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O Poeta Marcelo Girard lança novo livro na 4ª edição da feira literário de Campina Grande

O poeta Marcelo Girard lança seu quinto livro de poesia intitulado NÃO VOU AO MEU ENTERRO na Feira Literária de Campina Grande  que acontece e 11 a 14 de novembro de 2021. O livro é uma  compilação dos últimos 4 (quatro) livros do autor e alguns poemas inéditos e mais 6 (seis) poemas que foram publicados pela Revista Literária Brasileira nº.106 (2021) da Academia Brasileira de Letras (ABL) em Julho. E alguns poemas foram gravados em vídeo por atrizes e atores e estão disponíveis na plataforma do youtube.

A Quarta edição da Feira Literária de Campina Grande terá atrações presenciais e virtuais.

A Feira Literária de Campina Grande (FLIC) acontecerá entre os dias
11 e 14 de novembro com o tema “Todas as Formas do Ler”. A abertura, na quinta-feira, dia 11, será às 19h, no Teatro Municipal Severino Cabral, com o espetáculo Griôt, da Companhia Café com Pão. Na sexta e no sábado, a programação será virtual, através do YouTube da FLIC e do Google Meet, contando com atrações nacionais como Fabrício Carpinejar, Bixarte, Carlos Brandão e João Carrascoza e grandes escritores e poetas locais como Efigênio Moura, Bruno Gaudêncio, Thelio Farias e Jéssica Preta. No domingo, a programação acontecerá pela manhã no Piquenique Literário no Parque da Criança, com  apresentação de histórias e o Encontro do Clube Leia Mulheres.

IV FEIRA LITERÁRIA DE CAMPINA GRANDE

11-14 de Novembro de 2021

PROGRAMAÇÃO

11/11 – QUINTA-FEIRA – PRESENCIAL – TEATRO MUNICIPAL SEVERINO

CABRAL

19h Abertura: Iasmin Mendes, Stellio Mendes e Carla Teíde

Homenagem aos professores: Iviana Lima, Braulio Maciel, João Marcos, Nágida

Silva, Ana Claudia Soares, Edjane Oliveira, Silmara Cássia, Iana Pedro,
Elisângela

Araújo e Isabely Chaves.

Boas vindas da Senhora Secretária de Cultura Giseli Sampaio

Boas vindas do Senhor Secretário de Educação Raymundo Asfora Neto

Lançamento de Livros

Uma História de Cada Vez e as Cores de Cada uma – Escola Municipal CEAI Dr. João Pereira de Assis

Em cada palavra, um sentimento. Em cada texto, uma emoção – Escola
Estadual de Aplicação

19h30 Espetáculo Griôt

Companhia Café com Pão

12/11 – SEXTA-FEIRA – REMOTO – YOUTUBE FLIC

15h Lançamento de Livros

Parahyba 1930 – a verdade omitida – Flávio Eduardo Maroja Ribeiro –
Fuba
Não vou ao meu enterro – Marcelo Girard
Minha Paixão: Futebol – Samis Farias
Capitulina – Plínio Nunes
15h20 Batalha de SLAM
Organização: Batalha do Pedregal
Poetas: Preta Intensa, Dorim, Comum, Zero, Gblack, Bixaria, Turmalina e Lose.
Jurados: Manu Black, Andresa Ugaya e Vulto MC.
Apresentação: Jéssica Preta
19h Lançamentos de Livros
Voa, Sankofa, voa! – Alessandra Martins
Mulher-Palavra – Thaíse Santana
Escrituras Negras II: As Marcas – Jeovânia Pinheiro
O pensamento de Angela Davis – Bruna Santiago

SOBRE O AUTOR

Marcelo Girard é carioca, poeta e compositor. Em 1990 com apenas 16
anos lançou o polêmico livro de poesia O Dente Cariado De Cristo, em 1999 RAIVÓDIO POESIA MIX.

Em 2005 com prefácio do crítico literário de O Globo, André Luis
Mansur, lança  O Perfume do átomo. E em 2016 lança nas plataformas
digitais Dublê De Figurante.

Foi criador da primeira rádio de poesia e literatura do Brasil  fundada
em 2007 até 2020.

É editor-chefe de jornais e revistas on-line no Brasil. Em julho  de
2021 foi publicado  pela Academia Brasileira de Letras na Revista da
instituição com 6 (seis) poemas.

O poeta participou  de coletâneas com autores como: Ferreira Gullar,
Olga Savary e o imortal Antônio Carlos Secchin e diversos eventos,
feiras literárias, Bienais  e exposições nestes 30 anos de poesia.
Conheça mais do autor  no site marcelogirard.com [7]

SOBRE O LIVRO

NÃO VOU AO MEU ENTERRO  é o nome do poema mais conhecido do autor que dá nome ao livro que reúne 50 (cinquenta) poemas e frases dos últimos 4 (quatro) livros do poeta :(1990 – O DENTE CARIADO DE CRISTO, 1999 RAIVODIO – Poesia Mix , 2005 – O PERFUME DO ÁTOMO, 2016 – DUBLÊ DE FIGURANTE comemorando 30 anos de poesia. Uma seleção de
alguns dos textos mais publicados em jornais, revistas e mais aplaudidos em feiras, bienais e eventos.

Os 6 (seis) primeiros poemas do livro  foram publicados pela Academia Brasileira de Letras em Julho de 2021.

PROGRAMAÇÃO

18h20 Palestra Outras Formas de Ler
Carlos Brandão (UEPB)
Mediação: Rangel Júnior
19h20 Palestra Elizabeth, Lourdes e Eneida: as mulheres que fazem a
cultura campinense
Bruno Gaudêncio e Thelio Farias
Mediação: Mirtes Waleska
20h20 Palestra Todas as formas do Escrever
João Anzanello Carrascoza
Mediação: Kelly Catão
21h20 Mostra Musical
Show Calendário – Caio César e Bertrand Morais
Show A Cor da Voz – Adília Uchôa
14/11 – DOMINGO – PRESENCIAL – PARQUE DA CRIANÇA
9h-12h Piquenique literário: Feira de Livros
Feira Literária de Campina Grande (FLIC)
Universidade Estadual da Paraíba (UEPB)
10h Contação de histórias
Suellen Maria
Cris Leandro
10h Piquenique Leia Mulheres Campina Grande

Um encontro para troca de experiências sobre o universo da literatura
de mulheres.

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Dia Nacional do Livro

Fundação Dorina Nowill para Cegos incentiva a leitura acessível para pessoas cegas ou com baixa visão

Com o apoio do projeto, Rede de Leitura Inclusiva lança e-book com histórias de pessoas com e sem deficiência, sendo visual e surdez. A Fundação também possui a maior gráfica Braille da América Latina São Paulo, 29 de outubro de 2021 – No dia 29 de outubro é comemorado o Dia Nacional do Livro. Por meio dele, as crianças e adultos aprendem, se divertem e adquirem conhecimento.

A Fundação Dorina Nowill para Cegos reconhece a importância deste conteúdo para a educação e cultura e tem se dedicado a levar esse material para o maior número possível de pessoas.

A entidade atua com a produção e distribuição gratuita de livros em Braille, fonte ampliada, conteúdos digitais e audiolivros para todo o Brasil. Além disso, a instituição fomenta a Rede de Leitura Inclusiva, iniciativa que cria conexões em âmbito nacional com diversos parceiros que carregam o propósito de fomentar a necessidade da leitura.

Nosso trabalho é incluir e transformar. Por isso, nós criamos diálogos com diversas pessoas que se interessam pela leitura acessível, sejam áreas da educação ou empresas privadas. A nossa área também incentiva que as pessoas cegas ou com baixa visão sejam protagonistas na criação das suas próprias histórias. E, um dos exemplos disso, são os debates virtuais que promovemos e que incentivam a escrita em Braille – conta Perla Assunção, Articuladora da Rede de Leitura Inclusiva da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

O trabalho da Rede de Leitura, aliás, vai além. Com atuação em vários estados brasileiros, o grupo incentiva a produção de novos conteúdos acessíveis. Exemplo disso é e-book “Conte Uma História”, que foi desenvolvido com apoio da instituição.A publicação possui 12 textos diferentes, que foram escritos por pessoas cegas ou com baixa visão, a mais nova delas, uma criança de seis anos. A publicação é totalmente acessível e foi traduzida para a linguagem de libras.

Os autores foram selecionados a partir do projeto “Desafio Inclusivo BPSC: Conte uma História” lançado pela Biblioteca Pública de Santa Catarina e GT da Rede de Leitura de Santa Catarina. O e-book, será lançado hoje, 29 de outubro, às 16h00, em seu canal do Youtube

Maior gráfica Braille da América Latina

Vale ressaltar que a instituição possui a maior gráfica Braille da América Latina. Com capacidade de impressão de cerca de 450 mil páginas Braille por dia, a área distribui mais de 221 mil livros acessíveis para todo o Brasil. Além disso, a instituição é responsável pela impressão Braille do maior projeto de produção de obras didáticas do mundo, o Plano Nacional do Livro Didático.

Desde que foi inaugurada em 1946, a Fundação para o Livro do Cego no Brasil nasceu com propósito de incentivar a produção gratuita de materiais em Braille para pessoas cegas ou com baixa visão. E até hoje carregamos esse propósito, por isso, a leitura é tão importante entre todas as atividades que promovemos, pois, garante autonomia, inclusão e carrega o legado pelo qual a instituição nasceu – conta Alexandre Munck, superintendente executivo da Fundação Dorina Nowill para Cegos.

A Fundação Dorina distribui gratuitamente livros em braille, falados e digitais acessíveis, para cerca de 3000 escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil. Ao longo dos anos, a instituição já produziu mais de 6 mil títulos e 2 milhões de volumes em braille. Também foram produzidas mais de 2,7 mil obras em áudio e cerca de outros 900 títulos digitais acessíveis.

Fonte : Pixabay
Dados sobre leitura acessível no Brasil

Em 2019, a Fundação Dorina realizou pesquisa qualitativa e quantitativa junto ao Datafolha, que traçou o perfil das pessoas com deficiência visual com práticas de leitura, conforme apontam os dados abaixo. Na ocasião, a pesquisa mostrou que 57% das pessoas com deficiência visual (cegos ou com baixa visão) têm interesse pela leitura, mas apontam grandes dificuldades para encontrar publicações acessíveis.

  •  O Braille é o único sistema capaz de alfabetizar as pessoas cegas
    ou com baixa visão, e é utilizado por 34% dos leitores.
  •  Quem carrega o hábito de leitura são, em sua maioria, mulheres de
    escolaridade elevada.
  • Segundo os entrevistados, as editoras não se importam com a
    leitura acessível.
  • As pessoas cegas ou com baixa visão informaram que os livros são
    uma de ampliar o conhecimento, promove experiências sensoriais e são formas de lazer.
  • A pesquisa ainda mostra que 39% dos entrevistados costumam ler
    todos os dias, 57% têm interesse em livros e 71% deles sente prazer na atividade.
  • Os gêneros mais procurados são os religiosos ou espiritualistas,
    que despertam o interesse de 76% dos participantes, seguidos por
    romances e dramas com 68%.
  • 19% dos entrevistados sentem falta de materiais acadêmicos.
  • 25% dos entrevistados atribuíram nota 9 ou 10 para a facilidade de
    encontrar livros didáticos, enquanto 61% classificaram esse processo com nota 6 – ou menor. O número diminui em avaliação qualitativa: só 13% atribuíram as duas maiores notas.
Sobre a Fundação Dorina Nowill para Cegos

A Fundação Dorina Nowill para Cegos é uma organização sem fins lucrativos e de caráter filantrópico. Há 75 anos se dedica à inclusão social de crianças, jovens, adultos e idosos cegos e com baixa visão. A instituição oferece serviços gratuitos e especializados de habilitação e reabilitação, dentre eles orientação e mobilidade e clínica de visão subnormal, além de programas de inclusão educacional e profissional.

Responsável por um dos maiores parques gráficos de braille no mundo, com capacidade de impressão de até 450 mil páginas por dia, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é referência na produção e distribuição de materiais nos formatos acessíveis braille, áudio, impressão em fonte ampliada e digital acessível, incluindo o envio gratuito de livros para milhares de escolas, bibliotecas e organizações de todo o Brasil.

A instituição também oferece uma gama de serviços em acessibilidade, como cursos, capacitações customizadas, sites acessíveis, audiodescrição e consultorias especializadas. Com o apoio fundamental de colaboradores, conselheiros, parceiros, patrocinadores e voluntários, a Fundação Dorina Nowill para Cegos é reconhecida e respeitada pela seriedade de um trabalho que atravessa décadas e busca conferir independência, autonomia e dignidade às pessoas com deficiência visual. Mais detalhes no site.

 

 

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Aliansce Sonae lança projeto “Leitura Para Todos”

Para incentivar o hábito da leitura, os empreendimentos da rede vão doar exemplares para instituições regionais e promover contação de histórias com a autora Tatiana Kauss.

O incentivo à cultura está entre os principais pilares da Aliansce Sonae, maior administradora de shoppings do país. Reforçando esse compromisso, a companhia lança para o mês das crianças o projeto “Leitura para Todos”, que tem como principal objetivo incentivar o hábito da leitura entre os pequenos. Criado pela Aliansce Sonae, o projeto tem parceria com o Instituto da Criança, responsável pela seleção das instituições que vão receber as doações de livros.

O projeto Leitura Para Todos prevê duas etapas ainda em 2021. Na primeira etapa do projeto, durante o mês de outubro, serão doados 100 mil exemplares do livro Fubá, indicado para crianças de 1 a 7 anos, da autora Tatiana Kauss. A obra estimula o contato das crianças com a natureza e com os animais. Os livros serão distribuídos para mais de 200 instituições que realizam trabalhos com crianças em situações vulneráveis e estão localizadas nos entornos de shoppings da rede, entre eles Bangu Shopping (Bangu), Carioca Shopping (Vila da Penha), Caxias Shopping (Duque de Caxias), Passeio Shopping (Campo Grande), Pátio Alcântara (São Gonçalo), Shopping Grande Rio (São João de Meriti), São Gonçalo Shopping (São Gonçalo), Via Parque Shopping (Barra da Tijuca) e Recreio Shopping (Recreio).

A segunda será uma ação de Natal e vai acontecer durante todo o mês de dezembro. Serão 100 mil unidades do livro Fura Bolo – um convite para experiências familiares na cozinha – também assinado por Tatiana-Kauss.

A ideia do projeto é estimular a leitura e incentivar o contato de crianças com livros desde cedo. Acreditamos que essa é uma das maneiras mais efetivas de transformar o futuro e praticar a solidariedade. Colocamos nossos shoppings a disposição dessa causa que consideramos tão importante e que vai beneficiar inúmeras instituições nos seus entornos”, comemora Ana Paula Niemeyer, Head de marketing da Aliansce Sonae.

Contação de Histórias no mall

Durante o mês de outubro, serão realizadas nos shoppings da rede diversas ações que incentivam a relação das crianças com o universo dos livros. A autora Tatiana Kauss vai visitar alguns dos empreendimentos da Aliansce Sonae para contações de histórias lúdicas e divertidas com a temática do livro Fubá.

Confira a programação gratuita:

23/10 – sábado

A ativação no Via Parque Shopping será às 15h, na Varanda BeGreen. Além da participação da autora Tatiana Kauss, o público vai contar com a presença do personagem Fubá. Para participar, basta se inscrever gratuitamente no site do empreendimento
No mesmo dia, o Recreio Shopping promove contação de histórias com a autora Tatiana Kauss, às 17h30, no piso L2 – próximo à Mr. Cat.

24/10 – domingo

O Shopping Grande Rio, localizado em São João de Meriti, vai doar dois mil exemplares do livro ‘Fubá’ para escolas municipais e instituições da região, entre elas a Associação Educacional Francisca Nubiana da Silva. A contação de histórias com a autora Tatiana Kauss será no dia 24 de outubro, domingo, às 17h, na livraria Leitura. Em seguida, os clientes poderão participar da sessão de fotos com o personagem Fubá.

O Caxias Shopping vai doar 1.500 exemplares do livro ‘Fubá’ para 15 instituições de Duque de Caxias e região que realizam trabalhos com crianças em situações de vulnerabilidade social. No dia 24 de outubro, domingo, o shopping vai receber Tatiana Kauss para duas sessões de Contação de Histórias, às 14h e às 14h45. A atividade, que será realizada na Praça de Alimentação, também contará com a presença do personagem Fubá.

30/10 – sábado

No Passeio Shopping, a contação de histórias para os pequenos com a participação da autora Tatiana Kauss será no dia 30/10, às 14h, além da presença do personagem do livro ‘Fubá’. Todas as crianças participantes irão receber um exemplar de brinde. A inscrição é gratuita no site do shopping.
No mesmo dia, 30 de outubro, sábado, o Bangu Shopping vai receber Tatiana Kauss e o personagem do livro ‘Fubá’, às 17h, para uma tarde de muita diversão e contação de histórias. A atividade acontecerá na Praça de Alimentação, 1° piso, próximo à Riachuelo.

31/10 – domingo

No dia 31/10 (domingo), o Carioca Shopping, empreendimento localizado na zona norte, vai receber a autora do livro ‘Fubá’, que vai participar de uma divertida e lúdica Contação de Histórias, às 16h, no Espaço Leiturinha, no segundo piso, em frente à Renner. A atividade também contará com a presença do personagem do livro.

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Helena Grillo revela detalhe do segundo livro da trilogia Espadas e Pistolas

 

 

Autora já iniciou a escrita da continuação e afirma que a história segue com novo protagonista

Lançado pelo Grupo Editorial Coerência em março de 2021, o livro “Hona Pirata” marca o início da trilogia Espadas e Pistolas, um novo projeto de Helena Grillo. Recentemente a artista anunciou para seus seguidores que iniciou a escrita do segundo título e revelou alguns detalhes sobre a sequência.

“O protagonista da segunda história é diferente da primeira”, segundo a autora alguns leitores já levantaram essa hipótese após concluírem a leitura do primeiro título, mas essa mudança de perspectiva vai fazer muita diferença dentro da trilogia.

A ideia do universo de Espadas e Pistolas surgiu durante o isolamento social, foi por meio da escrita que Helena Grillo conseguiu suprir toda paixão que tem pela praia e o primeiro título pode concorrer ao Coerência Choice Awards 2021 na categoria Melhor Fantasia.

“Honra Pirata” gira em torno de Marina voltando no tempo após uma experiência científica. A jovem servia como cobaia de um projeto do seu pai, mas após ele perder o controle de uma máquina do tempo, ela volta ao passado diretamente para o navio do Barba Negra. Como uma garota do século XXI conviveria ao lado dos piratas? Nessa jornada recheada de descobertas, a personagem precisará lutar por sua vida e conhecer os verdadeiros prazeres da vida.

Os exemplares de “Honra Pirata”, primeiro livro da trilogia, já estão à venda na loja do Grupo Editorial Coerência e na Shopee. O segundo livro tem data prevista para lançamento no dia 07 de Agosto, com início às 12h na Festa Literária de São Paulo (Flisp) que acontecerá O evento acontece na Associação Osaka Naniwa-Kai (Rua Domingos de Morais, 1581 – Vila Mariana / SP) e será uma tarde de autógrafos e brindes.

 

Sinopse:

Durante toda sua vida, Marina foi usada como cobaia nas experiências do pai cientista. Somente as visitas escondidas de sua irmã gêmea, Mônica, traziam-lhe algum conforto. Tudo parece perdido até que seu pai perde o controle de um experimento e Marina viaja no tempo diretamente para o navio do Barba Negra. Diante dessa nova realidade, é obrigada a amadurecer e lutar por sua sobrevivência, mas também tem a oportunidade de enxergar o mundo pela primeira vez: conhecer os verdadeiros prazeres da vida, descobrir sobre o amor e entender o sentido da amizade.

Sobre a autora:

Filha de João Luiz e Maria Alice, Helena Grillo Miranda já nasceu complicada. Mesmo com um grande coração, acabou tendo um problema cardíaco, que foi curado por Deus logo depois de completar um ano de idade. Por isso, agarrou-se à vida, dando tudo de si em cada tarefa. Quando não está lendo ou escrevendo, Helena dá aulas de judô na equipe Força Jovem Judô, vê filmes de ação ou anime com o marido Hugo e brinca de lutinha no sofá com os irmãos mais velhos, Thalita e Thiago, que partilham o DNA do esporte. Após se formar em Jornalismo, conquistou seu MBA em Jornalismo Esportivo. Atualmente mora no Rio de Janeiro, onde nasceu e foi criada.

Saiba mais:

@comunicahype

@grupoeditorialcoerencia

@autorahelenagrillo

www.editoracoerencia.com.br

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Narizinho, de Monteiro Lobato, faz 100 anos e ganha exposição virtual

Da Agência Brasil

A Biblioteca Brasiliana Guita e José Mindlin (BBM), da Universidade de São Paulo, (USP) abre ao público, hoje (22), em formato digital, a exposição Uma menina centenária – 100 anos de Narizinho Arrebitado, que marca o centenário da publicação do livro infantil A menina do narizinho arrebitado. No último domingo, foi comemorado o aniversário de Monteiro Lobato, nascido em 18 de abril de 1882. 

A mostra tem curadoria das professoras e pesquisadoras Gabriela Pellegrino Soares (USP) e Patrícia Tavares Raffaini, da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp), e do designer Magno Silveira. A abertura será nesta quinta-feira (22), às 14h, com uma mesa-redonda que reúne os curadores e a convidada Cilza Bignotto, escritora e professora de Literatura Brasileira e Teoria Literária na Universidade Federal de Ouro Preto. A mesa de abertura pode ser acessada pelo site da BBM, e a exposição pode ser vista no site.

A mostra apresenta, em imagens e textos, a trajetória do escritor, o nascimento da personagem Narizinho e outras informações e curiosidades.

O site é rico em fotos, cartas de crianças leitoras, ilustrações do cartunista Voltolino e imagens de livros que compõem a história pessoal e profissional de Monteiro Lobato. Uma seção específica é dedicada a discutir a respeito das acusações de racismo que o autor sofreu em tempos recentes.

A curadora Patricia Tavares Raffaini destaca a oportunidade de o visitante ter acesso a materiais muitas vezes desconhecidos e exemplifica: “Na exposição o público poderá verificar na íntegra, não só a primeira edição da obra, muito diferente das versões posteriores, como também o manuscrito que deu origem às aventuras de Narizinho e Pedrinho”.

Já a pesquisadora Gabriela Pellegrino Soares afirma que  “a exposição recupera a história do livro A menina do narizinho arrebitado pelo prisma da biografia de Monteiro Lobato e do ambiente literário, artístico, educacional e político que envolveu as primeiras edições da obra, desde o seu lançamento em 1920.”

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Aumenta o número de crianças leitoras entre 5 e 10 anos, aponta pesquisa

O último levantamento da pesquisa Retratos da Literatura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, identificou um aumento no número de leitores entre 5 e 10 anos. Desde março, mês em que a COVID-19 foi enquadrada como pandemia pela OMS (Organização Mundial da Saúde), as crianças têm estado fisicamente distantes da escola. Para a diretora da Catapulta Editores no Brasil Carmen Pareras, esse é um movimento que acompanha a chegada do e-commerce mais próximo do dia a dia das famílias.

“Todos nós tivemos de nos reprogramar para transformar nossas casas em escritórios digitais, refeitórios, escolas de ensino à distância e salas de lazer”, explica Pareras. Nesse sentido, a diretora da Catapulta Editores entende que o livro infantil pode ter ganhado um espaço especial nas atividades em casa, entre pais e filhos.

As medidas adotadas para conter a pandemia do novo coronavírus envolveram o isolamento social em diversas regiões do país. Com isso, lojas em diferentes áreas do comércio se mantiveram fechadas e distantes do público, principalmente entre os meses de março e julho deste ano. “Dessa forma, tivemos de acelerar o processo de comercialização por meio de canais eletrônicos. As mídias online nos aproximaram do nosso público, oferecendo um canal de comunicação que nos permite ouvir suas opiniões e sugestões”, explica Pareras.

Foto: Divulgação

Dia a dia em casa

A diretora da Catapulta Editores ressalta a quantidade de pais que relataram a mudança no comportamento infantil no período em casa, sob isolamento social. “Esse foi um dos momentos em que nós, inclusive, lançamos títulos no mercado literário, que têm tido boa aceitação”, acrescenta Pareras.

Um dos lançamentos foi a coleção Timóteo, composta por quatro livros. Indicadas para crianças a partir de quatro anos, as obras apresentam temas do cotidiano e rotina de maneira bastante lúdica. Ao final de cada título, há um jogo para que os pequenos memorizem o que a narrativa os mostrou.

Receber itens de compra em casa se tornou mais comum no período da pandemia. Segundo Pareras, esse é um dos fatores que aproximou toda a família aos livros infantis. “Anteriormente, as crianças se isolavam e ficavam concentradas em jogos eletrônicos. Quando se cansavam, mostravam-se irritadiças e passavam às travessuras, tentando atrair a atenção dos pais.  Com a facilidade de receber nossos livros em casa, pais e filhos se aproximaram e melhoraram a interação. ”

Obras interativas

A boa aceitação do e-commece durante a pandemia indica que a editora segue no caminho certo. “O objetivo da Catapulta Editores é promover a participação da família e estimular as crianças a reconhecer os livros como um meio de informação divertida, desde a idade mais tenra”, acrescenta Pareras.

Cores vibrantes, texturas relevos e sons fazem parte do acervo de títulos da editora. São obras que aguçam o tato, a visão e a audição – o que contribuem para o aprendizado infantil. “Além de estimular e desenvolver a coordenação motora, ao promover a curiosidade e prender a atenção”, afirma Pareras.

A coleção Abremente é a mais importante da Catapulta Editores. Os livros que a compõem foram desenvolvidos por psicopedagogas e já venderam mais de 50 milhões de cópias pelo mundo. “Por conta do conteúdo das obras, elas foram incorporadas a listas de livros paradidáticos. A coleção tem oito livros, que abrange crianças de 3 aos 11 anos”, celebra a diretora.

O período em casa, devido a pandemia, exige que adultos se reinventem para manter as crianças entretidas e se desenvolvendo. A Catapulta Editores oferece alguns títulos voltados para a culinária infantil, como o Chef Mirim, que apresenta receitas de diversos países. São pratos simples de serem elaborados e promovem um momento de interação entre a família.

“Outro ponto positivo é ajudar as crianças a entender sobre a importância de organizar tarefas passo a passo. Com a obra, os pequenos a partir de oito anos têm acesso a utensílios de cozinha, como batedor de metal, fôrma para tortinhas e pão duro, que acompanham o livro”, finaliza Pareras.

Qualidade das atividades em casa é uma característica percebida pela diretora da Catapulta Editores e que encontra outro dado da pesquisa Retratos da Literatura do Brasil. Além do aumento de leitores entre 5 e 10 anos, o levantamento aponta a boa variedade, a qualidade da literatura infantil no país e o investimento das famílias na mediação do livro com os filhos.

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Brasil perde 4,6 milhões de leitores em quatro anos

O Brasil perdeu, nos últimos quatro anos, mais de 4,6 milhões de leitores, segundo dados da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil. De 2015 para 2019, a porcentagem de leitores no Brasil caiu de 56% para 52%. Já os não leitores, ou seja, brasileiros com mais de 5 anos que não leram nenhum livro, nem mesmo em parte, nos últimos três meses, representam 48% da população, o equivalente a cerca de 93 milhões de um total de 193 milhões de brasileiros.

As maiores quedas no percentual de leitores foram observadas entre as pessoas com ensino superior – passando de 82% em 2015 para 68% em 2019 -, e entre os mais ricos. Na classe A, o percentual de leitores passou de 76% para 67%.

O brasileiro lê, em média,  cinco livros por ano, sendo aproximadamente 2,4 livros lidos apenas em parte e, 2,5, inteiros. A Bíblia é apontada como o tipo de livro mais lido pelos entrevistados e também como o mais marcante.

Esta é a 5ª edição da pesquisa Retratos da Leitura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró Livro em parceria com o Itaú Cultural.

Foram feitas 8.076 entrevistas em 208 municípios entre outubro de 2019 e janeiro de 2020. A coleta de dados foi encomendada ao Ibope Inteligência. A pesquisa foi feita antes da pandemia do novo coronavírus, não refletindo, portanto, os impactos da emergência sanitária na leitura no país.

Internet e redes sociais

De acordo com a coordenadora da pesquisa, Zoara Failla, a internet e as redes sociais são razões para a queda no percentual de leitores, sobretudo entre as camadas mais ricas e com ensino superior.

“[Essas pessoas] estão usando o seu tempo livre, não para a leitura de literatura, para a leitura pelo prazer, mas estão usando o tempo livre nas redes sociais”, diz.

“A gente nota que a principal dificuldade apontada é tempo para leitura e o tempo que sobra está sendo usado nas redes sociais”, completa.

O estudo mostra que 82% dos leitores gostariam de ter lido mais. Quase a metade (47%) diz que não o fez por falta de tempo. Entre os não leitores, 34% alegaram falta de tempo e 28% disseram que não leram porque não gostam. Esse percentual é 5% entre os leitores.

A internet e o WhatsApp ganharam espaço entre as atividades preferidas no tempo livre entre todos os entrevistados, leitores e não leitores. Em 2015, ao todo, 47% disseram usar a internet no tempo livre. Esse percentual aumentou para 66% em 2019. Já o uso do WhatsApp passou de 43% para 62%.

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Alessandro Monteiro | Circuito Carioca Destaque

“Histórias por Telefone” traz serviço de leitura para idosos no período de reclusão

A Superintendência de Leitura e Conhecimento da Secretaria Estadual de Cultura, pensando nos inúmeros idosos da cidade, idealizou o projeto “Histórias por Telefone”.

Voltado para idosos, que além de estarem no grupo de risco do novo coronavírus, ainda sofrem com depressão e solidão, transtornos que também matam, como qualquer doença física.

Para participar, basta preencher o formulário abaixo, com seus dados e telefone, ou de alguém que você saiba que precisa de ajuda. Voluntários poetas e contadores de histórias entrarão em contato, via telefone, e contarão uma história exclusiva para você e sua família. Interessados deverão acessar o link de inscrição:

https://bit.ly/formulario-historias