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Contrato para 10 milhões de doses da Sputnik, vacina russa contra a Covid-19 é assinado pelo Ministério da Saúde

 

O Ministério da Saúde assinou nesta sexta-feira (12) um contrato para a compra de 10 milhões de doses da Sputnik V, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo instituto russo de pesquisa Gamaleya. Ela ainda não tem autorização para uso no Brasil. Os desenvolvedores firmaram parceria com a farmacêutica brasileira União Química. De acordo com o ministério, a União Química afirmou que pretende fabricar o imunizante em São Paulo e no Distrito Federal.

De acordo com resultados preliminares publicados na revista científica “The Lancet”, a vacina Sputnik V teve eficácia de 91,6% contra a doença. A eficácia dela contra casos moderados e graves da doença foi de 100%. A vacina é a quarta a ter resultados publicados em uma revista, depois de Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca e Moderna. Quando isso ocorre, significa que os dados foram revisados e validados por outros cientistas.

 

Cronograma previsto pelo ministério:

*400 mil doses até o final de abril

*2 milhões no fim de maio

*7,6 milhões em junho

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Empresa dos EUA anuncia resultados positivos em vacina contra coronavírus

A empresa estaduniense de biotecnologia Moderna anunciou nesta segunda-feira (18) resultados “positivos provisórios” na fase inicial de ensaios clínicos de sua vacina contra o novo coronavírus, em um pequeno número de voluntários.

A vacina aparentemente produziu uma resposta imune em oito pacientes que a receberam, da mesma magnitude que aqueles que foram infectados com o vírus, informou a empresa.

“A fase provisória 1, embora em estágio inicial, demonstra que a vacinação com o mRNA-1273 produz uma resposta imune da mesma magnitude que a provocada por infecção natural”, disse Tal Zaks, diretor médico da Moderna, em comunicado.

Isso sugere, embora não seja a prova final, que a vacina desencadeia uma resposta imune.

A companhia afirmou que a vacina “tem potencial para prevenir a covid-19”. O estudo clínico é realizado pelos Institutos Nacionais de Saúde dos Estados Unidos, onde o governo investiu 500 milhões de dólares para essa potencial vacina.

Durante os testes, um grupo de 15 pacientes recebeu três doses diferentes da vacina. A fase 3, testando mais pessoas, começará em julho, acrescentou a farmacêutica.

A vacinação contra o coronavírus é uma prioridade global para acabar com a pandemia que deixou mais de 315.270 mortes em todo o mundo e pelo menos 4,7 milhões de casos confirmados.

Na sexta-feira passada (15), o presidente dos EUA, Donald Trump, disse esperar ter uma vacina contra o coronavírus até o final do ano.