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Naves do Conhecimento oferecem três mil vagas para cursos gratuitos de tecnologia e empreendedorismo neste mês de maio

A Secretaria Municipal de Ciência e Tecnologia (SMCT), por meio das Naves do Conhecimento, ainda está disponibilizando três mil vagas para inscrições em diversos cursos gratuitos nas áreas de tecnologia, informática e empreendedorismo, até o fim desta segunda quinzena de maio. Os cursos serão realizados no formato presencial e online. As vagas são limitadas e as inscrições presenciais acontecem somente nas naves do Engenhão, Madureira, Triagem e Nova Brasília, na Zona Norte. Para ter acesso ao cronograma completo e fazer a inscrição, basta acessar o site

Entre os temas oferecidos pelas Naves estão: Canva: O design para seu empreendimento, Empreendedorismo na Prática, Conhecendo o NFT, Aprendendo Excel em VBA, Introdução ao Power BI – Business Intelligence, Lógica de Programação, Introdução ao Áudio Visual – Fotografia, Controle Financeiro Pessoal, Internet das Coisas, Como criar um vídeo no PowerPoint, Smartphone: Como utilizar as principais funções do sistema android, Fundamentos do Hardware, Edição de vídeo com Lightworks, entre outros.

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Odytech lança “Desafio BT 21 dias” Iniciativa promove qualidade de vida

Todo começo de ano as pessoas traçam metas para diversas áreas da vida e, uma das que lideram quando o assunto é objetivo para o novo ano, é a prática de atividade física e consequentemente, melhor qualidade de vida no cotidiano. E com o objetivo de incentivar as pessoas a cumprirem essa meta, a Bodytech lança o “Desafio BT 21 dias”, que inicia no próximo dia 10 e vai até o dia 31 de janeiro.

O projeto promove ações que proporcionam saúde, e tem o ciclo de 21 dias (como o nome já diz), para alunos e não alunos que estejam focados em um estilo de vida saudável. O programa contempla diferentes perfis, para quem está acostumado a treinar e quem está (re) começando. É a ideia de saúde mais ampla através das atividades física, wellness, descanso mental, tranquilidade, alimentação equilibrada e momentos de lazer. O porquê da escolha dos 21? De acordo com estudos – é o número de semanas que cada indivíduo necessita para criar hábitos, que são entre 3 a 4 semanas.

Quem pensa que no desafio haverá somente “malhação”, está enganado. Vai muito além – estamos falando de estilo de vida! Há dicas de nutricionista para o cardápio ficar mais colorido e nutritivo, incentivo de leitura, cuidado com o sono, entre outras. Serão “tarefas diárias” que a equipe da Bodytech irá compartilhar com os participantes no grupo do Telegram, além de pílulas em vídeo com as explicações dos desafios por parte dos profissionais. Vale ressaltar que haverá acompanhamento de professores, além de profissionais da área da saúde como endocrinologista, ortopedista, que esclarecerão as dúvidas e motivarão os que aderirem ao programa.

O time de embaixadores é composto por Sérgio Maurício, ortopedista; Carla Maione, nutricionista; Priscilla Martins, endocrinologista e por uma equipe de profissionais da Bt. É importante destacar que o foco do desafio não é a competição, não haverá vencedor e sim, + saúde! Com isso, todos serão ganhadores! Venha participar do desafio você também!

Serviço:

Desafio BT 21 Dias

Duração: de 10 a 31 de janeiro

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Brasil Destaque Entrevistas Notícias

Brasileiro conta como é estudar na Universidade de Sorbonne, em Paris.

“Se eu vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes”. Foi com essa frase, do físico Isaac Newton, que o estudante carioca Diogo Barreiros, de 19 anos, celebrou, nas redes sociais, a aprovação em uma das mais conceituadas universidades da Europa: a de Sorbonne, em Paris, na França. Desde 2020, o brasileiro integra o grupo de elite de Física da entidade, chamado de SPRINT (Sorbonne Physique Recherche Intensive et Nouvelles Technologies).

Aprovado, também, no Brasil, na USP, Unicamp e em 4° lugar na UFRJ, além de outras três universidades francesas, Diogo, ex-aluno do Colégio Franco-Brasileiro, vem realizando um sonho na Cidade Luz:

Foi uma emoção enorme saber que eu estudaria em Paris depois de mais de um ano de pesquisas e estudos focados nesse projeto. Essa aprovação me mostrou como o francês que aprendi na minha trajetória pelo Franco foi decisivo para alcançar esse objetivo. Sem essa base acadêmica, provavelmente, eu nem teria considerado a opção de estudar na França – reconhece.

Em Paris desde o ano passado, Diogo divide o apartamento com mais três brasileiros, dois deles também ex-alunos do Franco. O outro o estudante conheceu quando procurava o primeiro alojamento na capital francesa.

O estudante conta qual é o maior desafio na adaptação ao novo país:

Não ter contatos dentro da faculdade que pudessem me ajudar com as dificuldades linguísticas e burocráticas da própria universidade foi um bom desafio a ser superado – relembra o brasileiro.

Nas palavras de Diogo, são muitos os pontos positivos por viver em Paris:

Morar por aqui é vivenciar uma realidade bem diferente do que no Rio de Janeiro, mesmo já tendo uma condição privilegiada. É se aprofundar em uma outra cultura e compartilhar experiências. É visualizar o que o investimento no ensino pode fazer, entender o potencial de transformação do aluno e facilitar a sua trajetória. É uma experiência que vale a pena.

Entre tantos pontos turísticos famosos, o brasileiro tem um preferido na cidade europeia:

O Les Invalides, também chamado de Hôtel des Invalides, onde se localiza o museu do Exército (Musée de l’Armée), que retrata não só a progressão de armas, estratégias e artefatos ao longo do tempo. Mas, também, a participação do Exército francês em eventos históricos como as duas grandes guerras. Além disso, lá também jaz a tumba de Napoleão (Bonaparte).

Inspiração no colégio

Aluno do Franco por 11 anos, Diogo é grato ao colégio por ter lhe dado ferramentas para realizar o sonho de estudar no exterior:

A maior parte da minha inspiração veio dos meus mentores na equipe de robótica, que abriram essa porta para mim, me ajudaram desde o início a construir esse projeto e ainda me ajudam quando eu tinha problemas, desde dúvidas acadêmicas a questões de moradia e burocracia francesa. Amo a Física desde pequeno e me aprofundei ainda mais quando entrei para a equipe de robótica, tanto de maneira prática quanto teórica.

O estudante aponta a participação na FrancoDroid, equipe de robótica, o que mais lhe marcou no colégio:

Pude aprender diversas competências acadêmicas e, também, me desenvolver enquanto pessoa e me formar enquanto cidadão, a partir de atividades de cunho social e educativo.

Diogo também guarda com carinho os torneios com a camisa da FrancoDroid: :

Os momentos que mais me marcaram na equipe de robótica foram os torneios que participamos, principalmente aqueles que representaram pontos finais de grandes trajetórias. Nesses momentos, o mundo parecia parar, obrigações pareciam não existir, por um breve intervalo de tempo nos desligávamos da rotina para curtir, para brincar, para rir, para chorar, para comemorar, para viver. Nesses momentos, a alegria é contagiante, o nervosismo acompanhante, a persistência incessante, mas a consciência de não querer estar em nenhum lugar senão aquele é dominante. Nesses momentos, eu percebi que já não é mais possível imaginar a minha vida sem a robótica.

Em que pese o enorme horizonte que o estudante vem descobrindo e conquistando em Paris, ele não esquece o país onde nasceu:

Meu maior sonho profissional é poder voltar para o Brasil com o intuito de melhorar, senão transformar o ensino e o acesso à ciência no país

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UNALE realiza I Simpósio sobre Direito do Consumidor

Os 30 anos do Código de Defesa do Consumidor – CDC e os desafios para se manter ativo diante de tantas mudanças nas relações de consumo, foram temas mediados pelo deputado estadual Danniel Librelon (REPUBLICANOS) no I Simpósio de Direito do Consumidor promovido pela União Nacional dos Legisladores e Legislativos Estaduais – UNALE, realizado nesta sexta-feira (10), com transmissão online.

Por meio da Secretaria de Defesa do Direito do Consumidor, a mesa redonda contou com especialistas no assunto, como o Promotor de Justiça aposentado e Coordenador Jurídico da CODECON da ALERJ, Dr. Plínio Lacerda, o Defensor Público (DPE-AM), Dr. Maurilio Casas Maia, do reitor da Faculdade Signorelli,  Hércules Pereira e da Promotora de Justiça e Coordenadora do Centro de Apoio Operacional das Promotorias de Justiça de Tutela Coletiva de Defesa do Consumidor e do Contribuinte, do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro, Luciana Soares Rodrigues.

Ao iniciar os trabalhos, o vice-presidente de assuntos sociais da Pasta, deputado Danniel Librelon, ressaltou que debates como este são essenciais para disseminar a relevância de:

proporcionar um equilíbrio nas relações entre fornecedores e consumidores.

Para ele, a base essencial do CDC é proteger o consumidor da relação de vulnerabilidade dos seus direitos como tal e garantir que os mesmos sejam respeitados.

Librelon reforçou que:

as Casas Legislativas podem e devem fazer com que as informações contidas no CDC cheguem aos consumidores finais .

O coordenador jurídico da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro, Dr. Plínio Lacerda, reforçou que existe uma preocupação em aprimorar o CDC, em especial no que se trata ao consumo eletrônico, alavancado com o cenário da pandemia. Lacerda também comemorou o estabelecimento dos direitos que já foram adquiridos.

Ao concordar com a proposição, o defensor público do Estado do Amazonas, Murilo Lima, destacou que a sociedade vive agora uma era de consumidores 5.0, que buscam efetividade e praticidade na relação de consumo e fazem, de forma acirrada, o uso da tecnologia para isto.

Temos novo estilo de consumidor e por isso a informação é muito importante para que este consumidor saiba quais são os seus direitos neste cenário. A sociedade agora é a sociedade da informação acelerada, que vive, diariamente, com uma sobrecarga de dados que não existia há décadas atrás. Por isso, temos que reforçar a defesa do consumidor, a proteção expressa e pedagógica do tempo do consumidor – defendeu.

O defensor explicou que é preciso estabelecer um estatuto de proteção do tempo do consumidor, através de uma legislação específica que garanta mais qualidade de vida ao cidadão que busca o serviço ou produto.

Para Paulo Kolenda, assessor jurídico da Comissão de Direitos do Consumidor da Assembleia Legislativa do Amazonas, “o caminho é a consolidação de pautas que já foram ganhas, de leis que já estão em vigor e pensar em como promover mais medidas protetivas para o consumidor e a prática de consumo ser consolidada”.

No final da mesa redonda, o senso comum foi de que este é o momento para que se promova um grande marco para os próximos anos de efetividade do CDC, com especial atenção para a proteção de dados dos consumidores e para a relação com os fornecedores de serviços online.

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FURNAS abre inscrições para instituições sociais de todo o país

Será destinado até 1 milhão para organizações sem fins lucrativos
FURNAS lançou nesta segunda-feira (13) o Edital Social 2021, que beneficiará organizações sem fins lucrativos sediadas em mais de 500 municípios nos quais a empresa está presente. FURNAS destinará um total de R$ 1 milhão para entidades que contribuam com a melhoria da

Foto : Divulgação

qualidade de vida das comunidades do entorno de seus empreendimentos, atendendo à política de responsabilidade social da companhia e aos Objetivos do Desenvolvimento Sustentável estabelecidos pela Organização das Nações Unidas.

O objetivo é promover a redução das desigualdades e proteção aos direitos humanos, contribuindo para o desenvolvimento sustentável de comunidades em situação de vulnerabilidade socioeconômica. As entidades beneficiadas poderão receber até R$ 200 mil por projeto.
“FURNAS busca se relacionar de uma forma cidadã com as comunidades onde atua e adota um compromisso social voltado para o desenvolvimento sustentável e para a redução das desigualdades.

Temos muito orgulho em colaborar com a melhoria da qualidade de vida de tanta gente”, destaca Marcos Machado, gerente de Responsabilidade Social, Marca e Reputação de FURNAS

Inscrições até 13/10

As organizações interessadas em participar têm até 13 de outubro para inscrever seus projetos, gratuitamente na plataforma Prosas, através do link
Estão aptas a participar organizações da sociedade civil, de direito privado e sem fins lucrativos. Será contemplada uma proposta por organização, mas cada entidade pode inscrever quantos projetos desejar.

O edital está disponível no site de FURNAS, assim como a política de responsabilidade social da companhia.

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Alesp vota nessa quinta-feira projeto que proíbe propagandas com temáticas LGBT+

*Por Fabiana Santoro

A Assembleia Legislativa de São Paulo (Alesp) vota nesta quinta-feira (22), um projeto de autoria da deputada Marta Costa (PSD), que proíbe a veiculação de publicidade com pessoas LGBTQIA+ ou famílias homoafetivas no estado de São Paulo. 

O projeto, disponível no site da Alesp, tem como o objetivo proibir a publicidade “através de qualquer veículo de comunicação e mídia de material que contenha alusão a preferências sexuais e movimentos sobre diversidade sexual relacionados a crianças no Estado”. A deputada Marta Costa (PSD) afirma que essas propagandas trariam “desconforto emocional a inúmeras famílias” e que mostram “práticas danosas” às crianças. Para ela, a proibição vai “evitar a inadequada influência na formação de jovens e crianças.”

Se o projeto for aprovado, ficará proibida no estado de São Paulo propagandas como a da Natura no dia dos pais em 2020, que trouxe o vereador de São Paulo Thammy Miranda com seu filho e a do Boticário de 2019, com um casais da comunidade lGBTQIA+.

Propaganda da Boticário de 2019. (Foto: Reprodução Boticário)

A deputada Erika Malunguinho (PSOL), é uma mulher trans e lidera a oposição ao projeto dentro da Alesp. Segundo a parlamentar, a iniciativa reafirma a desumanização que a população LGBTI+ enfrenta no país.

“A maior Casa legislativa do país opta por não enxergar o que, de fato, vulnerabiliza crianças e adolescentes: trabalho infantil, abuso físico e sexual, ‘balas perdidas’ em contextos periféricos, entre outras violências”, afirma a deputada.

“Como apontado por pesquisadoras/es, a estratégia utilizada por setores conservadores tem como objetivo criar um pânico moral em torno das questões de gênero e sexualidade. Isso foi materializado por esse projeto de lei, mas não é inédito, visto que segue a lógica da ‘ideologia de gênero’ e suas distorções discursivas. A retórica utilizada por esses parlamentares reafirma a desumanização  que a população LGBTI+ já é historicamente submetida neste País, induzindo como responsáveis por causar danos éticos e morais às crianças”, explica Erika Malunguinho.

O PL 504/20 cita ainda as punições para quem desrespeitar a lei, caso seja aprovada. “As infrações ao disposto no artigo primeiro desta Lei serão, a princípio, multa e o fechamento do estabelecimento que atuar na divulgação até a devida adequação ao que dispõe esta lei”.

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Aumenta o número de crianças leitoras entre 5 e 10 anos, aponta pesquisa

O último levantamento da pesquisa Retratos da Literatura no Brasil, realizada pelo Instituto Pró-Livro, identificou um aumento no número de leitores entre 5 e 10 anos. Desde março, mês em que a COVID-19 foi enquadrada como pandemia pela OMS (Organização Mundial da Saúde), as crianças têm estado fisicamente distantes da escola. Para a diretora da Catapulta Editores no Brasil Carmen Pareras, esse é um movimento que acompanha a chegada do e-commerce mais próximo do dia a dia das famílias.

“Todos nós tivemos de nos reprogramar para transformar nossas casas em escritórios digitais, refeitórios, escolas de ensino à distância e salas de lazer”, explica Pareras. Nesse sentido, a diretora da Catapulta Editores entende que o livro infantil pode ter ganhado um espaço especial nas atividades em casa, entre pais e filhos.

As medidas adotadas para conter a pandemia do novo coronavírus envolveram o isolamento social em diversas regiões do país. Com isso, lojas em diferentes áreas do comércio se mantiveram fechadas e distantes do público, principalmente entre os meses de março e julho deste ano. “Dessa forma, tivemos de acelerar o processo de comercialização por meio de canais eletrônicos. As mídias online nos aproximaram do nosso público, oferecendo um canal de comunicação que nos permite ouvir suas opiniões e sugestões”, explica Pareras.

Foto: Divulgação

Dia a dia em casa

A diretora da Catapulta Editores ressalta a quantidade de pais que relataram a mudança no comportamento infantil no período em casa, sob isolamento social. “Esse foi um dos momentos em que nós, inclusive, lançamos títulos no mercado literário, que têm tido boa aceitação”, acrescenta Pareras.

Um dos lançamentos foi a coleção Timóteo, composta por quatro livros. Indicadas para crianças a partir de quatro anos, as obras apresentam temas do cotidiano e rotina de maneira bastante lúdica. Ao final de cada título, há um jogo para que os pequenos memorizem o que a narrativa os mostrou.

Receber itens de compra em casa se tornou mais comum no período da pandemia. Segundo Pareras, esse é um dos fatores que aproximou toda a família aos livros infantis. “Anteriormente, as crianças se isolavam e ficavam concentradas em jogos eletrônicos. Quando se cansavam, mostravam-se irritadiças e passavam às travessuras, tentando atrair a atenção dos pais.  Com a facilidade de receber nossos livros em casa, pais e filhos se aproximaram e melhoraram a interação. ”

Obras interativas

A boa aceitação do e-commece durante a pandemia indica que a editora segue no caminho certo. “O objetivo da Catapulta Editores é promover a participação da família e estimular as crianças a reconhecer os livros como um meio de informação divertida, desde a idade mais tenra”, acrescenta Pareras.

Cores vibrantes, texturas relevos e sons fazem parte do acervo de títulos da editora. São obras que aguçam o tato, a visão e a audição – o que contribuem para o aprendizado infantil. “Além de estimular e desenvolver a coordenação motora, ao promover a curiosidade e prender a atenção”, afirma Pareras.

A coleção Abremente é a mais importante da Catapulta Editores. Os livros que a compõem foram desenvolvidos por psicopedagogas e já venderam mais de 50 milhões de cópias pelo mundo. “Por conta do conteúdo das obras, elas foram incorporadas a listas de livros paradidáticos. A coleção tem oito livros, que abrange crianças de 3 aos 11 anos”, celebra a diretora.

O período em casa, devido a pandemia, exige que adultos se reinventem para manter as crianças entretidas e se desenvolvendo. A Catapulta Editores oferece alguns títulos voltados para a culinária infantil, como o Chef Mirim, que apresenta receitas de diversos países. São pratos simples de serem elaborados e promovem um momento de interação entre a família.

“Outro ponto positivo é ajudar as crianças a entender sobre a importância de organizar tarefas passo a passo. Com a obra, os pequenos a partir de oito anos têm acesso a utensílios de cozinha, como batedor de metal, fôrma para tortinhas e pão duro, que acompanham o livro”, finaliza Pareras.

Qualidade das atividades em casa é uma característica percebida pela diretora da Catapulta Editores e que encontra outro dado da pesquisa Retratos da Literatura do Brasil. Além do aumento de leitores entre 5 e 10 anos, o levantamento aponta a boa variedade, a qualidade da literatura infantil no país e o investimento das famílias na mediação do livro com os filhos.

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Entrevista com André Quizomba, candidato a vereador do Rio pelo PSB

Por Alessandro Monteiro

 

  1. Por que o desejo de vir candidato a vereador? Qual motivação?

A Política é tão importante que deveria estar presente como matéria no currículo do ensino médio. Desde adolescente me interesso pela política e sempre apoiei e fiz campanha para candidaturas que me traziam esperança. Meu desejo em tornar-me vereador vem dessa paixão pela política junto com minha vontade de transformar o Rio numa cidade melhor pra gente viver. Posso dizer que a minha principal motivação vem da atual situação que o Rio se encontra. Uma cidade abandonada e sem perspectiva de melhora. Precisamos de uma câmara mais fiscalizadora e propositiva. Tenho certeza que, com minha formação acadêmica e artística, posso ajudar com boas propostas e retomarmos a nossa cidade maravilhosa.

 

  1. Dentre suas propostas, qual delas você acha a mais importante?

É difícil dizer. Todos os projetos têm sua relevância. Talvez O Plano Municipal de Cultura seja o mais importante porque será o ponta pé inicial para se desenhar toda a política de Cultura pra cidade. Elaborar esse documento dará diretrizes para as ações futuras do setor.

 

  1. Se eleito for, qual será a primeira ação?

Pensar na retomada do Setor Cultural no Pós-Pandemia, começando pelo Carnaval Carioca que ainda está sem definição para ser realizado. Tenho um Projeto de Lei para regularizar e desburocratizar a maior festa popular do planeta que gera muita renda e emprego para a cidade.

 

  1. O que a população pode esperar da sua vereança?

Pertenço ao PSB, um partido ético e progressista que combate as desigualdades e a corrupção e que busca um estado mais eficiente e que entregue um serviço de qualidade a população. Estou alinhado com as convicções do partido e serei um defensor da Cultura Carioca buscando desenvolver projetos que incentivem o setor.

 

  1. Qual o principal problema do município hoje?

Má gestão. Ruim, ineficiente e corrupta.

 

  1. Algum projeto específico para população de rua e as drogas?

Não tenho projeto específico para a população de rua. Porém, o Projeto Polo Municipal de Cultura poderá ter um braço destinado aos moradores de rua.

 

  1. O que o você gostaria de acrescentar que não foi perguntado aqui?

O compromisso com a juventude da nossa cidade. Estamos num momento difícil quando se fala de oportunidades para nossos jovens. Temos uma evasão escolar próxima de 20% e uma grande parcela que não chega a completar o ensino fundamental ou médio. Os dados mostram que quanto maior o nível de educação menos chance de ficar desempregado. Além de negar um futuro melhor para nossos jovens estamos empurrando uma grande parte dessas gerações para trabalho desqualificado ou para ser cooptado pelo crime organizado. Nesse sentido a Cultura pode ser uma ferramenta junto com a educação para criar novos horizontes.

 

 André Quizomba

Economista, ator, músico e produtor cultural. Fundador do Bloco Quizomba em 2001 e, desde sempre, ativista da Cultura. Nascido no Estácio e amante do Carnaval, acima de tudo, um carioca apaixonado pelo Rio que acredita na Arte e na alegria como potência política.