas por atores, músicos e palhaços, que vai oferecer entretenimento educativo no mês da criança. Entre os dias 12 e 31 de outubro, às 10h, uma obra diferente será contada, seguida de um bate-papo ou de uma oficina interativa com os artistas na plataforma Zoom. A classificação etária é livre – indicado para crianças a partir de 3 anos. Os ingressos vão de R$ 7,50 a R$ 15 e podem ser adquiridos no site http://sympla.com.br e o conteúdo ficará disponível até 12 de dezembro. O projeto “Que História Contar” tem coordenação da pedagoga e contadora de histórias Fernanda Faria e direção geral do produtor Bruno Mariozz.

Baseadas em obras clássicas como “Rapunzel”, dos Irmãos Grimm, “A festa no céu”, de Ângela Lago, “A pequena vendedora de fósforos”, de Hans Christian Andersen, e no conto chinês “O pote vazio”, as histórias foram adaptadas para abordarem questões como diversidade de gênero, étnico-raciais e acessibilidade. Há também textos contemporâneos como “Sinto o que sinto – A incrível história de Asta e Jaser”, de Lázaro Ramos, “O pequeno príncipe das ruas”, de Allex Miranda e “Ventanera – A cidade das flautas”, de Moira Braga.

Além de ser uma opção de entretenimento educativo para a criançada durante o período de isolamento social, “Que História Contar” tem como objetivo despertar o gosto pela leitura e, principalmente, democratizar e diversificar o universo das contações de histórias e da literatura infantojuvenil. O elenco de 22 contadores é formado por: Alexa Velásquez, Alexandre Moreno, Allex Miranda, Clara Santhana, Danielle Fritzen, Dayse Pozzato, Diego de Abreu, Fábio França, Fernanda Fari, Jorge Oliveira, Leandro Castilho, Lu Fogaça, Luan Oliveira, Matt Trindade, Milton Filho, Moira Braga, Patrícia Costa, Raquel Penner, Thaianne Moreira,Vilma Melo, Viviane Netto e Wladimir Pinheiro.

“Quando eu era criança, negra e de baixa renda, não me recordo de nenhuma história em que o corpo negro fosse protagonista. Por que sempre um castelo e uma casa grande? Cadê a periferia? A casa pequena? Muitas pessoas também não se sentiram pertencentes ou representadas no universo literário”, lembra a pedagoga e contadora de histórias Fernanda Faria, coordenadora do projeto.

“Somos frutos das histórias que lemos, aprendemos, ouvimos e vemos. As histórias formam, se movem e nos movimenta. Acredito que se tivéssemos tido acesso às histórias de gênero, com questões raciais e de inclusão, não seríamos o país que mais mata com o racismo, machismo, homofobia, sem nenhuma inclusão para as pessoas com deficiência”, questiona Fernanda.

Diretor geral do projeto, Bruno Mariozz, da Palavra Z Produções Culturais, enxerga também uma oportunidade de movimentar e apoiar a economia criativa do segmento cultural, que foi duramente atingida com a pandemia. “Reunimos diversos profissionais para que possamos fortalecer a criação artística e proporcionar momentos lúdicos em um momento tão delicado que estamos passando”, diz.

Que História Contar – Luan Vieira – Divulgação

HISTÓRIAS

Abrindo a programação em 12 de outubro, está “Minhas contas”, de Luiz Antonio, interpretada pela atriz Fernanda Faria. A história fala sobre tolerância religiosa ao contar sobre uma amizade de duas crianças abalada pelo preconceito dos pais. O conto tradicional chinês “O pote vazio” ganha interpretação do artista cadeirante Matt Trindade. No conto, um imperador distribuiu sementes de flores para que as crianças de seu reino as cultivassem e lhe trouxessem o resultado d0 trabalho. Ao final de um ano, o menino Ping só conseguiu apresentar um pote vazio. Mas o que parecia um fracasso tornou-se um grande triunfo.

Em “Sinto o que sinto – A incrível história de Asta e Jaser”, de Lázaro Ramos, a atriz Vilma Melo mostra que mesmo para os adultos, lidar com os sentimentos nem sempre é fácil. Isso é o que Dan percebe ao longo de seu dia, enfrentando diferentes situações que o fazem ter que encarar uma mistura bastante diversa de sentimentos. Escrito e contado pelo ator Allex Miranda, “O pequeno príncipe das ruas” narra a história de um homem de negócios que, atrasado para uma reunião, muda o trajeto e tem seu carro enguiçado em uma cidade remota.

“Ventanera – A cidade das flautas” é um texto escrito pela bailarina e atriz cega Moira Braga. Ventaneira é uma cidade fantástica onde flautas voam amarradas em pipas coloridas e só o sopro dos ventos pode tocar esses instrumentos musicais. Um dia amanhece silencioso, sem ventos e sem música. Até que o menino Rudin, o único habitante de Ventaneira que não sabia nem fazer flautas, nem empinar pipas e que só consegue ver o que suas mãos podem alcançar, descobre como trazer a música e a alegria de volta à cidade.

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Bruna Pazinato lança single Toda Noite

Bruna Pazinato está com música e clipe novo. A cantora lançou na última sexta-feira (25/09) o single Toda Noite e o clipe da canção foi toda gravado durante a quarentena. A música foi escrita por Bruna em parceria com Rapha Lucas, finalizada em 2019 e muito bem guardada pela cantora que só agora sentiu a necessidade de lançar a canção esse ano, a canção faz parte do EP “Afrodisíaca”.

 Todas as músicas do EP foram inspiradas em mulheres que passaram pela vida da cantora. “Minhas músicas falam de amor e não seria justo eu ‘esconder’ o meu”, argumenta Bruna. Pazinato assumiu a homossexualidade há pouco tempo e está aprendendo diariamente com essa nova situação.  “Ser mulher, artista e lésbica em uma sociedade majoritariamente machista é uma luta diária. A gente tem que se provar todos os dias”, declarou.

A cantora que, também, é atriz e já atuou em muitas novelas da Record foi convidada para ser jurada do programa  “Canta Comigo Teen” da mesma emissora e fala um pouco do seu primeiro contato com a música. “Tive contato com a música desde a infância, meu avô tocava sanfona e meus pais amam música. Fui criada em meio a cultura gaúcha, cheia de sons e tradições. Trago essas raízes como inspiração e sempre faço questão de colocar essas referências nas minhas músicas. Toda Noite por exemplo tem uma sanfona linda. E ainda tem o R&B pelo qual sou apaixonada! Minha música é a fusão de tudo isso com uma coleção de boas histórias nas composições. Todo o EP Afrodisíaca e Toda Noite tem como base amores que passaram pela minha vida”, finaliza Bruna.

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E as lives do teatro Rival Refit no Instagram continuam a todo vaopor

As lives de terça-feira, comandadas pelo produtor musical Marcos Salles, vai entrar no clima do pagode dos anos 1990, com a presença de artistas que participaram de grupos que se destacaram na época. O primeiro a participar é o cantor e compositor Charlles André, que emplacou sucessos do grupo Os Morenos, como “Mina de fé” e “Amor singular”. Ele é o convidado do dia 6.

E outubro ainda tem muito mais, além do samba. Tem live com sabor burlesco, comandado por Delirous Fenix, que recebe, no dia 7 (quarta-feira), a ex-vedete Eloína Ferraz, que fez muito sucesso nas décadas de 1940 e 1950 em espetáculos do teatro de revista.

No dia seguinte, dia 8, a cantora e compositora Patrícia Mellodi comemora a marca de 100 artistas convidados em seu Sarau da Mellodi, com uma superlive de duas horas com participação de um time animado: Rita Benneditto, Ana Costa, Daniel Gonzaga, Júlia Vargas, João Pinheiro, Fhernanda Fernandes, Honey, Valéria Barcellos, Teófilo Lima e Soraya Castello Branco.

Todas as lives rolam às cinco da tarde. Teatro Rival Refit, 86 anos de resistência cultural.

No Instagram @teatro.rival.refit

Horário: 17horas

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Cineasta carioca dirigiu série durante isolamento social

As produções audiovisuais em sets de filmagem pararam durante a pandemia, mas o Cineasta Wagner Novais, mesmo confinado, dirigiu e produziu de forma  virtual a série documental “Único na Quarentena. O projeto, que trata-se de uma web série com 5 episódios, onde Wagner Novais  entrevista seus vizinhos também isolados em seus apartamentos. Este projeto foi contemplado com o Prêmio Edital Cultura nas Redes da Secretaria de Cultura e Economia criativa do Estado do Rio de Janeiro.

Wagner Novais é diretor, roteirista e professor de cinema. Wavá, como é conhecido dirigiu alguns curtas-metragens que colecionam prêmios de realização como “Fonte de Renda”um dos episódios do longa 5x Favela – Agora por Nós Mesmos e “Tempo de Criança”. Já lecionou nas escolas Darcy Ribeiro e Criative Film School. Também assinou assistência de direção em séries  “O mecanismo” “Imagem e Vinil” e na novela global “Bom Sucesso”.

Os episódios já estão disponíveis:

Instagram: https://www.instagram.com/wava.novais/
Youtube: https://www.youtube.com/user/respeito83
Facebook: https://www.facebook.com/wavanovaiss

Direção, roteiro e produção: Wagner Novais
Elenco: Patrick Sonata
Comunicação: Juliana Portella

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14ª Primavera dos Museus começa hoje em todo o país

A 14ª edição da Primavera dos Museus começa hoje (21) e vai até o próximo domingo (27) com atividades virtuais promovidas por instituições de todo o país. O evento é uma ação do Instituto Brasileiro de Museus (Ibram) e, neste ano, tem o tema Mundo Digital: Museus em Transformação.

“Com o isolamento social provocado pelo Covid-19, o tema propõe experimentar e produzir novas práticas de significado, de linguagens de armazenamento e de disseminação das informações de museus a fim de estimular museus a preservar, a investigar, a comunicar, a interpretar e a expor as coleções de valor histórico, artístico, científico, técnico e cultural, valendo-se das ferramentas digitais e da lógica das redes sociais”, explicou o Ibram, em comunicado.

O guia com a programação completa está disponível na página museus.gov.br. Durante toda a semana, 520 museus desenvolverão mais de 1,3 mil atividades das mais diversas categorias: palestras, visitas virtuais mediadas, exibições de filmes, contações de histórias, exposições, shows musicais e rodas de conversa.

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O projeto “InConto Marcado” comemora 10 anos disseminando a magia da literatura brasileira

Com patrocínio da Enel e da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Estado do Rio de Janeiro através do Edital Enel de Seleção de Projetos Culturais e Esportivos Incentivados – RJ, chega ao Rio de Janeiro o projeto InConto Marcado. Criado em 2010 pela atriz Daniele Yanes, que iniciou a carreira artística interpretando a Narizinho do Sítio do Picapau Amarelo (1981-82, Rede Globo), o projeto inicia fazendo a história acontecer, literalmente.  Através da proposta de teatro itinerante de incentivo à cultura, já circulou por 25 municípios do Ceará, atingindo um público total de 35 mil espectadores – entre alunos e professores da rede pública de ensino, beneficiados com espetáculos de qualidade baseados em obras da literatura brasileira e oficinas de teatro gratuitos para professores.

Foto: Divulgação

Para este ano, o projeto sofreu algumas alterações devido à pandemia e foi dividido em duas etapas a serem trabalhadas no Estado do Rio de Janeiro: atividades online a partir do dia 21 de setembro deste ano e a circulação em seis cidades do Estado em 2021 – sem perder o conteúdo informativo e educacional do projeto. Todas as informações estarão na plataforma www.incontomarcado.com.br.  O projeto, que tem como principais focos a difusão artística, acessibilidade e democratização do acesso à arte, foi ganhador do Prêmio FUNARTE de Circulação Literária 2010 e de quatro edições do Edital Mecenas das Artes do Ceará, com o patrocínio da ENEL (2014 a 2017). Em 2019 o espetáculo mais recente do projeto, Plantou Palavra Colheu Poesia, foi contemplado pelo edital de ocupação da Caixa Cultural e realizado nas cidades de Fortaleza e Salvador, com patrocínio da Caixa Econômica.

As ações começam com a live de lançamento do projeto no dia 21 de setenbro com a Trupe do InConto Marcado, juntamente com o site interativo e o 1º episódio dos 6 vídeos que serão disponibilizados a cada semana, contando a história/narrativa do espetáculo Plantou Palavra, Colheu Poesia (uma adaptação do livro homônimo da escritora Socorro Acioli, vencedora do Prêmio Jabuti). O sexto e último episódio reserva um presente: será uma live especial de dia das crianças. O público poderá acompanhar as ações pelo canal do YouTube do projeto (https://www.youtube.com/incontomarcado) e no site  www.incontomarcado.com.br. E a partir do dia 02 de novembro começa o Curso Online de Teatro para professores. Serão 80 vagas por cidade a serem preenchidas pela Secretaria de Educação do Estado e a produção do projeto, ou através de cadastro no site. Estão no radar do projeto as cidades Teresópolis, Nova Friburgo, Petrópolis, Bom Jardim, Santa Maria Madalena e Niterói.

Foto: Reprodução

A segunda etapa do InConto Marcado será em 2021 com a circulação do espetáculo Plantou Palavra, Colheu Poesia pelas cidades onde acontecerá o Curso de Teatro para professores – sem datas definidas, por enquanto. Sob direção de Daniele Yanes, mentora do projeto, roteirista e atriz, o espetáculo faz sua primeira imersão no sudeste do país e irá percorrer cidades da região serrana do estado. O espetáculo é uma bela oportunidade de absorver a cultura brasileira na sua essência. Os atores apresentam uma vibrante narrativa que exalta a cultura popular brasileira, destacando Patativa do Assaré, consagrado como um dos mais importantes poetas populares do mundo. O projeto é patrocinado pela ENEL, através da lei de Incentivo à Cultura.

Comemorando 10 anos do projeto, esta etapa fluminense do InConto Marcado reserva uma novidade: os músicos Carlos Malta e Rodrigo Sestrem produziram trilha sonora especialmente para o projeto. Sestrem, poeta, cantor e artista popular baiano, criou peças originais para o espetáculo como poemas e cordéis – além de letrar músicas já existentes do multinstrumentista, arranjador, compositor e educador carioca Carlos Malta. “A música tema do Cordel do InConto Marcado tem letra do Rodrigo e composição inédita e original do Malta. Já a música tema do Plantou Palavra Colheu Poesia foi feita a letra em cima de uma obra já conhecida do Malta, chamada Barrigada. E tem O Côco da Feira de Assaré, também inédita, entre outras”, diz Daniela.

Atuando também como arte-educadora, a curitibana Daniele Yanes conta que, de alguma forma, foi a vida profissional como atriz que a levou a pensar em um projeto que faz adaptações teatrais de grandes autores brasileiros para as crianças. Explica-se: com apenas 9 anos a atriz fez a personagem Narizinho do Sítio do Picapau Amarelo, da TV Globo, o que já era um grande projeto de incentivo à leitura sob o legado de Monteiro Lobato. Ainda na infância interpretou a escritora Zélia Gattai, na série “Anarquistas Graças a Deus” (TV Globo).

E, antes de tudo, é filha de leitores assíduos, o que credita que contribuiu muito na sua formação e consolidou a ideia de trabalhar com literatura e arte. “Sei e acredito no imenso poder de transformação e crescimento humano por meio dos livros e sabemos que o Brasil tem um dos mais baixos índices de leitores do mundo. E então senti que esse era meu interesse, seguir trabalhando com incentivo à leitura através do teatro e fazer a minha parte possível nessa cadeia de formar novos leitores. A partir dos anos 2000 comecei a dedicar mais ainda o meu trabalho para esse objetivo de colocar a arte à serviço da educação. Esse é meu foco e é nisso que deposito minha energia”, diz Daniele.