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Contrato para 10 milhões de doses da Sputnik, vacina russa contra a Covid-19 é assinado pelo Ministério da Saúde

 

O Ministério da Saúde assinou nesta sexta-feira (12) um contrato para a compra de 10 milhões de doses da Sputnik V, vacina contra a Covid-19 desenvolvida pelo instituto russo de pesquisa Gamaleya. Ela ainda não tem autorização para uso no Brasil. Os desenvolvedores firmaram parceria com a farmacêutica brasileira União Química. De acordo com o ministério, a União Química afirmou que pretende fabricar o imunizante em São Paulo e no Distrito Federal.

De acordo com resultados preliminares publicados na revista científica “The Lancet”, a vacina Sputnik V teve eficácia de 91,6% contra a doença. A eficácia dela contra casos moderados e graves da doença foi de 100%. A vacina é a quarta a ter resultados publicados em uma revista, depois de Pfizer/BioNTech, Oxford/AstraZeneca e Moderna. Quando isso ocorre, significa que os dados foram revisados e validados por outros cientistas.

 

Cronograma previsto pelo ministério:

*400 mil doses até o final de abril

*2 milhões no fim de maio

*7,6 milhões em junho

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Reino Unido já começou a vacinar sua população contra a Covid-19

Enquanto o Brasil ainda espera um avanço em relação às vacinas contra a Covid-19, o Reino Unido já começou nesta terça-feira (8) a vacinar sua população com a vacina da farmacêutica norte-americana Pfizer e da empresa alemã de biotecnologia BioNTech. Margaret Keenan, de 90 anos, foi a primeira a receber a dose e foi bastante festejada na saída do hospital de Coventry, na região central da Inglaterra.

A vacina Pfizer/BioNTech apresentou eficácia de 95% na prevenção à Covid -19, segundo estudos da fase 3 dos testes do imunizante. Os resultados foram apresentados em novembro. Não houve efeitos colaterais graves nos voluntários. Ela é uma das quatro vacinas que estão sendo testadas no Brasil, que ainda não tem acordo para adquirir o imunizante.

Na última segunda-feira (7), o Ministério da Saúde divulgou uma nota na qual informou que deve assinar nesta semana o memorando de intenção de compra de 70 milhões de doses da vacina produzida pelas empresas norte-americana e alemã. Segundo a nota do governo brasileiro, as negociações “avançam” e a vacina deve ser fornecida em 2021.