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Pai que perdeu família na tragédia de Petrópolis cria projeto em homenagem ao filho

No dia 15 de fevereiro de 2022, o país se sensibilizava e acompanhava uma série de enchentes e deslizamentos de terra que atingiram Petrópolis, no Rio de Janeiro. A tragédia deixou 241 mortos e milhares desabrigados.

Durante a tragédia, o professor Alessandro Garcia foi um dos atingidos. O petropolitano perdeu sua esposa, Carolina, filhos Bento e Sofia e seus sogros Elcio e Maria.

Em março, Alessandro criou o Projeto Borboleta Azul, com o objetivo de apoiar a causa autista da qual seu filho Bento fazia parte. O projeto realiza a capacitação e formação gratuita para cuidadores, mediadores escolares e assistentes terapêuticos para ajudar pais e professores na busca por uma melhor qualidade de vida às crianças com Transtorno do Espectro Autismo. O projeto é formado por Ana Paula Costa, Bete Oliveira, Bianca Pandini e Rafaela Amorim.

Segundo os dados do Center of Diseases Control and Prevention (CDC), dos Estados Unidos, o Transtorno do Espectro Autismo (TEA) atinge de 1% a 2% da população mundial e, no Brasil, aproximadamente dois milhões de pessoas. De acordo com a pesquisa, entre as crianças a proporção é de que uma a cada 44 sofra de um problema ainda pouco entendido, mas muito estudado.

Em entrevista ao Jornal DR1, o professor Alessandro contou sobre o surgimento do projeto.

“A perda da minha família acabou comigo, e durante a missa para eles, surgiu a ideia de fazer algo pra honrar a memória deles. O meu filho Bento era autista, então a primeira ideia era tentar pagar o tratamento, a terapia para algumas crianças. Logo, ao conversar com a psicóloga do meu filho, veio a ideia de fazer algo diferente. Então, ela me apresentou
às mães, pais de autistas e então, decidimos realizar um curso para formar pais com o objetivo de lidarem melhor com crianças com Transtorno Espectro Autista”, explicou.

O nome do projeto Borboleta Azul surgiu devido o resgate do corpo do Bento. Com apenas cinco anos, o pequeno faleceu soterrado na tragédia, e logo que foi encontrado, havia uma borboleta azul em seu corpo. Segundo o pai Alessandro Garcia, a borboleta só saiu após retirarem o Bento do local.

“O meu filho foi encontrado quando eu estava enterrando a minha filha e a minha esposa. E nesse dia, eu sabia que o nome do projeto seria borboleta azul”, disse.

O próximo curso acontecerá no sábado, 25 de junho no Alto da Serra em Petrópolis. Para participar basta se inscrever no email
(prosborboletaazul@gmail.com). O projeto também está disponível nas redes sociais @projeto.borboletaazul.

O professor declarou sobre a importância do projeto.
“A sociedade – pais e profissionais – não são preparados para acolher bem essas crianças autistas e incluí-las de fato. Então, a importância do projeto é que seja mais uma força para fomentar a inclusão. Quando tive o meu filho, eu tive um momento de susto. Mas, se eu tivesse feito uma caminhada numa escola, se eu tivesse me incluído mais, com certeza, eu teria lidado de maneira diferente com o meu filho no momento inicial”, explicou.

Alessandro Garcia finalizou contando sobre o sentimento ao fazer a diferença.

“Sobre o meu sentimento de fazer a diferença, eu ainda estou vendo isso porque estamos nos primeiros passos. Mas, fico feliz porque continuo fazendo um pouquinho do que minha esposa fazia. A Carol oferecia conselhos, encaminhava e tem crianças hoje que tem um tratamento de qualidade, porque a Carol as encaminhou”, finalizou.

 

 

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Alunos do Colégio Santo Inácio arrecadam recursos e instalam painéis solares em escola no interior do Pará

Distante quatro horas de barco do centro de Santarém, no Pará, a Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima vive uma realidade ainda comum a muitos brasileiros, especialmente as populações ribeirinhas da Amazônia: o acesso restrito à energia elétrica.

Esse cenário, no entanto, pode começar a mudar a partir desta quarta-feira (15). Com recursos arrecadados por alunos do Colégio Santo Inácio, será inaugurado um sistema solar fotovoltaico na escola paraense, que vai beneficiar cerca de 140 crianças de 5 a 18 anos. Cerca de 20 estudantes do Santo Inácio também participaram da instalação.

A iniciativa faz parte do Projeto Arapiuns, da instituição jesuíta carioca. Desde 2016, o Santo Inácio desenvolve ações de voluntariado educativo e ecoturismo na Comunidade de Anã, na Reserva Extrativista Tapajós-Arapiuns, às margens do Rio Arapiuns, onde fica a escola municipal.

“O objetivo do projeto é proporcionar a esses jovens experiências de aprendizagem coletiva com pessoas de realidades socioeconômicas totalmente diferentes. Será uma troca de saberes em torno do uso sustentável de recursos e do cuidado com a nossa casa comum, o planeta terra”, destacou Juliana Lima, Assessora de Projetos Sociais e Voluntariado do Colégio Santo Inácio. Na edição deste ano, que vai até 17 de junho, as atividades estão voltadas para o tema da energia solar. Além da instalação dos painéis, os estudantes estão participando de oficinas sobre o solo e a vegetação amazônica.

Atualmente, a carga que alimenta a Escola Municipal Nossa Senhora de Fátima vem do gerador de Santarém. Além do acesso restrito (a energia é cortada às 18h), o aparelho é movido a óleo diesel, combustível caro e poluente. Atualmente, a escola está funcionando sem energia porque o gerador quebrou e não há verba pública para o conserto. O sistema solar fotovoltaico, por sua vez, vai permitir o fornecimento regular para o acionamento de iluminação, freezer, bebedouro, TV e projetor da escola. Tudo isso de forma sustentável, renovável e limpa.

Para angariar os recursos para a aquisição dos equipamentos, os estudantes do Santo Inácio organizaram campanhas de doação do troco da compra na cantina, ações de lanche solidário e até sessões de cinema, com venda de pipoca e brigadeiros. O Colégio também contribuiu financeiramente para viabilizar o projeto. Nesta corrente do bem, todos saem ganhando.

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Kaká D’Ávila distribui currículos gratuitamente através do ‘Pix do currículo’ e a ‘Bike do emprego’

Solidariedade e empatia, sentimentos que permeiam as ações voluntárias do servidor público Kaká D’Ávila. Em meio à crise de desemprego no país, Kaká decidiu fazer a diferença e criou os projetos ‘Pix do currículo’, e a ‘Bike do emprego’.

O servidor público realiza há mais de 10 anos ações voluntárias voltadas ao lúdico, visando despertar atenção de empresas. E há um mês, Kaká criou os projetos para a entrega de currículos em Porto Alegre, no Rio Grande do Sul. Atualmente, mais de 3.000 currículos foram entregues e mais de 500 pessoas foram contratadas.

Atualmente, a sua página no Facebook conta com mais de 120 mil seguidores e seu Instagram possui mais de 33 mil.

Kaká D’Ávila contou sobre a perda do filho e demissão no emprego.

“Hoje, faço aquilo que eu gostaria que tivessem feito há uns anos quando fiquei desempregado. Inclusive, passei por essa situação em um momento muito difícil, porque havia perdido o meu filho que nasceu prematuro. E logo, fui demitido porque era visto como um peso para a empresa, devido ao luto. Fui até o fundo do poço, mas consegui me reerguer”, explicou.

O servidor público explicou sobre como são realizadas as distribuições de currículos.

“O ‘Pix do currículo’ e a ‘Bike do emprego’ surgiram do nada, pensei que seria bacana essa ação. Em ambas as ações, as pessoas me enviam os currículos e eu distribuo nas empresas. Vou nas comunidades mais carentes, onde as pessoas não têm condições de pegar transporte público. O atual cenário está bem complicado, então vou com a bicicleta de casa em casa buscando os currículos. Assim que busco os documentos, eu tiro cópias, sem cobrar nada.  Hoje, as empresas já conhecem as minhas ações, e assim que surgem vagas, elas entram em contato. Realizo as entregas todos os dias, sem colocar limitações”, afirmou.

Kaká D’Ávila também contou sobre o grande alcance nas redes sociais.
“Jamais imaginei que essas ações tão simples pudessem ‘viralizar’ tão grandemente. Fico muito feliz e que isso reverberar e servir de inspiração para outras pessoas. Dessa forma, eu faço com que as empresas abram as suas portas, e eu consigo mostrar os currículos que eu tenho. E sou recebido com muito carinho e admiração”, disse.

Atualmente trabalhando como servidor público, Kaká D’Ávila já enfrentou a fome e morou na rua.

“Uma das mensagens mais marcantes que recebi foi, uma pessoa que tirou fotos com alimentos e me disse que agora tinha o que comer. Porque antes, ela estava revirando o lixo na busca por comida. Eu sei o que é lidar com a fome, porque já enfrentei isso. E é terrível”, contou.

“O sentido da vida é fazer a diferença vida de outras pessoas. Sempre acreditei que quanto mais a gente faz o bem para os outros, mais coisas boas acabam vindo até nós. Me sinto muito feliz ao fazer o bem, e tenho o sentimento de dever cumprido. Acho que todos deveriam realizar uma boa ação”, finalizou Kaká D’Ávila.

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ONG Escola de Gente: inclusão, amor e combate à discriminação

A Escola de Gente foi criada para formar uma nova geração de adolescentes e jovens mais apta a contribuir para a criação de uma sociedade inclusiva.

De 2002 a 2020, a Escola de Gente mobilizou diretamente para a prática da inclusão, presencialmente e virtualmente, cerca de 1 milhão de pessoas em 19 países. A instituição tem mais de 80 premiações nacionais e internacionais. Como também, foi cinco vezes reconhecida na ONU pela inovação de seus projetos de inclusão e acessibilidade. E recebeu duas das mais importantes condecorações da presidência da República do Brasil: “Prêmio Direitos Humanos” e “Ordem do Mérito Cultural”.

Idealizada pela jornalista e escritora Claudia Werneck, a Escola de Gente tem como missão transformar políticas públicas em políticas públicas inclusivas, para que pessoas com e sem deficiência exerçam seus direitos humanos desde a infância.

O jornal DR1 entrevistou a fundadora da Escola de Gente, Claudia Werneck que contou sobre a idealização da ONG.

“A Escola de Gente nasce como um desdobramento natural de várias ações e investimentos protagonizados por mim e pelo meu marido, Alberto Arguelhes, após o lançamento do meu livro “Muito prazer, eu existo – sobre as pessoas com síndrome de Down”, em 1992”, explicou.

“Assim, logo após o lançamento do livro, e com o apoio incondicional do meu marido, mãe, pai, irmão, filho e filha, toda a família – e quero reforçar que sem este apoio eu não teria conseguido caminhar nos meus sonhos e projetos – comecei a viajar pelo Brasil e pelo mundo atendendo a convites, inicialmente para falar sobre o livro e depois sobre o conceito de inclusão. Foram quase 700 palestras em 10 anos”, contou a fundadora.

A fundadora da Escola de Gente, Claudia Werneck explicou também sobre os objetivos da ONG.

“A ONG existe para transformar políticas públicas em políticas públicas inclusivas, que são aquelas que garantem direitos humanos e fundamentais também a quem nasce com deficiência e vive na pobreza, desde a infância. A juventude é nosso principal agente de transformação. A infância, nosso principal público beneficiário. A comunicação inclusiva, nossa estratégia. Os direitos humanos, nosso território”, afirmou.

A Escola de Gente é um centro de referência na criação e execução de metodologias premiadas, avaliadas e disseminadas pelo Brasil e mundo. A ONG possui alguns projetos, como: JUVA,
leitura acessível e o teatro acessível.

“Ainda que eu seja grata e me emocione com as mensagens e relatos do quanto a Escola de Gente faz a diferença na vida de muitas pessoas, eu me fortaleço também por perceber que meu propósito segue firme, e por ele sou abraçada e encorajada todo dia, ainda que se multipliquem as dificuldades que hoje enfrentamos para manter as leis e as políticas de inclusão no Brasil”, finalizou a jornalista Claudia Werneck.

A Escola de Gente trabalha todo dia para que pessoas com deficiência vivam com direitos, autonomia e independência. E conta com o apoio por meio de doações, parcerias e aquisição de nossos serviços e tecnologias. Quem desejar apoiar financeiramente pode fazê-lo utilizando o seguinte site: https://www.escoladegente.org.br/faca-sua-doacao.

Foto: Divulgação
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Carioca junta-se a grupo em NYC na criação de criptomoeda solidária

Um grupo de amigos resolve se unir para criar uma criptomoeda. Até aí, nenhuma novidade. Mas o nome da bitcoin tem chamado a atenção pela criatividade: Croissant. E um carioca faz parte dessa iniciativa que nasceu nos Estados Unidos, o psicólogo Henrique Maluf, de 29 anos. E o que é mais interessante: a proposta é fazer do projeto financeiro uma iniciativa solidária.

A ideia surgiu de um grupo de amigos de Nova Iorque, nos Estados Unidos, os Nameless Youth Club (NYC). A partir da premissa de que o mundo das criptomoedas deveria servir para além de ganhar dinheiro, os jovens começaram a esboçar o que viria a ser a moeda Croissant.

Maluf explica que quem compra ou vende um “token” recém-lançado paga taxas na compra e na venda, que, em geral, servem para remunerar o time pelo trabalho e a “carteira de marketing”. Com o valor arrecadado, contratam-se influenciadores do mundo cripto, divulgações em outdoors, parcerias com projetos pré-existentes e outras iniciativas do tipo. É aí que entra a diferença da Croissant.

Em vez de uma carteira de marketing, o grupo resolveu criar a “carteira Croissant”. O valor é usado para comprar os quitutes e distribuí-los a instituições de caridade e pessoas em situação de rua, alimentando – literalmente – conversas sobre o mundo cripto.

A proposta é explicar como funciona esse mercado e o investimento em criptomoedas, em ações de rua que são gravadas. O grupo já distribuiu mais de 1.500 croissants em Nova Iorque e no Rio de Janeiro.

No Rio, as ações aconteceram em diversos pontos da cidade, como São Cristóvão, Santa Teresa, Lapa, Leme, Urca e Arpoador. E não foram apenas doações para pessoas em situações de rua, mas também para instituições como o Ambulatório da Providência, em São Cristóvão, e o projeto Semente do Verbo, das freiras carmelitas de Santa Teresa.

“Foram mais de dez horas de ações só no Rio. O mundo cripto é surpreendente, alguns projetos sem fundamento dão certo, enquanto outros com tudo para decolar não saem do chão. Por isso, é muito difícil dizer onde estaremos, no que diz respeito a valor de mercado, no futuro”, explica.

Se o projeto quer expandir as ações no mercado de criptomoedas, da mesma forma deseja ampliar as iniciativas solidárias pelo mundo. A última ocorreu na Etiópia, no continente africano. E os próximos passos já estão no roteiro.

“Fizemos uma ação na Etiópia no dia 25 de abril. As próximas serão na Bélgica, na Alemanha e, novamente, nos Estados Unidos, em Miami. Como não temos carteira de marketing, nossa chance de crescer é continuar mostrando ao mundo o potencial do nosso trabalho através dos vídeos e da transparência com que fazemos tudo”, aposta.

Maluf enfatiza que essas ações ocorrem graças às redes de apoio que existem nos países que recebem as ações. “Não se trata de viagens do nosso grupo bancadas pelo dinheiro obtido no negócio. Não é isso, em hipótese alguma. As ações acontecem entre os membros das comunidades locais, que estão dispostos a ajudar”, detalha.

O nome Croissant é uma brincadeira com o nome da blockchain (ou rede) na qual o projeto está inserido, a Cronos, também chamada de CRO, da empresa crypto.com. A gigante será uma das patrocinadoras oficiais da Copa do Mundo, e a audiência da rede só cresce. Quem quiser saber mais sobre o projeto, pode acessar @croissantdao no twitter e no tiktok.

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Shoppings realizam campanha de Volta às Aulas no Rio de Janeiro

Os shoppings da Aliansce Sonae no Rio de Janeiro se mobilizam, mais uma vez, para colaborar com a educação e o desenvolvimento de crianças em situação de vulnerabilidade social em seu 4º ano de parceria com o Instituto da Criança. Até o dia 13 de março, 11 shoppings da rede serão pontos para doações de materiais escolares, novos ou em bom estado de conservação, como apontador, borracha, caderno, caneta, estojo, lápis comum, caixa de lápis de cor, livros infantis, régua e tesoura. Os itens serão doados para alunos da rede pública através do Instituto da Criança. Ano passado, mais de 450 itens foram arrecadados.

 As doações serão entregues a instituições cadastradas e selecionadas pelo Instituto da Criança, que estão localizadas no entorno dos empreendimentos.  Os shoppings que participam da ação social estão em diferentes regiões do município e área metropolitana do Rio de Janeiro. São eles: Bangu Shopping (Bangu), Carioca Shopping (Vila da Penha), Caxias Shopping (Duque de Caxias), Passeio Shopping (Campo Grande), Pátio Alcântara (Alcântara), Santa Cruz Shopping (Santa Cruz), Shopping Grande Rio (São João de Meriti), Shopping Leblon (Leblon), São Gonçalo Shopping (São Gonçalo), Via Parque Shopping (Barra da Tijuca) e Recreio Shopping (Recreio).

“Renovamos nossa parceria com o Instituto da Criança, reforçando o compromisso da Aliansce Sonae com a educação e com as comunidades localizadas nos entornos dos nossos shoppings. O público busca, cada vez mais, participar de ações com propósito, conscientes de seu papel social. Os shoppings tornam-se importantes facilitadores para que as pessoas se engajem nessas causas”, explica Ana Paula Niemeyer, diretora de marketing da Aliansce Sonae.

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iFood amplia apoio a Petrópolis com ajuda a restaurantes, entregadores e mais doações para a região

Após campanha iniciada com a ONG Ação da Cidadania para ajudar a população impactada em Petrópolis, o iFood inicia nesta semana a parceria com as ONGs Orgânico Solidário e Gastromotiva. A foodtech ajudou a arrecadar até o momento cerca de R$ 650 mil que serão utilizados para oferecer mais de 130 toneladas de alimentos às pessoas em situação de vulnerabilidade. Além de angariar recursos financeiros, a empresa também inicia diversas ações para dar apoio aos restaurantes e entregadores parceiros da cidade de Petrópolis (RJ).

Em solidariedade aos mais de 700 restaurantes parceiros da região, o iFood está tomando medidas de assistência. A empresa fará a antecipação de repasses e a exclusão de comissão nas vendas dentro da plataforma de restaurantes parceiros ocorridas entre 1 e 20 de fevereiro. Para garantir a avaliação dos estabelecimentos diante de um cenário extremo, o iFood ainda irá desconsiderar as avaliações negativas sobre as entregas a partir de 15 de fevereiro.

Apoio a entregadores

Os entregadores que têm como a principal praça de entrega a cidade de Petrópolis (RJ) também receberão um suporte do iFood diante desse momento de emergência social. A empresa vai suportar os ganhos desses entregadores por duas semanas e distribuir 470 cestas básicas.

O apoio será feito com base no valor médio repassado pela plataforma nas últimas 6 semanas, com um valor mínimo a ser recebido de R$ 50 por semana de suporte. A distribuição das cestas será feita através de agendamento prévio com o atendimento do iFood ao entregador.

iFood e Ação da Cidadania

O iFood e a Ação da Cidadania se uniram para incentivar doações com o objetivo de ajudar a situação emergencial que ocorre devido às fortes chuvas que atingem a região da cidade de Petrópolis (RJ). Desde de 16 de fevereiro a campanha direciona as doações recebidas pela organização para apoiar as pessoas afetadas pela situação até quando esta persistir

Como doar

A plataforma possui um espaço no seu aplicativo para incentivar as doações de forma simples e confiável. No carrinho, antes de fechar o pedido, em um clique no app, o cliente pode contribuir com as ONGs parceiras, com doações a partir de R$2. Essa iniciativa busca entregar às organizações não-governamentais parceiras um melhor potencial de arrecadação. As causas apoiadas pelas campanhas de doação estão relacionadas à segurança alimentar, educação e ao meio ambiente. A outra forma de doação pelo app do iFood é por meio do “Perfil do cliente”, na seção “Doações”, onde é possível escolher uma das entidades para apoiar com o valor que o cliente quiser.

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Evento no Sindicato dos Artistas agradece doações de cesta-básica aos artistas

Por Arthur Almeida

Na última terça-feira (23), o Jornal DR1, representado pelo colaborador Carlos Augusto Aguiar, esteve no Sindicato dos Artistas e Técnicos de Espetáculo do Rio de Janeiro (SATED/RJ) para prestigiar e cobrir o evento organizado pela Pastora Antônia de Aquino, pelo Pastor David Antunes e pelo diretor Paulo Martinelli. O objetivo foi agradecer aos doadores pelas cestas básicas doadas aos artistas sindicalizados e suas famílias. O projeto começou em 2019, pouco depois da paralisação total das atividades culturais devido ao agravamento da pandemia da Covid-19 no Brasil.

Esse foi o terceiro evento realizado em apoio ao SATED.

A Pastora Antonia de Aquino é atualmente, grande colaboradora do sindicato e contou com o apoio da Comunidade Cristã Explosão Gospel, da Associação Missionária Interdenominacional Explosão Gospel (AMIEG), a Arimatéia e a Unigrejas.

Quem marcou também presença no evento foi o Diretor do SATED, Paulo Martinelli, que falou de sua importância: “O Sindicato dos Artistas e Técnicos de Espetáculo do Rio de Janeiro atende atores tanto de TV quanto de teatro, além de figurantes, técnicos e circenses, somos o sindicato mais abrangente da categoria. É também o mais antigo sindicato do Brasil, fundado em 1931. Hoje o presidente é o Hugo Gross.”. E continuou: “Foram em torno de 12 toneladas de alimentos arrecadados nessa parceria que conseguimos com a ajuda de diversos parceiros. Não era a maneira que desejávamos ajudar. Seria melhor que todos continuassem ganhando seus cachês e trabalhando, mas foi a maneira que encontramos para ajudar os artistas que logo no começo precisaram parar suas atividades e não tinha mais de onde tirar o sustento. O SATED nesse período ajudou mais de 10 mil artistas no Rio de Janeiro.”

Paulo Martinelli ainda destacou que apesar de ter a pastora colaborando, o evento era plural e contemplava todas as crenças e artes. Realmente, foi o que ficou claro na reunião realizada no anfiteatro da sede do sindicato no Centro do Rio de Janeiro.

A pastora a todo o momento agradeceu os amigos que auxiliaram na arrecadação, ao presidente do sindicato, Hugo Gross, e ao diretor, Paulo Martinelli. O evento ainda contou com apresentações de música.

O guitarrista J. Cezar, que deu o tom musical, ele tocou com grandes nomes da música brasileira, como: Cauby Peixoto, Aguinaldo Timóteo e Hebe Camargo. Além do mais, na ocasião, foi anunciado que, em 03 de dezembro de 2021, será lançado, nas plataformas de streaming, o CD “Mulheres de Oração” (projeto artístico dirigido pela pastora).

Para saber mais sobre o projeto, basta entrar em contato com a Pastora Antonia de Aquino, através do seu perfil do Instagram @antoniadeaquino ou pelo perfil da página Fazendo a Diferença em @fazendoadiferencarj. É possível também comparecer pessoalmente SATED/RJ, localizado na Rua Alcindo Guanabara 17, 18º andar – Centro, Rio de Janeiro (segunda à sexta das 11h às 17h) ou obter informações através do telefone para contato: (21) 2220-8147.

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Campanha Papai Noel dos Correios já recebeu mais de 65 mil cartas

A campanha Papai Noel dos Correios 2021 já começou. Crianças de todo o país já enviaram mais de 65 mil cartas, que estão à espera de quem possa ajudar a transformar em realidade o sonho desses pequenos.

No Rio de Janeiro, as pessoas interessadas em se transformar em padrinhos e madrinhas podem adotar uma ou mais das oito mil cartas cadastradas com pedidos de presente ao Bom Velhinho.

A campanha nasceu há mais de 32 anos, por iniciativa de empregados da estatal, que todo ano recebiam cartinhas destinadas ao Papai Noel. Sensibilizados, resolveram fazer a alegria de crianças, e enviar os primeiros presentes. O presidente dos Correios, Floriano Peixoto, destaca o simbolismo da campanha: “Tudo que a gente realiza em prol – e com as crianças – tem significado e impacto imensurável, intangível e incalculável”;

A diretora de educação infantil, Maria Paula, fala da satisfação em fazer parte da campanha como madrinha: “Quando a gente trabalha por crianças, a nossa vida faz muito mais sentido”.

E para participar é simples: basta ir a um dos 21 postos dos Correios na capital e em algumas do interior do estado, ou acessar na internet o blog da campanha (clique para abrir a página). Na página, é preciso clicar em Adoção On-line e seguir o passo a passo. Será necessário escolher a localidade para visualizar as cartinhas disponíveis em cada bairro ou município.

Blog dos Correios

Há mais de 30 anos, os empregados dos Correios, comovidos com as cartinhas em letrinhas recém-aprendidas ou transformadas em desenhos coloridos que chegavam até a empresa, decidiram tirar esses sonhos do papel. Nascia aí uma das campanhas de solidariedade mais queridas do país: o Papai Noel dos Correios.

A ação ganhou força, se espalhou e hoje une a empresa e a população em uma grande corrente de amor e generosidade. Além das cartinhas das crianças da sociedade, desde 2010, os alunos de escolas públicas são convidados a também expressarem seus desejos ao Papai Noel.

A campanha tem como objetivo incentivar o interesse pelo aprendizado da escrita de cartas pelas crianças e estimular o desenvolvimento de habilidades cognitivas e emocionais, um dos maiores presentes que uma criança pode receber, não é verdade?

Para que tudo possa se tornar realidade, os Correios contam com a ajuda de milhares de padrinhos e madrinhas dispostos a fazer a magia do Natal acontecer. Qualquer pessoa pode participar da campanha e fazer a alegria de uma criança.

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Rio vai ganhar 5 mil novas árvores após campanha de doação de sangue

Devido ao sucesso da campanha “Sangue é Vida”, uma parceria entre a Prefeitura e o Hemorio, para incentivar novas doações de sangue na cidade, a partir da proposta de plantar uma árvore para cada doação, a Fundação Parques e Jardins, vinculada à Secretaria Municipal do Meio Ambiente, anunciou um incremento de mais de mil mudas de árvores extras ao resultado final da ação, totalizando cinco mil novas árvores que serão plantadas nas ruas, praças e parques das zonas Norte e Oeste.

Lançada no Dia da Árvore (21), a campanha foi realizada durante duas semanas, até o Dia da Natureza (04/10). Nesse período, a proposta da ação era converter o número total de doações de sangue ao Hemorio em novas mudas de árvores para a cidade. Em 14 dias o Hemorio arrecadou 3.964 bolsas de sangue, o que representou um aumento de 32% nas doações em relação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com o Hemorio, o total de bolsas de sangue doadas poderá salvar mais de 15 mil vidas, já que cada bolsa pode ser utilizada por até quatro pessoas.

Segundo o presidente da Fundação Parques e Jardins, Fabiano Carnevale, o complemento de 1.036 mudas extras ao resultado final, é uma forma de agradecer à população pela participação na campanha.

“Obrigado a todos que ajudaram o Hemorio a aumentar os estoques, e que também contribuíram com a causa da arborização urbana nas regiões que mais precisam de árvores na cidade”, destacou.

Carnevale também informou que os plantios das novas mudas irão acontecer de forma gradual, de acordo com a agenda de ações de arborização da FPJ. Segundo ele, durante o plantio das novas árvores, a população será informada sobre a origem da ação e o resultado da parceria com o Hemorio.