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Famosa por várias obras, escritora Lya Luft morre aos 83 anos em Porto Alegre

Na quinta-feira (30), em Porto Alegre, faleceu a escritora Lya Luft aos 83 anos. Se- gundo sua filha, Suzana Luft, Lya faleceu em casa. De acordo com Suzana, a escritora lutava há 7 meses contra um melanoma, cân- cer descoberto já com me- tástase. Lya Luft ficou in- ternada, mas pediu para ir para casa antes do Natal. Ainda segundo informações da filha, a escritora morreu enquanto dormia.

A cerimônia de despedida foi restrita à família apenas. Em  2001, recebeu o Prêmio União Latina de Melhor Tradução Técnica e Científica, pela obra “Lete: Arte e Crítica do Esquecimento”, de Harald Weinrich.

Entre obras que chama- ram a atenção nacional- mente, estão: “Exílio” (1987), “O Lado Fatal” (1989), “A Sentinela” (1994) e “O Rio do Meio” (1996). Esse último título recebeu o Prêmio da Asso- ciação Paulista de Críticos de Arte por obra de ficção. Também em 1996, foi elei- ta patrona da Feira do Livro de Porto Alegre. Em
Lya Luft se tornou mais conhecida após o lança- mento de “Perdas & Ga- nhos”, em 2003. Conside- rada um best-seller, a obra chegou em sua 40a edição, com mais de 600 mil exem- plares vendidos, de acordo com a Editora Record. O tí- tulo ganhou edições em in-
glês, alemão, espanhol, francês e italiano.

Letras, pelo livro “O Tigre na Sombra (2012)”, eleita a melhor obra de ficção do ano na categoria romance. Em 2013, recebeu o Prêmio Machado de Assis, da Academia Brasileira de

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Cantor sertanejo Maurílio morre aos 28 anos, em Goiânia

Da Agência Brasil

O cantor sertanejo Maurílio morreu na quarta-feira (29) em Goiânia. Ele estava internado com tromboembolismo pulmonar desde 15 de dezembro.

O artista, que fazia dupla com a cantora Luiza, passou mal durante o show de gravação de um DVD e foi levado para um hospital da capital goiana.

O falecimento foi confirmado pela assessoria dos cantores. Maurílio tinha 28 anos. Pelas redes sociais, cantores sertanejos lamentaram a morte de Maurílio.

Ainda não foram divulgadas informações sobre o velório e o enterro do corpo do cantor.

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Atleta olímpico Ian Matos morre aos 32 anos no Rio de Janeiro

Da Agência Brasil

Ian Matos, atleta da equipe brasileira de saltos ornamentais nos Jogos Olímpicos do Rio de Janeiro em 2016, morreu nesta terça-feira (21). Ele tinha 32 anos e estava internado desde 30 de outubro na Casa de Saúde São Bento, na Ilha do Governador, no Rio de Janeiro, por conta de uma infecção pulmonar. O paraense chegou a apresentar uma evolução no quadro clínico, mas piorou na noite de segunda-feira (20) e acabou morrendo nesta terça (21).

No início, o saltador foi diagnosticado com uma infecção na garganta e, na sequência, a bactéria se alojou no esôfago. Depois acabou indo para o pulmão.

Paraense, da cidade de Muaná, Ian despontou na modalidade no Campeonato Pan-Americano Júnior de 2003 e no Campeonato Mundial Júnior de 2004. Mudou-se para Brasília para treinar.

Classificou-se para os Jogos Sul-Americanos de 2010, para os Jogos Pan-Americanos de Guadalajara 2011, Toronto 2015 e Lima 2019. Ele integrou também a seleção brasileira em Campeonatos Mundiais de Esportes Aquáticos (2015 e 2017), Copas do Mundo (2016), Campeonatos Sul-Americanos (2010 e 2014) e nos Jogos Olímpicos Rio 2016.

A Confederação Brasileira de Desportos Aquáticos (CBDA), através de nota de pesar publicada no site da entidade, lamentou a morte do atleta e se solidarizou com a família e amigos.

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Criador do Disque Denúncia, Zeca Borges, morre aos 77 anos no Rio de Janeiro

Da Agência Brasil

O fundador do Disque Denúncia, Zeca Borges, morreu nesta sexta-feira (3) aos 77 anos. O serviço criado por ele, em 1995, tornou-se uma referência na coleta de informações contra atividades criminosas e na busca por foragidos da Justiça, de forma anônima e oferecendo recompensas, em parceria com o governo fluminense.

“O Rio perde o gaúcho mais carioca e apaixonado por essa cidade. E nós, perdemos um grande líder e um amigo Zeca, seu legado jamais será esquecido. Continuaremos firmes na missão que nos foi dada”, publicou o programa Disque Denúncia, em seu perfil no Twitter.

O programa acabou sendo levado também a outros estados e países. O governador do Rio, Cláudio Castro, divulgou uma nota em que exalta o trabalho de Zeca no combate à criminalidade no estado.

“O Rio de Janeiro perdeu um dos maiores defensores da paz e da justiça em nosso estado. Zeca Borges criou e coordenou o Disque Denúncia, uma das mais poderosas ferramentas à disposição da sociedade, que ajudou a prender mais de 20 mil criminosos. Uma iniciativa pioneira e inestimável para a segurança pública tão bem sucedida que foi levada a outros estados e países. Expresso minha gratidão pelo trabalho fundamental e pelo legado que Zeca nos deixou e minha profunda solidariedade à família e aos amigos”.

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Morre Nelson Freire, maior pianista do mundo

Considerado um dos maiores pianistas do mundo, Nelson Freire, 77 anos, faleceu na madrugada desta segunda-feira, na sua casa no Rio de Janeiro. A causa da morte ainda não foi revelada.

 

Mineiro, Nelson Freire começou a mostrar seu talento como músico aos três anos de idade, quando começou a dedilhar as primeiras notas no piano da irmã mais velha. E com apenas cinco anos, apresentou seu primeiro recital de música no Teatro Municipal de São João Del Rei. Aos 12 anos, se mudou com a família para o Rio de Janeiro, se aprimorou bastante e ficou em nono lugar no Concurso Internacional de Piano do Rio de Janeiro, interpretando Beethoven. Daí em diante, começou a colecionar só sucessos.

 

Dono de uma brilhante carreira, o pianista se apresentou em mais de 70 países, e com orquestras de renome como as filarmônicas de Berlim, Londres, Nova York, a orquestras de Amsterdam, Munique, Paris, Tóquio, Viena, Boston, entre outras. Ele também é o único brasileiro a ser incluído na coletânea Great Pianist of the 20th Century, que significa os grandes pianistas do século 20.

 

Freire também ganhou o Grammy Latino com o álbum Brasileiro, com obras de compositores como Alexandre Levy, Villa-Lobos, Lorenzo Fernandez, Henrique Oswald, Claudio Santoro, entre outros. Sua trajetória foi tão marcante e interessante que virou um documentário pelo cineasta João Moreira Salles.

 

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Morre Geraldo Brindeiro, ex-procurador-geral da República, em decorrência da Covid-19

Morreu na manhã de sexta-feira (29), em Brasília, o ex-procurador-geral da República Geraldo Brindeiro, aos 73 anos, vítima da covid-19. Brindeiro atuava como subprocurador-geral da República e era o mais antigo ainda em atividade no Ministério Público Federal (MPF).

A informação foi confirmada pela Associação Nacional dos Procuradores da República (ANPR). O presidente da entidade, Ubiratan Cazetta, lamentou a morte do colega. “Com tristeza, comunico o falecimento, hoje, em Brasília, de nosso colega Geraldo Brindeiro, que ocupou o cargo de Procurador-Geral da República por 8 anos”, disse Cazetta, no Twitter.

“Colega de trato gentil e bastante leal, Geraldo Brindeiro foi, dentre outras coisas, responsável pela construção da sede atual da PGR, além de ter promovido diversos concursos de ingresso na carreira, ampliando em muito o MPF”, acrescentou.

Brindeiro foi escolhido para o cargo máximo da Procuradoria-Geral da República pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso e ocupou o cargo entre 1995 a 2003. Tornou-se, inclusive, alvo de críticas de partidos de oposição, que deram a ele o apelido de “engavetador-geral da República” por não dar prosseguimento a várias denúncias que recebia contra parlamentares e contra o próprio presidente.

Pernambucano do Recife, Brindeiro formou-se na Faculdade de Direito da capital do estado, em 1970. Em 1982 e em 1990, respectivamente, foram-lhe conferidos os títulos de Mestre em Direito (Master of Laws – LLM) e Doutor em Direito (Doctor of the Science of law – JSD) pela Universidade de Yale nos Estados Unidos.

Assumiu o cargo de procurador da República em 1975, sendo promovido a subprocurador-geral da República em 1989. Entre 1995 e 2003, exerceu o cargo de procurador-geral da República, auxiliando na concretização do Ministério Público Federal após a Constituição de 1988.

Brindeiro também foi professor de Direito Civil e de Direito Constitucional na Universidade do Distrito Federal (UDF) e na Faculdade de Direito da Universidade de Brasília (UnB). Integrava o Instituto Brasileiro de Direito Constitucional e a Associação Brasileira de Constitucionalistas. Foi presidente da Associação Interamericana do Ministério Público (1998-2000) e do Instituto Ibero-Americano do Ministério Público (2000-2002), e vice-presidente da International Association of Prosecutors (1997-2004).

Notas de pesar

Em nota, o procurador-geral da República, Augusto Aras, lamentou o falecimento e citou a contribuição de Brindeiro para o Ministério Público. Ele era o procurador mais antigo em atividade no órgão.

“Perdemos um valoroso colega, um homem que devotou a vida ao Ministério Público. Geraldo Brindeiro foi um incansável defensor da independência funcional, a própria e a dos colegas”, afirmou.

O presidente do Superior Tribunal de Justiça (STJ), ministro Humberto Martins, também manifestou pesar pelo falecimento.

“Recebemos com muita tristeza a notícia do falecimento do procurador da República Geraldo Brindeiro, que atuou por tantos anos junto ao STJ e também por oito anos como comandante do Ministério Público. Que Deus possa confortar a família e os amigos neste momento de perda”, declarou Martins.

Em nota, o presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, afirmou que o Brasil perdeu um defensor da Constituição brasileira.

“Procurador-geral da República por oito anos, entre 1995 e 2003, Geraldo Brindeiro honrou o Ministério Público. Com sua partida, o Brasil perde um dedicado servidor público, um cidadão respeitável e um defensor da Constituição brasileira. Em nome do Supremo Tribunal Federal e do Poder Judiciário brasileiro, manifesto pesar e deixo um abraço carinhoso aos familiares e amigos”.

 

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Ator Caike Luna, que interpretou o Cleitom de ‘Zorra Total’, morre aos 42 anos vítima de câncer

O ator paranaense Caike Luna morreu na manhã deste domingo (3), aos 42 anos, após uma luta contra o câncer. Ele ficou nacionalmente conhecido pelo personagem Cleitom, no programa “Zorra Total”, da TV Globo. A morte do artista foi confirmada pela humorista Katiuscia Canoro, que usou as redes sociais para lamentar a perda do amigo.

“É com a maior tristeza do mundo que venho comunicar a partida do meu irmão @caikeluna“, postou Katiuscia no Instagram.

Caike Luna lutava contra um câncer desde abril. Ele estava internado em um hospital de Curitiba (PR), onde tratava o Linfoma não Hodgkin, o mesmo que acometeu o ator Reynaldo Gianecchini.

Foi também em Curitiba, onde morou por 13 anos, que Caike começou começou a carreira. Participou de 45 peças de teatro e comerciais. No ano de 2007, o ator se mudou para o Rio de Janeiro, onde começou a fazer diversos trabalhos para a TV.

Além do Zorra Total, ele também participou da novela Rock Story, também da TV Globo. Seus trabalhos mais recentes foram em programas do canal Multishow, como “Xilindró”, “Baby Rose” e “Treme Treme”.

Caike Luna (Foto: Reprodução/Instagram)
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Morre no Rio a atriz Marina Miranda

Da Agência Brasil

Morreu nesta terça-feira (21), aos 90 anos, a atriz Marina Miranda. Ela estava internada desde o último domingo, no Centro de Emergência Regional, no Leblon, na capital fluminense.

A atriz sofria de Alzheimer e, segundo nota da secretaria municipal de Saúde, “estava internada com quadro grave”.

Nascida no município fluminense de Paraíba do Sul, a atriz começou a fazer trabalhos na televisão nos anos 1960. Ficou popular com os tipos de comédia ao contracenar com o comediante Tião Macalé e como a  “Dona Charanga”, na primeira versão da Escolinha do professor Raimundo, na Rede Globo.

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Ator Luis Gustavo morre aos 87 anos de câncer, em São Paulo

Da Agência Brasil

Morreu neste domingo (19) o ator Luis Gustavo Blanco, aos 87 anos de idade. Segundo o sobrinho, o também ator Cássio Gabus Mendes, Luis Gustavo faleceu vítima de um câncer.

“Descanse na luz e na paz! Obrigado por tudo, meu amado tio”, escreveu Gabus Mendes em uma publicação no Instagram, acompanhada de uma foto em preto e branco de Luiz Gustavo mais jovem.

Filho de espanhóis, Luis Gustavo nasceu na Suécia em 1934.

Desde a década de 1960, atuava na televisão, na extinta TV Tupi. Em 1976 começou a fazer papeis em produções da Rede Globo. Participou de diversas novelas, como Elas por Elas (1982), Ti-Ti-Ti (1985), O Beijo do Vampiro (2002) e Joia Rara (2013).

Entre os personagens mais lembrados que o ator interpretou nas novelas destacam-se o detetive Mário Fofoca, Beto Rockfeller e o costureiro Victor Valentim. No programa humorístico Sai de Baixo, que foi ao ar de 1996 a 2002, Luis Gustavo era o síndico de um edifício no Largo do Arouche, em São Paulo.

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Ator Paulo José morre no Rio de Janeiro, aos 84 anos

Da Agência Brasil

Morreu nesta quarta-feira (11), no Rio de Janeiro, o ator Paulo José. Ele tinha 84 anos e faleceu em decorrência de uma pneumonia, após 20 dias internado. A confirmação de sua morte foi feita pela Rede Globo, onde ele começou a trabalhar em 1969.

“Um dos maiores nomes da nossa dramaturgia, como ator e diretor, e também dono de uma voz marcante, Paulo José é daqueles artistas de quem o público sempre se sentiu próximo. Nas últimas décadas, entrou em nossas casas por meio de uma infinidade de personagens que ficam, assim como ele, para a história”, destacou a Globo, em nota à imprensa.

Paulo José Gómez de Souza nasceu em Lavras do Sul, interior do Rio Grande do Sul, em 20 de março de 1937. Teve o primeiro contato com o teatro ainda na escola, iniciando a carreira no teatro amador anos mais tarde, em Porto Alegre. No início dos anos 60, Paulo José foi morar em São Paulo e começou a trabalhar no Teatro de Arena, onde exerceu diferentes funções. A primeira peça em que trabalhou como ator foi Testamento de um Cangaceiro, de Chico de Assis, em 1961.

Estreou na Globo como ator na novela Véu de Noiva, de Janete Clair, em 1969. Seu primeiro grande personagem foi o mecânico-inventor Shazan, que formava uma dupla bem humorada com Xerife, personagem de Flávio Migliaccio, na novela O Primeiro Amor (1972), de Walther Negrão. A dobradinha fez tanto sucesso que deu origem ao seriado Shazan, Xerife e Cia, escrito, dirigido e interpretado por Paulo e Flávio entre 1972 e 1974. Outros personagens marcantes foram o comerciante cigano Jairo em Explode Coração (1995), de Gloria Perez, e o alcóolatra Orestes de Por Amor (1997), de Manoel Carlos.

Ao longo de mais de 60 anos de carreira, atuou em mais de 20 novelas e minisséries. Sempre ativo e atuante, mesmo depois de descobrir o mal de Parkinson, doença que o acompanhou por mais de 20 anos, Paulo José sempre esteve preocupado com a valorização do ofício de ator no Brasil, sendo nome de destaque na luta pela regulamentação da profissão no final dos anos 70.

Sua última e mais emocionante aparição na TV foi como o vovô Benjamin na novela Em Família (2014), de Manoel Carlos. Como na vida real, seu personagem sofria de mal de Parkinson. Deixa esposa e quatro filhos: Ana, Bel e Clara Kutner, de seu relacionamento com a atriz Dina Sfat, além Paulo Henrique Caruso.

Admiradores homenagearam Paulo José nas redes sociais. “Um ator brilhante”, disse a atriz Patrícia Pillar.