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Vacina tetravalente contra a gripe já está disponível na rede privada

Para evitar que o surto de gripe de 2021 se repita, a rede privada já oferece os imunizantes; com o relaxamento das medidas contra Covid-19, os vírus respiratórios deverão voltar a circular mais intensamente

Medidas de combate à Covid-19 também se tornaram uma maneira de prevenir a transmissão da gripe. Com o relaxamento dessas práticas anunciadas recentemente por alguns estados do país, os vírus respiratórios devem voltar a circular. Para se proteger contra a gripe, a solução é a vacinação. O Labi Exames, laboratório que tem como proposta oferecer exames de análises clínicas e vacinas com conveniência e preços justos, e que foi o primeiro do Brasil a vender exames pela internet, já recebeu sua primeira remessa de vacinas da gripe para começar a campanha de 2022.

Com o afrouxamento das medidas com relação a aglomeração de pessoas e a flexibilização do uso de máscaras, os vírus respiratórios de transmissão pessoa a pessoa voltarão a circular mais intensamente – acredita o Dr. Octavio Fernandes, médico infectologista e vice-presidente do Labi.

Em 2021, por conta das dúvidas com relação à vacinação simultânea de Covid-19 e gripe, muitas pessoas priorizaram se proteger contra a Covid-19, gerando um surto de gripe no final do ano.

A cada ano, as cepas do vírus influenza são identificadas pela Organização Mundial da Saúde. Com base nessas informações, os imunizantes são desenvolvidos pelos laboratórios. Para 2022, a fórmula da vacina da gripe terá a proteção contra o novo vírus Darwin (cepa tipo A), responsável pela epidemia entre dezembro de 2021 e janeiro de 2022.Os imunizantes do Labi disponíveis para a campanha de 2022 são quadrivalentes, protegendo contra quatro sorotipos diferentes da gripe: H1N1 (circulante desde 2019), H3N3 (desde 2021), Austria tipo B (desde 2021) e Phuket tipo B (desde 2013).

Não podemos deixar que o surto de gripe 2021 se repita, por isso, já temos vacinas disponíveis tanto em nossas unidades físicas quanto para atendimento em domicílios e comercialização para as empresas – diz Marcelo Noll Barboza, presidente do Labi.

As pessoas podem procurar uma das unidades do Labi para se vacinar — sem a necessidade do agendamento — ou solicitar o atendimento em casa. A idade mínima para se vacinar contra a gripe é de seis meses. A partir dos nove anos de idade, a vacina é dose única anual. Por ser uma vacina inativada, não causa a doença.

A influenza provoca surtos anuais com picos no outono e no inverno, causando de mil a três mil óbitos e cerca de seis mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG), uma das formas graves que também se manifesta na covid-19. Segundo o Ministério da Saúde, as vacinas contra a Covid-19 podem ser administradas simultaneamente aos demais imunizantes ou em qualquer intervalo na população acima de 12 anos de idade. Crianças entre 5 e 11 anos devem aguardar um período de 15 dias entre uma vacina e outra.

 

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Pneumologista alerta sobre cuidados com surto de gripe

O médico pneumologista Álvaro Gradim, presidente da Associação dos Funcionários Públicos do Estado de São Paulo (AFPESP), explica que a epidemia de gripe verificada na cidade do Rio de Janeiro e o início de um surto na capital paulista são provocados pelo vírus Influenza H3N2. Porém, alerta, a cepa que está causando os casos, a variante Darwin, nome da cidade australiana onde foi detectada, não é coberta integralmente pela vacina que os brasileiros tomaram este ano, há mais de seis meses.

“A próxima vacina da gripe, ministrada no Brasil a partir de abril e maio, já oferecerá cobertura para a nova cepa. Até lá, porém, as pessoas devem redobrar os cuidados para evitar o contágio, pois os sintomas são fortes, podendo levar a muitos casos de internação”, frisa o médico, acrescentando: “Como ainda não está debelada a pandemia da Covid-19, é necessário manter o uso de máscaras em ambientes fechados, evitar multidões, higienizar sempre as mãos, lavando ou com álcool 70. Esses cuidados são eficientes tanto contra o novo coronavírus quanto o H3N2”.

Como os sintomas da gripe e da Covid-19 podem ser parecidos, é necessário procurar um serviço médico assim que se manifestem. Os testes indicarão qual o vírus está causando a infecção, orientando os procedimentos clínicos e/ou hospitalares a serem adotados em cada caso. “O aparecimento no Brasil desta nova cepa do H3N2, de modo simultâneo à pandemia da Covid-19, é um complicador para a saúde pública, sendo recomendada a continuidade dos cuidados básicos para se evitar o contágio”, conclui o presidente da AFPESP.

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Gripe H3N2 provocou cinco mortes no estado do Rio neste ano

A Influenza A (H3N2) provocou cinco mortes no estado do Rio de Janeiro neste ano. Em 2020 foi apenas uma morte e, em 2019, duas. A informação foi divulgada pela Secretaria Estadual de Saúde do Rio, com base em informações da Subsecretaria de Vigilância e Atenção Primária à Saúde.

A capital fluminense tem vivido, nos últimos dias, uma epidemia de gripe, com mais de 20 mil casos deste subtipo de influenza nas últimas semanas.

Por isso, a prefeitura intensificou a campanha de vacinação no município e abriu centros de tratamento específicos para o tratamento da doença.

 

Agência Brasil

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Começa vacinação contra a gripe de idosos com 70 anos ou mais no Rio

Começou nesta segunda-feira (24) a vacinação contra a gripe de idosos com 70 anos ou mais. Nesta etapa da campanha, até o dia 14 de junho serão imunizadas as pessoas com 60 anos ou mais, respeitando a faixa etária por semana.

– 24/05 a 31/05 – Idosos com 70 anos ou mais

– 31/05 a 07/06 – Idosos com 65 anos ou mais

– 07/06 a 14/06 – Idosos com 60 anos ou mais

Após os idosos, será iniciada, no dia 14 de junho, a aplicação das doses da vacina contra a gripe nos grupos prioritários, que contemplam trabalhadores da saúde, pessoas com comorbidades e com deficiência, profissionais de educação, caminhoneiros, transportes coletivos e de longo percurso, portuários, funcionários do sistema prisional, população privada de liberdade e adolescentes sob medidas socioeducativas.

Como ainda não há estudos sobre possíveis efeitos das vacinas contra a gripe e Covid-19, quando tomadas simultaneamente, a recomendação é que haja um intervalo de 14 dias entre a aplicação dos dois imunizantes.

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“Vacinas devem ser tomadas com intervalo”, diz biomédico sobre campanhas contra Covid-19 e gripe

Por Alan Alves

O Brasil enfrenta atualmente um duplo desafio: realizar duas campanhas de vacinação ao mesmo tempo, sendo uma contra a gripe, com objetivo de vacinar cerca de 80 milhões de pessoas, e a outra contra a covid-19, cuja meta é imunizar quase 150 milhões de brasileiros até o meio do ano.

A vacinação contra a covid-19 teve início em janeiro, começando por trabalhadores de saúde, pessoas em asilos com 60 anos de idade ou mais e com deficiência e indígenas aldeados. Já a campanha contra a Influenza, o vírus da gripe, começou no dia 12 de abril e segue até 9 de julho. Nesse ano, por causa da pandemia, a vacinação foi iniciada por crianças, gestantes, puérperas, indígenas e trabalhadores da saúde. Depois, será a vez dos idosos e professores.

As campanhas simultâneas têm gerado muitas dúvidas nas pessoas: quem deve tomar cada vacina? É preciso ter um intervalo entre elas ou as pessoas podem tomar as duas (da gripe e Covid-19) num mesmo dia, por exemplo?

Para esclarecer esses questionamentos, o Jornal DR1 procurou o biomédico virologista Raphael Rangel, que respondeu a 9 perguntas sobre isso.

Biomédico virologista Raphael Rangel. (Foto: Divulgação)

JORNAL DR1 – Quem deve tomar a vacina da gripe e quem deve tomar a da Covid-19

Dr. Raphael Rangel: A população deve respeitar os calendários de vacinação implementados pelos municípios, é importante que todos se vacinem respeitando sua faixa etária e período de vacinação.

JORNAL DR1 – Posso tomar as vacinas juntas, num mesmo dia?

Dr. Raphael Rangel: Não. As vacinas devem ser tomadas com um intervalo. No caso da Coronavac, a vacina da gripe deve ser tomada 15 dias após a segunda dose, e no caso da Astrazeneca, após 15 dias da primeira ou segunda dose.

JORNAL DR1 – Se eu puder escolher, qual vacina devo tomar primeiro?

Dr. Raphael Rangel: Da Covid-19.

JORNAL DR1 – Posso tomar a vacina da Covid-19 e a vacina da gripe se eu já peguei Covid?

 Dr. Raphael Rangel: Sim. A imunização completa é somente através da vacinação.

JORNAL DR1 – Tomei a vacina da gripe no ano passado. É preciso tomar novamente este ano?

Dr. Raphael Rangel: Sim, devemos tomar anualmente, pois o vírus da gripe sofre mutações e as vacinas são atualizadas de acordo com essas mutações.

JORNAL DR1 – Por que a campanha da gripe começou neste momento? Não poderia ser adiada por causa da pandemia?

Dr. Raphael Rangel: Começamos pois estamos nos aproximando do momento em que temos mais casos de gripe e a vacina irá evitar um número de casos alto.

JORNAL DR1 – Tomar a vacina da gripe deixa o corpo menos suscetível à Covid-19, ou vice-versa?

Dr. Raphael Rangel: Não. Cada vacina tem sua aplicabilidade específica para seu patógeno.

JORNAL DR1 – Há contraindicações para as duas vacinas?

Dr. Raphael Rangel: Não há containdicação. Em caso de dúvidas procurar seu médico para orientação.

JORNAL DR1 – Quais os cuidados na hora de ir se vacinar?

 Dr. Raphael Rangel: Uso de máscara e procurar não se aglomerar.

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Asma x Covid-19: Entenda a relação entre a doença respiratória e a COVID-19

Segundo o Ministério da Saúde, mais de 6 milhões de brasileiros sofrem com a asma, doença respiratória crônica que mata até cinco pessoas diariamente no Brasil. Com o novo coronavírus, pacientes portadores de enfermidades pulmonares, como a asma, se tornam grupo de risco para a doença.

Pacientes com asma têm maior risco de desenvolver complicações caso sejam infectados pela COVID-19, alerta Alberto Chebabo, infectologista do Lâmina Medicina Diagnóstica, laboratório que integra a Dasa. “Em casos mais graves, o vírus pode provocar uma reação inflamatória no pulmão, o que pode ser fatal, especialmente para pessoas portadoras da asma. Vale ressaltar que a asma é uma doença que pode se iniciar em qualquer faixa etária, não só em crianças, e portanto, todos os pacientes devem procurar um especialista para avaliar o seu quadro de saúde caso apresentem falta de ar, tosse persistente e sensação de chiado no peito.”, explica Chebabo

Outro ponto de atenção é que as doenças respiratórias têm seu pico de incidência no inverno, e com isso há aumento da procura pelos serviços de saúde. “Os pacientes com asma preferencialmente devem ter os remédios prescritos para a prevenção e tratamento de crises em suas residências para que, em casos leves, não necessitem sair de casa. Para casos moderados e severos, mesmo em tempos de pandemia, é recomendável que o paciente procure atendimento médico.”, acrescenta.

A fata de ar é o principal sintoma, e o mais grave, nas crises de asma. Segundo o médico, a COVID-19 também pode apresentar a falta de ar, o que exige, portanto, para realizar o diagnóstico diferencial em asmáticos, a observação de outros sinais como dores pelo corpo, cefaleia e febre, incomuns em crises asmáticas. Por ser uma doença crônica, a asma pode deixar o paciente mais vulnerável a infecções secundárias. Essas infecções podem ser causadas por bactérias (pneumonia bacteriana) ou por vírus, inclusive o novo coronavírus.

Alberto Chebabo ressalta que a imunização contra outras doenças respiratórias é importante neste período, sobretudo com a chegada do inverno. “Os portadores da asma também devem se vacinar o quanto antes contra o pneumococo e influenza (gripe). Dessa forma, o paciente se prepara para o inverno, período mais crítico para a asma, além de reduzir a chance de infecções e a necessidade de procurar os serviços de saúde, reduzindo assim o risco de contágio pela COVID”, explica.

Além de continuar com os tratamentos receitados pelo médico, o paciente asmático deve seguir todas as medidas de proteção como usar máscaras, lavar as mãos e, principalmente, ficar em casa se for possível. Medidas simples, como por exemplo, reduzir poeira e ácaros, pelos de animais e outros alérgenos (alimentares e inalantes) também contribuem para a redução de crises.

 

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Prefeitura do Rio segue com vacinação contra gripe até o dia 30

A Prefeitura do Rio de Janeiro, por meio da Secretaria Municipal de Saúde (SMS), segue com a campanha de vacinação contra a gripe na cidade. As 233 unidades da Atenção Primária – clínicas da família e centros municipais de saúde – e algumas farmácias que fizeram parceria com a SMS vão imunizar a população até o dia 30 de junho.

Entre os grupos que precisam se vacinar estão as crianças de 6 meses a 6 anos incompletos, gestantes, puérperas (mulheres em pós parto com até 45 dias do nascimento do bebê), pessoas com deficiência, professores de escolas públicas e privadas, e adultos de 55 a 59 anos de idade.

Já foram vacinadas mais de 1,48 milhão de pessoas desde o início da campanha, em 23 de março. A meta é imunizar 1,8 milhão de moradores do município.

Até o momento, mais da metade das grávidas, puérperas e crianças ainda não foram vacinadas. Por isso a SMS faz um apelo para que esses grupos prioritários compareçam aos postos. A vacinação é de extrema importância em um momento de pandemia e, também, nesta época do ano, quando é maior a circulação de vírus da gripe na cidade.

A superintendente da vigilância em Saúde, Nadja Greffe, reforça a necessidade de os pais levarem os filhos para tomar vacinas de rotina e contra a gripe. Durante a pandemia, a SMS percebeu uma redução média de 20% na cobertura vacinal e explica que todas as 233 unidades de saúde oferecem segurança, com a adoção de fluxo diferenciado para a sala de vacinação. Além disso, os profissionais de saúde usam os equipamentos de proteção necessários para evitar o risco de contaminação nesses locais.

Locais de vacinação

Unidade de Saúde: 233 clínicas da família e centros municipais de saúde. Até 30/06, das 8h às 17h, de segunda a sexta. Nas unidades que funcionam aos sábados, até 12h.

Farmácias: A Nossa Drogaria, Drogarias Pacheco, Venâncio e Farmácia do Leme, das 10h às 16h.

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Dez milhões ainda não se vacinaram contra gripe na segunda fase

Iniciada no dia 16 de abril e com previsão de terminar nesta sexta-feira (8), a segunda fase da Campanha Nacional de Vacinação contra a gripe atingiu apenas 36% do público-alvo. Segundo o Ministério da Saúde, a meta era de 90%.

Faltam ainda cerca de 10 milhões de pessoas do grupo prioritário pretendido pela campanha para esta fase, focada em povos indígenas, caminhoneiros, motoristas e cobradores de transportes coletivos, trabalhadores portuários, membros das forças de segurança e salvamento; pessoas com doenças crônicas e outras condições clínicas especiais; adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas; população privada de liberdade e funcionários do sistema prisional.

Primeira fase

Na primeira etapa da Campanha Nacional de Vacinação, dirigida a idosos com 60 anos ou mais e a trabalhadores da saúde, mais de 18,9 milhões de idosos foram vacinados, o que corresponde a 90,66% deste público – índice, portanto, acima da meta pretendida pelo governo. No caso dos trabalhadores da saúde, esse segmento registrou 3,8 milhões de profissionais imunizados, o que corresponde a apenas 75,5% da meta.

Profissionais de transporte coletivo (motoristas e cobradores), caminhoneiros e portuários são os que registraram a menor procura na segunda fase da campanha. Até o momento, apenas 467 mil doses foram aplicadas, quando a estimativa era a de vacinar 2,6 milhões de profissionais.

O Ministério da Saúde informou, também, que “motoristas e cobradores, caminhoneiros e portuários devem buscar a vacinação, independente do seu estado ou município de residência, em qualquer serviço público de vacinação, fixo ou móvel, pois transitam em todo o país”.

Terceira fase

A terceira fase da campanha será iniciada na próxima segunda-feira (11). Ela será dividida em duas etapas. Entre 11 e 17 de maio terá, como público-alvo, pessoas com deficiência; crianças de 6 meses a menores de 6 anos; gestantes; e mães no pós-parto até 45 dias.

Na segunda etapa, entre 18 de maio a 5 de junho, serão incluídos professores das escolas públicas e privadas e os adultos de 55 a 59 anos de idade.

Segundo o governo, a exemplo das demais fases, a meta é vacinar pelo menos 90% de cada um desses grupos até o dia 5 de junho, quando a Campanha Nacional de Vacinação se encerra.

Influenza

Até o dia 18 de abril deste ano, foram registrados 1.696 casos de pessoas hospitalizadas com Síndrome Respiratória Aguda Grave por causa da influenza (gripe) em todo o país. O Ministério da Saúde já contabiliza 163 mortes pela doença.

Do total de ocorrências cuja subtipagem foi identificada, 468 foram casos de influenza A (H1N1), com 66 óbitos; 45 casos e 10 óbitos por influenza A (H3N2), 263 de influenza A não subtipado, com 43 mortes; e 399 casos e 44 óbitos por influenza B.

Com informações da Agência Brasil / Fotos: Reproduções

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Coronavírus antecipa campanha de vacinação contra a gripe

Por Franciane Miranda

Ação começou em 23 de março a campanha nacional de vacinação contra a gripe. Segundo o Ministério da Saúde, na primeira fase a prioridade são os idosos, por estarem no grupo de risco, e funcionários da Saúde, que estão na linha de frente da pandemia.

O objetivo da campanha é vacinar 67,6 milhões de pessoas em todo o Brasil. A imunização não combate o Covid-19, mas ajuda o diagnóstico por exclusão. O Ministério destaca que vai enviar 75 milhões de doses aos Estados. Vários países estão buscando uma vacina para o Covid-19, mas nada foi aprovado.

Com esta antecipação, o Ministério pretende diminuir o número de pacientes doentes nos postos de saúde e hospitais. A vacina protege de três tipos de vírus: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2). De acordo com o cronograma, a próxima etapa acontece no dia 16 de abril.

O carioca pode encontrar a vacina nas 233 unidades de Atenção Primária (clínicas da família e centros municipais de saúde). Os postos funcionarão de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Foram disponibilizados cinco postos do Detran, além de sistema drive-thru − onde a pessoa não precisa descer do carro para ser atendido. A Secretaria Municipal de Saúde do Rio de Janeiro informa que, até o dia 15 de abril, pretende imunizar 90% da população. A meta é vacinar pouco mais de dois milhões de pessoas.

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Campanha de vacinação contra gripe começa hoje em todo o país

Começa nesta segunda-feira (23) a Campanha Nacional de Vacinação contra a Gripe. De acordo com Ministério da Saúde, nesta primeira etapa os públicos prioritários são idosos e trabalhadores da saúde. Mais duas etapas serão realizadas para públicos diferentes.

Ao todo, a campanha pode atingir cerca de 67,6 milhões de pessoas em todo o país. A meta é vacinar, pelo menos, 90% de cada um desses grupos até o dia 22 de maio. Para alcançar esse público foram investidos R$ 1 bilhão na aquisição de 75 milhões de doses da vacina.

O dia “D” de mobilização nacional para a vacinação acontece em 9 de maio (sábado). Nessa data, os 41 mil postos de saúde ficarão abertos para atender a todos os grupos prioritários. Neste ano, a campanha foi antecipada de abril para março para reforçar a proteção aos públicos prioritários contra os vírus mais comuns da gripe.

Novo coronavírus

A vacina contra influenza não tem eficácia contra o coronavírus. No entanto, em virtude da pandemia de coronavírus, poderá auxiliar profissionais de saúde na exclusão do diagnóstico para o covid-19, já que os sintomas são parecidos.

Segundo o ministério, casos mais graves de infecção por coronavírus têm sido registrados pelo mundo em pessoas acima de 60 anos, grupo que corresponde a 20,8 milhões de pessoas no Brasil. Por isso, a primeira etapa da campanha contempla esse público.

Próximas etapas

A etapa seguinte da campanha terá início no dia 16 de abril, com o objetivo de vacinar doentes crônicos, professores (rede pública e privada) e profissionais das forças de segurança. A última fase, que começa no dia 9 de maio, dará prioridade a crianças de 6 meses a menores de 6 anos, pessoas com 55 a 59 anos, gestantes, puérperas (até 45 dias após o parto), pessoas com deficiência, povos indígenas, funcionários do sistema prisional, adolescentes e jovens de 12 a 21 anos sob medidas socioeducativas e população privada de liberdade.

Até o momento, o Ministério da Saúde enviou aos estados 15 milhões de doses e mais 4 milhões serão distribuídas até o fim de março.

A vacina, composta por vírus inativado, é trivalente e protege contra os três vírus que mais circularam no Hemisfério Sul em 2019: Influenza A (H1N1), Influenza B e Influenza A (H3N2).

Fonte: EBC