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Operação apreende mercadorias piratas avaliadas em R$ 1 milhão no Rio

Da Agência Brasil

Servidores da Receita Federal realizaram nesta quinta-feira (23) a Operação Game Over, em lojas no centro do município do Rio de Janeiro, para combate à pirataria de aparelhos de videogame e acessórios.

Foram apreendidos na operação 170 volumes de mercadorias, avaliadas em cerca de R$ 1 milhão, englobando videogames e acessórios, roteadores, carregadores de celulares, rádios portáteis do tipo HT (intercomunicadores), essências de cigarro eletrônico e lanternas com armas de choque.

A ação foi resultado do trabalho da Divisão de Vigilância e Repressão ao Contrabando e Descaminho da Receita Federal na 7ª Região Fiscal, que compreende os estados do Rio de Janeiro e Espírito Santo, e contou com apoio da Delegacia de Repressão aos Crimes Contra a Propriedade Imaterial, da Polícia Civil fluminense.

Participaram da Operação Game Over 19 servidores da Receita Federal e oito agentes da Polícia Civil do Rio de Janeiro.

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MPF autoriza venda de criptomoedas apreendidas na Operação Kryptus

Da Agência Brasil

A Câmara Criminal do Ministério Público Federal (MPF), órgão superior vinculado à Procuradoria-Geral da República, autorizou a venda imediata das criptomoedas apreendidas na operação Kryptus, deflagrada no dia 25 de agosto. O valor total está avaliado em cerca de R$ 150 milhões e deve ser depositado em uma conta judicial.

A investigação do Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do MPF no Rio de Janeiro, em conjunto com a Polícia Federal e a Receita Federal, aponta que a empresa GAS Consultoria e Tecnologia, que tem sede em Cabo Frio, na Região dos Lagos fluminense, operava um sistema de pirâmides financeiras, ou Ponzi, envolvendo moedas digitais.

Segundo o MPF, a empresa prometia um retorno mensal de 10% sobre o valor investido em criptomoedas, mas não tinha registro nos órgãos regulatórios para fazer as transações. Os criptoativos apreendidos foram transferidos para uma conta aberta pelo MPF numa corretora brasileira de bitcoins e criptomoedas, para impedir que continuassem a ser movimentadas à distância pela organização criminosa.

A situação é nova e a Câmara de Coordenação e Revisão da área criminal do MPF também foi consultada. A decisão, unânime, seguiu o voto do coordenador da Câmara Criminal, o subprocurador-geral da República Carlos Frederico Santos. O colegiado acolheu a proposta do Gaeco e aprovou a liquidação imediata dos criptoativos apreendidos.

A Câmara Criminal também decidiu criar um grupo de trabalho para fazer manuais de atuação que auxiliem os procuradores em casos envolvendo moedas digitais, com roteiros de boas práticas de investigação. O objetivo é aprofundar o debate sobre criptoativos no órgão e estabelecer diretrizes de atuação para os membros do MPF.

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Ministério Público do Rio defende júri popular para Flordelis

Da Agência Brasil

O Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MP-RJ)  voltou a defender que a ex-deputada federal Flordelis e outros réus acusados do assassinato do pastor Anderson do Carmo, em 2019, sejam levados a júri popular. A defesa da parlamentar havia entrado com recurso contra a decisão do Tribunal do Júri que determinou que o caso fosse a júri popular. 

O MP-RJ apresentou parecer contrário a esse recurso na última sexta-feira (20), por meio da 4ª Procuradoria de Justiça. O pedido da defesa de Flordelis será julgado pela 2ª Câmara Criminal.

A ex-deputada foi transferida na semana passada para o presídio Talavera Bruce, no Complexo Penitenciário de Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. Ela está presa preventivamente desde decisão do juízo da 3ª Vara Criminal de Niterói, de 13 de agosto.

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Polícia Civil cumpre 54 mandados de prisão no sul do estado do Rio

Da Agência Brasil

Nesta quinta-feira (12), 175 policiais federais cumprem 92 ordens judiciais em cidades do Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, São Paulo e Minas Gerais na Operação Expresso 80, da Polícia Federal. O objetivo é desarticular uma organização criminosa especializada no tráfico internacional de armas e drogas com atuação em diversos estados do Brasil.

Na ação, foram expedidos 23 mandados de prisão preventiva, um de prisão temporária, 32 mandados de busca e apreensão e 29 de sequestro de bens e bloqueio de valores. Há ainda sete mandados de suspensão de atividade comercial e lacração de estabelecimento, todos expedidos pela 1ª Vara da Justiça Federal de Ponta Grossa (PR).

As investigações começaram em maio de 2020, quando foi apreendido, na cidade de Ponta Grossa (PR), um ônibus carregado com 1,7 tonelada de maconha e dois fuzis calibre .556. Após a apreensão, a Polícia Federal em Ponta Grossa seguiu com as investigações por mais de um ano e três meses. Nesse período foram apreendidas novas cargas de drogas, diversas armas de fogo vindas do Paraguai, além de veículos e outros bens.

De acordo com a apuração realizada pela PF, os investigados se utilizavam de empresas de locação de veículos e de transporte rodoviário de passageiros para a movimentação das drogas e armas para vários destinos no Brasil. Os materiais eram armazenados em fundos falsos de ônibus e vans de turismo das empresas que pertenciam ao líder da organização investigada.

O nome da operação remete aos fuzis apreendidos, que eram montados com 80% das peças compradas sem registro com o propósito de dificultar o seu rastreamento. A Operação conta com o apoio da Divisão de Narcóticos da Policia Civil de Cascavel e com o apoio logístico da Delegacia da Polícia Federal em Foz do Iguaçu.

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TRF mantém prisão preventiva de ex-governador Sérgio Cabral

Da Agência Brasil

A Primeira Turma Especializada do Tribunal Regional Federal da 2ª Região (TRF2) decidiu manter uma das prisões preventivas a que foi condenado o ex-governador do Rio de Janeiro, Sérgio Cabral. Os desembargadores rejeitaram recurso da defesa de Cabral que pedia a suspensão da prisão, decretada em 2017 no processo da Operação Eficiência, que é desdobramento da Lava Jato. O ex-governador tem 20 condenações e juntas as penas ultrapassam os 350 anos de prisão.

Nessa ação, o ex-governador é acusado de corrupção passiva, lavagem de dinheiro e evasão de divisas, praticadas em um esquema de propinas para favorecer o empresário Eike Batista. Outras três prisões preventivas estão em vigor contra Cabral, uma pela Operação Calicute, também da Justiça Federal do Rio de Janeiro, uma na Justiça Federal do Paraná e outra do Tribunal de Justiça do Estado do Rio de Janeiro.

Segundo o TRF2, a defesa do ex-governador alegou no pedido de suspensão da prisão preventiva que ele teria se oferecido para colaborar com as investigações e que, por isso, não haveria motivos para mantê-lo no cárcere. Outros argumentos foram o de que não haveria risco de fuga, já que seu passaporte está retido, e que não oferecia risco à ordem pública por estar fora do governo estadual desde 2014.

Para a relatora do processo, a desembargadora federal Simone Schreiber, a soltura de Cabral poderia, sim, pôr em risco a ordem pública, porque ele ainda poderia exercer influência política mesmo estando afastado de mandatos eletivos.

A magistrada destacou a quantidade e a gravidade das ações delituosas de que Cabral é acusado e reiterou que ele foi denunciado por ocupar posição de liderança de uma “organização criminosa de grande capacidade de organização e atuação”.

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Polícia Civil do Rio e PF apreendem 2,7 toneladas de maconha

Da Agência Brasil

Agentes da Delegacia de Combate às Drogas (DCOD) da Polícia Civil do Rio de Janeiro e policiais federais apreenderam 2,7 toneladas de maconha, que teriam como destino comunidades da capital fluminense. Os entorpecentes estavam escondidos em 45 caixas de papelão no interior de um caminhão, abordado no estado de São Paulo.

De acordo com nota divulgada hoje (8) pela Secretaria de Estado de Polícia Civil, os policiais “obtiveram informações sobre o transporte da droga e os dados foram repassados à Polícia Rodoviária Militar de São Paulo, que efetuou a abordagem no município de Andradina, na divisa com o estado do Mato Grosso do Sul”.

Dois indivíduos que estavam no caminhão foram encaminhados para a Delegacia de Polícia Federal de Araçatuba, onde foram autuados por tráfico de drogas.

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Polícia acha ossada e apura se é de um dos meninos de Belford Roxo desaparecidos há 7 meses

Policiais da Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense (DHBF) encontraram uma ossada em uma área próxima a uma ponte em Belford Roxo, na Baixada Fluminense, e apura se é de um dos três meninos que desapareceram na região há sete meses.

Conforme a polícia, os ossos foram encontrados dentro de um saco preto.

A polícia chegou até o local após receber uma denúncia de um homem que acusou o próprio irmão de ter participado da ocultação dos corpos das crianças, a mando de um traficante. Um saco com corpos teria sido jogado de uma ponte, que fica acima de um rio que corta o município.

Foto: Reprodução/TV Globo

Depois da denúncia, o outro irmão também se apresentou à Delegacia de Homicídios da Baixada Fluminense e negou as acusações. Ele afirmou que a denúncia foi motivada por uma rixa com o irmão.

Os dois irmãos possuem passagem na polícia por tráfico de drogas.

Bombeiros do quartel de Belford Roxo e Grupamento de Buscas e Salvamento da corporação participaram hoje das buscas.

As crianças desaparecidas são Lucas Matheus, de 9 anos, e Alexandre Silva, 11, e Fernando Henrique, 12. Eles sumiram no dia 27 de dezembro depois que saíram de casa para brincar.

Investigação

Desde o início, a polícia já trabalhou com várias linhas de investigação, entre elas a de que as crianças tenham sido vítimas de traficantes da região.

Outra hipótese levantada mais recentemente é a de que os meninos tenham sido mortos após um deles supostamente ter roubado uma gaiola de um passarinho de um parente de um traficante do Castelar, onde moram.

No dia 20 de julho, a PM prendeu um homem que, segundo a corporação, teria envolvimento no caso.

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Cinco mulheres são presas suspeitas de aplicar golpes com cartões de crédito

Cinco mulheres acusadas de aplicar golpes e fraudes com dados e cartões de créditos de vítimas foram presas em flagrante durante ação da 40ª DP (Honório Gurgel), informou a Polícia Civil nesta sexta-feira (9). A quadrilha foi localizada em um apartamento no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste, onde os agentes encontraram uma central de telemarketing.

No momento da prisão, duas pessoas faziam contatos telefônicos com supostas vítimas. Os policiais apreenderam telefones celulares, anotações, máquinas de cartão de crédito e outros objetos utilizados no golpe.

Segundo os agentes, a fraude consistia na obtenção dos dados bancários das vítimas. A partir dessas informações, integrantes da quadrilha entravam em contato com os proprietários dos cartões, se passavam por administradoras do referido cartão de crédito e informavam que havia irregularidades nas compras.

O golpe se concretizava quando a vítima acreditava que seu cartão teria sido fraudado e repassava aos criminosos senhas e dados pessoais. De posse dessas informações, o grupo enviava à casa da pessoa um motoboy para pegar o suposto cartão fraudado. Com os dados da vítima, a quadrilha efetuava transações financeiras como saques, transferências por meio de PIX, empréstimos e compras.

As mulheres presas responderão por estelionato e organização criminosa.

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MP e polícia fazem operação contra tráfico de drogas no sul do Rio

Da Agência Brasil

Uma operação conjunta do Ministério Público do Rio de Janeiro (MPRJ) e da Polícia Civil fluminense cumpre nesta quarta-feira (23) mais de 80 mandados de prisão preventiva contra acusados do comércio de drogas ilícitas no sul fluminense. Até as 8h, 29 pessoas já tinham sido presas, de acordo com a Polícia Civil.

Além dos mandados de prisão, estão sendo cumpridos mais de 100 mandados de busca e apreensão. Segundo denúncia do MPRJ, foi identificada uma organização criminosa que se divide em seis núcleos, cada um atuando em um município diferente: Barra Mansa, Volta Redonda, Barra do Piraí, Angra dos Reis, Resende e Rio de Janeiro.

Ainda de acordo com o MPRJ, o grupo tem como base a comunidade da Vila Kennedy, na zona oeste do Rio. A partir daí, a droga é distribuída para os municípios do sul do estado, onde é revendida.

O grupo atua do modo tradicional, usando armas de fogo para controlar territórios e comercializar seus produtos ilegais.

O gerenciamento do negócio ilícito era feito com a ajuda de grupos de WhatsApp, a partir dos quais eles negociavam aquisição e distribuição de drogas e armas. Um deles era integrado por lideranças do grupo e usado para trocar informações de nível gerencial e contábil.

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Suspeitos de integrar quadrilha que furtava apartamentos na Zona Sul do Rio são presos

Policiais civis da 14ª DP (Leblon) prenderam três pessoas em flagrante e apreenderam um adolescente suspeitos de integrar uma organização criminosa que furtava apartamentos na Zona Sul da capital.

Segundo a polícia, a quadrilha é do estado de São Paulo e foi capturada quando retornava para sua terra de origem. Conforme os agentes, os criminosos furtavam dinheiro, joias, relógios de luxo e demais bens de valor das vítimas.

Após levantamento de informações e investigações, a equipe da 14ª DP apurou que os integrantes da organização estariam em um veículo retornando para São Paulo. Os policiais monitoraram os criminosos e desencadearam a operação. O automóvel foi identificado e interceptado, e os acusados acabaram presos.

A quadrilha estava com uma chave de fenda e um alicate de pressão, instrumentos utilizados para arrombar as portas dos apartamentos. Por meio de imagens de segurança, os investigadores também descobriram que os bandidos participaram de um furto em uma residência, em Ipanema, ocorrido no dia 4 de junho deste ano.

Os integrantes da quadrilha foram encaminhados para o sistema prisional e ficarão à disposição da Justiça.